História Eu, a loira e as canibais - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Comedia, Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Sexo, Swanqueen, Swens
Exibições 42
Palavras 3.041
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ficou grandinho e precisei interromper numa situação tensa, mas faz parte do suspense!
Espero que gostem

Capítulo 3 - Naufragando


Acordei com o barulho do chuveiro e uma voz desafinada cantando Amy Winehouse.

“I told you I was trouble, you know that I'm no good”

- Sim, querida, você presta!... É boa de cama, mas não cante, por favor!...

Resmungando eu deslizei para fora da cama e corri para o banheiro para me divertir um pouco com Kristin debaixo do chuveiro.

Linda. Pele clarinha e curvas bem feitas. Ela estava bem ali prontinha para eu pegá-la de novo. Emma... Espera! Emma?! Emma, saia já da minha cabeça! Uma loira tão gotosa tomando banho na minha cabine e a outra loira é que me vem à cabeça? Regina, pare com isso!

Sacudi a cabeça depressa tentando liberar o pensamento das imagens de Emma no meu sofá na noite anterior e entrei no chuveiro junto com Kristin.

- Bom dia, Regina! - enlaçou os braços pelo meu pescoço e já me deu logo um beijo molhado e quente. Agarrei Kristin bem forte pela cintura enquanto sentia meu corpo encharcar-se.

- Bom dia... Se quiser... o café... pode ser servido... aqui mesmo... - entre os beijos eu ia tentando planejar nossa manhã, mas ela não queria saber de muita conversa. Gulosa essa moça!

- Ontem à noite foi muito bom, não é?

- Sim... Emma...

- Regina!

Abri os olhos depressa. Kristin me soltou de uma vez e fechou a torneira em seguida.

- Desculpe... - tentei remediar, mas ela ficou brava.

- Como?! - foi saindo do banheiro secando o corpo - A noite foi realmente boa, mas sua cabeça não está aqui.

Abri o chuveiro de novo e deixei a água fria congelar meus nervos. Idiota!

Quando terminei meu banho e fui para o quarto, Kristin já estava pronta para ir embora. Eu ainda tentei pedir desculpas mais uma vez.

- Kristin, eu não tive intenção de... quer dizer... eu não estava pensando em Emma... - ela parou e sorriu.

- Querida, não se preocupe... - caminhou até mim e tocou meu rosto - Por isso não a deixou vir para cama conosco, não é? Está apaixonada por ela!

- Não!

Eu gritei e saí de perto da loira. Não mesmo! Imaginem, eu apaixonada por Emma? Eu a conheci há dois dias e não havia como estar apaixonada por ela. Emma ronca! Não mesmo!

- Regina, você gosta dela. Por isso eu disse, vá atrás dela... - deu a volta e foi saindo da cabine - Eu estarei por aí! - sorriu - Se quiser não será difícil me encontrar! - fechou a porta e me deixou parada no meio do quarto roxa de ódio.

Eu queria encontrar Emma e dizer o quanto ela me incomoda. Dizer o quanto a quero longe de mim. Dizer que a presença dela me deixa irritada. Excitada. Quente. Inquieta. Regina! Eu tive que brigar com minha cabeça de novo. A imagem de Emma gozando naquele sofá era nítida. Fiquei um tempo olhando pro sofá e veio a excitação. Tive vontade de sair correndo pelo navio e ir atrás da Emma para dar um jeito naquilo. Não! Não posso! Eu prometi que teria uma viagem de orgias e eu não me envolveria com alguém a ponto de estar apaixonada.

Será que Kristin tinha razão?

Claro que não!

Voltei pra cama. Exncolhi-me olhando o mar. Tempo estranho, nuvens bem escuras e as águas bem agitadas. Não fui tomar café da manhã e acabei adormecendo novamente.

Acordei com o saculejo brusco do navio. Pela janela vi o céu escuro e o mar mais revolto do que pela manhã. Duas horas da tarde?! Sério que eu tinha dormido tanto assim? Dei um pulo e corri para vestir uma roupa apropriada para a piscina. Não, o tempo não estava colaborando, melhor seria ir para o bar e tentar encontrar alguém interessante para conversar. Coloquei logo um short bem curtinho e uma blusa vermelha frente única, deixei os cabelos soltos e o meu inseparável batom vermelho. Algumas borrifadas de perfume e pronto! À caça!

As ondas estavam fortes e levava o transatlântico pra lá e pra cá. Algumas pessoas estavam mais tensas e preferiram não sair de suas cabines. Começava a chover mansinho lá fora e os banhistas abandonaram a poscina aglomerando-se no bar. Que felicidade! Tantas pessoas bêbadas e bonitas com seus trajes minúsculos desfilando assim como no navio, pra lá e pra cá. Pedi um martine e sentei-me no balcão obserevando o movimento. A banda que estava do lado de fora montou seus equipamentos no palco dentro do bar e logo começaram a tocar umas músicas caribenhas. De novo, que felicidade! Agradável visão dos corpos bem feitos daquelas moças rebolando e sensualizando tanto para rapazes quanto para outras moças.

