História Eternal Love - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
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Palavras 1.353
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 33 - Give up.


— Emma, você viu as crianças? — Perguntei sentada no sofá da sala de Lydia.

— Sim, saíram com o Sammy, e a Amélia. — Emma disse. Droga.

— Estamos saindo. — Nate gritou, e saiu com Emma.

— Johnson, vamos mais devagar! — Ouvi Lydia dizendo.

Ok, hora de ir embora também.

Adentrei meu carro, e dirigi em direção a um fast-food mais próximo. Meu telefone tocou, e eu atendi.

— Alô?

— Fala, doente! — Ouvi Gilinsky dizer.

— Doente é o seu focinho, o que você quer? — Perguntei sorrindo.

— Nate, e Emma estão transando, provavelmente Lydia, e Johnson também. Madison está viajando, e volta só mais tarde. Oque acha de passar aqui em casa? Bob está com saudade. — Ele disse.

— Chego em dez minutos. — Falei.

— Traz comida. — Ele gritou.

— Caralho! Meu ouvido, garoto. Ficou doido? — Falei.

— Calada. — Ele falou fazendo voz fina. — Vem logo, traz minha comida.

— To indo, bixa. — Disse sorrindo.

— Vai cagar, menina. — Ele falou rindo.

— Estou chegando. — Falei, e desliguei.

Passei em um fast-food, e comprei comida para mim, e para Jack. Quem come fast-food no almoço?

Rapidamente, cheguei em sua casa. A casa dos Jacks não era tão longe uma da outra, já que eles eram amigos e queriam viver próximos.

Toquei a campainha, e logo pude ouvir Bob latindo. Jack abriu a porta sorridente, e eu o abracei o cumprimentando.

— Comida! — Ele disse animado olhando o que eu havia trazido. — Até que enfim, eu já estava quase comendo o Bob.

— Se você comesse ele, eu quebrava a sua cara. — Falei, e ele riu pegando o hambúrguer.

— A quanto tempo não ficamos sozinhos? Sei lá, fazemos alguma coisa juntos? Quatro anos? — Ele disse comendo.

— Deve ser isso mesmo. — Falei rindo.

— Uau. — Ele disse assustado. — Me sinto um idoso.

— Você tem apenas vinte e seis anos, para de drama. — Falei rindo.

— Credo. — Ele disse rindo, e terminamos de comer. — Que calor do capeta.

— Você tem uma piscina não tem? — Perguntei.

— Sim. Mas você não vai usá-la, só eu. — Ele falou.

— Porque não? — Perguntei rindo.

— Você sabe o que aconteceria se eu te visse de biquíni, não é? — Ele disse sorrindo.

— Ok, vamos evitar. — Falei.

— Mas, isso não quer dizer que eu vou ficar aqui virando meleca com você. — Ele disse tirando sua blusa, e indo para fora de casa. O segui.

— Como assim? — Perguntei.

— Eu vou entrar, curtir o paraíso, e você vai ficar mofando. — Ele disse sorrindo, e adentrando a piscina.

— Ei, eu te trouxe comida, isso é uma coisa muito importante. — Falei.

— Não estou nem aí. — Ele falou.

— Você não tem nenhuma roupa da Madison que eu possa usar, não? — Perguntei.

— Não. — Ele falou.

— Droga, Jack. — Reclamei. — Eu estou morrendo de calor. — Choraminguei. — Eu vou só sentir a água. — Falei colocando meu pé na água.

— Amanda, cuidado o Bob. — Ele gritou, e senti algo peludo nas minhas costas, e logo cai na água.

— Jack, eu não sei nadar. — Gritei me debatendo.

— Te peguei. — Ele disse sorrindo, entrelacei minhas pernas em sua cintura, e me agarrei a ele assustada.

— Obrigada. — Disse envergonhada pela nossa proximidade.

— Eu... — Ele disse assim que nossos olhares se encontraram, ele desceu seu olhar para minha boca, e logo depois para meus olhos novamente. — Nós não... — Ele gaguejou mais uma vez, Jack mordeu seus lábios, e eu me arrepiei. Percebi a distância entre nossos corpos — que era praticamente inexistente. — Ele ainda matinha as mãos em minha cintura e sorria para tentar repreender o riso. Seus olhos não saíam dos meus. O seu toque, seu sorriso, e essa aproximação, tudo era suficiente para causar uma aceleração dos meus batimentos cardíacos e uma vermelhidão nas bochechas. — Me desculpe, mas eu tenho que fazer isso. — Ele disse rapidamente, e selou nossos lábios. Correspondi no mesmo instante.

Meu coração batia rápido, com o tão rápido contato de nossos lábios, minhas mãos estavam concentradas em seus cabelos, e suas em minha cintura.

