História Eternal - Capítulo 3


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - A saga de um maníaco: O violador.


Fanfic / Fanfiction Eternal - Capítulo 3 - A saga de um maníaco: O violador.

 

Depois daquele dia, aquele dia que fora entregue para o departamento, TaeYeon viu o “ahjussi” mais duas vezes de relance pelos corredores. Era incrível que, mesmo passando apenas duas semanas com aquele senhor, sentia sua falta. E sentia falta dos pais. E culpava-se porque sabia que aquilo tudo, aquela tempestade de neve, havia sido sua culpa. Se ela ao menos soubesse que podia controlar o gelo e o tempo, ela com certeza não teria provocado tanto alvoroço. Mas também sabia que precisava entender que era apenas uma garotinha... 

O calor que fazia dentro daquele "apartamento" minúsculo era torturante. TaeYeon estava sentada, ou melhor, afundada numa poltrona empoeirada na sala; os pés encontravam-se enfiados no carpete até que macio, estava descalça. O “apartamento” dela era uma verdadeira zona. As roupas emboladas e largadas de qualquer jeito no guarda-roupa, potinhos de sorvete derrubados no chão – se continuasse a gastar assim, logo não teria um centavo furado - e copos d’água em cima da mesinha e das estantes. Continuava entretida cantarolando alguma música baixinho até ouvir batidinhas nada delicadas na porta. Ao alcançá-la assim que abriu, deparou-se com a “manda chuva” do departamento. BoA, impecável como sempre em suas vestes pretas. Usava óculos escuros, talvez isso complementasse seu visual de comando. 

 

 

- Eu não vou voltar! – A voz de Tae soou como um eco vazio pelo lugar. 
 

- Se eu quiser você volta sim! – BoA era naturalmente autoritária. A voz baixa com uma leve entonação. – Não seja mal criada, criança, já  sabia que viríamos atrás de você mais cedo ou mais tarde, ou estou enganada? 
 

- Droga! – Resmungou a garota sob o “olhar” calmo da mulher por trás dos óculos. – Me dá um desconto, caramba! Só preciso de um voto de confiança! 
 

- Voto de confiança? – BoA escorregou os óculos pelo nariz e estreitou os olhos encarando a baixinha. – Depois de fugir do departamento, depois de exterminar um demônio diante de uma adolescente e uma criança? Acho que não merece esse voto! 
 

- Ah, qual é?! Eu salvei a vida deles. Fiz uma boa ação, mereço alguma recompensa! 

 

BoA podia ver que a menina estava irrequieta, com as sobrancelhas bem franzidas, rivalizando com sua carranca. Balançou a cabeça em negação quando TaeYeon, à contra gosto, pareceu concordar em voltar. TaeYeon sempre fora uma criança difícil e cabeça dura, merecia à torto e à direita bons puxões de orelha; porém, tinha total noção que essa petulância e coragem toda da Kim era positivo em grande parte. E por que não deixá-la provar que era o suficientemente boa para já fazer parte de uma das equipes com tão pouca idade? Afinal, mesmo não dizendo suas reais intenções com a fuga, a chefe do departamento sabia que TaeYeon queria muito mostrar serviço para ser incluída em missões de extermínio junto com Kangin e os outros rapazes. 

 

 - Tudo bem, criança, vou conceder esse voto de confiança que tanto deseja. – BoA suspirou derrotada no momento em que viu TaeYeon desfazer a marra de expressão e a encarar abrindo um sorriso brilhante. – Okay. Okay! Nada de abraços! – A mulher ralhou quando sentiu o aperto de TaeYeon lhe tornarem o corpo, num movimento brusco e rápido. – E trate de limpar este chiqueiro! 

 

A garota de gelo se afastou ainda sorrindo e com os olhos transbordando felicidade. Finalmente BoA estava confiando em seus poderes e treinamento, ao que tudo indicava. Antes da chefe sair do minúsculo apartamento, jogou uma média bolsa em cima da poltrona, bolsa essa que havia passado despercebida até então, e TaeYeon sabia que era uma boa quantia em dinheiro. BoA deu as costas e esvaiu do mesmo jeito que havia surgido. 

Após a visita mais ou menos inesperada, TaeYeon sentiu até o calor amenizar. Tirou a bolsa da poltrona e afundou-se ali novamente, o corpo bem mais relaxado. E só então lembrou da ruiva e de como queria encontrá-la mais uma vez. E a menina achou engraçado pensar que BoA não tivesse captado o sinal de um novo mutante, no fundo era mais do que óbvio que a chefe tinha sim, apenas não tocara no assunto. O melhor era deixar quieto. E só então, depois de muito pensar em nada importante, como era segunda, decidiu que seu próximo passo do dia seria conhecer um pouco mais daquele lugar, um pouquinho do mundo e quem sabe, se chegasse àquela praça não veria Tiffany de novo?!

