História Eternal Love - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Danielle Campbell, Jack & Jack, Magcon, Sam "Wilk" Wilkinson
Visualizações 376
Palavras 1.717
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


notas finais!!!

Capítulo 29 - And he never will return.


– Precisamos conversar. – Ele disse sério.

– O que você quer, Sammy? – Perguntei.

– O que eu quero? Oque você quer? – Ele perguntou bravo. – Dinheiro? Fama? – Ele perguntou com desdém.

– Olha aqui seu idiota, olha como você fala comigo. – Eu disse elevando a voz. – Não quero nada seu, enfia seu dinheiro, e sua fama no meio do seu...

– Mais respeito, Amanda. – Ele disse sério.

– Respeito? Você me humilha, e se acha com o direito de pedir respeito? Respeito tem que ser merecido. – Ditei.

– Está bom, já chega com essa pose de generalzinha, posso entrar? – Ele perguntou.

– Não. – Falei.

– Vou entrar mesmo assim. – Ele disse, e me empurrou para o lado, adentrando a minha casa.

– Ei! Quem você pensa que é? – Perguntei com raiva.

– Sammy, seu namorado. – Ele disse irônico. – Não se lembra de mim, amor? – Ele disse sorrindo, e eu me segurei para não socar seu rosto.

– Vai se fuder, não brinque com isso. Seu insensível. – Rosnei, e ele sorriu mais uma vez. – O que você veio fazer aqui?

– Quero perguntar quem você é, o que nos éramos, o que fazíamos. Quero saber sobre minha vida. – Ele disse.

– Porque quer saber quem eu sou? Foi você mesmo quem disse que Sammy Wilkinson não tem namoradas. – Disse com desdém.

– Eu sonhei com você. – Ele disse com vergonha. – E também eu sinto vontade de ficar ao seu lado, o que é muito estranho. Tipo muito mesmo. – Ele disse, e meu coração parou. Será que isso é um sinal que ele está se lembrando?

– Você se lembro de algo sobre mim? Sobre nós? – Perguntei.

– Se eu tivesse lembrado de algo você acha que eu estaria aqui? – Ele perguntou.

– Grosso. – Retruquei. – O que você quer saber?

– Nos éramos mesmo namorados? – Ele perguntou envergonhado, e se encostou na bancada.

– Sim. – Disse.

– Nós já transamos? – Ele perguntou.

– Claro que sim, Sammy. Você acha que fiz Ariel com o dedo? – Eu disse, e ele riu. Sua risada, seu sorriso, juro que esqueci de como se respirava por um momento.

– É era bom? Quando você sabe... – Ele disse deixando a frase no ar.

– Sim, era muito bom. – Respondi envergonhada.

– Sabia que eu era bom de cama. Eu sou bom em tudo. – Ele disse sorrindo convencido. – E beijar? Eu sei beijar bem? – Ele perguntou se animando.

– Sim. Era isso o que você queria saber, agora já sabe. Por favor, vá embora. – Falei.

– Porque quer que eu vá embora? – Ele perguntou se aproximando.

– Porque sim. – Ditei.

– Porque sim, não é resposta. – Ele disse sorrindo.

– Se eu estou falando, e porque é. – Falei com raiva.

– Você não quer que eu vá embora. – Ele disse se aproximando, e alisando meu rosto com a palma de sua mão, tentei me afastar, mas meu corpo estava com saudades de seu toque, parecia lutar com o meu orgulho, para sentir o seu toque mais uma vez.

– Sim, eu quero. – Falei, e ele riu.

– Eu vou te falar o que você quer. – Ele disse. – Você quer que eu me lembre de você, que eu volte para você, que eu te ame novamente. Não é mesmo, Amanda? – Ele disse, passando os seus dedos por meu lábio. – Mas, eu não quero me lembrar.

– Se você não quer se lembrar, o que faz aqui? Vá embora. – Disse com os olhos lacrimejados, e o empurrei.

– Amanda...

– VÁ EMBORA, SAMMY. – Gritei chorando, e o empurrando mais uma vez.

