História Estranhos Amores - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Original, Violencia, Yaoi
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Palavras 2.973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite, amores!
Muito obrigada a quem acompanha.
Boa leitura!

Capítulo 25 - Festa Surpresa


Tentei ao máximo me concentrar em fazer uma grande surpresa para Alair. Não exatamente grande, pois eu queria algo bem simples para que ele goste, e também por ser algo que é importante que seja pequena, já que ele não gosta de coisas grandes. Eu mesmo também não gosto, então me dediquei em fazer algo pequeno. Os irmãos dele me ajudaram a fazer essa parte, pois queria fazer na varanda da pensão. Para que assim, possamos ter privacidade para fazer uma festa pequena para que ele aproveite bem, e que nós também possamos aproveitar da melhor possível para nós, para todos nós.

A partir do momento em que decidi me dedicar a fazer isso de presente para ele, foi quando consegui me organizar um pouco melhor, para arrumar tudo. Mattis já estava disposto a me ajudar desde do começo. Já Fybo, tive que convencer a o fazer. E não era porque ele não queria participar de algo para o seu irmão, e sim porque quero fazer algo pequeno e Fybo odeia participar de coisas bem pequenas. Contudo, consegui o convencer e ele resolveu participar para a minha alegria e contentamento.

Com isso, tirei dinheiro do meu bolso e comprei o resto das coisas como decorações simples, um presente que comprei especialmente para ele, mas que só planejo dar mais tarde, quando tivermos um tempo mais a sós. Com a aproximação do dia, saí escondido para comprar as coisas simples como docinhos e esperei chegar o dia para comprar o bolo. Mattis e Fybo me ajudaram a montar as coisas para a festinha.

Mattis pendurou alguns enfeites na parede, pois ele é o mais alto entre eles. Fybo ajudou a pôr uma mesa, e uma toalha simples, azul escuro com os docinhos que enrolei e ajeitei junto com Mattis, que me ajudou. Coloquei os brigadeiros e beijinhos sobre pratos brancos, algumas coxinhas que incomodei também sobre um prato branco. Os pratos foram colocados sobre a mesa, junto com as taças de plástico com brilho de vidro.

Colocamos todos os copos e pratos sobre a mesa, junto com alguns balões também brancos. Sei que parece mais coisa de festa infantil misturar branco com azul escuro, mas é que Alair adora essas cores e por isso mesmo, que não vejo razão para não colocar. Já o bolo, eu mandei fazer. Pensei em encomendar um bolo do senhor Killez, mas não quis que ficasse um clima desconfortável por causa do que houve com Lohan e pelo mesmo estar preso.

Tive certeza que iria criar um clima bem ruim se fosse o procurar, então resolvi o fazer numa outra loja que fica no centro da cidade. Encomendei um bolo de chocolate com recheio de creme de leite, confeitos e cobertura de chantilly com cereja. Que segundo, Mattis, é o tipo que ele mais gosta de comer. Depois de arrumar tudo, só faltava mesmo era o chamar e essa era a parte mais complicada.

Pois, eu não tinha certeza se Alair iria gostar da surpresa e admito que apesar de ter arrumado tudo isso, ainda me sinto bastante inseguro. Tenho medo dele não gostar e se zangar comigo. Comemorar o seu aniversário, é algo que ele não faz a muito tempo e meu maior medo era que ele detestasse minha certa intromissão em fazer algo que não sei exatamente se ele vai gostar.

Só que depois de tudo o que já fiz e arranjei para o aniversário dele, é tarde mais para desistir, então depois de arrumar tudo na varanda do meu quarto, só restava o chamar, enquanto seus irmãos nos esperam com as portas fechadas para que não perceba nada até que eu o traga aqui, só espero que ele goste da surpresa.

Não mais nenhuma escolha a não ser ver se ele vai gostar.

Eu parei de descer os degraus na metade da escada, quando de novo a insegurança foi maior do que a vontade de ir o chamar. Voltei a pensar se realmente estou fazendo algo certo e bom para ele, já que o aniversário dele é uma memória tão ruim que nem feliz aniversário dos irmãos recebe, a um pedido que ele fez a muito tempo e que ficou por assim mesmo durante todo esse tempo.

Por isso mesmo que estou inseguro, ao mesmo que é algo que eu quero fazer. Isto porque meu desejo não é o chatear e sim, fazer com que seu aniversário seja transformado em uma boa lembrança, em algo bom para ele. Só que não sei bem se estou indo mesmo pelo caminho bom.

Olhei para cima, querendo voltar e cancelar tudo, mas também não posso fazer isso.

