História Estranho Amor - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Jacob Black, Leah Clearwater, Personagens Originais, Quil Ateara, Seth Clearwater, Sue Clearwater
Visualizações 40
Palavras 1.548
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meu povo,
acho que demorei , desculpem!
Espero que gostem....

Capítulo 3 - SETH, EU E...BORBOLETAS IDIOTAS.


- Ódio, ódio, ódio…- Mar dizia enquanto andava em círculos no minúsculo quarto.

A bruxa estava furiosa por sentir a necessidade de ver o jovem lobo.

- Sabe destino primeiro você mata minha família, depois me deixa ser poderosa para ser perseguida, quase me mata milhões de vezes e agora isso…Putz odeio você!

Bufando a jovem decidiu sair de casa, ao descer as escadas viu Mel jogando algo na televisão concentrado.

- Mel vou sair.

- Tudo bem? – Perguntou sem tirar os olhos do jogo.

- Não. – Mar respondeu saindo da casa sem falar mais nada.

O lycan não deu muita atenção, a irmã sabia se virar sozinha, por isso continuou o jogo.

 

Mar percebeu um casal a encarando e se lembrou que estava falando sozinha no meio da rua.

Corada apressou o passo, mesmo sem ideia para onde iria.

 

Nos últimos dois dias não o havia visto, mas sabia que ele esteve por perto da sua casa.

O que gerou várias perguntas da velha brilhantina sanguessuga que chamava de mãe. Que como a boa velha que era, logo descobriu a ligação entre os dois.

A pior parte foi que Kimera não disse nada, simplesmente sorriu, ela esperava uma zoação, até o conselho, mas nada. Então a jovem optou por continuar seu debate com o teto do quarto, como se ele fosse o próprio destino.

 

- Mar? - A jovem não precisou se virar para saber de quem era a voz.

- Ahh, oi Seth. – Ela disse corando.

O garoto dessa vez estava bem vestido, com uma blusa e jaqueta preta e calça jeans.

Ele era lindo, bem diferente de Mar que era uma tábua com rosto manchado de espinha.

“O destino tirou a beleza e transformou em poder. ” Era a piada que Mel fazia quando ela tinha quatorze anos. Ela amava o irmão, mas quase o matou naquela época.

“ Não sorri garoto infeliz te deixa mais bonito” a garota pensou chorosa.

- Tudo bem?

“ Não”

- Sim e você?

- Sim… aquele dia queria ter te perguntado, você conhece La Push?

- Não, não sou muito de sair de casa. - Admitiu a garota.

- Você precisa conhecer, sou da reserva, se quiser….Podemos ir dar uma volta, sem intenções, só para conhecer sabe e...

Mar riu, o garoto fala a rápido e ansioso.

- Acabamos de nos conhecer….

- É mesmo, desculpa. - Ele disse triste.

- Mas preciso ir ali… me acompanha? -  Mar propôs não querendo deixar o rapaz triste, porque ela também sentia o que ele sentia.

- Claro!

 

Seth era um rapaz espontâneo e alegre, já Mar era atrapalhada e adorava a auto depreciação.

A bruxa tinha muitas cicatrizes, por causa da culpa que sentia em relação aos pais. Mas o lobo tinha uma luz tão forte que a confortava só de estar perto dele.

A garota riu o tempo todo com a transmorfo e se sentiu feliz, mas saber da conexão a fazia se perguntar se ele ao menos conversaria com ela em outras circunstâncias.

 

Eles andaram a tarde inteira, comeram na lanchonete de Forks, até que se viram perto da casa de Mar.

- Acho que minha mãe está na casa do xerife, quer entrar?

- Não, melhor eu voltar prometi aos meus irmãos que estaria em casa para fazer a janta.

Eles se despediram e a jovem entrou em casa.

 

- Fazer a janta? Você queima até a água do café menina - Kimera disse assim que Mar fechou a porta.

- Mãezinha ouvir atrás da porta é muito feio.

- Tanto faz senta ai, precisamos conversar.

 Logo Mel e Kalin desceram e os quatro se reuniram.

- Meus bebes amados definitivamente a família Cullen precisa tomar energético.

Meliodas riu.

- Porque? - Mar que não participava da investigação ao clã perguntou.

- Poderosos, tem poderes excelentes e até força bruta...mas enterraram o desejo vampiresco. O que é bem entediante. - Kimera disse dando de ombros.

- E a híbrida? - Mar voltou a falar

- É uma raridade, mas nada excepcional ou preocupante.

- Então vamos embora agora que já matou a curiosidade? - Mel perguntou fazendo a irmã mais nova se remexer desconfortável.

Kimera olhou para Mar e riu.

- Quero ver até onde o pequeno transmorfo vai. Quem sabe ele consegue derrubar os escudos que sua irmã ergueu.

Os dois Melin não entenderam a troca de olhar entre as mulheres.

- Alguém explica? - Kalin perguntou

- Sua irmã foi alvo de uma impressão de um lobo fofinho.

