História Eternal Love - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
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Palavras 1.769
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


notas finais!!!

Capítulo 31 - I want to make you happy again.


Os raios de sol me incomodaram meus olhos assim que acordei, me remexi na cama me espreguiçando, e encostei em alguém. Saltei assustada, e gritei.  Acabei caindo da cama.

— Não grita. — Ouvi Sammy murmurar.

— O que você faz aqui? — Perguntei confusa.

— Dormindo? — Ele disse como se fosse obvio.

— Porque está dormindo no mesmo quarto que eu? — Perguntei.

— Sei lá, fui dormir no sofá, e acordei aqui. — Ele disse.

— Quem me trocou? — Perguntei olhando para o pijama de frio que eu estava.

— Culpado! — Ele disse levantando a mão.

— Sammy! — Disse o reprendendo. — Você me viu...

— Pelada? — Ele disse me interrompendo. — Te vi peladinha.

— Quem te deu essa intimidade? Que droga, Sammy. — Falei brava.

— Eu devo ter te visto um milhão de vezes pelada, então você não deveria dar tanto ataque. — Ele disse.

— Você não se lembra que já me viu pelada, então isso é a mesma coisa de ser a primeira vez. Você não podia ter feito isso. — Falei.

— Índio fraco, cueca forte, índio peida, cueca explode. — Ariel cantou quando estava abrindo a porta do quarto. — Papai? Mamãe?

— Oi, meu amor. — Sammy disse sorrindo.

— Vocês estavam fazendo outro bebe? — Ela disse com os olhos lacrimejados.

— Não meu amor, nós...

— Porque estão fazendo outro bebe? Eu não sou uma filha boa? Eu vou ser uma boa menina. Me desculpa, mamãe. — Ela disse chorando.

— Não, meu amor. Não estamos fazendo bebe nenhum, ok?

— Ok. — Ela disse, e abraçou Sammy que a envolveu em seus braços.

— Como você sabe que é assim que faz um bebe, dona Ariel? — Perguntei.

— Tio Nash, ele me contou tudo. — Ela disse sorridente.

— Como assim? — Sammy disse com os olhos arregalados.

— Com a boca, papai. Ele falou tudo. — Ela disse como se não fosse nada importante. — Agora tenho que ir. — Ela disse, e pulou para fora da cama, saindo do quarto. Eu estava petrificada. Iria descer o tapa em Nash.

— Meu Deus! — Sammy disse ainda pasmo.

— Meu Deus eu que digo, você é homem devia falar um baita de um palavrão. — Falei, e ele riu. — Agora sai.

— Eu não. Sai você. — Ele disse, e deitou na cama se enrolando no cobertor.

— Eu sou a dama, e você o cavalheiro, então você sai. — Falei me levantando.

— Nunca disse que era um cavalheiro. — Ele resmungou.

— Droga, Sammy. — Falei brava. — Você está me irritando!

— Você também está me irritando, então fica quieta. — Ele disse.

Subi em cima da cama, e o empurrei. Sammy previu meu movimento, e me puxou junto, levando ambos de encontro ao chão. Sammy caiu por cima de mim. Estávamos tão próximos que eu tinha a desconfiança de que ele poderia sentir meu coração batendo a mil por hora. Nossos olhares se encontraram, e eu mordi meus lábios, evitando falar uma besteira. Sammy fitou minha boca, e logo depois meus olhos. Minhas bochechas estavam queimando. Seu rosto se aproximou do meu, e nossos olhos se fecharam. Seu lábio tocou o meu, e eu me arrepiei. Meu corpo estava paralisado, meus lábios clamavam para que ele me beijasse, sentiam falta de seu toque macio e aconchegante. Seus lábios recuaram por um instante, indecisos. Seu nariz tocou o meu, e senti que ele estava próximo novamente. Ele iria me beijar.

— Vamos, papai e mamãe. — Ouvi a voz de Ariel pulando em cima de Sammy. Ele desviou seu rosto do meu rapidamente. — Vamos voltar a Los Angeles. Quero ir à praia. — Ela disse animada.

