História Eternal Love - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Palavras 2.061
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Be happy.


Um mês se passou. No total, tive três encontros com Gilinsky, e Sammy. Digamos que os encontros com o Gilinsky não foram como eu esperava. Os nossos assuntos quase sempre eram direcionados a Madison. Confesso que fiquei com um puto ciúme, e o que mais me quebrou o coração foi pensar que ele podia estar apaixonado por ela. Talvez ele a ame, e esteja comigo pois pensa que o sentimento que ele sente por ela, na verdade ele sente por mim. Talvez ele esteja confuso com seus sentimentos. Talvez ele esteja amando duas pessoas ao mesmo tempo e não sabe o que fazer, pois não quer perdê-las. Talvez ele esteja que nem eu. Dividido. Confuso em qual pessoa escolher, não sabendo se fara a escolha correta.

Droga, eu sei perfeitamente como ele se sente. Mas, ele afastou Madison, tenho que trazê-la de volta. Ele se privou de escolhe-la, pois se deixou se levar por um momento em que seu coração estava voltado para mim.  Por mais que doa meu coração, tenho que aceitar que ele tem sentimentos por outra garota, assim como eu tenho por Sammy.

Sammy. Sammy Wilkinson. Nossos encontros foram simplesmente bizarros, e eu os amei. Ele simplesmente era terrível em tentar ser romântico, muito atrapalhado. É isso era o que eu mais amava nele. Ele era ele mesmo. Ele estava sempre lá por mim, meu porto seguro, apenas esperando que eu faça minha decisão.

Droga, como eu odiava isso. Me sentia um lixo. Eu queria tanto que eles fossem felizes. Eu sou tão egoísta. Dois homens maravilhosos que gostam de mim, e eu não sirvo nem para escolher um. Eu nunca queria fazer essa escolha. Não seria capaz de tal ato.

Minha esperança era Madison. Ela podia fazer Gilinsky feliz como eu nunca faria, ela não é uma filha da puta que o mantem como um cachorrinho em uma coleira, para decidir se irá escolhe-lo ou não. Ela é doce, é gentil, uma boa menina. Meu coração doía enquanto o meu pensamento era invadido por imagens dela o afastando de mim. Mas, também me faziam ter nojo de mim, ao pensar que eu me sentiria triste por ele estar com outra garota. Ele estaria feliz e apenas isso deveria importar.

Doeria perdê-lo, deixa-lo partir. Eu não poderia evitar as lagrimas e a tristeza, mas se ele estivesse feliz eu deveria torcer por ele. Por mais que esse pensamento seja doloroso e egoísta, sem ele como opção, eu poderia fazer Sammy feliz, poderia me redimir e me fazer merecida para ele. Ele não teria mais que lutar por mim, eu seria dele e totalmente dele.

– Amiga, que arraso. – Uma voz masculina gritou. – Gêmeos?

– Sim. – Uma garota disse, reconheci ser a voz de Lydia. – Uma menina, e um menino. – Ela disse, eles entraram no camarim, aonde eu arrumava a roupa dos meninos.

– Quem é você? – O garoto disse.

– Amanda. Sou estilista dos meninos. – Disse sorrindo.

– Socorro, alguém me abana. Gostei de você, vai ser minha amiga também. Sou Zack. – Ele disse e me abraçou forte, dando um beijo estalado na minha bochecha. – Onde estão aqueles bofes maravilhosos?

– Eles estão chegando, foram buscar Madison no aeroporto. – Disse.

– Madison? Adoro aquela menina. – Ele disse sorrindo. – Meu Deus, essa menina e uma baitola. – Ele disse apontando para Lydia. – Você acredita que ela estava de cinco meses e não tinha percebido? Estava uma baleia, e não sabia porquê. Quer dizer, continua uma baleia.

– Lydia, você e muito tonta. – Disse e ri.

– Você para, já não basta esse daqui. Você também não. – Ela disse seria.

– Zack? – Emma disse surpresa, adentrando a sala também.

– Bixa. – Ele gritou agudamente batendo as mãos, e correu para abraçar Emma.

– A bixa aqui, é você. – Ela disse sorrindo. – Senti sua falta, bixa.

– Senti falta de vocês, docinhos. Mas quero ver os meninos. – Ele disse e nós rimos.

Zack continuou a falar por mais algum tempo, e logo os meninos chegaram. Gilinsky chegou rindo de algo que Madison havia falado. Confesso que senti ciúmes, mas me senti quase feliz ao mesmo tempo por ele. Talvez Madison realmente faça ele feliz.

