História Eternos Amantes - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Eliane Giardini
Tags A Indomada, British Clb, Greenville, Richard, Santa Maria, Santinha
Exibições 40
Palavras 1.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 4 - O Pedido


(NARRADO POR SANTA MARIA)

Nossos amigos se afastaram um pouco e fiquei frente a frente com meu amor.

- Aquele dia que você apareceu aqui no British Club, me pedindo para se esconder de sua irmã Altiva, eu tive certeza que você não havia vindo justamente para cá por mera coincidência, ou porque não tinha mais para onde ir... Era nosso destino que nossas vidas se cruzassem mais uma vez! -Ele fez uma pausa. - Artêmio meu filho, traga o presente por favor.

Artêmio, meu filho da alma e do coração, pegou um buquê de rosas vermelhas e brancas, o deu para Richard e ele me entregou. Eu não estava esperando nada daquilo e cada vez me apareciam mais surpresas.

- Muito obrigada pelas flores meu amor! -Lhe agradeci com um beijo solene. - Mas porque toda essa festa?

- Isso tudo quer dizer que você vai ser a próxima moradora de Greenville a se casar! -Ele disse sorrindo.

Eu rodei todo o buquê para apreciar cada detalhe e balencei a cabeça de um lado para o outro, com um pouco de vergonha e muito emocionada. Não conseguia pensar em nada para dizer.

- Oh good! Santa Maria, você não quer se casar? -Ele levantou as sobrancelhas aflito com meu silêncio.

- Mas é claro que eu quero Richard! -Falei sorrindo e o olhando nos olhos.

- Ah ainda bem que você quer! -Ele ajeitou as flores na minha mão. - Porque esse buquê veio personalizado… Ainda tem mais uma surpresa aí dentro!

Eu olhei para ele sem entender, mas comecei a mexer nas flores, buscando alguma coisa que eu não sabia o que era. E então meus dedos tocaram em uma caixinha que estava bem lá no fundo, presa entre os galhos. Eu puxei de uma vez só, olhei pra ele e vi que estava sorrindo. De repente meu coração acelerou, começando a confirmar o que estava acontecendo.

Ele pegou a caixa da minha mão e a abriu. Dentro dela tinham duas alianças. Era grossas e muito bonitas!

Ele pegou a menor delas e a aproximou do meu dedo.

- Santinha, eu quero continuar a viver junto com você por todos os dias de minha vida! Quer se casar comigo?

Eu comecei a chorar de tanta alegria e assenti com a cabeça. Ele continuou ajoelhado esperando alguma resposta clara vinda de mim, e então eu disse:

- Sim, sim, sim, claro que eu quero meu amor!

Todos bateram palmas, ele deslizou a aliança pelo meu dedo, e ela encaixou direitinho.

- Viva os noivos! -Pedro Afonso ergueu o brinde e todos o acompanharam. Brindei somente com refrigerante.

Nossa festa durou toda a noite e varou também a madrugada.
Comemos, dançamos, cantamos, conversamos... Estava tudo realmente muito bom.

Richard e eu fomos dormir assim que Helena, a nossa última convidada, saiu. Deixamos as comemorações mais íntimas para o outro dia, agora estávamos muito cansados.

Quando acordamos, o relógio já marcava quase a metade do dia. Almoçamos o que consegui preparar e depois ficamos na mesa conversando sobre os preparativos de nosso casamento por um bom tempo.

- Richard, vamos até a igreja marcar a data? -Eu disse radiante.

- Agora Santa Maria? -Ele respondeu preguiçoso.

- Agora sim, venha vamos logo! -O puxei pelo braço, fomos para nosso quarto trocar de roupa e depois para a igreja.

- Boa tarde seu Richard, dona Santinha... -Padre José nos comprimento assim que entramos no ambiente.

- Tarde! -O respondemos.

- Fiquei sabendo que ficaram noivos. -Olhamos um para o outro e sorrimos. - Meus parabéns!

Agradecemos.

- Vieram marcar a data do casório? -Afirmamos com a cabeça que sim. - Para quando querem a data?

- Para daqui duas semanas… Tem vaga, não é? -Richard disse.

Padre José nos olhou espantado, a final a data é bem próxima.

- Algum motivo especial para marcar tão rápido assim? A senhora está grávida dona Santinha?

Eu e Richard nos olhamos surpresos e rimos.

- Não seu padre... O motivo é outro. É que nós já estamos até mesmo morando juntos, então queremos oficializar o mais rápido possível.

Ele concordou com meu argumento e nos encaminhamos até a sala onde ele resolvia desses assuntos e marcamos a data.
Quando saímos de lá, resolvemos tirar o resto do dia para organizar mais algumas coisa. Escolhemos decorador, buffet e banda. Andávamos sorrindo e trocando carícias a todo instante.
Vai ser uma gesta simples, mas com certeza será linda e o dia mais perfeito de nossas vidas!
Ainda falta organizar mais algumas coisas, mas como já está ficando tarde, vamos deixar para outro dia.

- Até que fim em casa! -Falei sentando na cama e tirando meus sapatos.

- Oh good! Hoje o dia foi cheio. -Ele me acompanhou e ficamos alguns poucos segundos em silêncio. -Chegue aqui Santa Maria... -Me pediu com um olhar manhoso e malicioso.

Me aproximei dele e deitei em seu peitoral. Ele levantou minha cabeça para que conseguisse vê-lo e me beijou. Subi em seu corpo e já começávamos a respirar ofegantes.

- Seu Richard? O senhor tá aí? -Ouvimos gritos vindos do clube. Acho que era o padre ou algum outro freguês com a voz bem parecida.

- Ah não! -Lamentei. - Não abre o British Club hoje não, meu amor. Vamos ficar aqui, tá tão bom assim, com você… -Falei tento seduzí-lo, mas ele já estava em pé se recompondo.

- Não posso deixar de abrir Santinha. Ainda mais agora que vamos nos casar… O clube é nosso sustento. Mais tarde terminamos isso que começamos agora, prometo. -Fez uma pausa. - Você vai para a casa de Florencia hoje?

- Já que é o jeito, vou sim.

- Vou comunicar aos compadres hoje mesmo que o clube vai passar abrir exceção para minha mulher, mas que ela vai ficar aqui no nosso quarto até a hora de fechar o estabelecimento. Prometo que só terá que sair mais hoje.

Concordei, peguei minha bolsa e fui caminhando com bastante cautela. Já estava bem escuro ali.



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