Mattis e Fybo já gastaram mais muito tempo para me ajudar, não só hoje, como a semana toda. E eu já gastei meu dinheiro para montar tudo, já está tudo pronto, não dá para simplesmente jogar tudo fora e nem voltar atrás mais. Respirei fundo e tomei coragem em descer. Se ele não gostar, vou me desculpar. Sei que ele vai entender se eu explicar meus motivos pelos quais estou fazendo isso por ele.

Desci rapidamente o restante das escadas e me pus a andar mais rápido, antes que acabasse desistindo de ir o chamar. Fui para a recepção, ele não estava lá. Também sabia que não estava no seu quarto, passei por este e tudo estava escuro. Andei então para a cozinha e ele também não estava lá.

A luz da sala de jantar estava acesa e eu ouvia vozes. Resolvi ir ver se ele estava lá. Entrei na sala de jantar, Alair estava em frente a uma criança, abrindo um pote de doce para ela. Esperei na porta, sem dizer nada para não o incomodar.

Alair puxou a tampa do vidro e entregou para a menina que aparentava ter dez anos.

-Pronto. Diga a seu avô que se precisar de algo pode me dizer.

-Obrigada, tio. — A menina pegou o pote e saiu correndo pela sala de jantar, passando por mim rapidamente.

Ele não me percebeu até o momento, então chamei a sua atenção.

-Oi, Patrick. — Ele sorriu e veio até mim.

-Oi. — Dei um rápido selinho nele quando se aproximou de mim. Ele começou a observar-me, estranhando a minha reação. Tentei esconder meu nervosismo, mas não conseguia.

-Está tudo bem? — Perguntou, franzindo o cenho ao meu olhar.

-Sim, está. — Respondi. Abri um sorriso leve, para tentar disfarçar da melhor possível. Alair age comigo como se hoje não fosse o seu aniversário. Repensei pela última vez se estava fazendo a coisa certa e de novo, só me dei conta de que não dá para voltar atrás. — Será que podemos conversar no meu quarto?

-Aconteceu alguma coisa? — Indagou, ligeiramente preocupado.

-Não. Só queria que viesse rapidinho, tenho algo para te falar. — Insisto eu, tentando demonstrar ao máximo um lado simples de normalidade.

Alair me encarou brevemente e abriu outro curto sorriso.

-Tudo bem.

Peguei a sua mão e o levei comigo para fora da sala de jantar. Fiquei em silêncio enquanto o levava comigo pela recepção, pelos corredores e também quando subi as escadas com ele. Alair também ficou em silêncio, mas percebia que estava curioso. Ainda assim, o levei comigo até o meu quarto. Entramos e fechei a porta. Ele ia me perguntar algo, mas eu peguei a sua mão e o levei para frente das portas da varanda. Soltei a sua mão e olhei para o seu rosto, um pouco receoso.

-Espero que goste. — Digo eu, dando indicação do que estava prestes a lhe mostrar. — Só fiz isso porque quero que você fique feliz nesses dias.

Antes que ele me questionasse, abri as portas e o puxei de leve para frente. Fybo e Mattis estavam na frente da mesa que montamos, com o bolo grande que encomendei e todos os docinhos, e os balões. Além de uma faixa que estava pendurada na mesa, com a descrição de feliz aniversário. Ele paralisou e eu me pus na sua frente.

-Feliz aniversário, Alair. — Desejei com sinceridade, esperando uma reação da sua parte.

Ele olhou para seus irmãos, para tudo o que fizemos e até para atrás de si, onde tinha alguns balões pendurados na parede e outra faixa azul escuro. Novamente, voltou a olhar para mim. Seus irmãos ficavam em silêncio, esperando algo vindo dele, assim como mesmo. Não sabia o que esperar e de repente, comecei a me arrepender de ter feito essa surpresa para ele.

-Alair, eu... — Iria me desculpas e explicar meus motivos para tudo isso, quando ele veio rapidamente até mim e me beijou. Fiquei surpreso com o beijo, pois não entendi direito o que queria demonstrar com o beijo.

-Olha só eles dois, ficam bonitinhos juntos. — Ouvi Fybo comentar atrás de mim.

Alair quebrou o beijo e segurou meu rosto com as duas mãos. Seus olhos brilhavam alegremente. Invés dele ficar sem reação, fui eu que fiquei, pois não entendi a sua reação, e nem se estava feliz ou não.

-Fez tudo isso? — Indagou, olhando para atrás de mim.

-Sim, mas eu não sei se... 