– Emma, porque não atendia seu celular? – Johnson perguntou.

– Uê, mas eu não recebi nenhuma ligação. – Ela disse baixando seu olhar para seu celular. – Quer dizer, tirando essas sete do Nate, e essas cincos do Sammy.

– Meus meninos. – Zack gritou estabanado e abraçou cada um dos meninos. – Senti saudades de vocês.

– Que pena que não podemos dizer o mesmo. – Sammy murmurou e Zack lhe deu um tapa forte no braço.

– Menino mau, e também mal-educado. – Zack disse manhoso, e eu e as meninas rimos. – Madison. – Ele gritou e se pendurou em cima dela. Ela riu e o cumprimentou.

Cumprimentei Madison, e ela sorria de orelha a orelha. Gilinsky concordou com algum comentário de Zack sobre ela estar bonita, e ela corou. Droga, ela faz tão bem para ele. Eu só apenas a pedra no sapato dele, estou impedindo ele de ser feliz.

– Gilinsky. – O chamei, ele dirigiu seu olhar para mim. – Preciso falar com você.

Ele me seguiu prontamente, sai do camarim e o esperei no corredor. Gilinsky logo fechou a porta atrás dele.

– Está tudo bem? – Ele perguntou.

Não, não está tudo bem. Eu quero que você seja feliz, mas não quero que você se vá, eu não quero te perder.

– Sim, está tudo bem. – Disse encarando o chão.

– Pare de mentir. Fale-me logo a verdade. – Ele disse rindo.

– Eu quero que você dê uma chance a Madison. – Disse e seus olhos se arregalaram.

– Uma chance? Que? Você está ficando doida? – Ele disse espantado.

– Jack, em todos os nossos encontros, você só sabia falar sobre ela. Você sorri tão lindamente quando fala dela, eu sei você gosta dela. Ela e uma pessoa ótima. Eu sou uma pessoa horrível, eu não faço a droga da escolha, pois não quero perder você.  Eu não suportaria perder você. E então eu chamei ela, para que você caísse na real e tomasse consciência que tem uma menina maravilhosa esperando por você, e você não precisa lutar por uma que também gosta de outro.

– Amanda...

– Me deixa terminar. – O interrompi. – Eu quero que você escolha ela, para que eu não tenha que escolher entre você, e Sammy. Eu não consigo, Jack. Não consigo. – Disse chorosa, e ele me abraçou.

– Eu não quero perder você. – Ele sussurrou. – Por favor, eu paro de falar dela.

– Jack, não é esse o problema. Ela te faz feliz, eu quero que você seja feliz. Só Deus sabe, o quanto eu queria ser a razão de você sorrir, mas isso seria muito egoísmo meu. Pois eu também desejo o Sammy. E eu não posso ficar com vocês dois.

– Pode sim, a gente faz uma suruba. – Ele sussurrou brincando.

– Seu idiota. – Disse rindo fraco batendo em seus ombros.

– Então é isso? Você está me chutando? – Ele disse triste.

– Por favor, finja que você acha que eu estou fazendo o certo. Porque se você ficar triste, eu não sei o que vai ser de mim. – Disse triste ele riu.

– Você está certa. Eu ainda gosto da Madison. Mas, e meus sentimentos por você? Eu não quero te esquecer.

– Não se esqueça, apena mude-os. Podemos ser amigos.

– Amigos? Essa palavra soa tão ruim.

– Ela soa terrível.

– Você acha que Madison conseguira mudar meus sentimentos por você?

– Tenho certeza. Em pouco tempo, você não sentira nada por mim.

– Não sei, se isso e possível. – Ele disse triste. – Como você fara para me esquecer?

– Não sei, se isso e possível. – Disse e o abracei mais forte.

– Nós podemos tentar. – Ele disse.

– Vai ser difícil. – Respondi.

– Não precisa ser difícil, precisa ser possível. – Ele retrucou acariciando meus cabelos.

– Eu vou sentir tanto sua falta. – Disse com a voz chorosa, as lagrimas já inundavam meus olhos.

– Eu também. Se você quer que eu te esqueça, se mantenha o mais longe possível, porque se eu te ver, eu te agarro, te beijo, e te levo embora comigo. – Ele disse e riu.

– Se mantenha longe de mim também, eu vou sofrer muito te vendo sorrir para outra.

– Eu vou sofrer muito com você beijando outro.  Meu Deus, essa vai ser a tarefa mais difícil que eu já fiz em toda minha vida.

– Nem me diga, nem começamos, e eu já estou quase desistindo só de imaginar o quanto vou sofrer.

