História (ET) A Busca - Versão NaruHina - Dia dos Pais - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Diadospaisfnh, Fanficsnh, Fnh, Revoluçãonaruhina
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Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu escrevi essa história pro dia dos pais na minha escola. A professora falou que era um concurso e quem ganhasse ia poder dar um presente especial para o pai durante a festa da escola. Eu acabei ganhando o concurso e meu pai ficou tão feliz que tive que lê-la durante o jantar de dia dos pais em casa... Espero que vocês gostem... *pigarreira* Lá vai...

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Oi, tudo bom? Aqui é a steampunkneko. Essa história é bem antiga e eu postei aqui há um tempo como uma história original. Eu resolvi arrumar e postar como uma história NaruHina. Espero que gostem e tô deixando esse recado porque essa história aqui NÃO É PLÁGIO, xD. Sei lá, né. Vale a pena avisar. É isso espero que gostem.

Capítulo 1 - A Busca


Sempre que o equinócio da primavera se aproximava, o reino fazia uma grande festa para comemorar a entrada da nova estação. Uma estação cheia de significados para todos, desde os súditos até a realeza. As flores sempre marcaram o início de uma nova Era. Esse ano, porém, haviam convidados de outros reinos, pessoas que não conheciam o motivo de tanta festa e alegria. Assim, quando o equinócio atingiu seu auge, a 3ª Rainha se levantou de seu trono com uma taça de cristal cheia de hidromel. As pessoas se calaram enquanto ela sorria e levantava a taça.

- Meus queridos amigos... – ela começou com a voz alta e clara – Hoje é um dia muito especial para todos nós, mas eu sei que entre nós existem estrangeiros que não conhecem nossa tradição. Por isso, eu mesma irei contar, da melhor forma, o motivo da nossa alegria. Eu que sou a 3ª Rainha deste reino, desde que o evento aconteceu, e que também sou conhecida como a “contadora de histórias”. Por favor, peço que se acomodem confortavelmente. Todos... Por favor... Até os que estão servindo. É uma história muito bonita e merece total atenção de todos vocês... E como em muitos contos de fadas, ela começa assim...

“Era uma vez, um reino muito próspero que tinha um Rei muito enérgico e meio impulsivo. Um dia, o Rei sumiu. Seus filhos, o Ninja e a Princesa procuraram por todos os lados conhecidos e desconhecidos do reino por ele, mas ele havia sumido como fumaça. Angustiados, eles procuraram a única pessoa que podia procurar espiritualmente por alguém perdido e foram até o grande vidente que existia na Floresta Verde. Chegando lá, se espantaram ao ver que o vidente na verdade era uma raposa gigante, a Grande Raposa Vidente. Ao se aproximarem dele, perceberam que ele estava em transe, meditando em grande profundidade, tanto que chegava a roncar. Parecia que dormia com os olhos semi-cerrados. Eles discutiram entre si com voz baixa, questionando se deveriam ou não acordar a raposa, chamá-la e pedir sua ajuda. Entretanto, não foi necessário fazerem mais do que sussurrar. A raposa ouvia, via, sentia tudo. Ela tinha a conexão com todas as partes do mundo, com todas as formas de vida. Sem sair da sua meditação, a Grande Raposa Vidente disse:

- Procurem as fadas, e com elas a bússola que os levará ao seu pai. Não temam, o Rei está bem, vivo e até, eu diria, feliz. Vocês deveriam estar felizes também. Pois mais uma vez a família se reunirá.

Sem entender muito bem o que a Raposa havia falado e se prendendo ao que tinham ouvido de concreto dele, montaram novamente nos seus cavalos e rumaram para os domínios das fadas. Fazia 100 anos que as fadas viviam em paz e harmonia com o que havia ao redor de seu reino. Elas não se envolviam em guerras, ou conflitos. Era o modo delas de evitar o massacre e a extinção. Quando o Ninja e a Princesa entraram no mundo das fadas, eles foram recebidos com alegria. Mas ela não durou muito tempo. Quando apresentados a Rainha Fada, e seus longos róseos cabelos, disseram a ela o que pretendia, a Rainha Fada ficou muito preocupada e triste, pois o Rei era um grande amigo da sua juventude. O Ninja e a Princesa pronunciaram com detalhes o que a Raposa havia dito e a Rainha Fada entendeu o que eles não conseguiram. Então, ela chamou as Três fadas boas: Primavera, Verão e Outono, e pediu que elas os levassem até o Ferreiro de um reino vizinho para ele lhes desse a bússola. A Rainha Fada também lhes entregou um pequeno vaso com uma única flor dentro. Disse para entregarem esse vaso ao Ferreiro e que ele entenderia. Ao se despedir, o Ninja prometeu a Rainha Fada que suas Três Fadas Boas voltariam sãs e salvas para casa.

