História Estranha Perfeição - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook
Visualizações 0
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá?!!!

Capítulo 4 - Capítulo 4


Nós nunca mais nos veríamos. Eu precisava saber que ele não era o inocente que eu ficava sentindo no seu toque. Eu não tinha nada contra transas de uma noite, se o garoto sabia o que estava fazendo. Eu precisava ser claro a respeito disso.

– Eu... – disse ele, então fez uma pausa e engoliu em seco. Não era a resposta que eu

estava procurando. Comecei a me afastar, mas ele estendeu o braço e agarrou a minha camisa. – Não, espera. Eu quero isso. Eu preciso disso. Por favor, não pare.

Eu ainda não tinha certeza. Ele não pareceu muito seguro.

– É a sua primeira transa sem compromisso? – perguntei, achando que podia ser este o motivo do comportamento dele.

Ele balançou a cabeça negativamente e um sorrisinho triste surgiu nos seus lábios.

– Não. A última que eu tive foi ruim. Muito ruim. Quero que você me ajude a esquecê-la. Quero saber qual é a sensação de fazer isso só por prazer. Nada mais. Só faça com que eu me sinta bem.

Ele não era virgem. Isso era bom. Uma única noite ruim podia deixar qualquer um

inseguro quanto a transar de novo. Eu poderia fazê-lo esquecer.

– Vai ser muito bom, querido – garanti.

Então segurei a barra de sua camiseta e a tirei pela cabeça. Ele tinha um tronco sem macha alguma e seus mamilos eram rosados . Eu devia saber disso, mas vê-lo nú diante de mim foi de tirar o fôlego.

– Ah... – gemeu ele, caindo apoiada nos cotovelos, o que apenas serviu para ressaltar os seus mamilos.

Como eu era vidrado em peitos/mamilos, sentia que tinha morrido e estava no céu.

– Que mamilos incríveis... – falei antes de baixar a cabeça e abocanhar um dos mamilos rosados e redondos.

– Ah, sim! – gritou ele.

Sorri. Normalmente, não gostava dos que falavam, mas ele não estava fingindo. Cada grito que saía da sua boca parecia verdadeiro. Levei as mãos ao seu mamilo e passei um tempo acariciando e chupando os dois. Estava certo de que seria capaz de fazer aquilo a noite toda sem me entediar.

– Ah! Por favor, eu preciso de você dentro de mim. Quero gozar... – implorou Jimin.

Eu queria que Jimin gozasse também, mas se ele não parasse de fazer esses pedidos safados, eu que acabaria gozando na minha calça jeans. Segurei sua bermuda e o abaixei . Atirei-o no chão antes de abrir as pernas dele com as mãos. Ele era depilado. Puta que pariu. O aroma sexy da excitação dele chegou ao meu nariz e eu gemi com gosto. Precisava sentir aquele sabor. Queria que o orgasmo pelo qual ele estava implorando acontecesse na minha boca.

Toquei a pele macia e passei um dedo no centro. Jimin rebolou loucamente no assento de couro.

– Vou beijá-lo bem aqui – avisei antes de pressionar os lábios no na glande inchada que gotejava precisando de atenção.

– Ah, Deus! – gemeu ele, agarrando a minha nuca com as mãos.Não consegui deixar de sorrir.

Lambi suavemente no começo, então comecei a chupá-lo com mais vontade. Ele era muito delicioso. Eu já havia provado muitas mulheres e homens, mas Jimin era doce. Pressionei aponta do nariz no seu membro e deslizei a língua para dentro dele. Ele agarrou os meus cabelos enquanto gritava o meu nome. Eu adorava aquilo. Provavelmente mais do que deveria para uma transa de uma noite.

A lembrança de que eu não voltaria a vê-lo me deixou um pouco louco. Eu precisava de mais. Comecei a lambê-lo com mais intensidade. Até aquele primeiro orgasmo irromper na minha língua e ele gritar o meu nome sem parar. Foi a primeira vez que cheguei perto de gozar nas calças desde os tempos de escola.

Dei mais um beijo em sua pele macia antes de me sentar e desabotoar o jeans. Eu deveria esperar até chegar ao quarto de hotel, mas precisava dar uma aliviada primeiro. Se era para ter apenas uma noite com esse garoto, eu ia aproveitá-la tantas vezes quanto fosse possível. Essa primeira trepada me estabilizaria o suficiente para eu conseguir dirigir até o hotel mais próximo.

Abri o porta-luvas e peguei uma das camisinhas que guardava lá dentro. Rasguei a embalagem e a coloquei no pau antes de levantar o olhar. Ele estava me observando com atenção, enquanto molhava os lábios. Gemi e puxei uma das pernas dele por cima do meu ombro para poder me movimentar confortavelmente.

– E se alguém nos vir? – perguntou ele, ainda arfando por conta do orgasmo.

Dei uma risada. Só agora ele havia pensado nisso.

– Esses vidros são escurecidos, está anoitecendo, e não há postes de luz por aqui. Não se preocupe. Ninguém vai nos ver aqui dentro.

Ele me lançou um sorriso sexy e atirou as mãos para trás da cabeça, fazendo a melhor expressão sexy que já vira em toda minha vida. Era difícil me segurar.

Pressionei a cabeça do meu pau na sua entrada e comecei a empurrá-lo lentamente.

Ele era apertado. Apertado pra cacete. Deus, por favor, que ele não seja virgem. Garotos com a aparência dele não eram virgens nessa idade. Ele foi feito para ser comido.

– Você é apertado...

Ele assentiu com a cabeça e gemeu, abrindo mais as pernas.

– Eu não sou virgem. – Ele fez questão de me lembrar.

Certo. Então por que eu ficava querendo ir com calma? Ele era gostoso e queria transar. A preocupação de que Jimin podia ser inocente estava ferrando com a minha cabeça. Entrei nele com tudo e nós dois gritamos. Jimin era muito apertado, mas não estava mentindo: não encontrei nenhuma barreira. Ele não era virgem. Só tinha uma entrada divina. Caramba, ele era incrível.

Deslizei para fora dele, que levantou os braços e se agarrou no banco do carro, preparando-se para a próxima investida. 

– Com força... por favor... de novo.

Ele não precisou pedir duas vezes.

Consegui meter com mais força desta vez e os seus cabelos balançaram pela força da estocada. Tive certeza de que eu jamais iria esquecê-los. Ia gozar. Era demais.

Deslizei a minha mão entre nós dois e passei o dedo pelo glande em uma masturbação leve várias vezes até ele começar a arfar e implorar.

– Está gostando disso? Que menino safado. Pedindo para foder com mais força... –sussurrei no ouvido dele enquanto usava a umidade do meio das suas pernas para lubrificar a sua entrada inchada.

– Jeon... eu vou gozar de novo! – gritou ele e eu abocanhei um mamilo e fiquei sugando enquanto continuava brincando com sua glande.

Ele explodiu ao meu toque e eu agarrei a parte de trás do banco do carro e o painel para me apoiar ao meter apenas duas vezes mais antes de gozar junto com ele.


Notas Finais


....


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...