História Estranha Perfeição - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook
Visualizações 2
Palavras 1.360
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiis!!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Mas esse cara poderia ser útil. Ele não estava oferecendo sexo, mas ajuda. Pelo menos era o que eu achava.

– Eu não sei... eu, hum... Sabe, eu nunca...

Meu Deus, eu não conseguia nem terminar a frase. Como um garoto de 19 anos poderia explicar que não sabia abastecer um carro? Tive vontade de rir, mas cobri a boca. Ele ia achar que eu era louco. Engoli o riso o máximo que pude e sorri para ele.

– Eu não sei abastecer o carro.

As sobrancelhas escuras e elegantes do cara se ergueram de repente e ele me observou por um instante. Acho que estava tentando decidir se minha história era verdadeira ou não. Se ele soubesse...

 Havia tanta coisa de que eu não fazia ideia. Taehyung vinha tentando me ensinar algumas coisas do mundo, mas ele estava casado agora e era hora de eu me virar sozinho.

– Quantos anos você tem? – perguntou ele e percebi os seus olhos percorrendo o meu corpo lentamente.

Eu não parecia um adolescente. Já estava completamente desenvolvido desde os 16 anos. Ele tentava descobrir a minha idade. Juventude seria a única explicação para o fato de eu não saber abastecer um carro.

– Tenho 19 anos , mas faz pouco tempo que aprendi a dirigir. Esta é a primeira vez que preciso abastecer. – Suspirei e dei uma risadinha. A explicação parecia ridícula, até mesmo para mim. – Sei que é difícil de acreditar, mas, sinceramente, preciso de ajuda. Se você me disser por onde começar, eu posso fazer o resto.

Olhei para a enorme e sofisticada caminhonete dele. Era preta e reluzente. Combinava com o seu corpo alto e musculoso, a pele bronzeada e os cabelos escuros. Ele era daquele tipo sexy, bonito e perigoso. Percebi isso pelo sorriso em seu rosto. Quando ele deu a volta ao redor da bomba de gasolina, percebi que era muito mais alto do que eu imaginara. Mas, também, eu tenho apenas 1,60 metro. O corte ajustado dos seus jeans e as botas de cano curto de couro marrom-escuro ressaltavam as suas belas pernas. Eu me dei conta um pouco tarde demais de que estava encarando e desviei o olhar para encontrar uma expressão divertida em seus olhos. Ele tinha um sorriso muito bonito.

Dentes perfeitos emoldurados por um rosto que parecia não ver uma lâmina de barbear havia alguns dias. A aparência desarrumada não combinava com a caminhonete cara.

– Você precisa abrir esta portinha primeiro – disse ele, dando um tapinha na porta.

A forma como os seus lábios se curvaram sedutoramente ao redor das palavras me fascinou de tal maneira que precisei me esforçar para não perder as instruções seguintes. Eu estava prestes a fazer uma pergunta quando ele deu a volta ao meu redor e abriu a porta do motorista. Ele se abaixou, deixando-me com uma visão livre dos jeans ficando mais justos em seu delicioso traseiro firme. Eu gostei muito do que vi.

A portinha que tanto me intrigava se abriu e me assustou.

– Ah! – exclamei, empolgado. – Como você fez isso?

O corpo grande e quente dele se aproximou de mim por trás e eu senti cheiro de grama e de algo mais forte... talvez couro. Aqueles aromas sedutores tomaram conta de mim. Como eu não era de perder oportunidades (já perdera muitas na vida), fui um pouco para trás, apenas o suficiente para tocar as minhas costas no peito dele.Ele não se afastou quando invadi o seu espaço pessoal. Em vez disso, abaixou a cabeça para falar no meu ouvido. Uma voz baixa e deliciosamente grave.

– Apertei o botão da porta da gasolina. Está no seu carro, logo abaixo do painel.

– Ah... – Foi tudo o que pude dizer como resposta.

Um riso baixo fez o peito dele vibrar em contato com os meus ombros.

– Agora quer que eu mostre como pôr a gasolina?

Sim, isso seria maravilhoso, embora eu estivesse gostando muito de ficar parado naquela posição. Consegui assentir com a cabeça, agradecido pelo corpo dele não sair do lugar. Talvez ele estivesse gostando tanto do contato físico quanto eu. Era uma péssima ideia. Eu devia me mexer. Caras como ele não tratam bem as mulheres e nem sei se ele também gostava de homens.

