História Eternal Love - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
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Palavras 1.872
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Accident.


Sammy dormia sereno ao meu lado, a noite anterior havia sido cansativa. Havíamos feito amor até de madrugada. Eu me sentia como se tivesse levado uma surra, ou se estivesse de ressaca, meu corpo inteiro reclamava, mas quando lembrava da noite anterior, meu coração disparava, e um sorriso se formava em meus lábios. Levantei da cama, e adentrei o banheiro para tomar um banho. Me permiti demorar mais no banho, devido ao cansaço. De banho tomado, enrolei uma toalha em meu corpo. Sai do banheiro, e Sammy estava sentado sobre a cama me olhando sorridente.

– Boa noite, bela adormecida. – Disse adentrando o closet, e ele gargalhou. Coloquei um short branco, e uma regata de mesmo tom, coloquei meias nos pés, e antes que pudesse sair do closet, Sammy me parou e me abraçou.

– Bom dia, dormiu bem? – Ele disse com a voz rouca, abraçado a mim.

– Como uma princesa. – Disse sorridente, e ele sorriu.

– Então, vamos que a princesa tem que fazer o café da manhã. – Ele disse me empurrando de leve, e batendo na minha bunda.

– Olha o respeito, rapaz. – Disse fingindo autoridade, e ele riu.

Antes que eu pudesse raciocinar, Sammy já havia colado seus lábios aos meus. Era um beijo intenso, mas ao mesmo tempo carinhoso. Seus lábios macios como sempre, os lábios que eu amava e era viciada. Sua língua entrou em minha boca, travando uma batalha com a minha, enquanto sua mão também travava uma batalha com o feixe do meu sutiã. Ri de seu esforço inútil, quebrando o beijo, e Sammy revirou os olhos antes de avançar em um beijo feroz novamente.

– Hey... – sussurrei, fazendo esforço para interromper o beijo. – Vamos com calma dessa vez? – Sabia que o jeito de Sammy fazer sexo não era o jeito mais carinhoso, mas eu queria fazer diferente naquela manhã. Era a primeira manhã de uma nova fase e, por mais bobo que isso pareça, eu queria me lembrar de cada momento daquela manhã.

Puxando Sammy por sua camisa, fui caminhando lentamente até a cama, trazendo-o comigo. Meus olhos estavam vidrados nos dele e ele não havia protestado contra o que eu dissera. Ao chegarmos à cama, ele me deitou lentamente sobre a mesma, ficando por cima de mim. Seu olhar alternava-se entre meus olhos e meus lábios. Mordi o lábio inferior, reprimindo um sorrisinho que queria se formar ali, e sem querer esperar mais, puxei a nuca dele, trazendo seu rosto para perto e dei uma mordidinha em seu lábio, antes de beijá-lo, desta vez de forma calma e carinhosa, podendo sentir cada segundo daquele contato.

Logo o corpo dele já estava por cima do meu e ele sustentava seu peso com os braços na cama para não me machucar. Minhas mãos entraram debaixo de sua camisa, arranhando levemente suas costas, e como resposta, Sammy mordeu meu lábio inferior com força. Ergui sua camiseta e a tirei por completo com a ajuda dele. Em seguida, ele inverteu nossas posições e colocou-me sentada em seu colo. Suas mãos acariciaram todo o meu corpo e depois subiram pelas laterais. Seu toque causava-me arrepios e a cada segundo que se passava eu sentia ainda mais vontade de me entregar àquele homem. Sammy deslizou o meu sutiã para baixo e eu o ajudei a se livrar de minha roupa. Meu pijama foi jogado no chão como se fosse nada, e ele puxou meu corpo para mais perto do seu. Meus seios agora estavam expostos, e ao senti-los em contato com o peitoral dele, já me senti ficando quente. E aquilo não era nem o começo.

