História Eternal Love - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Palavras 2.114
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 37 - You.


Me apressei, e adentrei o carro. O carro parecia pequeno para o vestido tão grande que eu usava. Dei partida no mesmo, e dirigi o mais rápido que pude para longe dali. Decidi espairecer a cabeça, quem sabe uma viagem me fizesse esquecer um pouco da bagunça que minha vida estava. Eu poderia visitar Thomas. Faz tanto tempo que eu não vejo o meu próprio irmão. Sou uma irmã muito tapada.

E uma mãe também. Deixei Ariel sozinha na igreja. Parei o carro no acostamento e liguei para Lydia.

— Alô? — Lydia disse assim que atendeu.

— Lydia, estou indo viajar. Você poderia cuidar de Ariel para mim? — Falei rápido.

— Posso, mas para onde você está indo? Ficou doida? Amanda...

— Eu preciso realmente de um tempo, Lydia. E preciso desligar. Adeus. — Disse, e desliguei.

Liguei o carro novamente. Um carro preto passou por mim a alta velocidade. Meu Deus, quem é o louco?

Dirigi rapidamente para minha casa, e fiz as malas voando. Tomei um banho, e coloquei uma calça jeans preta, com um moletom vermelho. Calcei minhas botas pretas de cano baixo, e adentrei o carro novamente. Eu precisava ficar o mais longe possível de Los Angeles.

Peguei a saída principal da cidade, e parei o carro no acostamento novamente, fazendo uma oração para que a viaja ocorra bem, e eu não morra no caminho. Terminada a oração, dei partida no carro.

Próxima parada. Omaha.

(...)

— Não estou acreditando nisso. — Thomas disse assim que abriu a porta da frente. — Tampinha, você veio me visitar. — Ele disse me abraçando.

— Menos, Thomas, bem menos. Quase nada. — Falei e ele riu. — Senti sua falta.

— Sentiu nada. — Ele resmungou se separando de mim.

— Senti sim, seu otário, não falo que sinto falta das pessoas atoa, então pare de resmungar. — Falei rindo.

— Onde está Ariel? — Ele perguntou me dando passagem para entrar.

— Ela está na casa de Lydia, aconteceram algumas coisas. — Falei triste.

— Você precisa de um tempo longe dos problemas, eu entendo. — Ele disse beijando minha testa, e me abraçando. — Está tudo minha pequena. Eu vou cuidar de você.

(...)

Acordei e continuei na cama olhando para o teto. Eu sentia falta da minha tão amada casa. Sabe aquele momento que você ver um filme de sua vida passando por sua cabeça? Você se lembra dos seus erros, acertos, micos, e tudo o que já aconteceu com você. Bom, eu estava tendo um desses momentos agora.

— AMANDA. — Thomas gritou adentrando o meu quarto, dei um pulo na cama assustada ele riu.

— Cace... Tada, você não pode fazer isso menino. Quer me matar do coração? — Perguntei eufórica.

— Levanta logo, acabei de receber um convite de uma amiga minha para uma festa. Você vai comigo e tirar essa cara de bunda. — Ele disse sorridente.

— Thomas, são dez horas da manhã. Porque tenho que levantar agora? — Perguntei.

— Por que você tem que comprar roupa, fazer cabelos, unha, essas coisas que mulheres fazem. Vou te apresentar aos meus colegas, você tem que estar pelo menos apresentável, pelo amor de Deus né. — Ele disse. — Umas amigas minhas vão te arrumar.

— O que? Eu sei me arrumar sozinha. — Protestei.

— Não para essa festa, meu bem. — Ele disse sorrindo malicioso.

(...)

As meninas haviam me arrumado. Confesso que eu estava estranha. Não estranha, tipo estranha mesmo. Eu estava estranha pois não reconhecia a mim mesmo. Eu não havia ainda sido informada aonde seria essa festa, e como seria, apenas sabia que os participantes teriam que se vestir como atores de filmes. Elas me vestiram como a Clary Fray, personagem da Lily Collins no filme instrumentos mortais. Eu estava com um vestido preto colado ao meu corpo, era muito curto, não chegava nas minhas pernas, quase não passava da bunda, não tinha alças. Vestia uma jaqueta preta de couro, e botas de cano alto, que iam até minhas coxas, salto fino. Meu cabelo estava solto, com cachos nas pontas, e eu estava com uma maquiagem razoável. Para dar um toque mais sobrenatural, fui obrigada a colocar lentes de contato amarelas, misturadas com a cor dos meus olhos, meus olhos pareciam estar dourados. Estava muito perfumada para o meu gosto.

— Ela está linda. — Uma menina disse atrás de mim.

— Onde está meu irmão? — Perguntei.

— Ele está vindo te buscar. — Uma loira ao meu lado disse sorridente.

— Ahm, muito obrigada meninas por terem me arrumado. — Disse sorridente. Eram três garotas no máximo, Angel, Victoria e Stassie. As três eram amigas, e estavam vestidas como as panteras.