– Mamãe? – Ariel apareceu na sala coçando seus olhos, e com seu coelho branco de pelúcia. – Porque você está chorando?

– Não é nada, meu amor. – Disse limpando as lágrimas.

– Sammy! – Ela gritou feliz, correndo para abraça-lo.

– Oi, minha lindinha. – Ele a pegou no colo sorridente.

– Você veio visitar a gente? Já estava na hora, eu e a mamãe te visitamos toda semana, já estava na sua vez. – Ela disse sorridente, e Sammy me olhou confuso.

– Vocês me visitavam? – Sammy perguntou para mim, desviei o olhar, e não respondi.

– Sim. – Ariel disse alegre. – Mamãe, e eu sempre te visitávamos, e contávamos historias para você. – Ela disse tímida.

– Ariel, vá acordar Andrew, e Melanie. – Disse.

– O que? Eu tenho mais filhos? – Sammy perguntou confuso.

– Não. – Ariel disse gargalhando. – São meus amiguinhos, você não tem filhos.

– Você não contou para ela? – Sammy me perguntou murchando o sorriso.

– Ariel, vá. – Disse, e Sammy a colocou no chão, e ela correu para o quarto. – Não, não contei Sammy.

– Porque? – Ele perguntou bravo.

– O que você queria que eu dissesse? – Perguntei brava. – Desculpa Ariel, mas você não pode ver seu pai pois ele está em coma, ele não te conhece, e nunca te viu na vida.

– Você tem que contar a ela. – Ele disse.

– E você acha que eu não sei disso, seu idiota? – Falei.

– Ela acha que eu gosto de você. – Ele disse gargalhando. – Com certeza, eu estou longe de gostar de alguém como você.

– Alguém como eu? – Perguntei.

– Você é muito teimosa. – Ele disse.

– Você é muito chato. – Disse.

– Você é muito mandona. – Ele retrucou.

– Você e muito grosso.

– Você que é.

– Eu não sou grossa.

– É sim.

– Você e muito convencido. E idiota, e....

– Você é gostosa. – Ele disse sorrindo da minha reação de espanto. – Alias, pijama legal.

– Vai se fuder, Sammy. – Falei. – Agora, vá embora.

– Quero ficar com Ariel. – Ele disse.

– Não. – Ditei.

– Como assim não? Ela é minha filha. Posso levar ela, Andrew, e Melanie para um parquinho, ou sei lá. – Ele disse.

– Você ficou louco se acha que vou deixar minha filha com você. – Ditei.

– Eu sou o pai dela, eu tenho esse direito. – Ele disse.

– Se você abrir a boca para falar que é pai dela, eu corto sua cabeça fora. Todas elas. – Falei, e ele riu.

Mandei que Ariel se arrumasse, peguei uma roupa dela para emprestar para Melanie, e Andrew foi do jeito que estava. Sammy saiu sorridente com eles para algum parquinho.

(...)

Já eram oito horas da noite. Eu estava na casa de Lydia, esperando por Ariel que havia sumido com Sammy. Gilinsky, Nate, e Emma também estavam lá. Madison havia viajado para reunir com a família, mas voltaria amanhã.

– Aonde ele foi? – Johnson me perguntou.

– Disse que ia a um parquinho. – Falei.

– Esse parquinho deve ficar lá na puta que pariu, de esquina com o fim do mundo. Só pode para tanta demorar. – Nate resmungou.

A porta se abriu, e as crianças de Lydia correram animadas. Sammy, Nash, Cameron, Carter, Aaron, Matthew, Aaron, Taylor, e uma menina que eu não conhecia adentrou o ambiente com Ariel em seu colo. Ela sorria de algo que Sammy, e a tal garota haviam falado.

– Seus filhos estão entregues. – Nash disse.

Ariel correu para o meu encontro, e me abraçou. A abracei com força, e ela queria como sempre me mostrar o desenho que havia feito.

– Olha mamãe. Eu desenhei o Sammy, eu, e a Amélia. – Ela disse sorrindo.

