História Estrela Azul - Capítulo 23


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Bia, Castiel, Charlotte, Iris, Kentin, Kim, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Drama, Musica, Nathaniel, Nathaniete, Romance
Exibições 54
Palavras 1.537
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiee povo!
Postando outro capitulo para vcs! Desta vez sem música.
Espero que gostem e até a próximaaa!

Capítulo 23 - Acidente


Fanfic / Fanfiction Estrela Azul - Capítulo 23 - Acidente

Correndo o mais rápido que podia, Rosalya estava se aproximando da escola. Se lembrou que daqui a dois dias seria o aniversário de Safira, ela precisava fazer algo especial para sua amiga.

Se aproximando da escola, os portões ainda estavam se abrindo. Se escorou na aprede para recuperar um pouco o fôlego, alguns alunos passavam enquanto olhavam para garota, um deles era o Armin. Ele retira seu fone do ouvido se aproximando da garota.

-Credo, Rosalya. Fugiu de algum cachorro?

-Não. Tentei chegar mais cedo hoje, por que gostaria de conversar com alguns colegas e VOCÊ está nesta lista. – a garota apontava o dedo em direção ao rosto dele.

-Tudo bem, mas primeiro abaixa esse dedo! Essa unha enorme pode furar meu olho! –ele se afastava um pouco da garota.

-Desculpe. –ela abaixava a mão. –Me espera na frente do clube de jardinagem na hora intervalo. Não vá se esquecer.

-Estarei lá. Quer que avise alguém?

-Hum, se encontrar seu irmão leva junto. Vou ficar aqui esperando o resto do pessoal.

-Está bem.

Entrando no pátio da escola, ela se senta na calçada esperando seus colegas. O mesmo que ela fez com o Armin, praticou com o Lysandre, Priya, Violette, Iris e até mesmo Kentin e a Kim. Sua última vítima era Nathaniel. Ansiosa, esperou até o último segundo, o rapaz chegou atrasado na escola junto com a Safira.

-O que houve?!? –Rosalya saltava na frente deles.

-Perdemos o primeiro metro. Mas conseguimos pegar um ônibus, foi bem trabalhoso não é mesmo, Safira? –o rapaz levava sua mão atrás da cabeça.

-Uhum. –ela sorria de jeito tão gentil e fofo.

-Ah bom. Nathaniel gostaria de falar contigo. Tudo bem para você, Safira?

-Sim.

A garota se despede de seus amigos, apressando seus passos para chegar na sala mais rápido. Rosalya puxava o rapaz para perto do portão da escola, ela olhava para os lados confirmando se não tinha ninguém para ouvir o que ela tinha em mente.

-Que foi dessa vez, Rosalya? –ele olhava para o relógio de pulso.

-Daqui a dois dias será o aniversário da Safira. Temos que fazer uma surpresa para elaa.

-Concordo. Estava pensando num presente para ela.

-Então, que tal fazermos uma pequena festa para ela? Algo para os amigos.

-Hum, pode ser.

-No intervalo vou conversar com os outros.

O sinal toca, Nathaniel acompanha a garota até a sala, eles ficaram conversando sobre a festa da Safira. Na sala de aula, ela mandava alguns bilhetes para seus colegas, adiantando um pouco o assunto.

Safira percebeu que Rosalya estava um pouco inquieta, ela tenta conversar com sua amiga, porém não teve tanta conversa. Quando o professor se retira da sala, a menina resolve ir no banheiro. Aproveitando a brecha, Rosalya chama atenção de seus colegas.

-Uma festa surpresa? –Priya achou a ideia muito boa.

-Sim. Safira está com problemas com a mãe dela, e pra não se sentir sozinha, pensei nisso. Mas uma festa entre amigos.

-Temos que ser rápidos então. –Alexy pega seu celular. –Sabe, o bolo até que podemos fazer, até os comes e bebes.

-Ah, a mãe comprou um monte de refrigerante na promoção, mas é obvio que ela não vai usar. Podemos pedir, não é mesmo Alexy?

-Boa ideia, Armin.

-E-eu posso fazer os chapéus de festa. –violette levantava a mão.

-E aonde vai ser a festa? –Nathaniel encarava a garota.

-Poder ser no pátio de minha casa! Meus país vão viajar! –Rosalya pegava seu celular para mostrar as imagens do pátio.

-Vou ajudar vocês com a decoração. –Priya pega sua agenda para anotar umas coisas. –Depois da aula vamos no centro comprar então.

-Isso vai ser incrível!

No intervalo infelizmente não puderam conversar mais um pouco pois Safira estava por perto. Mas rosalya manteve contatos com seus colegas mandando mensagens. No último período foram pegos de surpresa, pois a Senhora Shermansky estava furiosa com a turma.

-Gostaria de saber quem foi que riscou as paredes do porão da escola? –ela batia forte na mesa.

-Por que a senhora veio perguntar diretamente a nossa turma? Existe várias turma na escola. –Melody tentava acalmar a mulher.

-Por que os outros alunos denunciaram que foi alguém da sala de vocês.

-Pelo menos disseram quem foi? –Priya apoiava sua cabeça com as mãos sob a mesa.

-Infelizmente, não!

-Eles poderiam ter mentido...

-Senhorita Priya, eu sei bem que esses alunos não mentiram. Diferente de vocês, as outras turmas são comportadas! –a mulher respirava fundo, deixando os alunos apreensivos. –Não quero mais saber quem fez besteira, todos vão pintar as paredes como punição!

