História Estrelas e pedidos - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~goldenfish

Postado
Categorias O Incrível Mundo de Gumball
Personagens Anais Watterson, Darwin Watterson, Gumball Watterson, Nicole Watterson, Personagens Originais, Ricardo Watterson
Tags Bissexualidade, Cartoon, Gumball X Darwin, Gumwin, Tawog, The Dress
Exibições 62
Palavras 1.630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá,
Esse capítulo teria 6.000 palavras, mas preferi deixar mais curto, para não ficar chato.
Beijos de pêssego.

Nota extra: Atenção! A fanfic pode sofrer modificações, pois eu e a co-autora podemos editar alguma coisa.

Capítulo 1 - Prólogo - Preocupação


 "As estrelas sempre irão realizar o seu sonho, mas não irão brilhar para sempre. Podem ter infinitas,mas algumas não brilharão como uma brilhou para você. As luas nascem,crescem e morrem, não seja como elas, faça diferente, ame. As luzes se separam, se apagam, mas continuam iluminando o caminho para outras. 
  O amor é algo que não pode ser esquecido, que tal fazer um pedido para uma estrela?"

CAPÍTULO I Prólogo - Preocupação

— Abre essa porta. Vamos lá cara, só quero te ajudar! — batia na porta com força, implorando que a abrisse, estava quase tirando um pedaço de suas mãos, que já estavam vermelhas. Se perguntava o que estava acontecendo com seu melhor amigo, e o porquê dele estar trancado naquele quarto sozinho; sempre ficavam juntos, eram como cola.

Qual seria o motivo da tal tristeza? Seria ele o causador disso? Teria o magoado com algo? Não estivesse satisfeito com algo? Por que estava escondendo algo dele? A dúvida permanecera nele, como se não fosse ir embora. Nunca havia sentido essa preocupação com Darwin, sempre pensava mais em si mesmo do que em outras pessoas. Se experimentasse algo diferente, talvez evitaria certos erros que já tivera feito.

— Abre logo essa porcar...—Quando estava prestes a arrombar a porta, viu a maçaneta girar e a mesma se abriu como um passe de mágica, como se ela estivesse aberta o tempo todo.

Antes que pudesse falar alguma coisa, foi cortado pelos soluços. Rolavam lágrimas perante o rosto de Darwin, pareciam que nunca teriam fim, sentimentos de dor se misturavam as mesmas, era de partir o coração. O motivo? Realmente não sabia. Não aguentava vê-lo daquele jeito, aquilo o deixava tão triste quanto; a aura cinzenta parecia tomar conta de tudo.
Deu passos fundos em sua direção, sentou-se na cama, deu um abraço confortante e um simples sorriso:

— O que houve? Por que trancou a porta? — perguntou Gumball, preocupado.

Tentava adivinhar o que estava acontecendo, em seus pensamentos.Coisas bem bobas,  normalmente pensaria.

­— Você quebrou alguma coisa daqui de casa? Fez alguma besteira?

A tristeza tomava conta do rosto de seu irmão, parecia muito cansado. As lágrimas escorriam nas secas, botava as mãos no rosto tentando segurá-las, mais ou menos disfarçando-as, mas...eram inevitáveis.

— Besteiras, já faço muitas...Não é bem isso.-disse Darwin.

— Vamos lá! Você sabe que pode confiar em mim, sou seu melhor amigo. — Gumball tentava animá-lo, então talvez, depois, ele contaria algo.

— É tão vergonhoso...você não entenderia, Gumball.

Seus brilhantes olhos verdes haviam se tornados opacos e vazios; seu sorriso de sempre, parecia ter ido embora; seu cabelo, estava desarrumado e sua linda pele morena, estava pálida.

— E porque eu riria de você? Num momento desses acha que eu riria de você? Por favor conta! Eu juro que não vou sair espalhando! — tentava fazer pressão, sabia que cedia fácil.