Seus lábios molhados começaram a fazer uma trilha de beijos por meu pescoço antes de descer um pouco mais até meu colo. No momento seguinte, ele sugava com avidez meu seio direito, enquanto eu arranhava sua nuca e tombava a cabeça para trás, suspirando pesado. Sammy me deitou aos poucos, ainda sugando meus seios e eu mantinha minhas pernas em volta dele, como se fosse para garantir a mim mesma que ele não iria fugir.

Logo ele trocou de seio, começando a sugar o esquerdo. Uma de suas mãos deslizou por minha barriga e brincou brevemente com a barra de minha calcinha. Sua mão entrou por baixo do fino pano e logo seus dedos trabalhavam em minha intimidade, estimulando-me. Gemi fraco e pude sentir Sammy sorrir. Ele deu uma leve mordida em meu mamilo antes de voltar seu olhar para o meu rosto, observando minhas reações enquanto ele me tocava. Aquilo me deixava envergonhada e ele riu ao perceber. Mordi os lábios, reprimindo os gemidos, e ele me penetrou com dois dedos, me fazendo dar um leve pulinho sobre a cama. Seus dedos entravam e saiam com uma velocidade crescente e em pouco tempo eu havia chegado ao ápice, liberando meu líquido sobre os dedos dele.

Ele retirou seus dedos de minha intimidade e os levou até a boca, chupando os mesmos, com os olhos vidrados nos meus. Sabia que meu rosto estava vermelho, pois o sentia em brasas. O que Sammy havia acabado de fazer era estranhamente excitante, devo admitir.

Inverti nossas posições, ficando por cima. Desabotoei sua calça e a arranquei de seu corpo, em seguida sentei sobre seu membro, que já se encontrava rígido. Com as mãos espalmadas em seu peito, comecei a rebolar devagar sobre o mesmo, para provocá-lo. Sammy apertou com força minha cintura.

– Seria bem melhor se você fizesse isso sem esses pedaços de pano para nos impedir.

– Não. Gosto de provocar você. – Ele riu e inverteu nossas posições novamente com um movimento brusco.

– Não dessa vez. – Ele arrancou minha calcinha em um movimento rápido, quase rasgando a mesma. Ajudei-o a se livrar de sua cueca também, pensando melhor, era melhor tê-lo o mais rápido possível do que fazer provocações.

Meu coração batia acelerado, meu corpo estava em estado de combustão. Sammy não tinha a mínima noção do poder que tinha sobre mim, apenas com um toque aquele homem conseguia fazer com que eu me rendesse a ele, eu me encontrava totalmente em seu poder, completamente submissa a ele.

Soltei um gemido fraco e quase inaudível quando senti Sammy me penetrar. Ele começou com movimentos lentos, mas assim que cravei minhas unhas em seus ombros pedindo por mais, todo o carinho com que ele me penetrava sumiu. Seus movimentos ganharam mais força e velocidade, ele me estocava sem dó, a cama chegava a balançar. Uma vez ou outra, sentia seus dentes mordendo a pele de meu pescoço, eu mordia seu ombro para que meus gemidos saíssem mais baixos, eu estava enlouquecendo, sentia que poderia explodir.

As mãos de Sammy se encontravam firmes em minha cintura, deste modo ele tentava manter um ritmo. Sammy entrelaçou nossas mãos, e aproximou seu rosto do meu selando nossos lábios. Quando ele soltou um gemido rouco e um pouco alto em meu ouvido, soube que ele estava próximo do clímax. Mais algumas estocadas e pude sentir seu líquido quente me invadir, eu ainda não havia chegado lá, mas algumas estocadas depois, meus músculos que se encontravam tensos foram relaxando aos poucos quando gozei novamente.

Sammy me beijou e mordeu com força meus lábios, antes de me puxar e me colocar por cima de seu corpo suado.

(...)

Após mais algumas horas de sono, fui para cozinha preparar o café da manhã, e acredito que Sammy foi tomar banho. Preparei bacons, e ovos. Algumas frutas, e uma limonada.

– Que cheiro bom. – Ele disse adentrando a cozinha.

– Tudo que eu faço e bom, meu bem. – Disse convencida.

