História Eternal Love - Capítulo 20


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Categorias Magcon
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Palavras 1.510
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Be mine again.


— Nós. — Ela disse apontando para todos e para mim. — Entraremos em turnê amanhã. Prepare-se.

Uma semana depois.

Última chamada para o voo 149 com destino a Los Angeles.

Entrei no avião, soquei minhas pequenas malas no compartimento de cima e me sentei na poltrona que dava para a janela. Apertei minhas mãos contra os braços da mesma, tentando uma tentativa falha de fazer com que minhas mãos parassem de tremer.

— Medo de avião? — Gilinsky apareceu sorridente ao meu lado, ele estava abatido. Forcei um sorriso e ele se sentou. — Não tenha medo, se cair, morreremos na hora. Você não irá sentir dor.

— Seu argumento é incentivador. Obrigada. — Sorri e cravei minhas unhas na cadeira, quando sem que eu percebesse o avião começou a se mexer. Todos os passageiros já estavam sentados em suas respectivas cadeiras, e as aeromoças estavam em seus postos.

— A subida é a pior. — Gilinsky disse sorrindo enquanto me encarava ter um surto de pânico, cravei mais minhas unhas na poltrona. — Não vandalize a cadeira. — Ele ditou.

— Vai se....

— Olha a boca, mocinha. — Gilinsky disse dando um tapa de leve no meu ombro, ele arrancou uma de minhas mãos que estava cravada na poltrona e a entrelaçou a sua. — Está tudo bem, estou aqui com você. Sei como e se sentir assustado.

— Obrigada. — Sussurrei ainda amedrontada.

— Apenas feche seus olhos e concentre-se em minha voz. — Ele sussurrou rouco em meu ouvido. Meu corpo estremeceu, fechei meus olhos e tentei relaxar na cadeira. — When I'm with you girl I swear I don't need anything. Anything, oh no, no no (yeah) When you chill on the couch .Ain't gotta go out that's fine with me. Yeah, said that's fine with me (yeah) You popped in a movie, that didn't fool me (no) We both know why you're here .Bad intentions in the air. So just breathe (just breathe). — Ele cantou em meu ouvido. O mundo pareceu para ao nosso redor, os sons das outras coisas eram abafados, apenas a voz dele soava perfeitamente rouca em meus ouvidos. O avião subiu e eu apertei mais sua mão, ele riu em meu ouvido e então voltou a cantar. — Never thought I'd find this woman. But here you are in front of me. So I think we should get a move on. Got no time to waste so let's cut to chase. She plays the type of games. That make me want. My cheat codes (cheat codes)

O avião já havia pegado voo, abri meus olhos lentamente e encontrei os dele. Um sorriso resplandecia em seu rosto, por um momento me perdi nele, como se algo estivesse me hipnotizando, me obriguei a subir meu olhar para seus olhos novamente. Borboletas pareciam estar voando em meu estomago.

— Obrigada, de novo. — Disse sem querer soltar sua mão, mas ele as desvencilhou.

— Tudo bem, sempre que precisar estarei aqui. — Ele respondeu.

— Posso te fazer uma pergunta?

— Já está fazendo. — Ele disse sorrindo. Droga, como odeio aquele sorriso. — Mas, sim, pode.

— Porque está tão abatido? — Perguntei, ele pareceu ter pego de surpresa.

— Eu... Eu estou tendo muitos pesadelos. — Ele disse com a voz baixa.

— Pesadelos? — Perguntei, ele assentiu. — Com vampiros, lobisomens, o homem da serra elétrica, coisas assim?

— Não. — Ele disse abafando uma risada. — Quem me dera se fossem pesadelos assim.

— Você está tendo pesadelos com o que? — Perguntei curiosa, ele pareceu ter ficado desconfortável com a situação, seus olhos piscaram várias vezes e sua feição era de completo confusão.

— Tenho tidos pesadelos com você. — Ele disse baixo, seu olhar se desviou do meu e ele encarava seus pés nervoso.

— Comigo? Eu te machuco por acaso?

— Sim. — Ele disse em um fio de voz. — Muito.

— O que acontece no pesadelo?

— Ele acontece no dia em que eu vou embora, você começa a gritar chorando que eu sou um monstro por estar deixando você, e... — Ele fungou e passou as palmas de suas mãos evitando o choro. — Você começa a gritar comigo e me diz palavras horríveis, e uma sensação horrível, eu não consigo acordar. Você se mata na minha frente e grita que é tudo culpa minha, que eu forcei você a isso. Eu — ele já estava chorando. Jack parou de falar e fechou os olhos. Peguei sua mão e a entrelacei a minha, me aproximei dele e puxei seu queixo de forma que nossos rostos ficassem quase colados.

— Jack, abra seus olhos. — Demorou, mas ele abriu, nossos olhares se encontraram. — Você está me vendo aqui não está? — Perguntei, ele assentiu. — Pois bem, é apenas um pesadelo. Quando a tal " Amanda" começar a gritar com você em seu pesadelo, mande um belo de uma foda-se por mim, e ponha na sua cabeça que não é real. Eu voltei. Eu voltei para você.