— GUMBALL, eu já te disse que não quero contar! — gritou rispidamente.

— Desculpa de verdade. Não queria te irritar, mas poxa! O que custa contar? Eu não sou tão idiota assim ao ponto de judiar de você! — O sentimento de culpa o preenchia, como se realmente fosse o culpado.

Darwin sempre foi emotivo, sempre demonstrou suas emoções fortemente e o motivo delas, mas dessa vez, queria o esconder de qualquer jeito.

— Eu simplesmente não quero, não me force! — gritou Darwin. — E acho melhor você sair daqui, eu não quero você aqui entendeu?! SAI DAQUI!

— Ok, então. Saiba que de uma maneira ou de outra eu vou acabar descobrindo.-disse o azulado com um tom de raiva, como se fosse explodir ali mesmo.

Levantou-se da cama do beliche e andou até a porta, fechando a mesma, com força; fez um barulho alto, ensurdecedor. Estava ficando ansioso para descobrir o grande segredo ( ou então "pequeno segredo", já que Darwin se preocupava demais com besteiras).

Ouviu o grito de sua mãe da sala de estar, lhe chamando atenção pelo barulho feito pela batida da porta.

— Gumball! Já te disse que não é para ficar batendo a porta do quarto!

— Está bom, mãe! Prometo que não vou fazer novamente.

Caminhou do corredor até o começo das escadas que levavam até a sala e a cozinha, escadas barulhentas, que faziam um som repetitivo e irritante. Desceu-as com rapidez sem o maior cuidado, já acostumado. Caminhou da sala até a cozinha, aonde sua mãe estava desembalando as compras que tinha feito horas atrás.

A mãe, não percebendo a presença do filho, continuou o desembalo, colocando suas compras na bancada, uma a uma, com uma ordem aleatória.
Se pedisse um conselho, talvez pensaria melhor no que fazer para ajudá-lo.

—Mãe...

Nicole deu um pulo para trás, tomada pelo susto. Seus olhos estavam arregalados e sua mão estava sobre seu peito. Percebeu logo que era Gumball que estava ali e foi se acalmando aos poucos do susto que tomou.

— Desculpa, mãe...Minha intenção não era te assustar.

—Tudo bem, foi só um sustinho. Mas se fosse proposital...—parou para pensar no que iria falar—E então, por que estava me chamando? —mudou o rumo da conversa.— fale só o que precisa, estou muito ocupada.

— O que você faria se estivesse muito curiosa por um segredo de certa pessoa e tal não quer lhe dizer mesmo que você fosse muito próximo a ela e confiasse em você como um tudo? — falou direto.

— Aí eu não sei...Às vezes não podemos interferir nos problemas pessoais das pessoas, por mais que você se preocupe com elas, necessitam de privacidade e precisam ficar sozinhos às vezes. —falou — Então...se uma pessoa lhe disser que não vai lhe contar, é porque não vai. Ao menos que ela mude de ideia.— concluiu.

— A senhora não ajudou muito, mas obrigado.-disse.

— Pelo menos você tem sinceridade.-falou Nicole.

Aquilo teria sido um elogio?

— Agora você pode sair um pouquinho daqui? Tenho mais coisas para fazer.—falou colocando suas últimas compras em cima da bancada.

— Certo, vou indo.

Andou até a sala de estar, nesta havia um grande sofá de uma estampa xadrez com tonalidades marrom, estava empoeirado e com cheiro de vários alimentos, pois seu pai ficava praticamente o dia inteiro se empanturrando de guloseimas. Também havia uma mesinha de centro, abaixo tinha um tapete circular vermelho com um contorno branco a volta; perto, a sua janela com cortinas com uma estampa bem rústica; havia uma grande luminária na frente. A sala de estar dos Wattersons não era uma coisa tão maravilhosa assim, mas única coisa que chamava atenção eram os belos quadros e fotografias coloridos.