– Credo, pode nem elogiar, que já se acha a rainha da Inglaterra. – Sammy brincou.

– Vai se fuder, menino. – Disse dando um peteleco na sua cabeça. Servi o café da manhã para ele, e me servi também.

– Nem acredito que isso é realmente real. – Ele disse sorrindo.

– O que exatamente?

– Nos dois.

– Porque não parece real?

– Não sei, tudo conspira para que a gente não fique junto. – Ele disse triste. Levantei de minha cadeira, e sentei em seu colo o abraçando.

– Eu sei meu amor, mas ninguém vai nos separar mais. – Disse, e ele me abraçou mais forte.

– Eu tenho medo de te perder. – Ele sussurrou rouco.

– Você nunca irá me perder. – Disse sorridente, e selei nossos lábios.

Dois meses depois.

– Você quer que eu dirija, amor? – Amanda perguntou a Sammy, que quase dormia em cima do volante.

– Não, eu estou bem. – Ele disse se endireitando.

– Sammy, estaciona o carro, deixa que eu dirijo. – Amanda falou.

– Não, eu já disse que estou bem. – Sammy disse.

– Encosta. – Amanda disse pegando sua mão, e as entrelaçando. – Por favor. – Amanda pediu, Sammy muito cansado cedeu, e entregou o controle do carro, a Amanda que já estava descansada.

Eles estavam indo em direção a Los Angeles, aonde Amanda conheceria a família de Sammy, e ele faria oficialmente o pedido de namoro. Sammy estava muito feliz com sua nova companheira, e estava certo que a queria para o resto de sua vida. O sentimento do amor ainda era novo para ele, já que ele era tão pegador e nunca havia se apegado a ninguém.

Sammy deitou sobre o banco, sem o sinto de segurança. Ele deitou sobre o banco e se cobriu com sua jaqueta, ele olhou para Amanda, e sorriu. O seu amor pela garota era muito forte, tão forte que ele até se assustava com tamanho sentimento.

– Porque está me olhando tanto? – Amanda perguntou sorrindo tímida.

– Você é tão linda. – Ele disse sorridente, ela gargalhou.

– Vai dormir, que você já está alucinando. – Amanda disse.

– E sério. – Ele disse ainda a admirando. – Eu nunca me imaginei me amando uma garota.

– Porque?

– Não sei, eu era muito canalha. Preferia ter muitas, do que ter apenas uma. E então você veio. – Ele disse sorrindo.

– Para com isso, eu estou ficando vermelha. – Ela disse tímida.

– Você não gosta de ser elogiada? – Ele perguntou.

– Gosto, mas quando e de você, eu me sinto tão bem, um sorriso gigante cresce em meus lábios, e eu fico muito vermelha, e eu não gosto de ficar vermelha. – Ela disse se explicando.

– Eu acho você linda tímida. – Ele disse sorrindo, e Amanda ficou vermelha. – Credo, você me faz ficar tão gay.

– Eu adoro você com esse seu jeito gay, fica tão romântico. – Ela disse sorrindo. – Não acho que você fica gay, é só mostrar os sentimentos, que vocês homens já se julgam gays.

– É o nosso machismo. É mais forte que a gente. – Ele disse, e Amanda gargalhou. – Posso falar mais uma coisa?

– Pode falar o que você quiser, amor. – Amanda disse sorridente.

– Prometo que é a última frase gay. – Ele disse, e ela gargalhou. – Não imagino o dia em que não amarei você.

– Eu também, eu amo você, e sempre amarei. – Ela disse desviando seus olhos da estrada, para olhar nos olhos de Sammy, e tentar de alguma forma transmitir o tão imenso sentimento que sentia por ele.

Amanda parou o carro no semáforo, e Sammy se levantou e puxou o rosto da garota, para o seu selando seus lábios.

E então tudo aconteceu. Um grande estrondo veio por trás, e o carro foi jogado com violência para frente. O airbag acionou e inflou no rosto de Amanda, antes de apagar totalmente, a última cena que viu foi Sammy, sendo arremessado contra o para-brisas.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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