As Três Fadas Boas levaram os visitantes pelo reino até atravessarem para outro, onde a guerra e o sangue reinavam. O Reino de Sussanoo era muito violento onde tudo se resolvia pela força e luta. Entretanto, quando questionadas, as Fadas disseram que o Ferreiro era diferente. Ele tinha magia dentro de si. O pagamento pela bússola não seria pago em dinheiro ou sangue. Quando chegaram a oficina do Ferreiro, explicaram para ele o problema e urgência do caso, assim, tão logo ele entendera o que queriam se pôs a trabalhar. Não demorou muito, ele havia forjado uma bússola feita de ouro e prata que os levariam até o pai. O Ferreiro entregou-lhes a bússola e a Princesa lhe entregou o pequeno vaso dizendo que havia sido a Fada rainha quem o mandava. Sério, mas com um olhar morno o Ferreiro pegou o vaso e lhe disse que a bússola havia sido paga.

Apesar de ter a bússola nas mãos, eles não conseguiam fazê-la funcionar. As Três Fadas Boas também não sabiam como fazê-la funcionar, mas tinham certeza de que o Erudita da Cidade dos Sapos saberia. Cavalgaram 1 dia e 1 noite até chegar a torre onde o Erudita morava. Lá, ele dividia morada com mais 2 outras pessoas. Uma mulher jovem de cabelos muito compridos e loiros com sagazes olhos cor de âmbar, e um homem magro de longos cabelos negros e olhos que pareciam de cobra.

- São pessoas perigosas. – explicaram as fadas – Tenham cuidado.

Assim, eles passaram por elas, e foram até o topo da torre, onde encontraram o Erudita. Logo que lhe explicaram a situação, ele lhes pediu para ver a bússola. Assim que a teve nas mãos, o Erudita já sabia qual era o problema. Ele pediu então que seus companheiros, a Ninfa de olhos de âmbar e o Dracaenae de olhar de cobra subissem ao seu cômodo e o ajudassem a ativar a bússola. Com a energia curadora da Ninfa, a energia astuta do Dracaenae, a sua própria energia sábia e uma gota de sangue da Princesa e do Ninja, a bússola foi ativada e mostrava o caminho até o Rei. Entretanto, eles não conseguiam ler o mapa. Nem o Erudita podia ler aquilo, eles tinham que achar quem pudesse.

Lembrando-se se um antigo amigo, o Erudita pediu para as Três Fadas Boas para levá-los até o Reino de Cantoria para lá encontrarem o Bardo. Ele já havia viajado o mundo todo, e saberia ler aquele mapa. Assim, eles partiram em busca do Bardo. Porém quando chegaram a Cantoria encontraram a cidade fazia. Nem mesmo o castelo estava habitado.

- E agora? Que faremos? Precisamos do Bardo e ele não está aqui. – indagou a Princesa.

Foi então que o Ninja viu uma placa com uma nota musical esculpida em cima da porta. Parecia ser uma loja de instrumentos musicais e todos sabem que os bardos são mestres da música e do entretenimento. Assim, ele entrou na loja, pé ante pé. Não deu 5 passos foi surpreendido por uma coisa afiada e gelada na parte de trás do seu pescoço. Ouviu sua irmã dar um grito de terror e um cão gigante pular em cima dele.

- O que querem aqui? – perguntou um homem que empunhava uma espada. O cachorro, porém não deixou que o Ninja respondesse, pois lambia-o enquanto se deitava em cima dele.

- Viemos em busca do Bardo. Precisamos que ele leia um mapa para nós. Nosso reino perdeu seu rei, meu pai. Sabemos que ele está bem e vivo, mas não sabemos onde. Queremos ir resgatá-lo, nosso reino não pode ficar sem seu Rei.

O homem com a espada, um Guerreiro olhou diretamente para a Princesa ponderando. Depois olhou para o Ninja que agora tinha acalmado o cachorro enquanto coçava-lhe as orelhas. Visivelmente o Cão Gigante havia gostado dele, logo eles não podiam ser pessoas más. Entretanto, o Guerreiro era prudente de mais para não barganhar.

- Se eu ajudar vocês a acharem o Bardo, vocês me levarão com vocês para o reino que governam? Este reino foi saqueado e as pessoas ou foram mortas ou fugiram. Não tenho para onde ir, mas quero ir para um lugar onde possa morar em paz. Então... O que dizem?

Vendo que o Guerreiro era sincero, a Princesa concordou assim como o Ninja que havia conseguido se levantar do chão. O Guerreiro montou no Cachorro Gigante e guiou o Ninja e a Princesa, em seus cavalos, mais as Três Fadas Boas até o Bardo que havia se refugiado fora da cidade, na Floresta Sombria, onde ninguém com bom senso se atrevia entrar. A cavalgada fora curta, mas suficientemente cansativa e assustadora para a Princesa ficar ainda mais preocupada a cada passo. Entretanto, nada de mal lhes aconteceu e logo avistaram a cabana do Bardo. Ele estava do lado de fora escrevendo algo num pedaço de papel. Quando eles chegaram, o Bardo, usando-se de rimas de rap esquisitas, foi logo perguntando o que queriam, porque o Guerreiro havia trazido aqueles visitantes até ali.

