História Eternal Love - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
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Palavras 1.291
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Overnight.


— Pobre, Amanda. — Sua voz soou vitoriosa. — Eu me esqueci.

Me assustei, confesso que me senti humilhada. Estava a ponto de bater em sua cara quando pensei melhor. Não se deixe abalar, Amanda. Revide.

— Porque você esqueceu, Sammy? — Perguntei melancólica, ele sorriu. — Não aguentou a dor de ficar sem mim? Pobre Sammy — Disse sorrindo sínica, seus olhos se arregalaram. — Sabe, ainda bem que eu amadureci, pelo menos agora eu fico com homens que lembram das marcas que eu deixei no corpo deles. — Disse sorrindo e me levantei. Conhecendo Sammy, pensei que ele iria explodir, mas ele me surpreendeu. Sammy puxou-me pelo braço e girou meu corpo fazendo com que minhas costas batessem na fria parede, ele colou seu corpo ao meu, seus braços bloquearam meu corpo e seu rosto estava perigosamente próximo ao meu.

— Você acha que eu me esqueci, Amanda? — Ele disse aproximando seus lábios do meu. — Você acha que eu me esqueci do que o meu toque provocava em você, de como seu corpo fervia em minhas mãos, de como você gemia e arfava roucamente em meu ouvido. — Ele riu baixo. — Ou de como você se encolhia na cama assustada com os raios das tempestades, de como você se envergonhava quando ria alto, ou de como você caia e começava a rir da própria desgraça. Eu realmente não me lembro do frio da barriga que eu tinha quando você sorria lindamente, de como você revirava os olhos quando eu falava alguma besteira. Não lembro das madrugadas que passei em claro pensando no seu sorriso, na sua voz ou se você estava bem. — Eu realmente não me lembro de nada disso. — Ele disse irônico. — Talvez...

— Sammy...

— Talvez você esteja certa. Talvez você deva ficar com os homens que você faz marcas no corpo, do que com os que a possuem em seu coração.

                                                                                          (...)

Jackson dormia sereno ao meu lado.  Eu havia assinado o contrato, finalmente estava legalmente contratada. Com isso, tive que cumprir a aposta.

Me arrumei, tomei café da manhã e fui para o estúdio. Provavelmente não veria Jackson por um bom tempo e isso com certeza me deixava feliz.

Entrei em meu carro e dirigi para o estúdio. Pensei em Sammy, do que ele me disse. Ele não havia se esquecido do que tivemos, ele se lembrava. Isso de certa forma me deixou feliz, mas a frase seguinte, praticamente me jogou de um penhasco.  Três dias se passaram desde a minha conversa com Sammy. Ele me evitava de qualquer jeito, arrumava compromissos e saia do mesmo ambiente a qual eu estava. Droga, eu estraguei tudo.

Adentrei o estúdio e me dirigi a sala que pertencia aos meninos, me assustei ao perceber que apenas Gilinsky estava ali.

— Onde está todo mundo? — Perguntei assustada.

— Madison foi a um ensaio de fotos, Johnson e Lydia sumiram, Nate e Emma estão transando em algum lugar e Sammy saiu e não disse para aonde ia. — Gilinsky disse. Me sentei no sofá em que ele estava, me afastei e fiquei na ponta, ele estava na outra ponta.

— Entendi. — Disse.

— Ei, porque está tão longe? — Ele disse animado se sentando ao meu lado. — Não vou te morder. — Ele disse e rimos. — A proposito nem te cumprimentei direito quando você chegou, me desculpe por isso. — Ele falou.

— Tudo bem. Mas então, você e Madison estão namorando?

— Sim. — Ele disse. — Gosto dela, mas não consigo amá-la. Acho que meu coração ainda está ocupado por outra garota. Não é o mesmo sentimento, sabe?

— Você gostou de outra garota? — Gargalhei, ele assentiu. — Quem era?

— Eu gostei dela a muito tempo. — Ele sorriu. — Uma garota que prometi a mim mesmo e a ela, que sempre a manteria em meu coração. — Meu pulmão falhou, minhas mãos começaram a tremer e minha garganta secou.

— Ela está te atrapalhando a ser feliz? — Perguntei.

— Não, mas eu estaria feliz se ela fosse minha. Não devia ter deixado ela para trás. — Ele murmurou.

— Jack...

