História Eternidade (Norminah) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 55
Palavras 1.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Dêem uma olhada nas notas finais.

Capítulo 4 - Mais linda do que posso descrever


Normani queria evitar, ela jurou a si mesma que evitaria, no fundo ela tinha se conformado, ela tinha mesmo se conformado, afinal, para se livrar da maldição teria que matar alguém, e a morena prometeu nunca mais fazer aquilo nem por suas mãos, nem pelas mãos de ninguém. Mas agora, vendo aquela mulher sentada ao seu lado, sorrindo tão meiga, ou nem tanto, contando a história de quando entrou para a faculdade de botânica, bom, ela só pensou em beijá-la, só queria isso.

- Bom, você teve sorte, seus pais te apoiaram. Eles queriam que você fizesse direito, então... você teve sorte.

- Sim, eles são muito legais e fieis, minha irmã está realizando o sonho deles, ela entrou para a faculdade de direto, então no fim todos estamos felizes.

- É, parece que sim.

            Elas se encaram e fazem silêncio. Atração seria pouco para definir, pouco demais na verdade. Dinah queria aquela mulher, e podia ver nos olhos de Normani que ela queria o mesmo.

- Nós não podemos fazer isso Dinah.

- Diga-me um bom motivo.

- Você falou de você, falou tudo de você, eu não disse nada sobre mim, isso não te incomoda?

- Claro que sim, mas eu sinto que você tem medo de alguma coisa, sinto que isso está ditando suas ações, eu só iria lhe dá tempo, até você estar confortável comigo.

- Tempo é algo tão relevante em minha vida, você não sabe o quanto.

- Você fala como se fosse uma velha, quantos anos você tem? Vinte e cinco? Vinte e sete? – Isso até fez a morena sorrir.

- Vinte e seis.

- Viu só? Até nisso somos compatíveis.

- Você não sabe o que diz.

            Nesse momento a morena levanta e fez menção de sair, mas a loira a segura pelo braço.

- Jante comigo.

- Não, não faça isso Dinah não faça isso com você, por favor, não faça eu me odiar mais, por favor.

            A loira sentia o temor na voz da morena, sentia que o medo era muito maior do que poderia entender, mas não tinha como evitar, aqueles olhos negros, aquele olhar preocupado e ao mesmo tempo livre, aquilo era cativante, ela era mais linda do que poderia descrever.

- Deixe-me tomar as minhas decisões. É apenas um jantar. Fale o que quiser, sinta-se à vontade para falar o que quiser.

- Não se trata de eu falar Dinah, se trata de você se envolver, se isso acontecer, se isso aqui for adiante as duas sairão machucadas, nós duas vamos sofrer e desculpe dizer isso, mas eu sofrerei muito mais.

- Você não pode ter certeza disso.

- Eu tenho Dinah, eu tenho absoluta certeza disso. Não posso me comprometer com ninguém.

- Não estou exigindo compromisso, só quero conhecer você melhor.

- Mas vai, sempre acontece isso.

- Ok, você é dura na queda, então vamos combinar algo, jante comigo, apenas jante e se nesse jantar eu não te convencer de que posso ser diferente e que posso lidar com seu medo, você vai embora, eu juro nunca mais vir atrás de você.

            A morena lhe olha, encara aqueles olhos castanhos, seria tão errado, tão má em continuar com aquilo, tão irresponsável, mas talvez, só talvez ela acabaria com tudo, depois do jantar desapareceria da vida de Dinah para sempre.

- Ok, mas você não vai nunca mais me procurar, eu vou sumir.

- Você fala como se já soubesse que fará isso.

- Porque eu sei Dinah, seu sei que farei isso.


[...]


- Então você vai jantar com ela.

- Sim, vou fazer isso e depois sumir, é o certo a se fazer.

            Allyson respira fundo e volta sua atenção para os papeis, já cansou de tentar convencer a amiga de que ela poderia ser feliz, se encontrasse a pessoa certa que entendesse o seu passado e soubesse lidar com ele.

- Você já pensou na possibilidade de...

- Nem termine. Não, não há outra opção, eu tenho que me afastar. Eu não posso fazer isso com ela, não com ela.

- Você já fez isso antes. – A morena vira o corpo de encara a menor, estavam no escritório da empresa. – Aquelas outras mulheres.

- Você se lembra quanto tempo fiquei com a última mulher? – Normani pergunta séria para a amiga.

- Ok, entendi. – A loira diz vencida, pois o último caso da milionária durou duas semanas, elas tinham uma vida sexual bem ativa, mas quando a morena viu que poderia estar sentindo algo a mais resolveu ir embora, e bom, isso foi na França, então desde que começou a frequentar o parque nunca mais se envolveu com ninguém.

- Então pare de tentar me empurrar para alguém, vou jantar com ela amanhã, depois sumir, sempre faço isso, não é novidade para mim.

- Ok, você que sabe. Bom, aqui está tudo certo.

- Eu confio em você para isso Allyson, sua família vem sendo fiel desde sempre. Vou para casa, deveria fazer o mesmo.

            E era isso mesmo, por três gerações a família Brooke serve à Normani, na verdade é uma troca de favores, se eles são ricos hoje isso é graças à morena, então era só continuar assim que tudo ficaria bem. A menor olha para o relógio de mesinha e ver que já era noite.

- Merda, eu perdi a noção do tempo, meus garotos devem estar com saudades. – Ela tinha gêmeos de sete anos.

- Não exagere Ally. Bom, nos vemos na segunda.

            Elas se despedem e Normani vai para o seu apartamento. Ela até tentou evitar, seus pensamentos estavam todos no dia seguinte, estar com a loira em um ambiente público, em um jantar, seria tudo que ela mais queria, se não fosse as circunstancias, se não fosse o passado, se não fosse seu egoísmo, seu imenso ego.

- Mais que droga.

            E essas foram suas palavras antes de pegar no sono. Não via a hora de chegar o dia seguinte.


[...]


- Ela é... droga, eu nem sei explicar. – Dinah fica sem palavras.

- Você está caidinha por ela. – A  loira mais nova diz.

            Regina Hansen, irmã mais nova da florista, hoje em dia loira da mesma forma, dezoito anos, parecia uma versão mais nova de Dinah.

- Não diria assim, mas não posso negar que ela chamou a minha atenção, ela é tão... linda, aquele ar misterioso, aquele jeito dela meigo e ao mesmo tempo perigoso. Ela se fez de difícil, mas queria a mesma coisa.

- Talvez ela de fato esconda algo e só quer te proteger.

            As irmãs se encaram, estavam no apartamento da mais velha.

- Pode ser, mas isso só me faz querê-la mais, descobrir os mistérios de Normani se tornou meu novo hobbie. 

- Só tenha cuidado com o que possa descobrir.

 

- Nesse momento só terei cuidado em descobrir como mantê-la em minha vida.


Notas Finais


Hey pessoal!!
Tudo bom? Então, eu estou com planos de encher site de fanfics Norminah, porquê além de existirem poucas, meu shipp merece.
Estou pensando em publicar essa e outra, mais preciso de opiniões.
O que vocês acham?


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