— Você não voltou para mim. — Ele disse triste.

— Jack, eu...

— Você está tão distante. — Ele sussurrou fraco enquanto acariciava meu rosto com uma de suas mãos, ele colocou uma mecha de meu cabelo para trás e suspirou. — Eu queria que você ainda me amasse.

— Eu ainda o amo.

— Então ainda há esperança para nós?

— Talvez.

— Eu irei te reconquistar.

— Você não pode.

— Porque não? — Ele inquiriu confuso.

— Madison.

— Eu irei terminar com ela.

— Não, você irá quebrar o coração dela.

— Eu me arrisco a quebrar o coração de uma garota, para então reconquistar o coração da garota que tem o meu.

— Você não pode fazer isso, se o fizer nada te impedirá de ficarmos juntos, e eu não quero isso.

— Porque? Você disse que ainda me amava.

— Eu não te mereço.

— Eu sei que você transou com o Sammy. — Ele disse triste e meu coração se apertou.

— Como você sabe disso?

— Serio? Cair de uma escada? Que desculpa ridícula.

— Eu...

— Por favor, me dê uma chance. Me dê uma chance de te fazer minha.

— Você não precisa de nenhuma chance, Jack. Você já me tem.

— Não é o que parece. — Ele murmurou.

— Qual a prova que você precisa?

— Eu não quero uma prova. Eu quero uma chance, quero começar tudo direito, e não através de uma aposta.

— Eu não sei.

— Eu te dou até meia-noite.

                                                                            (...)

Gritos ecoavam de todos os lados do ambiente, Sammy e Nate já haviam se apresentando e os Jacks's cantavam sua última música. Meu tempo estava acabando, precisava falar com Sammy.

Antes que eu pudesse processar meu próximo ato, os seguranças me empurraram para o carro, afim de me levarem para o hotel.

Cinco horas depois.

Eu estava sozinha, todos haviam ido em uma festa. Eu não poderia ir, tenho que trabalhar. Já era madrugada quando terminei de arrumar a roupa dos meninos, peguei Bob em meu colo e o levei para sua casinha para que ele pudesse dormir. Fui para o meu quarto e apenas coloquei uma fina camisola rosa e me deitei. Já era madrugada quando despertei com o barulho de algo batendo contra minha parede. Acordei assustada e rapidamente me levantei colocando um roupão, me dirigi ao quarto a qual havia ouvido o barulho e quando ia abrir a porta o barulho soou novamente, fazendo-me recuar.

— Mais rápido, Sammy. Por favor. — Uma voz fina e rouca soou do outro lado da porta. Meu estomago se embrulhou.

Afastei os maus pensamentos e encarei o corredor. O quarto o qual eu acreditava ser o de Gilinsky estava com sua porta aberta, ouvi murmúrios vindo de lá e adentrei o quarto com cautela.

— Me perdoe, Amanda. Eu não queria ter te deixado, por favor não faça isso. — Ele murmurou melancólico, meu coração se apertou ao me lembrar de seu pesadelo.

Me aproximei de Gilinsky rapidamente e balancei seu corpo com força a fim de acordá-lo, sem muito sucesso dei um tapa forte em seu rosto e ele pulou na cama assustado.

— Me desculpe, você não queria acordar. — Murmurei.

— Obrigada. — Ele disse alisando seu rosto vermelho com a palma da mão.  — Eu acho. — Suas mãos tremiam e ele ainda estava assustado. Um raio iluminou o quarto e em seguida um barulho horripilante soou, tanto que eu me encolhi abraçando meu corpo. — Você tem medo da tempestade?

— Sim, muito. — Falei baixo e Gilinsky reprimiu uma risada.

— Então somos dois medrosos. — Ele disse e riu fraco. — Pode ir dormir, eu ficarei bem.

— Estou com medo. — Murmurei assustada.

— Eu também estou, não quero voltar para os pesadelos.

— Odeio sentir medo. — Falei enfurecida e outro raio veio em resposta, saltei na cama.

— Você quer dormir comigo? Não quero ficar sozinho. — Ele perguntou e eu assenti, era o que eu mais queria no momento.

— Obrigada, se você não me pedisse para dormir com você, provavelmente eu te arrastaria para a minha cama. — Ele forcou um sorriso e eu me deitei ao seu lado, ele se aninhou a mim e ficamos de conchinha.

— Não tenha medo, eu estou aqui. Irei te proteger. — Ele sussurrou em meu ouvido, deixei meu corpo tenso relaxar no colchão. Um sorriso involuntário surgiu em meus lábios quando ele disse que me protegeria.

— Jack. — O chamei mordendo o lábio pensando seriamente em minha próxima fala. Ela mudaria tudo.

— Hm...

— Eu te dou uma nova chance. Você pode me fazer sua, novamente.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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