História Eternal Love - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
Exibições 86
Palavras 1.818
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


notas finais!!!

Capítulo 30 - Please do not give up of me.


Engoli o choro mais uma vez. Engoli a vontade de gritar para todos. E engoli um pouco da dor também. Mas isso tá acumulando e acumulando aqui dentro de mim, e eu não aguento mais. Já pensei em desistir. Já fiz até milhares de loucuras para ver se tirava pelo menos um pouco dessa dor, mas parece que com o tempo só vai aumentando. Por isso fui desconfiando do que me dizem, dizem que com o tempo passa, cura. Mas isso é mentira. Por que pra mim o tempo passa, continua e dói mais.

Observei Ariel brincar com Andrew, e Melanie. O aniversário de cinco anos dos gêmeos era comemorado em um salão de festas no apartamento de um amigo dos meninos em Nova York. Ariel se esforçava para andar com tantas roupas, o clima estava frio, e a neve caia fina do lado de fora do ambiente. Ela parecia um bolinho. Coitada, mal conseguia se mexer sem cair, mas era engraçado.

— Aceita uma bebida? — Uma garota muito bonita me perguntou.

— Não, obrigada. — Disse sorridente. — Quem é você?

— Meu nome é Isabella, mas pode me chamar de Bella. — Ela disse sorridente.

— É um prazer te conhecer, Bella. — Disse sorrindo, e observando suas roupas. — Não está com frio?

— Estou congelando, Taylor me trouxe pra cá, e nem avisou que estava nevando. — Ela disse, e eu ri.

— Taylor? Vocês são namorados? — Perguntei confusa.

— Não. Quer dizer, eu gosto dele, e os amigos dele dizem que ele gosta de mim, mas ele nunca chegou em mim. Estou quase tomando a iniciativa. — Ela disse, e rimos juntas.

— Ei, pode pegar meu casaco. — Falei, e tirei meus casacos para dar a ela, ficando apenas com uma regata branca.

— Não precisa, serio. — Ela disse, mas pude observar seu lábio roxeado.

— Por favor, aceite. Tenho milhões de casacos em minha mala no apartamento que estamos hospedados aqui.  — Disse, e ele aceitou os casacos.

— Prometo que devolvo. — Ela disse.

— Está tudo bem. Vou buscar mais casacos, volto daqui a pouco. — Disse me despedindo de Bella.

Um líquido atingiu minha blusa, e eu gritei assustada com o tão gelado contato.

— Puta que pariu, desculpa Amanda. — Nash gritou. — Serio eu não tive a intenção.

— Droga. — Disse vendo que meu sutiã preto estava marcado na blusa. — Está tudo bem, Nash — Disse, e sai correndo.

Adentrei o elevador, e logo Sammy entrou também. Me abracei tentando esconder a blusa marcada, e tentei me confortar. Eu já não sentia minhas mãos por conta do frio.

— Não vou entrar em um mesmo elevador que você. — Falei, e ele riu.

— Não vou sair, e se você sair vai congelar. Então não me enche o saco, e fica quietinha. — Ele disse grosso.

O elevador fechou, e começou a subir. Quando estava passando pelo quinto andar, o elevador gemeu, e as luzes se apagaram. E então ele parou de andar.

— O que aconteceu? — Perguntei batendo os dentes de frio.

— Droga, esse elevador deve ter pifado. — Sammy disse com raiva. As luzes de emergência se acenderam. — Vou ligar para o Nate. — Sammy ligou para Nate, e começou a conversar com ele, não entendi muita coisa.

— O que ele disse? — Perguntei assim que ele terminou a ligação.

— Disse que está tarde, mas eles vão tentar achar alguém para tirar a gente daqui. Ariel está preocupada. Eles subiram de escada, e colocaram as crianças para dormir, mas Ariel está chorando. — Sammy disse.

 — E você simplesmente desligou o telefone? — Perguntei brava. — Me dá isso. — Disse pegando o celular de sua mão, e ligando para Nate novamente.

— Como sabe minha senha? — Ele perguntou.