— Ok, meu amor. — Sammy disse sorrindo, e se levantou. Eu ainda anestesiada com a situação anterior, demorei um pouco para levantar. — Pode deixar, que eu saio. — Ele disse envergonhado, e saiu quase correndo. Ariel foi com ele.

Suspirei pesadamente, e fui para o banheiro fazer minhas higienes. Meu coração ainda batia forte.

Tomei um banho tentando relaxar, e sem muito sucesso. Eu só conseguia pensar nele. Em seus lábios, em seus olhos, em seu sorriso. Em tudo que se referia a ele.

Sai do banheiro, e me enrolei em uma toalha. Coloquei uma calça legging preta, uma blusa de frio preta também, e uma bota preta de salto baixo. Arrumei Ariel socando quantas roupas podia nela, e uma touca em sua cabeça.

— Mamãe, eu não consigo andar. — Ela disse sentada no chão. — Não sinto minhas pernas.

— Claro que consegue. — Falei. A coloquei de pé, e ela tentou dar o primeiro passo, e caiu sentada no chão.

— Tem roupas demais. — Ela reclamou. — Estou parecendo um bolinho.

— Você está linda, e o mais importante aquecida. Você não precisa andar, eu te levo. — Disse, e peguei Ariel no colo. Ela parecia um bolinho mesmo.

Coloquei as malas no carro que Johnson havia avisado que alguém me levaria para Los Angeles. Coloquei Ariel em seu bebe conforto no carro de Lydia, aonde ela iria com Andrew, e Melanie. Todos já estavam no estacionamento.

— Ok. — Nate disse analisando uma lista. — Eu, Emma, Madison, e Gilinsky em um carro. Emma, Johnson, Andrew, Ariel, e Melanie em outro. Sammy, e Amanda no último.

— Oque? — Disse confusa.

— Eu não vou no mesmo carro que ela. — Sammy reclamou.

— Eu não vou no mesmo carro que ele. — Reclamei também.

— Vocês vão parar de ser criança, vão se comportar como adultos, e vão sim. — Emma disse.

— Não. — Falei.

— Sim. — Gilinsky disse.

— Já falei que não. — Disse brava. — Que droga.

— To de acordo com ela. — Sammy disse.

— Pelo amor de Deus. — Johnson reclamou.

— Vamos deixá-los, então. — Lydia disse.

Os meninos concordaram com Lydia, e entraram nos carros.

— Vocês não vão fazer isso. — Sammy disse sorrindo sarcástico.

Os carros deram partida, e se foram.

— Bom, você vai ficar aí. Boa sorte. — Falei indo em direção ao carro.

— Não, eu vou. E eu que vou dirigir. — Sammy falou.

— Não, dá última vez que você dirigiu acabamos sofrendo um acidente, e eu fiquei em coma por quatro anos, e não lembro de nada. — Sammy disse. Ele notou minha reação espantada, e ficou assustado. — Me desculpe eu não deveria ter falado isso, eu...

— Cala a boca, Sammy. — Disse entrando no carro, sentando no banco do passageiro, e coloquei o sinto.

Sammy se sentou no banco do motorista calado, e começou a dirigir. A neve já abandonava Nova York.

(...)

Estávamos saindo de Las Vegas, a chuva caia forte, e eu estava com medo da tempestade.

— Porque está se encolhendo tanto? — Sammy perguntou.

— Não é da sua conta. — Falei.

— Pode para de ser grossa. — Ele falou. — Pelo amor de Deus!

— Tenho medo de tempestade. — Falei, Sammy riu.

— Você tem medo de tempestade? Que cômico. — Ele falou.

— Vai se fuder. — Falei, um raio iluminou o seu, e eu reprimi um grito.

— E esquisito uma mulher madura como você ter medo de tempestade. — Ele falou.

— Eu tenho um certo trauma. — Falei.

— Qual seria? — Ele riu. — Viu o bicho papão durante uma tempestade?

— Meus pais morreram em uma tempestade. Meu pai perdeu o controle do carro, e o jogou em um barranco. — Disse triste, Sammy se calou.

— Me desculpa, eu não sabia, eu...

— Você está se desculpando muito ultimamente. — Falei.

