História Eternal Love - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Danielle Campbell, Jack & Jack, Magcon, Sam "Wilk" Wilkinson
Visualizações 357
Palavras 1.099
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - I never lose.


Já havíamos chegado a local do abrigo. Os meninos faltaram sair correndo. Lydia não havia ido pois estava muito cansada. Johnson foi de cara fechada o caminho todo, mas quando um batalhão de meninas entre cinco e quatro anos correu para fora do lugar, um sorriso tão lindo resplandeceu no seu rosto, que duvidei se em alguma hora de sua vida ele havia parado de sorrir. As meninas gritaram felizes e pularam em cima dos meninos, os jogando no chão e subindo por cima deles.

— Minhas garotas. — Gilinsky disse abraçando um grupo de meninas que sorriam ao vê-lo.

— Tio Jack, você vai contar uma história para gente hoje? — Uma menina ruiva perguntou para Gilinsky.

— Vou contar a melhor história de todas. — Gilinsky respondeu animado.

— Mentira, eu que vou contar. — Nate protestou.

— Perdedores, eu sempre conto as melhores. — Johnson disse vitorioso.

— Caralho, pior que ele tem razão. — Gilinsky murmurou.

— Tio Jack! — A menina ruiva gritou o repreendendo.

— Que foi? — Ele perguntou inocente.

— Você falou uma palavra proibida, não pode falar palavras proibidas, por isso elas são proibidas. — A menina explicou.

— Desculpa. — Ele respondeu sorrindo.

— Já chegou levando rala. — Sammy cantarolou.

— Vai se fu...

— Tio Jack! — As meninas falaram em uníssono o repreendendo.

— Está bom, parei. — Gilinsky disse levantando suas mãos em sinal de rendição.

— Quem é você? — Uma menina morena disse ao me ver, assim atraindo o olhar de outras garotas.

— Eu sou....

— Você e namorada do Tio Jack?

— Não. — Disse rindo. — Eu sou....

— Namorada do Tio Sammy? — Ela inquiriu.

— Não, sou apenas amiga deles. — Consegui dizer.

— Eles são gays? — Ela perguntou prendendo o riso.

— Que isso garota? Eu gay? Ficou doida? — Gilinsky disse com a voz afeminada e as garotas riram.

— Qual seu nome? — Uma outra menina perguntou.

— Amanda. — Respondi e as meninas sorriram. — Porque acham que Gilinsky e Sammy são gays?

— Eles nunca aparecem com nenhuma namorada. — A menina respondeu. — Você tem namorado?

— Não. — Sorri.

— A gente pode arranjar um namorado para você? — Uma das meninas perguntou e as outras se animaram.

— Não precisa, eu...

— Por favor. — Elas suplicaram em uníssono.

— Está bom. — Disse por fim e elas vibraram.

— Agora, vamos lá para dentro que eu quero minha história. — Nate disse empurrando as meninas.

O local era uma casa enorme, muito bem cuidado. Parecia uma grande chácara, havia piscina, parquinho e quadras. A casa era branca com tons pretos. Havia três salas grandes, muitos quartos, duas cozinhas e milhões de brinquedos.

Fomos a um quarto aonde era conhecido como o "quarto da história", o local era preenchido de cadeiras aonde as meninas se sentaram, Nate se dirigiu ao palco que tinha no local e colocou um chapéu de tigre.

— Aquele e o chapéu da história. — Uma menina sussurrou ao meu lado. — Só pode contar a história quem tiver com o chapéu.

Nate também colocou uma manta de zebra e pantufas de porquinhos. Colocou uns óculos que faziam seus olhos crescerem dez vezes mais e ele se sentou no trono pegando o microfone de purpurina e sua varinha de fada.

— Preciso falar com você. — Sammy disse me cutucando, Nate já havia começado a contar sua história. Olhei para Gilinsky e ele nos encarava.

Segui Sammy e passamos por Gilinsky, ele segurou meu braço e me parou.