Gumball caminhou e sentou se no sofá, precisava de um descanso, sua mente estava sobrecarregada; Então pegou o controle remoto que estava sobre a mesinha e começou a passar de canal em canal... e não havia nada de interessante por enquanto.

— Que saco! Eu não tenho nada para fazer! —resmungou.

Sua mãe saiu da cozinha com o saco de lixo pronto nas mãos e andou até o filho, colocando-o no colo dele. Perguntou se poderia ajudá-la.

— H-Hã?...Claro!-disse involuntariamente.

— Nossa, obrigada! Já estou um pouco cansada. Foi um dia difícil..

— Entendo. O que posso fazer depois de jogar o lixo fora? Tem o que para te ajudar?

Sabia que sua mãe vivia sempre atarefada e ninguém mexia um dedo para ajudá-la, também sempre foi assim, não gostaria de algo que atrapalhasse sua partida no videogame ou então algo que o atrapalhasse enquanto fazia alguma postagem no Elmore Plus. Puxou a preguiça do pai, já que nem se levantava para buscar uma simples água. Sempre fizera Darwin de "escravo".

— Bem, depois você pode lavar a louça. — falou ajeitando as mangas de sua blusa.

— Certo! Tem muita louça? Por que é muito chato.

— Hm... Mais ou menos.

—Droga.-resmungou.

Resmungar e resmungar, era a única coisa que sabia fazer.

Dirigiu-se até a porta de entrada, desceu as pequenas escadas, segurou o lixo e andou até a lixeira, onde depositou o saco. Retornou até sua casa, fazendo as mesmas ações de antes.

— Pronto. Joguei o lixo fora.

—Certo agora você vai me ajudar a limpar os pratos. — falou Nicole estendendo um sabão e um pano nas suas mãos.

Se dirigiu até a cozinha, era um lugar não muito sofisticado, pois os armários eram de madeira;  tinha uma pequena geladeira; o chão tinha azulejos na ordem de xadrez; o fogão de pouco porte.

Caminhou até a pia, girou a torneira, pegou um prato e foi passando o sabão, logo após enxaguava, secava com o pano e deixava no escorredor. Repetiu esta ação várias vezes com os próximos pratos.Pareciam menos gordurosos do que o normal, então terminou o serviço rapidamente.

Sua mãe estava sentada num banco na bancada da cozinha, organizando uma papelada gigante, que parecia ser cansativa.

— Mãe, terminei.

— Tão rápido assim? — perguntou — Saiba que a pressa é inimiga da perfeição.

— Tsc...deixa para lá, mãe. — disse ignorando — Eu quero ir lá para cima.

— Certo, pode ir. — disse — Vou terminar de organizar esses papéis e depois vou descansar um pouquinho.

Caminhou até o começo das escadas e subiu cada degrau, foi até o corredor e se pôs em frente a porta de seu quarto (que dividia com Darwin também).

Ele tremia, não sabia o que fazer, mas... apenas girou a maçaneta sem medo do que poderia lhe enfrentar, andou até seu beliche. Darwin estava dormindo como um anjo na cama de baixo, se sentia um pouco culpado pelo acontecimento de antes, não queria brigar com ele. 

Andou até perto do irmão, que estava deitado, sentou-se na beirada da cama, não queria fazer barulho. Apenas acariciou o rosto e cabelos de Darwin. O que estava acontecendo? Queria ajudá-lo, era triste vê-lo assim, mas decidiu que antes disso, precisava se distrair um pouco.

Havia um computador no quarto, se perguntou como não tinha pensado nisso antes, iria ver vídeos para tirar a preocupação da cabeça. Mas, estava cansado, sentia sono; suas vistas se fechavam e pesavam aos poucos...


Notas Finais


Já estou fazendo o segundo capítulo, ele irá demorar um pouquinho para sair. A co-autora irá me ajudar.

Tchauzinho! Até o próximo capítulo.


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