História Estranhos Amores - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Original, Violencia, Yaoi
Exibições 61
Palavras 3.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa madrugada, amores!
Muito obrigada a todos que leem.
Boa leitura!

Capítulo 21 - Toque de Amizade


Estar no meio de uma grande multidão não era algo muito confortável para mim. Na verdade, ter tantas pessoas ao meu redor, me empurrando e gritando perto de mim era bastante incômodo. Mas ainda dava para curtir o som da banda que tocava a alguns metros de nós. No palco estava uma banda masculina, toda vestida de preto e atrás deles havia um grande show de luzes e efeitos que apesar de bons, dava para ver que era improvisado.

Ainda sim, não eram ruins, era muito bons, na verdade e suas músicas eram bonitas, apesar de conter alguns palavrões. Eu estou a mais de uma hora em pé, em meio a muitas pessoas, atrás de uma grade, com Fybo ao meu lado. Ele tirava fotos de vez em quando, mas sacudia a cabeça e o corpo como dava com o envolvimento da música.

Ele parecia estar se divertindo bastante, assim como a maioria das pessoas ao nosso redor.

O céu estava claro, estrelado e apesar de ser difícil me mover no meio de tantos, não sentia calor por conta da noite refrescante e calma. Muito boa e bonita, perfeita para esse tipo de show a céu aberto e tão estrelado.

-Nossa, eles ficam cada vez melhores! — Fybo comentou, falando bem alto para que eu ouvisse. Concordei com ele, sem o responder em palavras por saber que ele não me ouviria de qualquer jeito.

O show estava bem cheio e muitas pessoas vestiam preto, assim como eu mesmo, e só se destacava a cor vermelha da pulseira que foi dada na entrada do show. Fybo teve um desconto por ser um frequentador assíduo daqui, então engoli minha vergonha de ter ele pagando as para mim também.

Como era a sua vontade, e aceitando o seu convite, viajei com Fybo para cá. Pegamos o ônibus na noite de sexta, chegamos aqui de manhã e agora noite, estamos aproveitando o show de rock que está terminando, por todo o tempo que se passou. Nos hospedamos num hotel barato aqui perto.

É a primeira vez que fico sozinho com ele e posso dizer que estou me divertindo bastante.

A música continuou sendo tocada e mais duas foram apresentadas antes da banda parar e todos se posicionaram na frente do palco para agradecer a todos pela presença e fazer mais uma divulgação do trabalho deles, que são novos no ramo, como Fybo havia me dito. Cada integrante da banda de quatro, falou algumas palavras de agradecimento, o último foi o baterista.

Notei que Fybo se focou com muita intensidade no moço de cabelos longos e o mesmo a mesma coisa com ele, por apenas uns segundos, mas o fez. Até poderia achar estranho, mas como sei que Fybo atuou nesse ramo a um tempo, só pensei que o conheceria ou algo assim.

Após o agradecimento do baterista, o show foi encerrado e todos começaram a sair.

-Isso foi ótimo. — Elogiou, satisfeito e feliz. — Vem aqui. — Eu já estava perto de Fybo, então ele só me puxou ao seu lado e apontou a câmera do celular para nós e tirou duas fotos rapidamente. Guardou o celular e olhou envolta.

-Vamos pelo outro lado, ou ficaremos aqui até amanhã. — Ele pegou a minha mão e me arrastou com ele por meio a muitas pessoas, fomos parar nos fundos da área preparada para o show, dava direto para a rua. Pulamos a cerca que estava no caminho e chegamos na rua normalmente e Fybo soltou a minha mão enquanto começávamos a caminhar pela rua vazia.

-Ah, esses lugares são sempre bem cheios. — Fybo começou a mexer no celular, pelo visto em uma rede social.

-Percebi. — Tive que andar mais rápido, pois mesmo com o celular nas mãos, andava bem depressa.

-Mas são cheios porque eles são bons. — Continuou digitando por alguns minutos, até que parou, guardou o celular no bolso e olhou para mim quando chegamos na travessia da rua. — Você bebe? — Indagou-me, focando seus olhos vermelhos sangue em mim.

-Não...

-Hm... Come hambúrguer?

-Sim.

-Então vamos comer algo, tem uma lanchonete aqui perto. — Atravessou a rua sem nem olhar direito. Enfiou as mãos no bolso do longo casaco e foi andando normalmente. Eu o segui, andando tão depressa quanto ele, ou tentando. Achamos logo uma lanchonete. Entramos e pedimos um lanche. Fybo ficou digitando no celular quase que o tempo todo, enquanto comíamos, sem querer conversar muito por hora.

(...)

