História Eternal Love - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
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Palavras 2.117
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


notas finais!!

Capítulo 28 - I did not betray anyone.


Estávamos praticamente voando em direção ao hospital. A notícia que Sammy havia acordado havia disparado corações.  Os Jacks, Madison, e Lydia foram em um carro. Eu fui com Nate, e Emma, pois Ariel tinha apenas quatro anos, e precisava do bebe conforto, ou uma cadeirinha. Nash, Matthew, Carter, Taylor, Cameron, Nash, Aaron, e Shawn estavam vindo em outros carros. Alguns amigos de Sammy que eu ainda não conhecia também estavam vindo.

– Bom dia, Amanda. – O médico disse assim que adentrarmos o local. Ariel não parecia estar entendendo nada, mas estava feliz dos amigos de Sammy ficarem paparicando ela.

– Como ele está, doutor? – Perguntei eufórica.

– Bom, fisicamente, parece tudo certo. Mas, não sabemos se o acidente afetou seu cérebro, então contatamos o máximo de amigos possível para ajudá-lo a se socializar novamente. – O médico disse preocupado. – Podem ir vê-lo. – O médico disse sorridente para os meninos, tentei ir com eles, mas o médico me segurou pelo meu braço. Ariel, não me escutou chamá-la, e foi com Nash.

– O que foi, doutor? Alguma coisa errada? – Perguntei preocupada.

– Sim. Sammy. Quando ele acordou fiz perguntas para ele, e ele disse não se lembrar do acidente. – Ele falou, e meu coração disparou.

– Como assim? – Perguntei.

– Ele falou que sua última memoria foi depois de uma festa de fim de ano. Ele disse alguma coisa, sobre ele estarem indo para o terceiro ano. Amanda, ele não se lembra de sete anos da vida dele. Foi por isso, que pedi para que chamassem o máximo de pessoas. – O médico disse.

– O que? – Perguntei quase gritando. – Se ele não se lembra do terceiro ano dele, então ele não se lembra de ter me conhecido. – Falei com a voz fraca, é o médico parecia constrangido.

– Infelizmente, sim. Meus pêsames senhorita. Sei o quanto a senhora o ama. – Ele disse, e se retirou.

Minhas pernas fraquejaram, sentei no chão, e me encolhi chorando. Ele havia esquecido de tudo, havia se esquecido de nos. Havia se esquecido de mim. Eu não tinha palavras para explicar a dor que eu sentia, tentei reprimir um soluço alto de meu choro, e quase engasguei com o mesmo.

– Amanda, o que aconteceu? – Nate perguntou se agachando ao meu lado.

– O médico não falou para vocês? – Forcei-me a me falar.

– Falar? Fala o que? – Ele perguntou desesperado.

– Sammy, ele se esqueceu de sete anos da vida dele. A última coisa que ele se lembra e uma festa de ano novo, antes do terceiro ano. Ele não se lembra de mim. Ou do que vivemos. – Disse, e Nate me abraçou forte. Ele parecia pasmo.

– Tudo vai ficar bem, eu fui vê-lo, ele parece o mesmo Sammy de sempre. Talvez o médico está apenas caduco. – Nate disse tentando me confortar.

– Mas, e se ele estiver certo? O que eu vou fazer? E Ariel? Quando ela crescer, e começar a perguntar por seu pai? E como eu vou ficar, Nate? – Perguntei chorando.

– Ei, seque essas lágrimas. – Ele ditou. – Você é uma mulher forte. Vai conseguir passar por isso.

– Não, sem ele eu não consigo. – Murmurei triste.

– Você tem a mim ainda, eu prometi ficar ao seu lado. E você tem os meninos também, nós vamos te ajudar. Tudo vai ficar bem. – Ele disse acariciando meus cabelos.

– Você promete?

– Eu prometo.

(...)

Subimos as escadas, Nate me empurrou para dentro do quarto.

– Quem é você? – Sammy disse sorridente, deitado sobre sua cama. Minhas pernas vacilaram. Nate me empurrou para mais perto dele.

– Amanda. – Disse fraco, e ele me analisou de cima para baixo, como se tentasse se lembrar de mim. – Sou sua namorada. – Falei, e seus olhos se arregalaram.

– Minha namorada? – Ele disse, e gargalhou alto, me senti minúscula. – Sou Sammy Wilkinson, não tenho namorada. – Ele disse grosso, me senti a pessoa mais humilhada de todo o mundo.

– Mamãe! – Ariel gritou alegre. – Sammy, gostou do desenho que fiz ontem para ele. – Ela disse sorridente apontando para Sammy.

– Mamãe? – Nash perguntou confuso. – Amanda, você é mãe da Ariel?

– Então, Sammy é o....

– Vamos embora, Ariel. – Disse rapidamente interrompendo Cameron. Os meninos me impediram de sair.

– Ariel. – Matthew disse se abaixando ao lado dela. – Quem é seu pai? – Matthew perguntou, ela me olhou assustada, e eu pedi com um olhar para que ela não falasse nada. Ariel correu para minha direção, a peguei em meu colo.