– Desenho legal. – Disse sem muita emoção.

– Que desanimo, mamãe. – Ela disse.

– Mamãe não está muito bem, amor. Só isso. – Falei, e ela correu para o colo da tal Amélia, e ela brincava feliz. Os meninos conversavam em um canto. Me levantei para falar com Lydia, e o mundo rodou a minha volta. Eu estava me sentindo muito mal, precisava de ajuda.

– Você não quer se lembrar? – Gilinsky gritou para Sammy, assustando todos da sala. – Você só pode estar de brincadeira com a minha cara.

– Qual o problema? Minha vida até melhorou agora, posso continuar Ariel, e não terei namorada chata alguma. – Ele gritou de volta.

– Você sabe o que eu perdi, para você simplesmente não querer se lembrar? Tudo para atender a porra de seus caprichos. – Gilinsky gritou.

– Se acalma, G. – Nash disse.

– Não me peça para eu me acalmar. – Gilinsky disse. – Amanda escolheu amar ele, ele foi o privilegiado, ele foi o escolhido. E agora esse filho da puta não quer se lembrar dela? Eu vou dar na cara dele.

– Se ela me escolheu, provavelmente porque eu era o melhor. – Sammy disse convencido. Gilinsky avançou para cima dele, e os meninos o seguraram.

– Você não era melhor em nada, Sammy. Pare de cantar vitória. – Disse grossa.

– Mamãe, posso dormir na casa da Amélia hoje? – Ariel disse puxando meu vestido.

– Não, Ariel. – Disse tentando não soar grossa, devido a minha perda de paciência com Sammy.

– Amanda, porque mais você me escolheria? É claro que você me escolheu por algum motivo. – Sammy disse convencido.

– Porque não, mamãe? – Ariel disse.

– Porque não, Ariel. – Falei.

– Mas, ela disse que pode. – Ariel insistiu.

– Eu sou sua mãe, e digo que não. – Falei, e ela fechou a cara.

– Chata. Queria que você não fosse minha mãe. – Ela gritou, e eu a peguei no colo para bater nela. Ela não podia falar assim comigo. Precisava corrigi-la.

– Você não vai bater na minha filha. – Sammy disse agressivo, e segurando meu braço com força.

– Ela é minha filha, e eu bato nela se eu quiser. – Ditei. Sammy, a pegou de meu colo. – Me devolva ela. – Disse partindo para cima dele. Sammy me empurrou, e eu acabei tropeçando em meus próprios pés, e cai no chão. Bati minha cabeça na mesinha de centro de Lydia.

– Você ficou louco? – Gilinsky gritou, me ajudando a levantar. – Se você encostar um dedo nela novamente, eu quebro todos os dentes da sua boca. Sammy sorriu irônico, e deixou Ariel no chão, que correu para perto de Melanie, e Andrew que foram levados para seus quartos por Lydia. Sammy se pôs a minha frente, e a frente de Gilinsky que estava ao meu lado.

– Assim? – Ele perguntou irônico, encostando seu dedo indicador na minha bochecha.

Gilinsky explodiu, ele partiu para cima de Sammy, e lhe socou o olho. Ele não deixou que ele se recuperasse, socou sua boca, e seu rosto mais uma vez. Sammy socou o rosto de Gilinsky, e ele reagiu socando Sammy mais uma vez, que caiu no chão com o golpe. Parei na frente de Gilinsky, e segurei seus pulsos para que ele parasse.

– Para. – Disse quando nossos olhares se encontrarem. – Por favor.

– Obedeça a ela, Gilinsky. – Sammy disse sorrindo no chão, seus dentes estavam vermelhos devido ao sangue que escorria de sua boca. – Você não sairia vivo, se lutasse comigo. – Ele disse ainda com seu sorriso irônico. Meu sangue ferveu. Me virei para ele, e chutei sua barriga.

– Seu idiota. O Sammy que eu conheci nunca agiria assim. – Ditei.

– Seu antigo Sammy morreu, conforme-se com isso. E ele nunca mais irá voltar.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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