-QUEEEEEE?!? –todos começam a reclamar.

-SILENCIO! –a mulher batia o livro na classe do professor. –Vão agora arrumar a bagunça!

A mulher se retira da sala, aos poucos os alunos saiam da sala ainda reclamando, Priya estava desconfiada do trio famosinho de Ambre, Charlotte e Li, infelizmente não podia faze-las falar. Chegando no porão, cada aluno pegou um pincel ou um rolo de tinta. A diretora manda eles pintarem os ferros que eram usados para colocar as cortinas.

Os alunos mais altos eram responsáveis para usar o solvente de tinta na barra, o resto estava pintando as paredes. Com cuidado, Safira alcançava as tintas para seus colegas qu estavam na escada.

-Tome cuidado, Safira. –Melody estava olhando para ela de uma maneira assustadora.

-Safira! Me entrega o solvente! –Castiel esticava a mão pedindo o produto.

Abrindo a tampa do produto, a menina alcançava para o seu colega. Ele deixa em cima de uma maneira que era usada como suporte na barra, Kentin observou a cena.

-Não é uma boa ideia deixar ai, Castiel. –o rapaz estava sentindo desconforto com o produto naquele local.

-Não vai acontecer nada! – o rapaz retrucava.

Misturando a tinta, Safira observava seus colegas brincando um pouco tanto com as tintas até com os pinceis. Ela estava sendo usava como suporte para aqueles que estavam pintando a tal barra. Melody pega os jornais para espalhar no chão, assim a tinta não iria sujar o chão. Colocando com cuidado os jornais, ela não enxerga uma aranha marrom que salta em direção a mão dela. Assustada, a garota dá uma recuada brusca, batendo sem querer nas pernas de Castiel. O rapaz perde o equilíbrio no mesmo instante, ele tenta se segurar naquela mesma madeira, mas infelizmente ela não era presa. Safira ouve o barulho todo, quando olha para cima para perceber o que estava acontecendo, o solvente cai sob seu rosto.

Sua reação deixou todos em choque, a garota ficar de joelhos no chão. Ela evitada tocar seus olhos, a dor era insuportável, mesmo chorando fazia o produto agir mais ainda piorando a dor, ela gritava de desespero, em meio de soluços a garota tentava falar algo, Nathaniel correu até ela pegando no colo, Rosalya empurrava seus colega pedindo darem espaços para que seus colegas passassem.

Imediatamente ela foi atendida pela enfermeira, a mulher assustada pede para leva-la até o hospital. Ele tentou o máximo limpar o rosto da garota tentando tirar o resto do produto e um pouco dos olhos.

[...]

Não demorou muito para a ambulância chegar, acompanhada de seus amigos. Chegando no hospital, ela foi atendida no mesmo instante, assustada, Rosalya se escora na parede da sala de espera. A garota se senta no chão, tentando lembrar o que tinha acontecido.

-Calma, Rosa. Ela vai ficar bem. –Nathaniel tentava acalmar a garota.

-Mas solvente de tinta... pode levar a cegueira. –as lagrimas escorriam pelo rosto caindo sob suas pernas.

-Foi rápido, acho que não caiu tanto assim em cima dela.

-Como consegue ser assim? –a garota mordia as unhas das mãos.

-Não adianta ficar nervoso. Não vai levar a nada! –ele colocava sua mão em cima da cabeça da garota. –Não fique desesperada.

-Sim. –a garota pega o seu celular mandando mensagens.

-O que vai fazer?

-Mesmo ela mal, vamos fazer a festa para ela. Mesmo ela não vendo, vai perceber que ainda nos importamos bastante com ela!

-Sim.

[...]

Após algum tempo, Safira já estava descansando no quarto. Nathaniel e Rosalya poderiam falar com ela por pouco tempo. Entrando no quarto, eles percebem que a garota estava com olhos enfaixados, Rosalya sentia um aperto no coração, balançava a cabeça se recusando a aceitar o que estava vendo, ela tentou sair do quarto porém Nathaniel a segurou pelo braço, pedindo para ela ser forte.

-Safira? –Nathaniel se aproximava dela.

-Ah, vocês veio! Rosalya está bem? –a garota se mexia na cama.

-E-eu estou aqui. –aos poucos ela se aproximava da garota.

-Está melhor? –Nathaniel colocava sua mão em cima da mão de safira.

-Sim. O médico disse que não vou perder a visão. Caiu pouco produto em cima de meus olhos. –ela sorria. –Como é o o nome do doutor dos olhos?

-Oftalmologista?

-Sim, ele disse que vou ter que consultar um direto sempre.

-Viu Rosalya? Não precisava ficar preocupada. –sua face muda rapidamente, de feliz para sério. –Mesmo assim foi assustador. Se lembra o que aconteceu? Viu alguma coisa antes?

-Não. Só lembro do som do grito de alguém...

-Alguém gritou? –rosalya olhou firmemente para o rapaz. –Agra que tu falou, também lembro de alguém gritando.

-Rosa, não é hora de pensar nisso agora. Vamos aproveitar nosso tempo com a safira.

-Sim, tens razão.

 


Notas Finais


Bom, para deixar mais claro.
Uma certa quantidade do produto nos olhos pode sim levar a cegueira.
Caso seja alguns pingos, dá uma sensação horrorosa!
Mesmo derramando numa quantidade de tampa de coca, a dor é agonizante!

Mas o que vocês acham, Melody é culpada?
Até a próxima!


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