História Eternal Love - Capítulo 11


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Categorias Magcon
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Palavras 1.559
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Travel. - Part I.


Thomas me encarava descaradamente enquanto almoçávamos. Ele havia me deixado faltar por motivos que nem eu mesma sabia. Hoje segunda - feira parecia ter sido um dia bom para não ter faltado, principalmente recebendo os olhares de Thomas a todo momento.

— Porque está me encarando tanto? — Perguntei remexendo a colher em meu almoço.

— O que aconteceu na festa? — Ele perguntou sério.

— Como assim? — Perguntei confusa.

— Você chegou com a maior cara de derrotada, mas também não parava de sorrir. Quero saber o que aconteceu.— Contei a Thomas tudo o o que havia acontecido, desde o descobrimento da aposta até a perda da minha virgindade com Nate, ele pareceu pensativo. — Bom, pelo menos foi com o Nate e não com um dos idiotas do Sammy e Gilinsky.

— Você não está bravo? — Perguntei.

— Sim, vou dar uma surra no Nate quando eu ver - lo. Mas fico feliz que tenha achado alguém menos idiota, sabe? Em toda sua vida, você vai encontrar caras idiotas, mas Nate parece ser legal. — Sorri para Thomas e ele se levantou para lavar a louça. Poucos segundos depois meu telefone tocou, avisando com seu conhecido toque que alguém estava me ligando.

— Alô?

— Oi Amanda, aqui e a Lydia. Você precisa vir a escola imediatamente! Uma coisa ruim aconteceu.

— Conte - me logo o que aconteceu Lydia, dependendo do seu drama, não deve ter sido tão ruim assim.

— Hoje nós tivemos aula de teatro e o professor anunciou que encenaríamos uma peça que e Romeu e Julieta. É obvio que ninguém que queria encenar, então como sempre Sammy debochou da peça e o professor ficou aborrecido com isso e escolheu ele para ser o Romeu, e como nenhuma menina queria ser a Julieta, ele escolheu você, só porque você faltou. — Minha respiração parecia ter ficado presa em minha garganta, eu iria ser Julieta? E Sammy seria Romeu? Oh meu Deus, isso não vai dar certo.

— Mas, e só eu recusar, não é?

— Infelizmente não, o professor disse que essa peça valeria a nota do ano inteiro, se formos bem, todos passamos, se não formos, somos reprovados. Você precisa vir a escola agora, o ensaio começa daqui a pouco.

— E se eu não for?

— Então, prepare -se para repetir o terceiro ano.

Sammy Wilk POV'S

Amanda já havia chegado e lido suas falas com Lydia. Com certeza ela não estava gostando nada da ideia, mas ela e muito dedicada aos estudos para desistir dos pontos só porque iria contracenar comigo. Ela quer muito ser estilista, ela não deixaria essa oportunidade passa por minha causa. O professor parecia animado com a peça, mas estava furioso conosco por não termos gostado da ideia. Os alunos que participariam da peça já estavam ensaiando em lugares distantes. Assim que o professor terminou de falar com alguém em seu telefone ele puxou Amanda para perto de mim.

— Meu Romeu, e minha Julieta. — Ele disse sorrindo. — Todos estão dispensados, ensaiaremos amanhã no mesmo horário, não aceito atrasos. — Ele gritou para os outros alunos que deram glórias a Deus. — Quero focar - me em vocês dois agora. Vamos começar com a cena dois, aonde Romeu e Julieta estão no Jardim dos Capuletos.

Meio envergonhado me virei para Amanda, ela parecia estar envergonhada também e pela posição de seu corpo ela não parecia nem um pouco à vontade com a situação, o professor disse que iria inovar em algumas partes, fazer com que a peça ficasse mais "jovem". O professor me cutucou para que eu começasse.

— Que silêncio... Que luz brilha através daquela janela? Surge claro sol, e mata de inveja a lua, vento que tu, tua serva, és mais linda que ela!

— Ai de mim Romeu!

— Oh, fala outra vez anjo de luz, pois é assim que te vejo. És o mensageiro alado do céu. — Confesso que eu estava querendo me jogar de um local bem alto no momento.

— Oh, Romeu, Romeu! Por que tu és, Romeu? Nega teu pai, rejeita teu nome por mim. Ou então jura teu amor por mim que não serei mais uma Capuleto.

— Continuarei a ouvi-la ou falo com ela agora?

— Somente teu nome é meu inimigo. Como desejo que tivesses outro nome. Renega teu nome odiado que não faz parte de ti, e me terás inteira

— Então me chama somente de amor e serei de novo batizado.

— Conheço o som desta voz! Não és Romeu? Não és um Montechio?

— Nem um, nem outro, se os dois te desagradam.

 — És louco! Como chegaste aqui? Corres perigo. Se algum de meus parentes lhe encontrar aqui, seria a morte.

 — Ah, mais perigos há em teus olhos que em vinte espadas.

 — Por coisa alguma desejo que te vejam aqui Romeu.

