História Eternal Love - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
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Palavras 2.164
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Travel. Part II.


O relógio marcava sete horas da noite. Eu cozinhava macarrão em uma panela para fazer uma boa macarronada. Nate, Lydia e Johnson jantariam hoje aqui em casa. Thomas só fazia me atrapalhar.

— Thomas, eu queria ...

— Falou certo, 'queria'.

— Você não vai me ajudar? — Eu disse terminando de fazer o macarrão, não sabia porque havia falado aquilo, o macarrão já estava praticamente pronto.

— Vou pôr a mesa. — Ele disse por fim.

Coloquei a macarronada em uma bacia e junto coloquei uma colher em cima da mesma para que as pessoas se servissem. A campainha tocou e Thomas fez cara feia.

— Comporte - se! — Ditei.

— Não prometo nada. — Ele disse dando de ombros, revirei os olhos e atendi a porta. Nate, Lydia e Johnson estavam ali. Cumprimentei Johnson e Lydia animadamente e me dirigi para Nate, ele me abraçou com força e depositou um beijo em minha cabeça e outro em meus lábios.

— É lindo. — Ele disse sorrindo.

— O que e lindo? — Perguntei sorrindo confusa.

— O jeito que você sorri com os olhos. — Nate disse sorrindo. Meu sorriso aumentou mais ainda, puxei seu rosto de encontro ao meu e selei nossos lábios.

— Boa noite a todos vocês. — Thomas exclamou ao nosso lado, lançando um olhar que eu devia me separar de Nate.

— Boa noite, Thomas. — Nate disse cumprimentando Thomas. Ele sorriu sem mostrar os dentes e apertou a mão de Nate.

— Amanda, eu já coloquei a mesa, se vocês já quiserem...

— Sim, vamos comer. Eu estou morta de fome.

— Você não cansa de comer? — Thomas indagou.

— Eu não como correndo. — Ditei, Thomas revirou seus olhos. Sentamos todos a mesa e Thomas orou a Deus, agradecendo a ele por tudo o que ele tem feito, assim que ele terminou cada um se serviu.

— Sabe, nunca pensei que minha irmã traria um garoto pra casa, sempre pensei que mataria primeiro. — Thomas disse enrolando o macarrão em seu garfo enquanto encarava Nate que sorriu apavorado.

— Thomas! — Exclamei o repreendendo.

— Que? Eu estou brincando. Sempre quis falar isso! — Ele disse sorridente.

— Tapado. — Resmunguei, Thomas riu nasalmente e uma almondega voo em meu rosto. — Thomas. — Gritei.

— Você não tava com fome? Apenas te taquei uma almondega, a culpa não é minha se você não conseguiu pega - lá. — Thomas disse, Lydia e os meninos riam de mim.

— Deixa que eu limpo. — Nate disse pegando um guardanapo e limpando a marca de almondega no meio do meu rosto.

— Eu achei que você ficou melhor com a marca da almondega. — Johnson brincou, Lydia deu tapa em seu ombro e ambos riram.

— O seu rosto estava uma delícia. — Thomas completou e todos riram, confesso que não consegui segurar minha risada e ri junto a eles. Jogamos mais conversa fora e enfim Thomas levantou e levou as coisas que havíamos usado para a lava - louça. Puxei Nate para sentarmos em um sofá, e Lydia e Johnson se sentaram em outro.

— Nem acredito que você terá que viajar com o Sammy. — Nate disse parecendo irritado.

— Nem eu, confesso que eu quero estrangular aquele professor. — Disse sem ânimo.

— Entra na fila! — Nate disse me abraçando, deitamos no sofá ele me aconchegou em seu corpo, e assim ficamos aninhados no sofá.

— Se ele tentar alguma coisa, você me liga na hora que eu vou que nem um raio e bato nele. — Nate sussurrou em meu ouvido.

— Ok, você vai virar quem? O Batman? — Disse gargalhando.

— Não, o Flash. — Ele disse sussurrando novamente, meu corpo se arrepiou com seu hálito quente em contato com a minha pele, que estava gelada devido ao frio. — Eu vou te colocar em meus braços — ele disse trilhando uma linha de beijos por meu pescoço, e brincando com seus dedos em minha vagina por conta de eu estar apenas de vestido. — Irei te levar para um lugar bem longe. — Nate afastou minha calcinha com seus dedos e dirigiu dois de seus dedos e o percorreu pela região, fazendo insinuações com seus dedos de penetração Tapei minha boca forte com minha mão evitando que um gemido escapasse. — É irei te foder a noite inteira.

Meu corpo entrou em colapso, Nate lentamente foi penetrando seus dedos em mim e o próprio tapou minha boca impedindo que um gemido escapasse. Ele movimentou seus dedos lentamente em minha vagina e rapidamente introduziu outro, o que quase me fez pular no sofá.