Por que eles precisam cheirar tão bem e ser tão bonitos?

– Você vai ter que me dar um espacinho para eu passar, querido.

O hálito quente dele aqueceu os pelinhos da minha orelha sensível. Tentei não estremecer ao concordar e me afastar apressadamente para me encostar no carro.

Nossos peitorais roçaram de leve enquanto ele passava por mim e eu continuei encarando o seu olhar penetrante. O castanho-achocolatado com reflexos dourados não parecia mais tão divertido. Engoli em seco e olhei para baixo. Como se afastou de mim, decidi que estava na hora de observar como ele abastecia o tanque. Não podia me esquecer de que aquilo era uma aula. Uma aula de que eu precisava desesperadamente.

– Você precisa pagar primeiro. Tem um cartão ou vai pagar em dinheiro? – A voz dele havia voltado ao normal. Acabaram-se os sussurros sexys no meu ouvido.

Dinheiro. Eu tinha me esquecido do dinheiro. Assenti, me curvei para dentro do carro para pegar a mochila e tirei a carteira. Peguei o cartão de débito e me levantei para entregar a ele. Desta vez, foi ele que olhou para o meu traseiro. Aquilo me fez sorrir. Um pouco demais, devo admitir.

– Aqui – disse, entregando o cartão a ele, que percorria o meu corpo com o olhar.

Ele o pegou e piscou para mim. Sabia que eu o havia flagrado me olhando e estava gostando daquilo. Era um jogador. Do tipo de que um garoto inteligente devia fugir. Mas eu não era tão inteligente assim. Perdi a virgindade com um cara exatamente como ele.

No apartamento do melhor amigo do cara. Mal sabia eu que o apartamento era, na

verdade, de uma “melhor amiga” que era loucamente apaixonada por ele. A história não acabou bem.

Ele estava examinando o meu cartão de débito.

– Park Jimin. Belo nome. Combina com você. É sexy e misterioso.

Naquele instante, percebi que ele não tinha se apresentado.

– Obrigada, mas agora você está em vantagem. Eu não sei o seu nome.

Ele sorriu.

– Jeon Jungkook.

Jeon Jungkook. Que diferente. Era a primeira vez que conhecia alguém com aquele nome.

– Gostei. Combina com você – respondi.

Pareceu que ele ia dizer outra coisa, mas então seu sorriso ficou sério e ele levantou o cartão.

– A lição número um é sobre como pagar.

Fiquei vendo e ouvindo com atenção enquanto Jeon explicava cada passo do processo de abastecer o carro. Foi difícil não me distrair por seu porte imponente. Fui tomado por uma tristeza quando ele, por fim, devolveu a mangueira à bomba de gasolina e arrancou o recibo da máquina. Não queria que aquele momento terminasse, mas precisava voltar para a minha viagem. Depois de todo esse tempo, eu precisava me reencontrar. Não podia parar agora só porque um cara havia chamado a minha atenção em um posto de gasolina. 

Seria uma tolice.

– Muito obrigado. A próxima parada não vai ser tão difícil – disse, pegando o cartão e o recibo e tentando desajeitadamente enfiá-los no bolso da minha bermuda.

– Às ordens. Está passando as férias aqui? – perguntou ele.

– Não. Só estou de passagem. Estou fazendo uma viagem de carro para nenhum lugar específico.

Jeon estreitou as sobrancelhas enquanto me observava por um instante.

– É mesmo? Que interessante. Já sabe para onde vai no fim dessa jornada?

Eu não fazia a menor ideia. Encolhi os ombros.

– Não. Acho que vou descobrir quando chegar.

Ficamos ali parados em silêncio por alguns segundos. Comecei a me mexer, quando Jeon estendeu a mão e tocou o meu braço.

– Quer jantar comigo antes de voltar para a estrada? Vai escurecer em uma hora.

Além disso, você precisa descansar em algum momento, não é mesmo?

Ele tinha razão. Era uma cidadezinha agradável, costeira e sofisticada. Parecia uma

opção segura. Mas eu não estava me preocupando muito com segurança, na verdade.

Finalmente estava vivendo. Deixando a cautela de lado. Encarei o estranho diante de mim.

Ele não era confiável. Nem um pouco.

– Jantar parece uma boa. Talvez depois você possa me mostrar um lugar decente para passar a noite.


Notas Finais


E foi isso!!

Bjks


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