Fybo andava pelo quarto, passando entre uma cama e outra. Alugamos por essa noite, esse quarto simples, com duas camas de solteiro e um criado mudo entre ambas. Um pequeno armário perto da porta do banheiro, uma mesa e um frigobar. Uma janela pequena ficava em frente as camas com lençóis azul e verde-escuro, da mesma cor das paredes

Eu estou sentado na cama, já com as roupas trocadas e Fybo terminava de tirar a sua maquiagem preta, enquanto andava pelo quarto com um espelho na mão e um pano removedor de maquiagem nas mãos. Já faz tempo que ele está fazendo isso. Foi para o banheiro, ficou lá um pouco e voltou para o quarto.

Sua cor era mais clara sem maquiagem e seus cabelos azuis ficavam mais belos sem os alongamentos coloridos que ele pôs para ir no show. E exatamente por ser mais claro, os seus olhos ficavam com uma cor mais vívida. Eram lentes muito bonitas e verdadeiras, pois olhando de longe parecia mesmo que seus olhos eram vermelhos.

Fybo notou que eu o estava observando, e não era só por curiosidade, mas também que porque esse quarto não tem tv, ou seja não tem muito o que fazer agora pela madrugada. Ainda mais quando já comemos na lanchonete.

-Se divertiu? — Fybo perguntou-me ao sentar na cama, perto a minha.

-Sim, bastante. — Lhe respondi. Eu gostei da banda, eles me pareciam mais originas do que qualquer outra banda que eu tenha vista. Contudo, não posso dizer tal coisa com tanta certeza, pois nunca tinha ido num show antes e apesar de achar cheio demais, eu gostei.

-Imagino que você seja como Alair e para ser honesto, também não gosto de toda aquela gente, mas a música faz valer a pena.

-Faz mesmo.

-Concordamos em algo então.

Fybo tirou os coturnos e deixou sobre o chão. Também tirou o casaco e pousou sobre a cama. Seus anéis também foram retirados por si, cada um foi pousado sobre a cama ao seu lado. Fiquei o observando desmontar o seu look. Ao olhar melhor, percebi que havia muitas tatuagens de flores, dragões, e outras coisas espalhadas por seu braço. A que mais se destacava era uma de cruz pintada perto do seu ombro.

-Eu adoro essa banda, eles são muito legais. — Comentou animado com ele mesmo.

-Também gostei. — Respondi honestamente. Nunca pensei que iria gostar tanto de uma banda ao vivo.

-Ótimo saber. — Cantarola ele. — O pessoal não costuma gostar deles por serem novos no ramo.

-Os conhece a muito tempo?

-Me tornei fã desde que ganharam um programa musical.

-Bem legal isso.

-Também acho. — Fybo voltou a me olhar. Fitar seus olhos tão vivos com as lentes vermelhas e cor sangue, era um tanto desconfortável, mas bonito também. — Eu gostava dessa vida também, a queria a muito tempo.

-Mesmo?

-Ah sim, mas isso terminou a muito tempo.

-Entendo.

Fybo levantou da cama, tirou as meias e começou a andar pelo pequeno quarto. Foi até um pequeno espelho que estava pendurado na parede. Se inclinou para frente e mexia nos olhos. Desvie o olhar, levemente desconfortável pôr o ver retirar as lentes.

-Gostaria de poder ficar com elas o tempo todo. — Disse para si mesmo. Fybo voltou a ficar ereto e ainda com as lentes na os dedos, voltou para perto da cama e do criado mudo. Colocou as lentes num potinho branco e em seguida, pegou o seu colírio. Colocou algumas gotas em cada olho e depois fechou o mesmo e colocou de volta no lugar. — Isso te deixa desconfortável?

-Não, só não gosto muito de colírios. — Digo eu, voltando a lhe olhar.

-Nem eu, mas tenho que usar por causa das lentes. — Sentou-se na cama. Tirou a camiseta que usava e também a calça. Seu corpo era magro e ele tinha um piercing no umbigo, de correntinha e mais algumas diversas tatuagens pelo peito perto e pernas. Voltou a sua mochila e pegou uma calça preta, e uma camiseta também preta. Vestiu as duas e de novo ficou na mesma posição de antes, no mesmo lugar.

Parei de me focar ao meu redor, e me foquei nele.

Olhando para ele, só via um rapaz comum. Seus cabelos azuis combinavam com o tom mais claro da sua pele, as tatuagens também eram bonitas e bem vivas no seu corpo. E o principal de tudo, eram seus olhos eram da mesma cor dos de Alair, bem comuns, mas ainda bem brilhosos e detinham de um brilho amarelados. Bem leve, mas ainda era visível, deixava o seu olhar mais felino e ainda mais belo do que as lentes com que sempre os vi.