— Eu era sua namorada, eu tenho sua senha já que você não mudou. — Disse revirando os olhos.

— Alô? — Ouvi a voz de Nate.

— Nate? Graças a Deus, onde está Ariel? — Perguntei.

— Ela está no quarto, Lydia está tentando acalmar ela. — Ele falou.

— Passe o telefone para Ariel. — Disse. Em poucos minutos ouvi a voz chorosa de Ariel.

— Mamãe? — Ela disse chorando.

— Oi meu amor. — Disse sorrindo.

— Onde a senhora está? Estou com medo. — Ela disse.

— Está tudo bem amor, mamãe está bem. — Falei. — Não fique com medo, está tudo bem.

— Como está o papai? — Ela perguntou. Meu coração saltou, Sammy que ouvia a conversa arregalou seus olhos.

— Ariel, do que você está falando? — Perguntei.

— Tia Lydia me contou mamãe, está tudo bem. Não estou brava com a senhora. — Ela disse. — Coloca no viva-voz. — Coloquei no viva-voz. — Oi papai.

— Oi, meu amor. — Ele disse sorridente.

— Papai, cuide da mamãe, por favor. — Ela disse. Sammy petrificou. — Por favor, papai. — Ela disse melancólica.

— Ariel, está na hora de você dormir. Tudo bem? — Perguntei. Sammy ainda estava mudo.

— Mamãe. — Ela disse com voz de sono.

— Fale, amor. — Falei.

— Canta a música do Justin Bieber pra mim. — Ela disse, eu ri.

— A sua preferida? — Perguntei.

— Sim, com a minha parte preferida também. — Ela disse, e gargalhou. — Papai?

— Estou aqui, meu amor. — Ele disse com um sorriso fraco.

— Você pode cantar também? — Ariel perguntou.

— Claro. — Ele disse.

— Já estou deitada, mamãe. Você já pode começar a cantar. — Ariel disse.

— Hey boy. Boy you see me standing here, standing in the rain oh baby. Any chance that you could stay right here? And never go away? You say that you don't wanna talk but it's cool. Been thinkin' about you all day long. Hopin you'll pick up your phone. And I know that I don't wanna lose your love.Oh baby, oh baby — Cantei como sempre cantava para Ariel, percebi o olhar de Sammy sobre mim, e petrifiquei. — Don't tell me you're my heartbreaker. Cuz boy my heart's breaking. Don't tell me you're my heartbreaker. Cuz boy my heart's breaking (Heart is breaking)

— So what I'm really tryin to say is. And what I hope you understand .Is despite all the imperfections of who I am. I still wanna be your man. I know it hasn't been easy for us to talk with everyone being around. But this is personal, this is for me and you. And I want you to know that I still love you. And I know the seasons may change. But sometimes love goes from sunshine to rain.But I'm under this umbrella and I'm calling your name. — Sammy cantou no ritmo da música, e meu corpo se arrepiou. — I still believe in love. I still believe in us. — Ele cantou, e virei meu rosto com o objetivo que ele não visse eu chorar. — I hope you believe in us. The way I believe in us. You don't see, cause what you don't see is that when we don't speak. I really don't sleep. I wanna talk to ya. And if I had the world in my hands. I'd give it all to ya. I wanna know if you feelin' the way that I'm feelin'. I wanna know if you feelin' the way that I, the way that I.You told me to be careful with your heart, your heart.You told me to be careful with your heart, your heart. With your heart.

— Ela dormiu. — Lydia disse. — Vou desligar, os meninos estão chamando. — Ela disse, e então desligou.

A voz de Lydia estava abafando meu choro baixo, mas com o silêncio não foi possível esconder mais. Me encolhi em um canto do elevador tremendo de frio.

— Porque você está chorando? — Sammy perguntou.

— Eu não quero falar sobre isso. — Murmurei.

— Vamos ficar um bom tempo nesse elevador ainda, então...

— Eu já disse que não quero falar, Sammy. — Falei.

— Fala. — Ele insistiu.