– Amanda, você traiu o Sammy enquanto ele estava em coma? – Carter disse grosso.

– Eu não trai ninguém, seus idiotas, agora me deixem passar. – Gritei, e Ariel começou a chorar.

– Se bem, que a Ariel é a miniatura de Sammy em versão feminina. – Shawn falou.

Passei por eles, que estavam botando a cabeça para funcionar, e fui para fora do quarto. Alguns deles tentaram me pedir, mas Nate ordenou para que me deixassem sair. Tentei acalmar Ariel em meu colo, enquanto me dirigia até meu carro. Adentrei o mesmo, e abracei Ariel, e comecei a chorar.

– Porque você está chorando, mamãe? – Ela disse secando as lagrimas no seu rosto, com suas pequenas mãozinhas.

– Não é nada, meu amor. – Disse acariciando seus cabelos.

– Você está chorando, e claro que aconteceu alguma coisa. – Ela disse me abraçando.

– A mamãe precisa conversar uma coisa séria com você, tudo bem? – Perguntei para ela, e ela assentiu.

– Porque Sammy foi tão grossa com a senhora? – Ela perguntou.

– Ele não se lembra da mamãe, meu amor. – Falei, e seus olhinhos procuraram os meus em busca de uma resposta mais simples.

– Como assim? – Ela perguntou.

– A mamãe irá explicar tudo mais tarde. Agora, precisamos sair daqui. – Disse, coloquei Ariel em seu bebe conforto, e sai do local indo em direção a minha casa.

(...)

Entupi Ariel de sorvete, e brinquei com ela até tarde. Ela já estava mole em meus braços de cansaço, a peguei em meu colo e cantei para que ela dormisse. Em pouco tempo, ela adormeceu em meus braços. Evitei o assunto com ela, ela estava muito abatida então apenas brinquei com ela. A coloquei em seu berço, e beijei sua testa, ela deu um pequeno sorriso, antes de se virar e abraçar seu ursinho.

A campainha tocou, e eu fui atendê-la. Lydia, e Emma me abraçaram forte assim que abri a porta. Cai em prantos, tudo o que eu precisava era delas agora. Madison surgiu meio envergonhada lotada de chocolates, e filmes românticos. Ela me abraçou forte, e falou para eu ter forças, e que se ela precisar de mim, eu poderia chamá-la a qualquer hora.

– Você acredita que aqueles viados daqueles meninos, roubaram meus filhos? – Lydia disse inconformada. – Johnson saiu com eles, e sumiu.

– Ainda bem. Você devia agradecer. Hoje é um dia raro, um dia para apenas nos, garotas. – Emma disse.

– Eu trouxe chocolate, as meninas trouxeram sorvete, pipoca, refrigerante, e outras coisas. – Madison disse sorridente.

– E eu pensando que vocês estavam vindo me consolar, vieram me engordar isso sim. – Choraminguei, e elas riram.

Madison colocou o filme, e nos sentamos para assistir. O filme era sempre ao seu lado. Contava a história de um cachorro que amava muito seu dono, e então seu dono morreu. Mas, esse dono sempre ia para seu trabalho com o cachorro, até que um dia seu dono não voltou, e todo dia na hora do dono chegar na estação ele ia para lá esperar por ele, e ficou lá até morrer. Resumo: no final todas estávamos chorando que nem condenadas.

– Tadinho do cachorrinho. – Madison choramingou, e abraçou Emma que estava chorando também.

– CARALHO. – Lydia gritou nós assustando. – UMA BARATA.

Foi menina para um lado, e travesseiro, e chinelos para outro. Nos escondemos atrás do sofá, e pegamos tudo que podíamos para acertar a barata.

– Cadê ela? – Madison sussurrou.

– Eu vou saber? Quando vi o monstro eu sai correndo. – Lydia disse.

– Nunca tem barata aqui em casa, e só vocês virem que surgi bicho do inferno. – Resmunguei.

– Nossa, que amor. – Emma ironizou.

– O que é aquilo? – Madison disse apontando para algo que vinha voando em nossa direção.

– PUTA QUE PARIU. – Emma gritou correndo abandonando o acampamento atrás do sofá. – A BARATA VOA.

Lydia saiu correndo, e acabou dando um tapa na cara de Madison que caiu por cima de mim, as meninas começaram a gritar e nos arrastamos até a cozinha, contei as meninas. Cadê a Madison?

– Gente, cadê a Madison? – Perguntei e, elas deram de ombros, alegando não saber aonde ela estava.

– Vamos montar uma equipe de resgate. – Lydia propôs.

– Eu vou. – Falei.

– Também vou. – Emma disse. – Ok, mas mudando de assunto, onde está o Bob? Aquele cachorro que ficava com você. – Emma disse.

– Ele está com Gilinsky agora, está gigante, agora estou com Bob Junior, o filho dele. Ele ainda é filhote. Não adianta, ele corre de barata, e medroso que dói. – Falei.