— De nada, Amanda. — Stassie disse. — Thomas é nosso amigo, e amigos se ajudam. E até nos divertimos te arrumando. — Ela disse sorrindo.

Serio? Pensei me analisando. Nem percebi.

Ouvi uma buzina do lado de fora, e me despedi das meninas. Correr com aquelas botas parecia impossível, então tratei de apenas andar normalmente. Adentrei o carro, e Thomas me encarou.

— Que foi? — Perguntei.

— Caralho. — Ele disse rindo. — Você está muito bonita.

— Obrigada. — Falei rindo. — Mas não identifiquei ainda qual personagem você é.

— Eu sou o arqueiro dos Vingadores. To bonitão, né? — Ele perguntou sorrindo. — Nem precisa responder, eu sei que estou lindo. — Ele disse, e eu ri.

Thomas deu partida no carro, e assim ele dirigiu em direção a tal festa.

— Hoje vou pegar a Stassie, o que você achou dela? — Thomas perguntou.

— Gostosa. — Comentei.

— Eu sei. Tenho bom gosto. — Ele disse sorrindo.

— Meu querido, você já tem vinte e nove anos, está na hora de arranjar uma namorada, não? — Perguntei.

— Minha querida, seu irmão é muito concorrido. Tenho que agradar as mulheres. — Ele disse. — Quem sabe daqui uns dois anos.

— Sei. — Falei.

— Por que está falando de mim? Você está com vinte e seis, e está encalhada. — Ele disse rindo.

— Me desculpe se o homem que eu amo arrebentou a cabeça, e se esqueceu de mim. — Falei rindo.

— Isso não é desculpa. — Ele falou.

— Claro que é. — Retruquei.

— Não, não é. E você sabe disso. As coisas começam a dar errados quando você desiste, e você desistiu. — Ele falou.

— Ele falou para mim desistir, que ele não sentia nada por mim. — Disse um pouco alterada.

— E você o escutou, fez o que ele disse. Você não deveria ter desistido, você devia ter lutado ainda mais. — Ele disse. — Desistindo, você abriu espaço para o inimigo. — Ele disse sério.

— Mas...

— Chegamos. — Ele disse me interrompendo. Thomas parou o carro, e então saímos. — Não se afaste muito, senão não nos reencontraremos hoje. — Ele disse rindo.

Assenti com a cabeça, e o acompanhei até a porta.

O local era gigante. Parecia uma pub normal. Quando entrei pude reconhecer muitos personagens de filmes que eu já havia assistido. Mulheres semi - nuas dançavam em plataformas acima de nós. Uma música eletrônica alta tocava. Decidi parar de observar os detalhes quando olhei para o lado, e o Thomas que devia estar lá, não estava.

Fui para a área de bebidas do local, e pedi uma bebida forte ao barman.

— Não estou acreditando nisso. — Escutei uma voz gritar atrás de mim. Olhei para trás e meus olhos se arregalaram. — Amanda Campbell?

— Jackson? — Disse sorridente. — O que faz aqui?

— O que se faz em uma festa, Amanda? — Ele perguntou rindo. Minha bebida ficou pronta e eu a bebi. — Opa, Campbell, vai mais devagar.

— Não, deixa eu beber. — Resmunguei.

— Problemas no paraíso, princesa? — Ele disse se aproximando mais de mim.

— Sim, está tudo desmoronando. — Disse, e meu outro drink ficou pronto, o bebi também.

— Espera, Amanda. Você está solteira? — Jackson perguntou sorrindo.

— Sim, na verdade, eu fui chutada. — Falei.

— Olha eu sei que isso seria estranho, mas o que acha de fazermos algumas coisas que fazíamos alguns anos atrás? — Ele disse se aproximando de mim, e alisando meu rosto.

— Até que não é uma má ideia, você transa bem. — Disse o analisando. Jackson estava vestido de pirata. Ele sorriu.

Jackson me puxou para perto, e selou nossos lábios. Nosso beijo era selvagem, quase dolorido. Ele me puxou para um sofá, e eu sentei em seu colo. Levei uma de minhas mãos até sua nuca, acariciando a mesma, e sua mão pousou em minha cintura, logo descendo até minha bunda. Sem interromper o beijo ainda, Jackson começou a me estimular, fazendo movimentos circulares em meu clitóris com seu dedo indicador. Deus, a quanto tempo eu não sentia o toque de um homem?

Coloquei minha mão sobre a dele, obrigando-o a acelerar os movimentos de seus dedos, Jackson sorriu com a minha reação. Tão entregue a ele. Enquanto me penetrava com seus dedos, ele começou a chupar meu pescoço, mordi meu lábio inferior com a sensação alucinante. Seus movimentos eram rápidos, e então, em pouco tempo, cheguei ao meu ápice.

— Vamos terminar isso em um lugar mais privado. — Ele disse sorrindo.

