História Estranhamente Estranha - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles
Tags Fanfic, Romance
Visualizações 12
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Saga
Avisos: Álcool, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Harry


Fanfic / Fanfiction Estranhamente Estranha - Capítulo 8 - Harry

—Parece que eu entrei de qualquer forma, não é mesmo?— Harry dá um sorriso cínico.

—Deveria me agradecer, por não deixar você cair.— Olho para ele passando a mão no meu braço direito, pois estava doendo. Tive que usa-lo para pegar o poste que está na minha frente.

—Parece que alguém está de mau humor.

—Sério? Depois de tudo o que aconteceu, você acha que eu estaria pulando de alegria?— Esse cara realmente é um imbecil.

—Desculpa, fui um idiota.

—Jura?— Pergunto irônica.

—Só tentei aliviar o clima, calma aí bravinha.— Diz e eu reviro os olhos.

—Que seja. Mas o que realmente você veio fazer aqui? No meu quarto. Na minha casa. Na minha propriedade.

—Te ajudar.

—É a milésima vez que você me diz isso.

—Se já sabia da resposta, por quê perguntou?

Por quê eu não deixei ele cair?

—Para de fingir de inteligentão e responda logo. Como não estou de bom humor, muito menos vou ter paciência.— Respondo, cruzando os braços e batendo um dos pés no chão repentinamente por impaciência.

—Eu posso estar parecendo e soando com um tremendo idiota agora, mas, eu percebi como o clima estava tenso lá embaixo e vim ver como você estava.—Que desculpa mais idiota, assim como ele.

—Ata, você acha que eu vou acreditar nisso?— Dou uma risada de leve, porém sarcástica.

—Não pedi para você acreditar, mas saiba que estou dizendo a verdade.— Ele diz continuando sua mentira. Apesar que estava firme demais para está mentindo

Bom, se ele realmente está dizendo a verdade.. Vamos ver como ele vai ajudar..

Okay então. Como você quer me ajudar, depois de eu estar totalmente ferrada?

—Como eu não posso obrigar seus pais pedirem desculpas pelo exagero, conversar com você, seria uma boa.

—Conversar? Vai adiantar o quê?— Ando em direção a cama e sento na mesma, ainda de braços cruzados.

Harry faz o mesmo que eu e senta do meu lado com receio, mas dá de ombros. Ele está perto demais, o seu ato me faz sentir desconfortável e me afasto deixando um espaço entre nós, porém, o suficiente para me sentir melhor.

—Vai ocupar sua mente, ou te fazer entender o lado dos seus pais. Bem, não precisamos falar exatamente dos seus pais, podemos falar de outras coisas. De qualquer forma, vai te ajudar a esquecer e tirar um pouco do seu problema da cabeça.

—Ta... Toda ajuda é bem vinda não é?— Suspiro em derrota, descruzo os braços, abaixo minha cabeça e olho para minhas mãos.—Sobre o que quer conversar?

—Me fala de você.

—Não sei o que falar sobre mim.

—Ah para, me fala da sua história, de você, de quem é Sophia.

—Não sei por onde começar.

—hum.. Fala do que você mais gosta de fazer, comida preferida, filme preferido, estilo de música.. Essas coisas— Ele dá de ombros.

—Meu nome é Sophia Waren, tenho 19 anos. Minha comida preferida é Tacos, hobbie favorito é desenhar histórias em quadrinhos...—

—Hum.. quadrinhos?..— Ele me olha como se eu fosse a pessoa mais estranha do mundo.