— Se ele tentar alguma coisa, é só me chamar. — Ele disse sério.

— Jack, ele não irá tentar nada. Vamos apenar conversar. — Suspirei.

— E disso que eu tenho medo. — Ele murmurou.

— Não estou entendendo, como assim? — Perguntei.

— Se você me deu uma chance, ele também tem esse mesmo direito. — Gilinsky disse.

— Mas...

— Se ele pedir, dê uma chance a ele. Não quero te privar de nada, se nós formos ficar juntos, então não tenho que me preocupar muito, o destino fará seu papel. — Ele disse com um sorriso fraco.

— Mas e se o destino não nos quiser juntos?

— Então eu, e o senhor destino teremos uma conversinha. Primeiro uma conversa civilizada, mas se ele não ceder, então vai no tapa mesmo. — Ele disse sorrindo sapeca.

— Idiota! — Disse sorrindo e dei um tapa de leve em seu ombro.

Sammy pigarreou, Gilinsky o encarou breve e depois beijou minha bochecha.  Segui Sammy para fora da sala e fomos para o corredor. Ele se sentou no chão e enterrou seu rosto em suas pernas, seus dedos puxaram seus cabelos para cima e ele grunhiu. Fiquei completamente confusa. Ele se encolheu mais.

— Sammy, está tudo bem? — Perguntei. Ele balançou sua cabeça em negativa. — O que está acontecendo?

— Acabou, não acabou? — Ele disse com a voz rouca.

— Acabou oque?

— Nós?

— Porque você diz isso?

— Eu sei que você deu uma nova chance ao Gilinsky. Ele estava sorrindo que nem um pateta retardado o dia todo.

— Sim, mas...

— E eu apenas fiz merda o tempo todo.

— Sammy não diga isso. — Ditei.

— É a verdade. — Ele disse alto. — Eu sou um idiota um puta de um idiota. — Disse enfurecido.

— Samuel Wilkinson, pare já com isso. — Ditei.

— Não. — Ele disse.

— Pare de se menosprezar. — Falei.

— Também não. — Ele disse e eu o chutei.

— Isso doeu. — Ele rosnou, e então se levantou me encarando, seu rosto estava molhado de lágrimas. — Você não vê? Eu estou desesperado. Eu não quero perder você. — Ele sussurrou a última frase alisando meu rosto com a palma de sua mão.

— Você não vai me perder.

— Como você pode ter certeza?

— Eu conheço você. Sammy Wilkinson nunca perder. — Disse e ele sorriu.

— Assim como Jack Gilinsky. — Ele murmurou. — Eu não entendo porque tenho que lutar por você, se você gosta de mim porque não podemos ficar juntos?

— Sammy, você sabe que também tenho fortes sentimentos pelo Gilinsky. — Disse e ele baixou seus olhos para o chão.

— Então, tudo começara novamente, não é?

— Não, não quero vocês façam isso. Eu sou apenas uma menina, você devia se apaixonar por uma garota legal, bonita, que não tenha sentimentos por outro cara, e o Gilinsky deveria fazer o mesmo.

— Não posso fazer isso.

— Porque não?

— Porque é você quem eu quero, você não percebe isso?

— Sim, mas eu não mereço você, muito menos Jack.

— Não somos santos, Amanda. Sabemos o que fazemos, e não venha com essa de não merecer.

— Você tem que me esquecer, e ele também. Vocês têm que ser feliz.

— Eu ficaria muito feliz se você me desse uma nova chance. — Ele brincou.

— Estou falando sério. — Ditei.

— Eu também.

— Sammy...

— Eu quero você, e apenas você. — Ele disse olhando em meus olhos. — Você me dá uma nova chance? — Ele perguntou. Suspirei e assenti. Ele sorriu. — Eu irei te der volta, Amanda.

— Como tem certeza disso?  — Eu disse e ele sorriu.

— Eu sou Sammy Wilkinson. E Sammy Wilkinson nunca perde.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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