(...)

Acordei, e me virei para o lado vendo Jackson dormindo sereno. Me levantei e coloquei minhas roupas.

— Porque você sempre vai embora? — Jackson me perguntou.

— Porque sempre tenho coisas para fazer. — Falei.

— Foi bom, ter te visto novamente. Até algum dia Campbell. — Ele falou assim que abri a porta.

— Até algum dia, Jackson. — Falei e sai.

Os quartos da boate eram estranhos, avistei Thomas dormindo em um sofá no canto direito do ambiente.

— Thomas. — O chamei.

— Hmm... — Ele murmurou.

— Thomas, acorda. — Falei.

— Não. — Ele resmungou.

— Vamos, eu vou te levar pra casa, para sua caminha. — Falei manhosa.

— Pra minha caminha? — Ele disse abrindo um dos olhos.

— Sim, para sua caminha. — Disse sorrindo.

— Ok. — Ele disse se levantando, e o ajudei a andar até o carro.

Dei partida no mesmo e fui em direção a nossa casa.

— Eu estava pensando em ir para Los Angeles com você. — Ele disse dormindo no banco. — Queria morar lá com você.

— Serio? — Perguntei animada. — Seria muito bom.

— Ok, então estamos conversados, quando eu acordar, a gente vai para Los Angeles. — Ele disse.

Sorri. Assim que chegamos em casa, coloquei Thomas para dormir em sua cama.

Arrumei sua mala, e peguei tudo o que pertencia a ele, e coloquei em diversas malas. Assim que terminei, coloquei todas em seu carro. Tomei um banho, e coloquei uma roupa confortável. Deitei em minha cama, e decidi descansar um pouco também, antes da viagem.

(...)

Thomas foi em seu carro, e eu no meu. Ele ficava toda hora apostando corrida comigo, o que era engraçado. Assim que chegamos em Los Angeles liguei para Lydia. Ariel já estava a caminho de casa.

Cheguei em casa, e ajudei Thomas a organizar suas coisas no seu novo quarto, que antes era o quarto de hospedes.

A campainha tocou, e eu corri para atender ela, estava com saudades da minha filha.

Abri a porta, e ela pulou em meu colo.

— Mamãe. — Ela gritou animada.

— Oi, meu amor. — Disse a abraçando. Olhei para frente e quase deixei Ariel cair com o susto, ela deslizou por meus braços, e correu para os braços de Thomas que havia gritado por ela. — Sammy? — Perguntei assustada. — O que você fez com seu cabelo? — Perguntei olhando seu cabelo, ele havia ficado loiro? Blonde? — O que faz aqui? Você não devia estar na sua lua de mel?

Sammy Wilk P.O.V.:

— Oi. — Disse envergonhado.  — Bem o cabelo, eu pintei. E a lua de mel é uma longa história.

Flashback ON

O paletó parecia estar ficando menor a cada respiração que eu dava, estava tão nervoso que nem percebi Amélia chegando ao altar.

— Samuel Wilkinson, você aceita Amélia Duff como sua esposa? — A voz do padre soou.

Sim, pensei. Quer dizer, não. Sim. Não. Sim. Não. Droga.

Direcionei meu olhar para a porta da igreja, e encontrei Amanda, chorando na porta, provavelmente indo embora. Ela saiu correndo e meu corpo pareceu entrar em pânico.

Você não pode se casar com a Amélia, Sammy Wilkinson. Droga, o que eu faço agora. Todos me olhavam sorridentes, esperando que eu dissesse o tão esperado sim. Mas ele não querer de jeito nenhum. Minha boca se recusava a proferir tal palavra.

Meu cérebro, só pensava: Amanda, Amanda, Amanda.

Eu estava a ponto de explodir naquele altar. Olhei para a porta novamente, como se minhas pernas tivessem ganhado vida eu comecei a correr para fora daquele local. Eu precisava ir atrás dela, precisava falar com ela. Parecia errado não estar ao lado.

Quando cheguei do lado de fora, ela não estava mais lá. Senti o desespero crescer em meu peito. Rapidamente destranquei o meu carro, eu precisava urgentemente sair daquele local, de perto daquelas pessoas, ficar longe de tudo isso. Eu precisava dela, precisava de Amanda.

Não me importei em não ajudar um carro que estava parado no acostamento, nem a alta velocidade que passei por ele.

Eu só queria apenas sair daquele local

Flashback off

— Eu não me casei. — Disse sorrindo.

— Porque não? Algum motivo? — Ela perguntou me analisando. Não conseguir conter o sorriso antes de responder.

— Você.


Notas Finais


Trailer primeira temporada: https://www.youtube.com/watch?v=3mba31H6fv0 ;
Trailer segunda temporada: https://www.youtube.com/watch?v=lbKBR8VvRJg ;
meu twitter: @samwilkgirl

Estou respostando eternal love, estarei respostando dangerous attraction depois :)

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