 — Basta me olhar com tua doçura que estarei protegido de tanto ódio.

Amanda, assim como eu estávamos desconfortáveis com a situação, mas parecíamos realmente ter entrado no papel.

— Ok, já basta. Vocês até que estão bons, pulem para a primeira cena agora, quero testar uma coisa. — O professor disse interrompendo Amanda de falar sua próxima fala. Suspirei impaciente e folhei as folhas para achar a primeira cena.

— Posso ter a honra? Se profano for tocar este santo relicário. Espero que com meus lábios possa suavizar este rude contato com um terno beijo.

 — As santas têm mãos que são tocadas pelos peregrinos...

 — Não tem lábios as santas?

 — Sim, lábios que devem usar na oração.

 — Então santa adorada, deixar que os lábios façam o que as mãos fazem.

 — As santas são imóveis mesmo quando atendem as orações.

 — Então não te movas enquanto recolho o fruto de minhas preces. Assim mediante vossos lábios ficam os meus livres de pecados.

 — E assim passaria para os meus o que vossos lábios contraíram.

 — Pecado do meus lábios? Então devolvei-me meu pecado.

— Pare. — O professor disse. — Essa parte está perfeita, mas vocês poderiam se beijar, essa parte dos pecados do meus lábios e simplesmente a minha favorita. Então, parte do beijo, o que acham?

— Acho que devíamos seguir o roteiro, assim como a história aconteceu. — Amanda disse.

— Eu concordo com ela. — Eu disse, eu não me importaria de beijar Amanda, já estava querendo isso a um bom tempo, mas depois de sábado não acho que ela queria me ver tão cedo, quanto mais beijar.

— Não, eu quero a cena do beijo! — O professor disse com a voz de uma criança mimada. — Façam ela agora!

— Mas ...

— Sem " mas" senhorita Campbell, cena do beijo, agora. — O professor disse grosso. — Ação!

— As santas são imóveis mesmo quando atendem as orações.

 — Então não te movas enquanto recolho o fruto de minhas preces. Assim mediante vossos lábios ficam os meus livres de pecados.

 — E assim passaria para os meus o que vossos lábios contraíram.

 — Pecado do meus lábios? Então devolvei-me meu pecado.

Aproximei - de Amanda e sua respiração pareceu ficar descompassada, posicionei minhas mãos em sua cintura e a puxei para perto de mim, meu olhar se encontro ao seu e seus olhos me transmitiam confusão. Nossas testas se colaram e eu rocei meus lábios aos seus e dei um selinho em seus lábios, logo começando um beijo lento. Os braços de Amanda envolveram meu pescoço e o arranhou de leve, senti os pelos de minha nuca eriçarem. Aprofundei o beijo e puxei mais seu corpo contra o meu, assim que meus lábios encostaram seu pescoço a voz do professor soou, fazendo com que nós nos afastássemos.

— A parte do beijo ficou bom, eu vou decidir se irei colocar na peça ou não. Bom vocês estão dispensados, mas eu tenho uma notícia antes. Vocês terão que buscar as roupas para a peça. A pessoa que irá emprestar mora em Cape Hatteras no Outer Banks da Carolina do Norte. Bom, a escola não tem como bancar a viagem, mas ela pode bancar a gasolina e como sabemos que Sammy tem uma moto, vocês podem ir lá buscar as roupas!

— E porque nós? — Amanda perguntou.

— Porque vocês querem pontos, e não querem reprovar. Eu tomei a liberdade de falar com seus pais Sammy, e com seu irmão Amanda. Desde que vocês não façam nada de errado e dirijam com cuidado, está tudo bem!

— E porque precisamos ir juntos? Não vejo a necessidade disso! — Amanda disse novamente.

— Porque ambos precisam experimentar as roupas, mais algum motivo? — O professor disse grosso novamente.

— Não. — Amanda disse se encolhendo. Me senti mal por ela e peguei sua mão junto a minha, as entrelaçando. Ela me olhou assustada e seu olhar parecia que pedia silenciosamente para que eu me afastasse.  Ela estava brava comigo, mas por mais que ela não quisesse, ela ainda gostava de mim.

Fui para fora da escola e montei em minha moto, Amanda estava na calçada ligando para Thomas. Estacionei minha moto a sua frente e ela revirou os olhos.

— O que você quer, Sammy? — Ela perguntou.

— Eu falei com o professor antes e ele disse que seremos dispensados da escola para podermos buscar as roupas, eu te pego amanhã na sua casa ou você prefere algum outro lugar?

— Na minha casa.

— Você aceita uma carona? — Perguntei me encolhendo, já sabia que eu levar um sermão.

— Claro que não. — Ela disse ríspida. — Quer dizer, não precisa, Thomas está vindo me buscar.

— Ah sim, eu já vou então. Te vejo amanhã.

— Até amanhã, Sammy.

Dei partida em minha moto e dirigi para minha casa, não sabia o porquê mais eu estava realmente ansioso para essa viagem.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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