Estávamos no meio da estrada quando Sammy passou por um buraco, e o pneu furou. A chuva caia violenta, e os raios vinham junto.

— Droga! — Sammy resmungou.

— É só trocar o pneu. — Falei.

— Estamos sem o step. — Ele falou.

— Como assim?

— Eu e os meninos tiramos para fazer um balanço, não pensamos que iriamos precisar.

— Meu Deus, vocês meninos são tão idiotas. — Falei.

— Meu celular está sem bateria, e o seu? — Ele falou não prestando atenção no que eu havia falado.

— Sem sinal, por causa da chuva. — Falei.

— Vamos ter que ficar aqui, então. — Sammy falou.

— Que pesadelo. — Resmunguei.

Fui para o banco de trás, e desci os bancos de forma que formassem uma mini cama. Peguei as malas,e  as coloquei no banco da frente. Peguei alguns cobertores, e travesseiros que havia levado, e fiz uma cama para mim. Me enrolei em um cobertor, e deitei no banco. Um raio iluminou o carro, e eu pulei assustada.

— Porque eu sinto que isso já aconteceu? — Sammy disse.

— Porque já estivemos em uma situação parecia, a muito tempo atrás. — Falei.

— O que aconteceu? — Ele falou.

— Sua moto quebrou, e nós ficamos na chuva, então invadimos uma casa de praia. Parece que tudo está acontecendo novamente. — Falei. — Eu tenho problemas em me aquecer, e então eu estava com muito frio, e com medo da tempestade, e você me abraçou, e dormimos juntos. — Eu disse.

Flashback ON

— Sammy? O que você está fazendo? — Perguntei confusa.

— Tentando dormi. — Ele respondeu cansado, eu ainda me perguntava como ele estava em pé, pois eu estava só a capa do Batman. — Boa noite.

— Porque você não dorme aqui na cama? — Perguntei.

— Amanda, eu sei que você não me quer por perto, eu sei que você está brava e magoada comigo. E sei como e gostar de alguém, você quer perdoa - lá, pois você quer essa pessoa perto de você. E eu não mereço que você me perdoe, eu mereço uma punição.  — Sammy disse sério. Meus olhos se arregalaram, confesso que me assustei com sua resposta.

— Mas, se você dormir nessa poltrona, você vai acordar com muita dor amanhã, possivelmente bem aguda nas costas, e talvez nem consiga dormir.

— Acho que é melhor para nós dois, que eu fique aqui. — Sammy insistiu.

(...)

— Sammy? — Disse baixo ainda tomando coragem. — Sammy? — Disse mais alto.

— O que foi, Amanda? — Ele resmungou sem se mexer.

— Dorme comigo! — Disse tímida.

— Amanda, nós já conversamos sobre isso, você ...

— Por favor. — Pedi, um raio iluminou o quarto e o barulho estrondoso fez eu me encolher na cama. Sammy levantou seu olhar e pareceu perceber que eu estava com medo da tempestade, ele se levantou e deitou ao meu lado. Sammy puxou meu corpo e encaixou sua cabeça em meu pescoço e seu braço enlaçou minha cintura. Seu corpo quente em contato com o meu frio, fez com que eu levasse pequenos choques por todo meu corpo.

— Você está gelada. — Sammy disse.

— Eu sei, não consigo me aquecer. — Disse fraco, ele pegou uma de suas mãos e a entrelaço a sua.

Flashback off

— Você está com frio? — Sammy perguntou.

— Estou congelando. — Falei. Ele se deitou ao meu lado, e se aninhou a mim.

— Amanda. — Ele me chamou.

— O que foi? — Falei, eu já estava quase pegando no sono.

— Eu acho que quero me lembrar. — Ele disse. Me virei para ele.

— Você quer o que? — Perguntei.

— Acho que quero me lembrar. — Ele repetiu. — Você me ajuda? — Balancei a cabeça em sinal que sim, e sorri. Ele beijou minha testa, e sorriu quando nossos olhares se encontraram. A palma de sua mão alisou meu rosto, e colocou uma mecha de meu cabelo para trás. — Eu quero fazer você feliz, mais uma vez, Amanda.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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