Meliodas e Kalin surpresos disseram ao mesmo tempo.

- Quem é o idiota?

- Vocês dois e que são idiotas e Kimera essa decisão não é arriscada? Porque íamos ficar pouco. Você e Kalin precisam se alimentar ou não manterão os escudos e em breve Mel vai precisar se transformar. Isso vai chamar atenção nesse fim de mundo.

- Relaxa gatinha e não é como se você realmente quisesse ir embora. - Kimera afirmou.

Sim a mãe tinha razão ela não queria ir, mas sua família era importante, e ela se preocupava mesmo que eles fossem velhos e poderosos.

- Tudo bem, só tomem cuidado.

- Deixa comigo filhotinha, mas então já contou a ele que é uma bruxa? – Kimera questionou sabendo que a filha tinha medo de se ligar a pessoas.

Mas Marcella desconversou, ainda não queria falar sobre isso.

 

 

Leah fechou a cara assim que o irmão começou a falar da garota.

- Você devia ao menos fingir que está feliz Lelê- Embry disse.

- Vai se catar Embry.

Leah estava feliz pela felicidade do irmão, mas não aguentava mais ouvir ele falar da garota. Ela parecia ser legal, apesar de estranha.

O que preocupava a mulher era o fato da tal Marcella não estranhar um garoto seminu saindo da floresta. Mas se seu irmão não ligava para aquilo, ela também não iria se meter.

 

Jacob apareceu em sua forma de lobo e logo o resto da matilha assumiu a forma lupina também, era hora de patrulhar as terras quileutes.

“Jacob e a Ness?” Quil perguntou.

“ Ela está bem. Ansiosa pela festa de aniversário. ”

“A Claire quer ir ao Shopping em Seattle, vamos? ”

“Eu também quero ir” Seth disse antes mesmo de Jack conseguir responder fazendo Sam, Embry e Paul rir.

“Claro, dá um bom convite para a sua impressão” Jack respondeu.

 

 

***

 

Mar entrou em casa e sentiu o cheiro característico de sangue.

Ela encarou Mel no sofá.

- Eles….estão se alimentando em casa?

Mel assentiu dando de ombros.

- Putz isso é que é confiar nos escudos. – Mar gritou.

Kimera e Kalin eram vampiros poderosos. Kalin era capaz de tornar ele e qualquer coisa ou ser indetectável, ele enganava todos os sentidos de uma pessoa. Já Kimera era capaz de bloquear qualquer poder, além de ser capaz de introduzir pensamentos e sentimentos em qualquer pessoa que já tenha visto.  É era esses poderes que os tornavam invisíveis a família Cullen e aos transmorfos.

- Para de gritar - Kimera disse surgindo do nada com os olhos rubis.

 Kimera era uma vampira bonita, com longos cabelos negros e enrolados, corpo definido e era alta. Mas era tão velha e rabugenta, que as vezes Marcella esquecia que se tratava de uma vampira e não de uma velha múmia.

Mel riu das duas.

- Estava em um encontro Cella?

A jovem vermelha negou, vinha vendo Seth bastante ultimamente, mas naquela hora não foi o caso.

- Tem lobo se aproximando. – Kaka disse surgindo enquanto intensificava escudo para sumir com o cheiro de sangue.

 

Mar sabia que era Seth, então saiu de casa, queria vê-lo. Ele estava indo ver a mãe na casa do xerife, mas desviou do caminho ao vê-la. Eles conversaram até que Seth confiante a convidou para sair com ele e os amigos.

Marcella não resistiu ao olhar dele. As borboletas que voavam diante daqueles olhos a deixavam tonta.

Seth saiu contente deixando prometido que no dia seguinte a buscaria para irem a Seattle.

 

 

Mar voltou para casa contente, adorava estar com o rapaz. Fazia bem a ela.

- Ele desconfia que tem algo errado, você sabe disso, não sabe? – Kimera disse na porta do quarto da filha.

- Eu sei, mas...ele parece não se incomodar e eu ainda não tenho coragem para falar nada mãe.

- Você sempre se afastou de pessoas, sempre com medo que algo ruim aconteça. Mas ele não é indefeso Marcella.

- Não é indefeso, mas sempre que saio com ele, percebo que não tem ideia de quantas criaturas existem nesse mundo. Do mal que tem por ai... e eu sinceramente tenho medo de falar algo...

- E porquê? – A vampira disse se sentando ao lado da filha.

- Não quero que ele perca a luz dentro dele, mãe.

- Minha menina, você merece amar e ser amada, não deixe aqueles demônios tirarem isso de você também. Não sabe o quão feliz eu fico de ver seus olhos brilhando e isso sempre acontece quando está com ele.

As duas sorriram.

- Quando você ver que a hora certa deve contar...tudo bem?

Mar assentiu e de repente assustada se virou para Kimera.

- Santo Drácula de saia, você está me dando conselhos é o Apocalipse.

- Vá se ferrar menina. – Kimera rebateu, mas acabou por rir.

 

 

 



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