— Não. — Retruquei.

— Fala. — Ele disse de novo.

— Já disse que não. — Retruquei brava.

— Fala. — Ele repetiu mais uma vez.

— Cala a boca, será que dá para você para de ser idiota por um minuto? Você quer saber porque eu estou chorando? Por eu ser tão burra, e a culpa é sua também.

— Amanda, eu....

— Você sabe como é viver com a culpa que você e a culpada pelo homem que você ama não lembrar de você? Eu perdi tudo, Sammy. Você era tudo o que eu tinha. Eu perdi a conta de quantas vezes eu sonhei, e imaginei você acordando. Doí muito, Sammy. — Disse chorando.

— Me desculpa, eu não deveria ter te pressionado, eu...

— Cala a boca, Sammy! — Gritei.

Passados alguns minutos, senti Sammy me abraçar por trás. Seu corpo quente em contato com o meu frio me fez arrepiar. Minhas pernas cederam, e eu não atingi o chão pois ele me segurou.

— Jesus, você está congelando. — Ele disse. — Sua blusa está molhada. Você tem que tirar ela.

— Não Sammy, não vou tirar. — Sussurrei, ainda deitada em seus braços. Sammy se sentou e me deixou deitada em seu colo.

— É sério, se você não tirar você vai morrer de hipotermia. — Sammy explicou.

— Não. — Resmunguei.

— Eu tiro então. — Ele disse, e tentou tirar a blusa de mim, relutei e ele me encarou. — Sem malicia, Amanda. Apenas deixe-me te ajudar. — Ele falou, e tirou minha blusa. Sammy tirou um de seus gordos casacos, e o coloco em mim, tirou a touca também que estava usando e colocou em minha cabeça, e então ele me deitou sobre seu colo, e me abraçou.

— Obrigada. — Falei.

— Está tudo bem. — Ele disse. — Isso é esquisito. — Disse rindo.

— O que é esquisito? — Perguntei.

— Nós. — Ele disse com um sorriso. — Uma hora estamos sendo grossos, e gritando. E outra hora estamos abraçados, tipo agora.

— Desde que você acordou não existe mais "nós". — Falei.

— Nós éramos assim? — Ele perguntou ignorando a minha última fala.

— Sim, mas em vez no abraçarmos, nós fazíamos outra coisa. — Falei envergonhada, e ele riu.

— Parece ter sido divertido. — Ele disso sorrindo pensativo.

— Foi maravilhoso. — Falei. — O melhor tempo da minha vida. — Falei sorrindo lembrando, mas logo ele murchou quando a realidade se fez presente.

— Eu sei que tenho sido um idiota, e queria me desculpar. — Ele disse.

— Vou pensar no seu caso. — Disse.

— Eu ando muito confuso, desde que eu acordei me sinto perdido, estou agindo por impulso. E estou machucando muitas pessoas, pode não parecer, mas acho que quando machuco uma pessoa, eu me machuco ainda mais. Eu sinto que não sou eu mesmo. — Ele disse. — É sufocante.

— Se você deixasse as pessoas que se importam com você ajudar, talvez não seja tão difícil assim. — Falei.

— Talvez. — Ele respondeu. — A primeira ajuda que procurei foi sexo, com aquela tal de Amélia sabe. Mas faltava algo, não sei. Eu li uma frase que me deixou bastante intrigado.

— Qual? — Perguntei.

— O amor está no coração, não no cérebro. — Ele disse, meu coração pulou, não sei se foi de alegria, desespero, tristeza ou qualquer outro sentimento, eu estava confusa no momento. — Durma, quando eles chegarem eu te aviso. — Ele disse sorrindo.

Afundei minha cabeça no peito de Sammy, e deixei me levar pelo momento. Tão perto dele, eu me sentia estranha. Com raiva, me sentido idiota, estupida, mas ao mesmo tempo totalmente entregue a ele. Quando estava quase caindo no sono, senti seus lábios em minha testa, e ouvi ele suspirar alto.

— Por favor, apenas não desista de mim.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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