— Nate. — Sussurrei segurando um gemido.

— Não gema. — Ele ditou. Nate iniciou suas penetrações lenta com seus dedos e meu corpo entrou em colapso total, mordi meus lábios evitando meus gemidos.

— Vamos assistir um filme? — A voz de Thomas soou próxima, Nate tirou seus dedos de minha vagina rapidamente e eu forcei um sorriso assentindo. — Eu escolho!

                                                        (...)

— Vou sentir sua falta. — Nate disse me abraçando enquanto nos despedíamos.

— Eu te amo, Lydia. — Johnson exclamou.

— Como você sabe o que é amor? — Lydia perguntou sorrindo.

— Porque penso em ti e não posso respirar. — Ele disse fazendo uma careta.

— Isso é asma, Johnson. — Lydia disse gargalhando.

— Bom, então... Te asmo. — Johnson disse sorridente. Nate riu abafado em meu pescoço e me apertou mais contra seu corpo.

Me despedi de Johnson e Lydia, ambos pareciam felizes como estavam, o namoro ainda não era oficial, mas desse jeito acho que não irá demorar muito. As marcas no pescoço de Johnson e nos seios de Lydia são uma prova também. Não me pergunte como eu vi as marcas roxeadas no seio de Lydia, eles simplesmente estavam muito visíveis.

— Eu não quero ir. — Disse abraçando Nate novamente.

— Eu não quero que você vá. — Ele completou.

— Você ainda vai me raptar, e me levar para aquele lugar longe? — Perguntei beijando seu pescoço, sua pele se arrepiou.

— Talvez... — Sua voz soou rouca em meu ouvido, ri de sua expressão e direcionei uma de minhas mãos para seu membro por cima de sua calça, eu abri seu zíper e os botões. Tateei seu membro e Nate gemeu em meu ouvido.

— Só um talvez, Nate? — Perguntei arranhando seu membro lentamente e apertei seu pênis de leve, Nate sorriu e mordeu meu pescoço com força reprimindo um gemido.

— Amanda. — Ele gemeu rouco, enquanto eu fazia menções de estimula - ló. — Amanda?

— O que? — Perguntei sorrindo para ele que agora olhava diretamente para os meus olhos.

— Eu vou te fuder, inteira.

                                                            (...)

Minha mala já estava pronta, meu coração faltou saltar por minha boca quando procurei a distância de Omaha para Outer Banks. Eram mil, quatrocentos e sessenta e um, milhas. Traduzindo, eram dois mil, e trezentos e cinquenta um, quilômetros. Vinte e duas horas de viagem. Vinte e duas horas colada a Sammy Wilkinson.

Eu já havia me despedido de todos na noite anterior, já que Thomas teria aula na faculdade, e Nate, Johnson e Lydia teriam aula em nossa escola.

A buzina da moto de Sammy soou alto do lado de fora e meu coração bateu mais forte. Peguei minha mala, coloquei em minhas mãos e sai de casa fechando a mesma.

— Bom dia, Amanda. — Sammy disse sorrindo.

— Oi. — Retruquei.

— Nossa, que oi sem emoção. — Ele disse pegando minha mala e abrindo o estofado da moto, havia um buraco ali, tipo um mini porta - malas. Sammy enfiou minha mala ali e fechou o estofado com força.

— Oi com emoção. — Disse debochada, ele revirou seus olhos.

— Vamos, são vinte e duas horas de viagem, temos que chegar a um hotel até a noite. — Sammy disse desanimado. — Prevejo muitos energéticos no caminho. — Sentei - me na moto de Sammy e hesitei em abraçar sua cintura, mas o fiz. — Amanda, me abrace com mais força, ou você irá cair. — Entrelacei minhas mãos com cuidado na frente de seu corpo. Meu corpo em contato com o seu fazia com que eu sentisse pequenas correntes de choque por meu corpo.

                                                          (...)

Cinco horas. Cinco horas que estávamos viajando. O clima estava fechado e a chuva já se preparava para cair. Sammy e eu havíamos passado em um posto e comprado comida para passarmos a noite. Pelo visto a viagem demoraria mais que o esperado. Sammy havia achado um hotel de estrada para ficarmos, mas tínhamos um problema. Todos os viajantes queriam fugir da tempestade também, ou seja um quarto, uma cama.

Sammy tomou seu banho primeiro no banheiro que havia ali, logo após ele, eu entrei e iniciei meu banho. Com o clima frio a água quente estava bem agradável, decidi não lavar o cabelo por conta do frio. Terminei meu banho e coloquei uma roupa de frio confortável, olhei - me no espelho e eu estava fofa demais para o meu gosto.