De fato, essa é a primeira vez que vejo seus olhos naturais e são lindos.

-Meus olhos são tão estranhos assim? — Indagou, franzindo o cenho.

-Não, são muito bonitos na verdade. — Respondi-lhe, sincero. Pisquei algumas veze e me vi de volta a realidade.

-Acha mesmo? — Franziu o cenho, surpreso por minhas declarações.

-Sim...

-Valeu então. — Fybo agradeceu e passou a me olhar de um jeito estranho e diferente. Com o cenho franzido e a expressão bastante séria, como se divagasse coisas que só ele mesmo entendia e sabia. Pensei em perguntar alguma coisa, para saber o que pensava, mas prefiro ficar quieto e observar. — Hm... — De supetão, Fybo levantou da outra cama e veio rápido para a minha direção. Sentou bem perto de mim e focou os olhos nos meus, de forma um tanto desconfortável.

Não conseguia entender suas atitudes, então o questionei:

-Que foi?

-Nada...

Fybo aproximou o rosto do meu, ficando bem próximo mesmo, quase a ponto de me beijar. Abaixou o olhar e passou a fitar meu corpo, se focando por fim em meu pênis. Eu não entendia muito bem o que queria com isso, então permaneci quieto. Sem avisar, ele colocou a mão sobre meu pênis, só colocou e deixou ali, me deixando mais confuso. Além disso, rapidamente aproximou os lábios do meu, pensei que me beijaria na boca, mas ele o fez no limite desta com a minha bochecha. Fiquei um pouco assustado e mais surpreso e confuso.

-Fybo? — Lhe chamei, tentando entender o que ele queria.

-Calma, eu nunca trairia meu irmão. — Tirou a mão das minhas partes íntimas e se afastou. — Deixa só eu te observar melhor.

-Tá...

Fybo continuou olhando para todo o meu corpo, só em silêncio. Fiquei muito constrangido com a situação, mas ainda não me movi e o deixei olhar meu corpo como se fosse alguma espécie de vitrine. Permaneceu assim por mais alguns segundos e bufou enfim.

-É, ainda prefiro mulheres. — Comentou por fim. Entendi na hora que ele deveria estar tentando imaginar algo sexual comigo. — Mas talvez uma hora eu experimente um cara, para ver como me sinto.

-Eu...

Me dar conta de que ele estava pensando em algo sexual comigo, me deixou com medo por trauma do que me aconteceu antes. E Fybo percebeu isto, pois revirou os olhos, e soltou um suspiro.

-Não me olha assim, não sou como aquele cara. — Diz ele. — Nunca te tocaria sabendo que está com o meu irmão, mesmo que fosse uma mulher.

-Tá...

-Dá para se acalmar?!

-Me desculpe...

-Ah, deixa para lá. — Fybo levantou e foi se sentar na outra cama. Percebi que ele havia ficado triste por minha reação. Que pôde ser abrupta, mas não foi nada de tão demais assim, e eu acabei deixando uma insinuação ruim no ar. Para me redimir, resolvi continuar com a conversa.

-Não, vamos continuar conversando.

-Tem certeza? — Fybo me olhou curioso.

-Tenho...

-Ok. — Cruzou as pernas sobre a cama e me fitou simples. — Olha, não quis te assustar. Só tenho curiosidade demais sobre isso, mas não consigo ter certeza se posso arrumar um rapaz para testar.

Eu não estava mais assustado, então só revelei tudo isso.

-Por quê?

-Hoje em dia os rapazes gays querem compromisso, namoro e tudo o que eu sinto vontade é saber se sou bissexual ou não.

-Você tem medo?

-Quer saber a verdade?

-Sim.

-Tenho. — Confessou e suspirou. — E não é do que posso sentir com um cara, e sim do que ele pode querer depois. E também os caras são mais violentos e para curtir sexo com dominação, eu teria que confiar neles e eu não confio em ninguém.

-Mas você confia nos seus irmãos...

-É diferente. — Afirma ele. — Um cara me amarraria na cama e não sei o que faria depois. As garotas que eu arrumo são do bairro, ou que ficam na pensão. Sei que não vão me fazer mal, ou eu espero que não.

-Tem medo de se machucar?

-É muito bobo para um cara da minha idade, não?!

-Não acho.

-Eu devo ser um babaca por pensar assim.

-Não fale assim de si mesmo, eu não acho.

Fybo moveu a cabeça para os lados, mordeu os lábios. Sua expressão mudou, para algo bem mais sério do que antes, assim como pensativo.

-Quer saber um segredinho bem obscuro?

-Não precisa me contar nada.

-Talvez eu deva falar sobre isso com você, agora que é meu cunhado.

-Mas eu nunca contei nada sobre mim.