 

oOOo

 

 

Horas já haviam passado. 

E ficava mais perceptível o desconforto que a estação trazia. O pôr do sol alaranjado cegava-lhe um pouco, nem sequer tinha um óculos para lhe proteger, ajeitou a mochila nas costas e continuou sentada no banquinho velho da praça. A garota dos cabelos de fogo não havia passado ainda. Dez minutos depois levantou e foi embora. Talvez ela, Tiffany, precisasse de uma conversa reconfortante, mesmo tentando esconder o jogo a tal garota era alguém como TaeYeon, alguém como qualquer outro do departamento. Era quase certeza que a ruiva deveria se achar uma esquisitona. Era como Tae se sentia, mas, felizmente, naquele tempo pessoas estavam ali para ajudá-la a entender... mas Tiffany, ela não tinha. E saber disso pesava na mente da garota de gelo. 

Tentou pegar um táxi mesmo tendo levado tão pouco dinheiro no bolso, porém nenhum dos motoristas quis levá-la até a hospedaria ou pensão. Eles tinham medo, porque lá era um local de “gente errada”. Não poderia ir deslizando no gelo, não podia se exibir pelas ruas da cidade assim no meio de tanta gente, eles nem sabiam da existência de mutantes. O jeito fora voltar caminhando, o que não fora esforço, pois nunca havia sido sedentária, pelo contrário, no departamento todos treinavam por dias, por horas e horas a fio. Estavam sempre em forma e claro, TaeYeon era a mais resistente depois de Yuri e outra mutante chamada YoonA. 

           Quando chegou à pensão, TaeYeon empurrou a porta, que rangeu um pouco. O velho não estava na recepção, mas sim um rapaz muito suspeito e muito bonito. 

 

- Quero a cópia da chave do meu quarto, quero dizer, apartamento. – Pediu irônica, enquanto olhava bem para o rosto dele. Sua chave original estava segura dentro de seu bolso, mas TaeYeon precisava descobrir sobre o novo funcionário. 

 

- Espere um instante. – A voz do rapaz era forte e provocante. – Meu tio disse que havia novos hóspedes, mas não sabia que se tratava de crianças. 

 

Enquanto ele falava, ela o analisava. Havia algo misterioso nele. O sobrinho do velho parecia perigoso e obviamente não poderia dar-lhe informações pessoais como se não quisesse nada. Definitivamente não era um homem confiável. A qualquer momento poderia ser alguém diferente, minutos depois ao vê-lo andando, percebeu que o cara era um incubo. Assim que esticou a chave diante do rosto de Tae, que a pegou prontamente, ele aumentou o sorriso de canto. Um demônio dos sonhos na terra era muito incomum, o que diabos ele queria ali se passando por um humano normal? TaeYeon não acreditou que ele estava apenas querendo sugar a força vital de algumas garotas, isso ela não acreditava mesmo. 

 Caminhou em direção ao apartamento e antes de dobrar a bifurcação notou um reboliço no 313, o oposto ao dela. Tinha um outro cara parado bem na porta, segurando-a na verdade, e Tae achou que a pessoa lá dentro não o queria tanto por perto.

 

- Hey, seu idiota! – Não gritou, mas seu tom saiu bem mais alto que o esperado. Somente quando o garoto virou foi que notou o tamanho do problema. A pensão por algum motivo estava lotada de demônios e mutantes que eram verdadeiros monstros. – Qual o seu nome? E o que quer aí? 
 

 - Jaejoong... – Revirou os olhos. – Você tem açúcar que possa me dar um pouco? 
 

 

TaeYeon ficou um pouco surpresa com a pergunta. Açúcar? De todas as possibilidades que ela poderia pensar, jamais imaginaria que um vampiro, sim ele era e não poderia negar, estivesse educadamente atrás de um pouco de açúcar. Era estranho para um vampiro convencional, usava roupas simples demais, estava descalço pisando naquele chão de madeira fria e imunda. Era pálido, possuía olheiras um pouco profundas, cabelos negros, medianos, lisos e extremamente bagunçados. Parecia um defunto, mas o interessante naquele figura eram as íris vermelhas debaixo da franja emaranhada.
 

 

- Aqui está. – Ouviu uma voz atrás dele e Tae assustou-se quando a viu ali. Tão linda e usando um blusão rosa de mangas longas e um curto short jeans. – Se precisar de mais alguma coisa é só pedir. 