– Estamos muito depressivos. – Ele sorriu.

– Sim, estamos. – Concordei rindo em meio ao choro fraco.

– Não corte seus pulsos na forma do meu nome. – Ele brincou.

– Não tente se jogar de uma ponte. – Brinquei também.

– Não vire uma psicopata. – Ele disse e eu ri. – Porque se você virar, eu te bato.

– Apenas estamos adiando o momento.

– Qual momento? – Ele perguntou.

– O momento em que diremos adeus. – Disse fraco.

– É melhor fazermos ele logo, estou ficando sem o que falar. – Ele disse e eu ri.

Jack puxou meu rosto contra o seu e selou nossos lábios. Sensações, sentimentos, e arrepios explodiram em mim. Ele me abraçou pela cintura, e enrolei meus braços em seu pescoço. Meus pés saíram do chão e eu enrolei minhas pernas em sua cintura, nossas línguas pareciam dançar em um ritmo perfeito. Sem ar, nos separamos, ele beijou minha testa e voltou a me olhar. Minhas pernas deslizaram por suas mãos e meus pés alcançaram o chão. Jack alisou meu rosto com a palma de sua mão e depositou um selinho em meus lábios, ele olhou para mim e sorriu, logo em seguida se virou e adentrou o camarim sem olha para trás.

Deixei minhas pernas desabarem, e me sentei no frio chão, e me permiti chorar. E chorei até não ter mais forças.

(...)

Acordei com algo peludo pulando em cima de mim, saltei assustada e cai no chão. Bob pulava alegre em cima de meu colchão, como se estivesse feliz de ter me derrubado no chão.  O arremessei uma almofada, e me arrependi quando ele sumiu e gemeu esganiçado. Me levantei para ver o que tinha acontecido e, ele estava lutando para sair debaixo da coberta, logo que conseguiu apareceu alegre correndo sobre o colchão.

Avistei um buque de rosas vermelhas sobre meu criado-mudo, um envelope branco estava sobre ele. Peguei o papel saltitante, e rapidamente o abri lendo o conteúdo.

– Bom dia, minha princesa. Espero que tenha dormido bem. – Sammy.

Sorri. Peguei as rosas, e as cheirei. Era um cheiro maravilhoso.

Escutei um barulho vindo da cozinha e saltei assustada, andei em passos lentos até a mesma, e encontrei Sammy, jogando uma frigideira na pia, com algo queimado.

– O que está fazendo? – Perguntei rindo. – E porque invadiu meu apartamento?

– Estava tentando fazer um café da manhã para nós dois. Mas, como você viu, não tenho dom para cozinhar. Aliás, pijama legal. – Ele disse sorrindo malicioso. Olhei para meu pijama curto de corações e corei.

– Você é um terror na cozinha. – Brinquei, e peguei uma panela para fazer um café da manhã decente. Me virei para colocar a panela no fogão e fui surpreendida pelos braços de Sammy, me prensando contra a bancada da cozinha.

– O que você acha de fazermos algo mais interessante? – Ele me perguntou enquanto beijava meu pescoço e suas mãos apertavam minha cintura com certa força. Suspirei enquanto seus dentes puxavam a pele de meu pescoço lentamente. Bob chegou correndo a cozinha e mordeu Sammy, que pulou assustado, ele se afastou de mim, e Bob continuou a latir, o desafiando. – O que esse cachorro pensa que está fazendo? Essa bolinha de pelo, chata.

– Tadinho, não fala assim dele. – Disse pegando Bob no colo, que parou de latir e tentava lamber meu nariz.

– Se ele me morder de novo, eu dou uma bicuda nele. Estou falando sério. – Sammy disse e eu ri.

– Se você tentar bater nele, eu te bato. – Disse acariciando Bob.

– Então você está me trocando pelo cachorro? Está bem, agora eu estou magoado, e nada do que você dizer, vai me fazer sentir melhor. Não quero mais te ver. – Ele disse fingindo estar magoado.

– Que pena, queria tanto dormir com você hoje, eu estava me sentindo tão sozinha, carente, mas já que você está magoado....

– Eu magoado? Eu não. Quem está magoado? Com certeza, não sou eu. – Ele disse eu ri. Coloquei Bob no chão, e ele saiu correndo. – Temos planos para hoje à noite.

– Serio? Quais? – Perguntei e ele me abraçou, seus lábios puxaram o lóbulo da minha orelha e eu arrepiei.

– Tenho que fazer novas marcas em seu corpo.

 


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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