-Eu não ligo para esse tipo de coisa.

-Ok.

-Se me julgar, eu te bato. — Apontou o dedo para mim.

-Não vou julgar. — Garanti e ele abaixou o dedo.

-Sabe aquele de cabelo cumprido, o baterista? — Mencionou, arrumando um jeito de começar a contar sobre o que queria.

-Sim.

-Eu o conheço, como pessoa. Eu sempre sonhei em ser um astro do rock, ou ao menos ser o vocalista de uma banda ativa. Meus pais sempre foram contra, mas meus irmãos me davam apoio. Como eu não tinha amigos ou gente decente na escola, fui para outra cidade. Fui estudar numa escola de música, mas também tive muito problemas lá. Piorou quando comecei a escrever minhas próprias músicas e os professores não gostaram nada na época.

-Eu não sabia que você compunha. — Digo eu, admirado.

-Não faço mais faz tempo. Mas enfim, na época, uma moça e seus amigos se aproximaram de mim por gostarem das minhas músicas. Na época, me envolvi com ela, era divertido e gostoso. Conseguíamos nos dar bem na vida e na cama por um tempo ao menos. Depois de um tempo, ela me pediu para que mostrasse minhas músicas para ela. Sem eu saber, ela roubou tudo. Me chutou e contou para todos que eu gosto de ser submisso no sexo. Voltei a ser hostilizado e agredido na escola de música e apesar de arrasado, permaneci lá por um tempo.

-Seu pai estava doente na época? — Me lembro de Mattis e de Alair comentarem sobre isso.

-Sim. Ele morreu e eu voltei e fiquei um tempo aqui. Quando voltei, descobri que ela e seus amigos tinham conseguido entrar numa competição musical, com as minhas músicas. Nunca assinei e nunca as registrei, por isso não consegui provar que eram minhas e não consegui evitar de ser processado por calunia. Mattis teve que me emprestar uma boa grana para pagar a indenização a ela e ainda fui expulso da escola de música, então voltei para cá.

-Hum...

-No ano passado, a banda dela e dos amigos dela acabaram se separando e aquele baterista era o mesmo dela. Ele foi o único que acreditou em mim, e saiu da banda dela. Nunca mais falei com ele, mas acompanho o trabalho da banda em que ele está agora. São legais, tem talento ao menos. — Acrescentou, com uma leve denotação de tristeza.

-Não toca mais?

-Não. — Respondeu. — Nem chego perto de um instrumento ou de cantar, só ouço e vou em shows quando tenho vontade.

-Sabe nem todo os caras são iguais.

-Olha meu amigo, eu não quero conselhos só porque revolvi te contar o meu passado, viu? — Me advertiu. Acho que ele só queria desabafar mesmo, e por isso mesmo que devo respeitar a sua decisão.

-Desculpa.

-Bem, me conta um pouco do seu. — Mudou de assunto bem depressa.

Cedi e fiz um resumo da vida, do que aconteceu em tudo. Fybo me escutou atentamente, sem me julgar ou estranhar nada, sua única reação na verdade, era de arregalar os olhos de vez em quando e quando terminei, só pude notar uma nota de surpresa nos seus olhos.

-Nossa, você ganha de todos nós juntos. — Falou impressionado.

-Pois é... — Desvie os olhos, um pouco desconfortável.

-Com uma vida tão marcada assim, até me admira que você suportou tanto e ainda consegue ter uma boa perspectiva de vida. — Comentou com tom de admiração.

-Acha?

-É uma coisa boa.

-Era só a minha chance, minha última.

-Eu entendo. Todo mundo tem seu limite.

-Acho que sim...

-Mas agora eu quero saber qual é a única favorita do meu cunhadinho. — Fybo bateu as duas mãos juntas e logo seu humor mudou, para o usual de sempre.

Fybo e eu começamos a conversar sobre coisas aleatórias. De primeiro, respondi a sua pergunta sobre a música e depois, fomos desenvolvendo uma conversa mais aprofundada em filmes, músicas e gostos. Descobri que tínhamos algumas coisas em comum e foi divertido conversar e saber um pouco mais sobre ele.

Descobri que Fybo é bem mais divertido do que eu esperava e passei a gostar ainda mais dele, mesmo que ainda achasse o seu jeito de agir um pouco estranho. Mas nada que eu não pudesse relevar por ele ser uma boa pessoa bem legal e uma boa pessoa que posso chamar de amiga. Continuamos conversando por horas a fio, até que ficamos cansados demais e fomos dormir, com as luzes acesas mesmo. Foi uma noite bem divertida e em que pude sentir o que é uma conexão de amizade e de divertimento de conversar com um amigo.


Notas Finais


Até o Próximo!


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