Sai do banheiro e encontrei a cama pronta e arrumada, a mesa estava posta e Sammy estava sentado esperando por mim. Assim que nossos olhares se encontraram, ele sorriu. Desviei meu olhar e sentei - me na cadeira ao seu lado. Comi silenciosamente e Sammy e eu não trocamos uma palavra. Ele parecia incomodado com isso, com todo o silêncio. Terminamos de comer e como já estava tarde decidimos que era hora de descansar. Tirei a mesa e arrumei tudo novamente.

Me deitei na cama e cobri meu corpo, tentando esquenta - ló, meu corpo parecia gelo de tão gelado que estava, eu tinha um certo problema em me aquecer. Assustei - me quando Sammy atravessou o quarto com um fino cobertor cedido pelo hotel e deitou na poltrona que havia ali.  Que era minúscula e dura como pedra.

— Sammy? O que você está fazendo? — Perguntei confusa.

— Tentando dormi. — Ele respondeu cansado, eu ainda me perguntava como ele estava em pé, pois eu estava só a capa do Batman. — Boa noite.

— Porque você não dorme aqui na cama? — Perguntei.

— Amanda, eu sei que você não me quer por perto, eu sei que você está brava e magoada comigo. E sei como e gostar de alguém, você quer perdoa - lá, pois você quer essa pessoa perto de você. E eu não mereço que você me perdoe, eu mereço uma punição.  — Sammy disse sério. Meus olhos se arregalaram, confesso que me assustei com sua resposta.

— Mas, se você dormir nessa poltrona, você vai acordar com muita dor amanhã, possivelmente bem aguda nas costas, e talvez nem consiga dormir.

— Acho que e melhor para nós dois, que eu fique aqui. — Sammy insistiu.

As horas passaram e meu olhar nem sequer havia pesado, a tempestade do outro lado da janela me fazia querer chorar de medo e eu não conseguia me aquecer de nenhum jeito. Sentei - me sobre a cama e encarei Sammy deitado sobre a poltrona. Ele estava em uma posição que o traria dor até em lugares que ele nem sabe que existe quando acordasse, mordi meus lábios e considerei a alternativa de pedir que ele dormisse comigo. Iria aquecer ambos por causa do calor humano, eu me sentiria protegida da tempestade e ele não ficaria com dor para a viagem de manhã. Mas tinha um porem. Eu estava brava com ele. Quem sabe se eu ficasse chata pra caramba amanhã, talvez compense a bondade desta noite.

— Sammy? — Disse baixo ainda tomando coragem. — Sammy? — Disse mais alto.

— O que foi Amanda? — Ele resmungou sem se mexer.

— Dorme comigo! — Disse tímida.

— Amanda, nós já conversamos sobre isso, você ...

— Por favor. — Pedi, um raio iluminou o quarto e o barulho estrondoso fez eu me encolher na cama. Sammy levantou seu olhar e pareceu perceber que eu estava com medo da tempestade, ele se levantou e deitou ao meu lado. Sammy puxou meu corpo e encaixou sua cabeça em meu pescoço e seu braço enlaçou minha cintura. Seu corpo quente em contato com o meu frio, fez com que eu levasse pequenos choques por todo meu corpo.

— Você está gelada. — Sammy disse.

— Eu sei, não consigo me aquecer. — Disse fraco, ele pegou uma de suas mãos e a entrelaço a sua. Tentei tirar a minha mão, mas meu braço parecia não ter força.

— Amanhã você voltará a ficar brava comigo, não é? — Sammy sussurrou. Eu assenti. Senti seus lábios em meu pescoço e tentei me afastar, mas ele me segurou.

— O que você está fazendo? — Perguntei enquanto seus beijos desciam até meu ombro e sua mão se dirigia ao meu peito.

— Esquentando você. — Ele disse por fim, Sammy virou - me e prendeu minhas mãos acima de minha cabeça. Seus beijos desceram até meus seios e eu arfei, ele subiu sobre mim e abaixou a barra de minha calça, assim logo em seguida deslizando até o meio de minhas coxas. Sammy apertou minha bunda com força e depositou mais um beijo sobre minha calcinha.

— Pare com isso. — Implorei. — Por favor.

Sammy subiu minha calça e se deitou ao meu lado novamente.

— Eu juro que nunca mais fico em uma mesma cama que você. — Resmunguei.

— Se você ficar que nem uma tábua e continuar reclamando, não vai conseguir dormir e vai parecer um zumbi amanhã. — Sammy retrucou. Revirei os olhos.

Sua respiração batia em minha nuca, minhas costas escoradas em seu peitoral, o seu perfume parecia estar por todo o ambiente. Me confortei em seus braços e assim adormeci.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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