— A sensação de ter você de volta e tão agonizante. Você está perto, mas parece inalcançável. — Ele disse e foi como se eu alguém socasse minha barriga. — Imagino se você cumpriu sua promessa.

— De não te esquecer, de sempre te manter em meu coração? Acredite em mim, eu tentei quebrá-la, mas sem sucesso. — Falei e ambos rimos. Ouvi um latido do outro lado da sala e me assustei. — O que e isso?

— Meu novo cachorro. — Ele disse se levantando, Gilinsky foi para perto do tal cachorro e tirou um filhote de lulu da pomerânia de uma casinha de viagem par cachorros. — Seu nome e Bob.

— Que fofo. — Falei enquanto Jack o colocava em meu colo, Bob pulou em mim e tentou lamber meu nariz, suas unhas prenderam em minha blusa na região de meus seios e eu tentei tirar enquanto tentava para de rir da pequena bolinha de pelo.

— Deixa eu ajudar. — Gilinsky disse rindo, o cachorro rosnou para ele. — Ele não gosta de mim. — Ele gargalhou.

— Eu percebi. — Disse tirando as unhas de Bob da minha blusa e deixando ele deitado no meu colo.

Virei meu rosto para Gilinsky novamente e só então percebi o quão próximo estávamos, nossos olhares se encontraram e eu mordi meu lábio, Gilinsky fitou maliciosamente minha boca e eu a sua. Ele se aproximou mais de mim. Estávamos preste a selar nossos lábios quando Bob pulou em Gilinsky e tentou lamber seu nariz.

— Bob. — Gilinsky protestou.

— Jack? — A voz de Madison ecoou preocupada no corredor. Gilinsky me encarou e correu para fora, peguei Bob que se espreguiçava por todo o lado do sofá.

— Amanda — Gilinsky disse aparecendo ofegante na porta. — Lydia e Johnson estão no hospital.

                                                                                   (...)

Cheguei ao hospital e Johnson e Lydia já estavam do lado de fora do hospital chorando alegres. Fiquei confusa. Peguei Bob em meus braços e corremos para perto deles.

— O que aconteceu? — Perguntei preocupada.

— Eu estou grávida. Vamos ter um bebe. — Lydia chorou e me abraçou, Bob latiu.

— Meu Deus, Lydia. Nós vamos ter um mini Johnson ou uma mini Lydia? — Perguntei animada, até eu estava chorando.

— Não, você não vai ter nada, eu e o Johnson que vamos ter. — Ela disse animada e dando pulinhos de alegria. Os Jacks se abraçavam e choravam, assim que Gilinsky foi parabenizar Lydia, eu abracei Johnson.

— Eu vou ser pai, Amanda. — Ele disse chorando feliz. — Eu vou ser papai.

— Parabéns Johnson, estou tão orgulhosa de você. — Disse e ele me abraçou mais forte.

— Temos que comemorar. — Madison disse animada.

— Vamos para nossa casa, chamaremos os meninos e iremos fazer uma confraternização. — Johnson disse animado. Todos concordaram.

                                                                                      (...)

Estávamos na confraternização, surgiram amigo dos meninos das profundezas. Confesso que para mim a confraternização estava chata, todos riam e se socializavam, eu estava apenas largada em um canto brincando com Bob.

— Quer ir arrumar a roupa dos meninos comigo? — Perguntei para Bob, ele latiu e pós a língua para fora. Entendi como um sim. Peguei Bob e subimos as escadas, entrei no quarto onde todas as roupas dos meninos ficaram e comecei a fazer os conjuntos. Bob corria que nem um louco pela sala, ele se enfiava nas roupas e sai delas parecendo o super-homem, parecia estar confiante de si.

Ouvi o barulho da porta fechando e me assustei.

 — Tem alguém aí? — Perguntei.

Meu corpo foi arremessado contra a parede, braços bloqueavam meu corpo. Olhei em seus olhos e meu coração disparou, um desejo selvagem estava ali. Sua respiração estava falha e ele estava sem camisa. Minhas pernas bambearam ao suas mãos passarem por minha cintura e apertarem minha bunda com força, assim ele colou ainda mais nossos corpos.

— Oi — Ele falou sorrindo malicioso enquanto encarava minha boca intensamente.

— O que você está fazendo, Sammy?

— Se você fica com um homem que você deixa marcas, então por essa noite, eu serei esse homem.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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Writing my own love story: https://spiritfanfics.com/historia/writing-my-own-love-story-6679865 ;
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