-Eu gostei, Patrick. — Alegou e eu arregalei os olhos, extremamente surpreso. — Obrigado por essa bela surpresa, nem esperava. — Sorriu muito contente pelo visto.

-Eu só quis fazer isso para ser algo especial para você, para fazer com que você fique feliz. — Justifiquei-me, ainda incerto e desacreditado por ele ter gostado tanto.

-Eu estou. — Diz ele. — Faz tanto tempo que não tenho uma surpresa tão linda dessa. Obrigado, Patrick. — Voltou a me beijar, dessa vez com um beijo mais longo e de língua. Voltou a findar o beijo e me apertou seus braços. — Te amo...

-Que bom que gostou, mas sabe que estamos aqui, né?! — Fybo murmurou, reclamão.

-Você adora ficar agarrando algumas moças na nossa frente. — Alair quebrou o abraço, dando mais atenção ao seu irmão agora.

-Isto aqui é diferente e vai derreter tudo aqui. — Apontou para o bolo e para os docinhos.

Alair sorriu para mim de novo e soltou-me, foi em direção aos irmãos.

Dei espaço para eles, e fui fechar as portas da varanda, para termos alguma privacidade. Olhei para eles, Alair deu um abraço em Fybo e depois em Mattis. Ele agradecia aos dois por terem me ajudado a fazer tudo isso e disse que estava feliz com tudo o que estava ali. Depois de se abraçarem, Fybo foi o primeiro a se manifestar em questão ao presente.

Ele pegou o presente de cima da mesa.

-Comprei um presente para você. — Esticou o mesmo para Alair.

-Não precisava. — Ele pegou e deu outro abraço no irmão, que retribuiu rapidamente o contato fraternal.

Alair começou a abrir o presente.

-Ora, o meu cunhado se deu a tanto trabalho, porque não gastar um pouquinho, não?! — Comentou, olhando para mim por um segundo.

-Obrigado.

-Espero que goste, pois não tem troca.

Ele terminou de abrir, o que se revelou com uma pilha com quatro cds de bandas e cantores diferentes que não davam para ver, mas que com certeza, devia ser de cantores e bandas que ele gosta.

-Eu adorei, obrigado. — Agradeceu, contente pelo presente. Imagino a quanto tempo faz que ele não ganha um presente. Com certeza, deve fazer bastante tempo.

Mattis se aproximou dele com um caixinha pequena nas mãos.

-Eu também quebrei o seu pedido e te comprei um presente. — Disse normalmente e simples.

-Não precisava, Mattis. — Pegou o presente, e deu um abraço no irmão mais velho. O clima deles era bom, e parecia mais feliz como não devia ser a anos.

-Faz tanto tempo que não vejo algo assim, não tem como passar mais em branco. — Comentou, quebrando o abraço.

-Eu acho que não. — Começou a abrir o presente dele.

Eles começaram a conversar enquanto ele abriu o presente. Teve que colocar os cds sobre a mesa com os doces para o fazer. Fybo veio até mim, e abriu um sorriso maroto.

-Se sinta sortudo, querido. — Diz ele, apontando o dedo para mim.

-Hm...?

-Se nós fizemos isso para ele, iríamos ouvir uma bronca, mas com você, ele pareceu realmente gostar. — Revela. — Mas graças a você, acho que vamos voltar a comemorar os aniversários anualmente.

Volto a olhar para Alair. Ele parecia realmente feliz. Não tinha traço de fingimento nele. Mas também não acho que ele gostar tenha algo a ver comigo realmente, tem só a ver com o fato de que essa parte da vida dele, e dessa tradição bobinha com a sua importância ficou esquecida, por eles três.

-É muito bonito, Mattis. — Disse, segurando o relógio dourado que Mattis havia lhe dado. —Obrigado.

-De nada.

Não sei dizer se tinha algum significado importante ou não, mas Alair colocou o relógio no pulso e voltou a abraçar o irmão mais velho. Eles ficaram abraçados por algum tempo e quando o abraço foi findado, notei que havia lágrimas em seus olhos, que presumi que eram de felicidade pura. Sua felicidade me contaminou, também fiquei feliz por ele.

Alair agradeceu de novo ao irmão e veio até mim. Fybo se afastou, indo para perto da mesa.

-Eu gostei. — Diz ele, provavelmente notando que ainda me sentia incerto sobre ele ter realmente gostado ou estar fingindo para me agradar. — De verdade.

-Mattis me contou o que aconteceu, eu...

-Deixa isso para lá. — Cortou-me. — Eu te amo e você me fez lembrar de como eu gosto desse dia, se tornou especial de novo. Obrigado, Patrick.