—Sim, quadrinhos. Enfim. Quando estou tranquila e em um ambiente quieto, gosto de pensar em coisas estranhas, fúteis e engraçadas.
Sou um passarinho na gaiola, esperando para ser liberto, cansado do maus tratos de seus donos. Tenho poucos amigos. Amo música, minha alma é movida por ela. Entre cães e gatos, prefiro cães, por serem mais divertidos e brincalhões. Gostaria muito de viajar o mundo todo. Os principais países que eu quero visitar são Itália, França e Japão. Minha palavra preferida é "sorrateiramente"—Digo fazendo aspas com os dedos— Faço uma faculdade que não tenho um pingo de vontade de ir, meus pais fizeram o favor de escolher por mim. Minha mente é um tanto peculiar, e eu gosto disso.
Hoje foi o pior dia da minha vida, e eu estou contando dela para um cara estranho.— Olho para ele que está com um sorriso divertido no rosto, involuntariamente eu sorrio também.

—Só isso? Esperava mais de você.— Ele diz e eu reviro os olhos outra vez.

—Desculpa por não ser a mulher-maravilha, e ter grandes aventuras para te contar.

—Você poderia fazer melhor do que isso.

—Ah é, então faz melhor. Me conta sobre você, de um jeito "melhor" do que eu fiz.— Destaco a palavra "melhor".

—Não sou a carochinha para contar historinhas.

—Então a sua vida é uma "historinha"?—Olho para ele fazendo bico.

—Não, mas ninguém precisa saber.

—Uii, misterioso.

—Ha-ha-ha, muito engraçada você.— Ele diz isso com um tom alto.

—SHH! Você quer que eles te escutem— Levanto e vou até a porta, olho o buraco da chave para ver se vem alguém.

Ninguém, ufa.

Viro as costas para a porta e vejo Harry mexendo na minha escrivaninha.

Que diabos ele está fazendo?

—O que pensa que você está fazendo?—Vou em sua direção e bato nas mãos dele, como uma forma de fazê-lo parar.

—Você é muito paranóica. Se acalme um pouco.

—E você é um tremendo idiota de vir até minha casa e me insultar, você dever..— Escuto alguém na porta.

—Sophia, está acordada?— A voz de meu pai soa e eu sinto meu corpo inteiro gelar.

Olho pra Harry assustada e com o coração a mil.

—Harry, você precisa ir. Agora.

Ele não diz nada, só corre até a janela e começa a descer a árvore com muita rapidez.

Assim que chega no chão ele olha pra mim e sorri.

—Não terminamos a nossa conversa.— Ele se afasta e escuto a porta sendo destrancada.

Corro para cama e deito, finjo que estou dormindo. Não estou afim de conversar com meus pais agora, justo depois de tudo.

Escuto meu pai entrando e sinto a cama abaixar. Sinal que ele sentou nela.

Estou de costas para ele, por isso abro os olhos, já que ele não pode vê-los.

—Desculpa filha.— Ele diz baixo enquanto acaricia meus pés.

Não entendi.

Ele se levanta. Vejo sua sombra passando em minha direção, fecho os olhos para ele não perceber que estou acordada.

Escuto um som de tecido roçar e uma respiração um pouco longe do meu rosto.

Ele se abaixou?

Um beijo é depositado em minha testa.

O quê?

Ele se ergue outra vez e vai até a porta.

—Boa noite Sophia.— São as últimas palavras que ele diz, até fechar a porta e tranca-la.

—O que foi isso?— pergunto a mim mesma.

Realmente isso foi muito estranho. Raramente meu pai demostra qualquer tipo de afeto por mim, principalmente depois de ele estar furioso comigo.
Eu sei que ele me ama, porém não diz.

Não entendi o motivo dele ter feito isso, mas dou de ombros.

Vou em direção a janela e olho para fora pensando em um idiota com cachos.

Sorrio olhando para a rua escura.
Sinto meus olhos pesarem, vou até a cama e desabo.

Amanhã, vai ser um dia cheio.

É a última coisa que eu penso, até toda a minha visão escurecer.

...


Notas Finais


Enton gareraa, mais um capítulo que eu fiz com muito carinho para vocês.

Espero que tenham gostado.

Desculpem qualquer erro ortográfico.

Críticas construtivas e idéias são sempre bem vindas.

Obrigada por lerem amores!❤❤


Kisses IceCreamDaKaah.


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