 

O tal Jaejoong agradeceu e deu um sorrisinho doce, sorrisinho esse que TaeYeon detestou e que era nada bom. Quando um recém criado era tão educado assim? Passou por ela apressado até, e a Kim sentiu o cheiro de álcool misturado à geleia de morango emanando dele, se fossem apenas esses cheiros tudo bem, mas o cara tinha um odor forte de sangue envelhecido. Boa coisa não estava rolando. 

Ficou encarando a ruiva e notou que Tiffany fazia o mesmo consigo. Ela estava logo ao lado esse tempo todo. Cinco segundos depois tudo ficou bem constrangedor e Tiffany estava prestes a fechar a porta, parecia nervosa, sentia o quão assustada ela se encontrava. Se a ruiva queria barrar o sentimento estava fracassando miseravelmente, era bem palpável e perigoso, já que tinha uns rostinhos novos rondando por ali. Talvez fosse melhor comunicar ao departamento, mas provavelmente BoA já tinha conhecimento disso. 

 

- Se eu fosse você não bateria a porta na minha cara. – Soou como ameaça, ela admitiu em pensamento. – Se eu fosse você... – TaeYeon continuou. – não dormiria nesse quarto, pelo menos não hoje. É perigoso, consegue sentir o cheiro de problema? 

 

- O problema aqui é você e sim, eu consigo sentir o seu cheiro. – Resmungou Tiffany e TaeYeon riu. Céus, o medo dela poderia atrair um mundo de gente mal intencionada. A ruiva não percebia isso. – Se me der licença, boa noite. – Bateu a porta e a trancou. 

 

Tiffany não quis ouvi-la, pelo visto TaeYeon não poderia dormir aquela noite. Não com um vampiro e um incubo rondando o local, rondando Tiffany, com certeza.

 

 

oOOo

 

 

Pontualidade, realmente, nunca fora seu forte. 

E Tiffany sabia que caso seu chefe não tivesse uma quedinha por ela, ele já a teria demitido há séculos! Mas, além disso, o cara tinha noção que havia contratado uma ótima funcionária. Tiffany não se atrasava por falta de vontade de trabalhar ou por vagabundear por aí madrugada a fora, então era isso o que tornava o dono do café tão condescendente para com ela. Mesmo assim, a mão não fora passada totalmente em sua cabeça pelo atraso monstruoso, e nem deveria porque fora logo na segunda-feira, quando o estabelecimento costumava lotar. 

Tiffany havia se atrasado por culpa do metrô lotado, ela estava bem no centro do vagão quando seu ponto chegou e como ninguém desceu ali, ficou entalada no meio da multidão; saiu toda amarrotada e descabelada na parada seguinte, uma que ficava bem distante e ela não tinha essa grana toda para chamar um táxi. O jeito foi ir caminhando o mais rápido que podia e o pior, sempre o pior pode acontecer quando se está usando salto, mesmo aquele salto baixo. O maldito quebrou pouco mais da metade do trajeto e isso colaborou bastante com a sua falta de sorte. 

 

- Não adianta brigar comigo, baby! – Disse a ruiva, suspirando pesado, enquanto encarava o chefe escorado no balcão. – Eu já levei uma surra da vida no meio do caminho! 
 

- É. Quanto a isso eu não tenho nenhuma dúvida. Iria perguntar quem venceu, mas pelo visto o vento foi o grande campeão! – O homem debochou e Tiffany rolou os olhos. – Dê um jeito na sua aparência e depois atenda os clientes! Isso tá um verdadeiro inferno! 

 

E ela saiu dali o mais rápido possível, mas assim que estava entrando no banheiro, Minho, o outro barista cruzou seu caminho e deu uma olhada nada discreta em sua direção. O garoto sorriu, porém sua intenção não fora ruim, pois era um rapaz muito prestativo quando o assunto tratava Tiffany. Eles eram bons amigos. 
 

 

- O que aconteceu, noona? – Tiffany encarou Minho, ele e essa sua mania de chamá-la de noona. A ruiva já havia dito que não precisava tratá-la com chamamentos como esse, porém o garoto não dava ouvidos. De qualquer forma, Tiffany achava fofo. – Entrou no olho do furacão, por acaso? 
 

- Quem dera fosse, seu bobão! – Tiffany deu de ombros e entrou no banheiro. O dia iria ser um verdadeiro osso de borboleta pelo visto. 
 

...
 

E depois do trabalho Tiffany havia ido para a faculdade, que também não fora lá essas coisas de interessante. Não passou de mais um adicional ao seu estresse. 

Quando chegou em casa após o dia “turbulento”, correu para o banheiro e tratou de relaxar por ali, sentindo a água morna descer por seu corpo. Fora tão bom que ela quase sentiu vontade de chorar. A sensação de calor não lhe era ruim, muito pelo contrário, renovava suas energias completamente! Depois do banho demorado, Tiffany vestiu uma roupa confortável e secou bem os cabelos, que ultimamente “andavam” mais vermelhos que nunca. 