Jack me jogou contra a parede da piscina, e desceu seus lábios para meu pescoço. Obviamente, não iria recusar. Mas lembrei-me de Madison.

— Jack — Chamava-o entre os beijos, mas o garoto me levava a loucura. Eu tentava me concentrar para formular alguma frase, mas nada saía — Nós… Não… Você está…

— Cale a boca. — Ele ditou.

Simplesmente parei de pensar e deixei-o fazer o trabalho. Ele desceu as mãos para a minha cintura, acariciando o local, o que me despertou a vontade de prendê-lo ainda mais entre as minhas pernas, não hesitei ao fazê-lo. Jack passou a beijar o meu pescoço novamente. Um arrepio percorreu o meu corpo todo quando senti sua língua contra a minha pele. Meus olhos estavam fechados sutilmente e eu massageava os cabelos de sua nuca com as unhas, puxando-o mais para perto - se é que isso fosse possível. Ele sorriu satisfeito durante uma das poucas brechas que nossos lábios davam, trouxe-me ainda mais para si, aprofundando o beijo. Consegui controlar as batidas frenéticas de meu coração e finalmente relaxei. Podia fazer aquilo por horas e nunca me cansar. Tinha ansiado tanto por aquilo que a sensação sequer era de satisfação, ultrapassava os limites do simples contentamento em conseguir algo tão almejado. Não podia me perder em Jack, no entanto, lutava comigo mesma para manter minha lucidez.

Aos poucos, paramos. Meus lábios ainda formigavam na expectativa de sentir os dele novamente, mas contive-me. Seu beijo parecia possuir algo viciante, capaz de deixar-me dependente.

— Nós não podíamos ter feito isso. — Falei envergonhada.

— Eu sei, me desculpe, eu...

— Não se desculpe. — Ditei. — Duas bocas não se beijam sozinhas. — Disse. — Me ajuda a sair daqui. — Falei tentando sair da piscina. Sai da piscina.

— Isso não poderia ter acontecido. — Ele murmurou novamente.

— Eu já entendi isso, Jack. — Falei.

— Não, a culpa não e sua, e minha. Eu não deveria ter te beijado. — Ele falou.

— Não faça isso. Não coloque a culpa toda em você, que droga. Eu também te beijei. — Falei. — Eu vou embora. — Falei pegando as chaves do meu carro.

— Acho que é melhor assim, eu preciso de um tempo. Isso foi um erro. — Ele falou.

— Jack, eu estou carente por causa do Sammy, você por causa da Madison. Foi apenas um imprevisto. Vamos esquecer isso, e....

— Eu não quero esquecer. — Ele disse.

— Eu também não. — Murmurei

— Apenas finja que não aconteceu. Nós já aguentamos quatro anos, Amanda. Não podemos estragar tudo agora. Não podemos nos apaixonar novamente. — Ele disse.

— Ok, não podemos. Então eu já vou. — Falei confusa.

— Espera. — Ele disse segurando meu braço. Ele me puxou para si, e me beijou novamente. Seus braços abraçaram meu corpo, o trazendo para si. O ritmo de nossos lábios era lento, e eu não pude evitar de sorrir durante o beijo. — Eu juro que vou me arrependeu muito disso mais tarde, quando a culpa pesar. — Ele disse nos separando.

— Não sei como vou olhar para a Madison agora. — Falei.

— Relaxa, bate a cabeça em uma pedra no caminho. — Ele brincou.

— Idiota! — Falei, como sempre Jack estava brincando com o momento, mas eu sabia que assim que ele caísse na real, ele se sentiria a pior pessoa do mundo. E eu aqui não ajudaria muito. Droga, eu sou uma idiota. — Então, eu já estou indo. — Falei envergonhada, e quase sai correndo, antes que fizéssemos mais besteira.

Fui para a casa de Lydia, buscar Ariel.

Quando abrir a porta, dei de cara com Sammy, e Amélia se atracando no corredor.

— Me desculpe interromper, eu apenas vim buscar Ariel. — Falei tímida. Sai dali rapidamente, e fui pegar Ariel no quarto das crianças de Lydia. Ri quando vi que ela estava de mãos dadas com Andrew. Peguei ela em meu colo, sem acordá-la, e fui para a sala.

— Ei! — Ouvi a voz de Amélia. — Eu sei o que você quer. — Ela sussurrou.

— Você é doida? — Perguntei rindo.

— Você quer que Sammy se lembre, não é? — Ela perguntou forçando a voz, e fazendo beicinho, como se estivesse com pena de mim.

— Por favor, me deixe em paz. — Falei saindo do local, ela segurou meu braço.

— Ele não vai se lembrar, deixe ele em paz. — Ela falou.

— Eu não estou fazendo nada, sua idiota. — Falei brava.

— Que bom, continue assim. Não crie esperanças, ele já desistiu de você. Você nunca o terá novamente.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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