História Eterna aliança - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Kagami Uchiha, Karin, Kizashi Haruno, Konan, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Sakura Haruno, Sasori, Shikamaru Nara, Shion
Exibições 440
Palavras 948
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Tudo as claras.


Fanfic / Fanfiction Eterna aliança - Capítulo 4 - Tudo as claras.

— Não pode levá-lo. Não pode ir entrando aqui cinco anos depois de ter lhe dado a vida e...
— O quê?! — A pergunta foi tão explosiva que deixou-a sem rumo.
Por um longo e difícil momento, simplesmente olhou-a, completamente abismado, como se o mundo não fizesse o menor sentido. Sakura retribuiu o olhar. Por que a encarava daquele modo, como se ela fosse desequilibrada?
— Não sou pai de Izumi.
Aliviada, sentiu diminuir o terror que a fizera pensar que aquele homem teria o poder de tirar-lhe Izumi, ou pelo menos exigir sua presença na vida do filho. Que tomara conta dela no momento em que percebera a espantosa semelhança entre os dois.
— Sou tio dele. — Foi direto ao ponto. — Meu irmão, kagami, era o pai. E como deve saber, ele está morto, assim como sua irmã Ino, mãe de Izumi. — Agora a voz soava fria.
Sakura esperou a onda de alívio invadi-la novamen¬te. O homem que havia engravidado a irmã estava morto. Nunca poderia ameaçá-la, nem a Izumi. Devia sentir-se aliviada.
Mas não se sentia. Ao contrário, só conseguia sentir um enorme pesar.
Mortos. Ambos mortos. E de repente tudo parecia tão triste... Tão cruel Izumi ter sido separado das pessoas que lhe deram a vida.
— Sinto muito — ouviu a própria voz, com a garganta apertada.
Por um breve momento, a expressão dos olhos dele mudou, como se experimentasse a mesma emoção, a mesma tristeza por tamanha perda. Então, como uma porta que se fecha, a expressão desapareceu.
— Eu, eu nunca soube quem era o pai de Izumi. — A voz soava tranqüila. — Minha irmã não recobrou a consciência. Ficou em coma até o momento de Izumi nascer e então... — interrompeu-se. Algo lhe ocorreu. Olhou para o homem tão parecido com Izumi, seu tio. — Você... Você não sabia sobre Izumi?
As sobrancelhas uniram-se.
— Claro que não. Não tinha conhecimento da existência dele. Parecia impossível, dadas as circunstâncias da morte de seus pais. Ino escondera até da irmã a identidade do pai de seu filho. Entretanto, graças à investigação de um jornalista da imprensa sensacionalista , da qual fui, por sorte, informado, sua existência se tornou conhecida. Por isso — a voz tornou-se mais ríspida e a impaciência e o ar de superioridade retornaram —, ele deve ser imediatamente levado daqui. — Os lábios se contraíram. — Conseguimos localizá-la antes da imprensa. Mas, se a encontramos, eles também podem fazê-lo. Isso significa que você e Izumi devem vir conosco imediatamente. Uma casa segura já foi providenciada.
— Que jornalista? Que imprensa? Ele franziu a testa.
— Não seja tola. No momento em que Izumi for localizado, a imprensa
chegará em bando. Devemos partir.
Sakura olhava, incrédula. Era insano. O que estava acontecendo?
— Não entendo. Por que a imprensa viria aqui?
— Para encontrar meu sobrinho. O que você acha? — perguntou, impaciente, exasperado.
— Mas por quê? Que interesse a imprensa pode ter em Izumi?
Ele a encarava, como se ela fosse desequilibrada. A voz alta de Izumi veio da sala, falando sobre o ferrorama.
— É aqui que ele cruza e é ali que ele vira. A voz foi sumindo.
O tio de Izume ainda a encarava. Estremeceu.
— Não fizemos nada. Por que um jornalista se interessaria por uma criança de 4 anos?
Parado, imóvel, ainda mantinha aquele olhar.
— Ele é filho de meu irmão. Isso é suficiente. — A voz soou raivosa. — Por favor, você é suficientemente inteligente para compreender isso?
Lentamente, recuou. Não gostava de ficar tão perto daquele homem. Perturbava-se, o coração acelerava.
O que queria dizer? Apesar de ser bonito, não o conhecia. Era a versão adulta de Izume. Devia ser rico, pensou. A picape 4x4 era um modelo novíssimo. As roupas informais, mas impecáveis e caras. A aparência de quem estava habituado a ter pessoas correndo para obedecê-lo.
Mas por que despertaria a atenção dos jornalistas? Ricos eram assim tão especiais? Mas e seu irmão kagami, o pai de Izumi? Seria alguém por quem a imprensa se interessaria?
Ele comentara que certamente ela devia saber que Kagami tinha morrido. Mas como? Nada sabia a respeito dele.
— Minha irmã não era uma modelo famosa. Estava apenas em início de carreira. Mas seu irmão, o homem com quem ela teve um filho, era alguém conhecido ? Era ator de cinema ou TV? Jogador de futebol, piloto de corridas? Alguma celebridade?
Olhou para ele, de maneira questionadora.
Ele a fitava como se fosse uma extraterrestre. Voltou a sentir medo.
— O que foi?
Os olhos onix pareciam querer penetrar-lhe no cérebro.
— Não pode ser — disse, sem rodeios. — Não é possível.
Sakura encarou-o. O que não era possível? Notou que ele tentava se controlar.
— Não é possível ter acabado de dizer isso. — A expressão mudou e agora não falava como se ela fosse desequilibrada, mas sim surreal. Como se toda aquela conversa fosse surreal.
— Meu irmão era Uchiha Kagami.
— Desculpe, o nome não me diz nada.
O olhar onix era frio.
— Não brinque comigo, senhorita Haruno. Não é possível não ter ouvido esse nome.
Ficou séria.
— Sinto muito. O nome Uchiha Kagami não me diz nada. Se ele era famoso, receio...
Disse, com fria cortesia, sibilante:
— A família Uchiha, srta. Haruno, governa konoha há muitos anos.
Fez-se silêncio absoluto. Tentava, sem sucesso, resolver um impasse incrivelmente complicado.
Então, a voz rouca, gélida e profunda fez-se ouvir novamente, de modo nada cortês:
— O pai de Kagami príncipe regente. — Fez uma pausa rápida e mortal, os olhos onix penetrantes. — Rei e avô de seu sobrinho.

           Continua ...


Notas Finais


Hai^^
Espero que gostem dos 4 capítulos, não quis fazer muito grandes para não ficar cansativo. Se estiver gostando da fic, não deixa de comentar. Isso me faria muito feliz. Obrigada💜


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