Saímos da cozinha, e analisamos o local, a procura da barata.

– Madison? – A chamei. – Onde você está?

– Estou aqui. – Ela disse do outro lado da sala, atrás de um vaso de planta.

– Estamos na cozinha. Vem para cá. – Disse.

– A barata está no meu caminho. – Ela disse. – Estou sem nada para tacar nela.

– Ok, nós vamos tacar algo nela, e você sai correndo para cá. – Emma disse, e ela assentiu. Peguei a almofada mais próxima, e taquei. Madison sai correndo. A barata levanto voo, e foi em nossa direção, gritamos desesperadas e corremos todas para a cozinha.

– Obrigada. – Madison disse recuperando o folego.

– Nunca se abandona uma escoteira. – Lydia disse sorrindo.

– Nate está vindo para cá, ele e os meninos. Vão matar a barata e, nos resgatar. – Emma disse.

– Meu Deus, nós somos muito medrosas. – Disse, e as meninas riram.

– Como Ariel não acordou? – Madison perguntou.

– A porta do meu quarto abafa o som de fora, eu fiz isso, pois nosso vizinho, faz muitas festas, e Ariel estava ficando doente por não conseguir dormir direito. – Disse, e elas assentiram. – Meninas, o que aconteceu depois que eu sai?

– Os meninos botaram as cabecinhas para funcionar, e descobriram que Ariel é filha do Sammy, alguns estavam te acusando de ter traído ele, mas te defendemos, e dissemos que a filha e mesmo de Sammy. – Madison disse.

– Ele está morrendo de raiva, não quer acreditar em nada do que a gente diz, mas ele diz que lembra de Ariel contando histórias para ele, enquanto ele estava em coma. E que ele é apaixonado por Ariel. – Lydia completou.

– Ele disse que não acredita em você. Que ele, prefere muitas do que apenas uma, então quando perguntado sobre Ariel, ele se cala. Ele ficou muito bravo por tantas perguntas, e disse que você queria dar um golpe da barriga nele. E então o Gilinsky deu um soco nele, Nate, e Johnson tentaram segurar ele. Mas, Sammy começou a falar mais coisas sobre você, e foram os três para cima dele. Os meninos tiveram que separar eles. Ficou um clima ruim. – Emma disse.

– Como assim foram para cima dele? Ele não estava deitado? – Perguntei.

– Ele já recebeu alta, por ser famoso e tal, ele não pode ficar muito tempo no hospital, porque junta muitos fãs, e elas atrapalham as pessoas que precisam de atendimento. – Madison disse.

– Essa fofoca está muito boa. – Gilinsky disse de repente, e nos quatro pulamos assustadas.

– Já matamos a barata. – Nate disse adentrando a cozinha.

– Credo o que passou por essa casa? Um tsunami? – Johnson perguntou vendo a bagunça de almofadas, e sapatos e outras coisas.

– Era o nosso campo de guerra contra a barata. – Lydia murmurou.

– Com isso tudo, parece que vocês estavam lutando contra um tiranossauro, e não uma simples baratinha. – Gilinsky disse.

– Tia, onde Ariel está? – Melanie perguntou coçando seus olhinhos cansada.

– Ela está dormindo, meu amor. – Disse, e ela fez cara triste.

– Queria brincar com ela. – Ela disse fraco.

– Porque você, e Andrew não dormem aqui, e amanhã de manhã vocês brincam? – Perguntei sorrindo, e ela se animou.

– Podemos, mamãe? – Andrew perguntou sorridente.

– Claro, mas não deem trabalho. – Lydia disse, e os meninos gritaram animados.

– Obrigada Amanda, aproveitarei para transar com Lydia, coisa que não fazemos há muito tempo. – Johnson disse, e todos riram.

Arrumei minha cama para Melanie, e Andrew. Lydia os colocou para dormir, e assim eles foram embora. Improvisei uma cama no sofá para mim dormir, e me deitei. Em pouco tempo, adormeci.

(...)

Os raios de sol que passavam pela cortina me acordaram, levantei e arrumei a zona que estava a sala, fiz minhas higienes no banheiro das visitas, para não atrapalhar os meninos a dormirem, e fui preparar o café da manhã para eles.

Ouvi a campainha tocar, e corri para atendê-la, eu estava de pijama, mas devia ser apenas Lydia com saudades dos seus filhos. Abri a porta sorridente para recebe-la, mas ele logo murchou quando vi que a visita não se tratava dela.

– Sammy? O que faz aqui? – Perguntei confusa.

– Precisamos conversar. – Ele disse sério. 

 


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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The cupid: https://spiritfanfics.com/historia/the-cupid-4610352 ;
A Beautiful Mess ( em breve ): https://spiritfanfics.com/historia/a-beautiful-mess-3491568 ;
Writing my own love story: https://spiritfanfics.com/historia/writing-my-own-love-story-6679865 ;
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