O Guerreiro explicou a situação e logo o Bardo entendeu. Mas também pediu algo em troca da sua ajuda. Ele também queria ir morar no reino da Princesa e do Ninja. Tal como fora prometido ao Guerreiro, prometeu-se ao Bardo. Eles morariam no reino com pompas e paz. Assim, o Bardo começou a cantar com rimas e movimentos de mão. Dessa vez a música era ritmada e até alegre fazendo a bússola se mover e apontar para o local exato onde o Rei estava.

- Porto Caravelas... Ele está lá... E lá, está infestado de piratas... Vocês não podem ir lá sozinhos. – disse o Guerreiro – Por mais que tenham fadas com vocês, elas não serão o suficiente para ir contra o bando de piratas que tem nesse lugar... Eu vou com vocês.

- Eu também vou. – disse o Bardo de levantando num pulo – Sempre quis conhecer piratas!

Assim, todos montaram novamente e recomeçaram a correr em direção ao Porto Caravelas. Quando estavam para entrar nos domínios dos piratas, o Guerreiro os parou, e disse que deveriam trocar as roupas. Monarcas não eram bem vistos pelos piratas. Ele arrumou roupas para a Princesa e o Ninja se disfarçarem e, assim, eles entraram na cidade. Foi então que a Princesa ouviu uma gargalhada muito alta e peculiar.

- É papai! Tenho certeza que é a risada de papai!

O Ninja também reconheceu e eles entraram numa taverna. Estava lotada. Mas havia uma mesa muito animada com vários homens e mulheres sentados ao redor de uma grande mesa. Todos eles riam muito, falavam muito. No momento que observaram seu rosto o Ninja e Princesa souberam que aquele homem era seu pai. A Princesa correu até ele, chamando-o, mas antes que ela pudesse abraçá-lo, um homem cheirando a cerveja a agarrou por trás, puxando seu capuz para descobrir seu rosto.

- Princesa? – o Rei falou surpresa – O que faz aqui?

- Papai! – a Princesa retorquiu, logo, o Rei também viu o Ninja que vinha atrás da Princesa e havia abaixado seu capuz.

- O que estão fazendo aqui?

- Não ouviram? – perguntou uma mulher sentado ao lado da Rei sem alterar a voz ou levantar os olhos – Esses são os filhos dela. Soltem essa garota e deixem que se aproximem.

Foi então que a Princesa foi solta e pode correr para os braços do pai. O Ninja achando tudo muito estranho se aproximou com máximo cuidado. O pai parecia surpreso e feliz por estar vendo os filhos. Então, todos sentaram e ele se explicou.

- Quando eu tinha sua idade, Ninja, eu me apaixonei perdidamente... E tive filhos com essa mulher. Ela, porém, não podia ficar em nosso reino, pois era muito perigoso para ela. Então, eu prometi esperar o tempo que fosse necessário para estar de volta aos braços dela. Há algum tempo atrás, ela me procurou no castelo e eu fugi com ela deixando o reino para você governar. Esta mulher, meus queridos filhos, é a mãe de vocês. Ela está aqui.

A Princesa e o Ninja olharam ao redor com os olhos arregalados, esperando encontrar em cada um dos presentes um rosto familiar, o rosto de sua mãe. A mulher de voz calma levantou seu rosto e eles lhe reconheceram. O Pirata mais procurado do mundo, o mais temido de todos, o mais forte e mais rico, era uma mulher! Ela era a mãe deles e agora estava ali, com o pai, reunidos mais uma vez. O Rei contou em detalhes a aventura que viveu com a Pirata antes e depois do nascimento deles

- Peçam para as Três Fadas Boas lhes levarem de volta, meus filhos. Cumpra as promessas feitas ao Bardo e ao Guerreiro, mas acima de tudo siga os desejos dos seus corações. Não deixem o amor e a felicidade passarem por vocês despercebidos. Notem, observem, sintam o que vai ao coração e deixem que ele o leve. Certamente vocês não terão pelo que se envergonhar ou se arrepender. Pois o coração sabe tudo. É ele que nos leva até a felicidade.”

Com a frase final dita pelo Rei aos filhos, a 3ª Rainha terminou de contar sua história, ela ergueu a taça em um brinde e sorrindo disse: “Ao coração que nos leva a felicidade!” e todos repetiram com ela as palavras e beberam de suas taças. Mais um ano, mais uma equinócio havia sido comemorado em grande estilo e sem nunca esquecer as histórias que marcam nossas almas.


Notas Finais


Não sei se ficou bom... Mas tá ai, a tentativa de postar algo pro dia dos pais.
Obrigada quem leu.
Até mais!


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