Ele voltou a me beijar e me abraçar fortemente. Senti no seu abraço que ele estava realmente confortável e feliz, todo o seu corpo estava relaxado, sem nenhum sinal de tensão, só de tranquilidade. Eu me acalmei completamente, também feliz por ele. Alair quebrou o abraço e pegou minha mão.

-Vem cortar o bolo comigo. — Levou-me com ele para perto da mesa.

Eu dei para ele a espátula para cortar o bolo.

-Vamos cantar parabéns primeiro. — Fybo sugeriu quase que em forma de ordem.

Alair concordou com ele e nós todos, inclusive o próprio Alair começou a seguir o ritmo de bater palmas e cantar a típica música de aniversário. Foi algo bem divertido, eles acabaram rindo durante o cantar de parabéns e eu também acabei rindo com eles. Ele pareceu-me ter gostado bastante e se divertindo. Quando paramos de cantar o Parabéns, ele se inclinou para frente e assoprou as velas com o número da idade dele.

Nós aplaudimos e Alair me beijou.

Fybo se aproveitou do momento e tirou uma foto de nós. Também insistiu para que parássemos tudo e tirássemos algumas fotos. Depois, Alair foi cortar o bolo. Serviu o primeiro pedaço num prato para mim. Mattis serviu o refrigerante para todos nós. Alair serviu um pedaço para os irmãos e todos começamos a comer, junto com os docinhos. Ele ficou com os irmãos por um tempo, conversando, enquanto eu os observava. Gostei de os ver contente, especialmente por perceber que eles pareciam interagir melhor e contentes um com o outro.

Eu comi todo o pedaço de bolo, os observando conversar. Até cheguei a me afastar um pouquinho, para eles terem privacidade. Só voltei a me aproximar quando Alair fez menção de o fazer e aproveitei para ir pegar alguma coxinha que quase todos tinham comido já e eu não.

Fui para perto da mesa e Alair acompanhou-me, finalmente se aproximando de mim.

Uma expressão de suavidade e até felicidade estava estampado no seu rosto. Ele parecia mesmo ter gostado e vendo isso no seu olhar, também fiquei ainda mais contente. Até comecei a achar que fui um tolo por achar que ele não iria gostar. Sorri comigo e mesmo e pequei uma coxinha. Comecei a comê-la, nem me importando em misturar o doce com salgado.

-Você se deu bastante trabalho segundo eles me disseram. — Comentou, chegando bem perto de mim.

Terminei de mastigar o salgado para lhe responder e fui sincero.

-Eu estava com medo de que você não fosse gostar. — Comento simples, sem mais medo de expor esse sentimento.

-Mas eu amei, muito. — Diz ele. Não precisava afirmar tanto, pois eu acredito.

-Eu fico feliz por isso. — Falo. — Só quis fazer algo especial para você, para mostrar que me importo e que sou grato por tudo o que fez por mim.

-Você é tão jovem e mesmo assim é uma pessoa incrível.

Eu só sorri, pois não soube como reagir de outra forma diante do seu elogio tão doce e que fez meu coração se agitar e bater ainda mais rápido. E também, não achei necessário dizer nada sobre o seu dizer, especialmente por me sentir um pouco constrangido. Nunca consigo me acostumar com elogios.

-Também te comprei um presente. — Digo, desviando-me do assunto só para não ter que dizer outra coisa sobre o seu elogio.

-Já fez tudo isso, e ainda me comprou um presente?

-É algo simples, mas que espero que goste.

-Tudo o que você faz me deixa feliz e eu gosto.

De novo, só sorri e Alair me beijou de novo.

Nós ficamos ali, conversando e comendo os docinhos e salgados, tomando também o refrigerante. Passamos alguns minutos ali, até que nos aproximamos dos irmãos dele e ficamos conversando mais um pouco. Restou um pedaço do bolo e outras coisas, e quando foi ficando mais tarde, perto das onze da noite, ajudei a todos a guardar o que tinha sobrado e desfazer tudo, para deixar toda a varanda arrumada de novo.

Após acabarmos, Alair agradeceu de novo a eles pelo o que tinham feito e eu também agradeci por terem me ajudado. Fybo disse que iria me dar as fotos depois e eles saíram do quarto, e nós ficamos no quarto. Eu terminei de arrumar tudo, finalmente tendo um tempo para Alair. Um que deveríamos e iríamos aproveitar só para nós dois. Mas fiquei muito feliz de ter seguido em frente com essa surpresa, ver a felicidade de Alair foi muito gratificante e a ver agora só entre nós, só aumenta esse sentimento.   


Notas Finais


Até o Próximo!


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