Preparou algo para comer, estava realmente colocando os nervos alterados no lugar e sorria ouvindo música enquanto terminava de ajeitar um sanduíche. Mas, seu sorriso deu lugar a uma audível baforada no exato momento em que alguém começara a bater em sua porta. Tiffany bufou mais uma vez e saiu, puxou a madeira com brutalidade, para logo em seguida se assustar com a figura pálida e de aparência morta diante dela. 

 

- Hey – Disse o estranho, forçando a porta, tentando olhar o interior do “apartamento”. – Desculpa incomodar, sabe... é que... bom... eu acabei de me mudar, será que você tem um pouco de açúcar aí? 
 

- Sim, eu tenho. – Tiffany respondeu desconfiada. – Espere aí um instante, vou buscar uma xícara disso. – Deu as costas e olhou por cima do ombro. O esquisito sorria de um modo sinistro e esse simples ato fez os pelos da ruiva arrepiarem. Aquele cara, definitivamente, não era alguém confiável. 
 

 

Tiffany se apressou em buscar o açúcar e prontamente o entregou. E logo que o rapaz saíra dali, ela deu de cara com a baixinha pervertida. Fora bom ver um rosto conhecido, mas Tiffany jamais admitiria isso para a outra, ainda mais depois de receber uma ameaça daquela menina dizendo que era perigoso dormir ali sozinha, justo naquela noite. A ruiva respondeu mal educada e trancou a porta, de fato, o dia estava indo de mau a pior a cada minuto que passava. Ela até esqueceu de comer o sanduíche . 

... 
 

Horas mais tarde, ela estava deitada no sofá no apartamento meio escuro, descansando, sonolenta finalmente, quando TaeYeon apareceu ao seu lado. Vestindo apenas um sutiã e um shortinho mínimo, menor até que o que usava. Ela inclinou a cabeça e deu um sorriso malicioso, e disse numa voz suave, e extremamente sexy: 

 

- Deveria usar algumas trancas na porta, sabia? – A ruiva piscou os olhos algumas vezes, aquela não era a garota pervertida e tinha plena consciência disso. – Eu estava me sentindo só, achei que pudesse me fazer companhia... 
 

- Achou errado, então. – Tiffany foi ríspida. – Isso é violação de domicílio e pode ter certeza que vou te denunciar! Se quer companhia procure outra pessoa. 
 

- Acho que você não entendeu, Tiffany Hwang... Eu quero você. 

 

“TaeYeon” subiu em cima da garota, prendendo-a naquela posição no estofado. Tiffany não imaginava que aquele sonho, sim era um sonho, pudesse ser tão forte. Pesava sentada em seu ventre, que se contorcia incessantemente. Ela pensava numa ótima forma de escapar dali, de acordar, mas antes de poder raciocinar mais um pouco sobre a solução, a menina a beijou. No início o seu susto fora tão grande que não conseguiu mover um músculo sequer, estática, era como se encontrava. Sua força começou a ser puxada para fora, pela boca. O incubo disfarçado de TaeYeon aproveitava-se também do corpo dela. 
 

 

- Eu tentei avisar, mas uma ruiva teimosa não quis me ouvir... – O tom cansado na voz feminina rugiu em desconforto. Tiffany estava desacordada ao que parecia há bastante tempo. – Pode sair do corpo dela, seu imbecil. Já pegou o que queria por hoje, agora se manda! 

 

Uma mancha de sangue sujava o interior das pernas de Tiffany, o jeans completamente sujo e um pouco rasgado, dizia que o estupro não fora apenas em sonho. O incubo havia se aproveitado realmente do corpo da garota e isso enfureceu TaeYeon drasticamente. Ela era tão teimosa e havia encontrado uma pessoa de teimosia igual, se não maior. Realmente, a ruiva precisava de um bom sermão. 

TaeYeon sacolejou o corpo aparentemente morto da outra, sem cor, a força vital havia sido roubada quase por completo. Se já não tivesse visto o estrago ser curado antes numa das salas do departamento, no momento estaria horrorizada. Tiffany estava muito fraca e não tinha outra alternativa se não levá-la até a sua casa, levá-la para BoA. A contra gosto, mas precisava salvar a menina, certo? Nesse momento uma névoa escura sumiu cortando o ar, era o canalha do “sobrinho do velho”. A expressão dela murchou como uma flor no meio da geada, era hora de seus poderes entrarem novamente em ação. 

 

Seoul precisava de uma noite fria, disso ninguém poderia discordar.

 



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