Aquela ruiva da piscina do dia anterior estava bem alta no meio de um grupo misto e bem no centro da pista de dança. Eu conseguia vê-la por ser mais alta e seus cabelos eram inconfundíveis. Não estava tão perto de mim, mas dei um jeito de aproximar dela. Peguei meu martine e fui arriscando alguns passos de rumba até esbarrar na ruiva.

- Desculpe! - disse ela parando de dançar enquanto olhava o seu copo de cerveja espatifar no chão não sem antes me molhar toda. Tão conveniente! Não sei o que houve com a minha taça, mas acho que os cacos mais finos no chão eram dela.

- Não foi nada! - eu segurei seu braço e sorri olhando bem nos olhos dela. Que lindos olhos azuis ela tinha.

- Você está toda molhada! - ela estava um pouco envergonhada, mas tinha aquele exagero das pessoas bêbadas, sendo assim já esperava que ela dissesse seu nome, perguntasse o meu e pedisse desculpas dizendo que me pagaria uma bebida para compensar.

- Eu me chamo Zelena. Qual seu nome?

- É Regina.

- Prazer, Regina! - demos os beijos e o abraço convencionais - Vamos, eu pago outra dose do que está bebendo para compensar essa bagunça! - eu sempre tenho razão quando observo as pessoas. Concordei rápido e olhei ao redor procurando um motivo para tirá-la dali. Muito barulho e pouco espaço para conhecer melhor aquela ruiva.

- Quer dançar? - foi a única coisa que me veio à cabeça, mas funcionou. Zelena sorriu e nos afastamos dali onde um garçom já retirava todo o vidro do chão. Paramos bem na frente do palco, haviam outras pessoas mais exaltadas que vibravam com a banda. Tocavam Rick Martin. Céus! O repertório era bem antigo, mas agradava. Depois de um tempo não dei importância para a música, só queria ver Zelena deslizando seu quadril na minha frente enquanto eu tentava acompanhar o ritmo.

Devagar eu fui chegando mais perto dela até que encostei em zelena pra dançar juntinho. Ela rebolava maravilhosamente e fiquei bem atrás encoxada acompanhando o movimento que ela fazia. Unindo o útil ao agradável, na verade, já que eu não danço poderia me aproveitar dela nos dois sentidos. Você entenderam, não é?!

O grupo que Zelena acompanhava perdeu-se no meio das pessoas e de repente ela deixou-me ali para buscar mais bebidas. Virei para a banda e fiquei encantada com a cantora, uma moça loira muito bonita. Tinha também um cantor e o guitarrista...

É, eu tentei obervar o restante dos músicos, mas fui tragada pera o meio da multidão por uma mão ligeira que agarrou minha cintura e me rodopiou na pista de dança. Quando o giro terminou fui acabar bem no abraço indecente de Emma.

- Vamos dançar, baby! - sorriu de forma sacana, segurou minhas mãos e lançou-me para trás. Girou meu corpo e puxou de volta para si. Um braço agarrado na minha cintura e o outro estendido com a mão apertando a minha. Emma começou a gingar as pernas, o quadril dando passos para frente e para trás. Isso tudo obrigando-me a acompanhá-la. Eu estava perdida.

- Pare com isso, Emma!

- Não está gostando? É tão bom e você leva jeito pra coisa, Gina.

- Não me chame assim!... - outro giro, estava ficando mais bêbada girando do que com o martine que havia tomado. Algumas pessoas afastaram-se para dar espaço para nós duas e eu comecei a ficar envergonhada. Zelena? Pois é, em um dos giros que dei pude ver a ruiva rapidamente olhando Emma e eu dançando. Ela estava com dois copos nas mãos - Emma, me solte!

- A música está no fim, querida... - realmente foram poucos segundos e a banda terminou aquela maldita salsa. Swan tentou segurar-me pelos braços, mas consegui sair de perto dela procurando por Zelena. Quando cheguei perto agarrei a taça de martini e quase bebi tudo de uma vez.

- Ei! Vamos com calma! - ela puxou-me pelo braço e saímos daquela confusão na frente do palco. Não vi Emma depois daquela dança.

O vento estava mais forte. As ondas batiam contra o navio e sentia o balanço. Achei melhor não beber mais, estava ficando levemente enjoada. Zelena e eu sentamos no bar em um canto onde tinha menos movimento. Lá fora o chuvisqueiro continuava, mas a música não parava e as pessoas não se importavam com a tempestade que se formava no céu.

Rapidinho eu deixei de prestar atenção no céu. Zelena começou a perguntar sobre a minha vida, do que eu gostava e o que eu queria naquela viagem. Fui sincera como sempre.

- Eu estou tirando umas férias merecidas, querida. Meu trabalho é cansativo e fazia muito tempo que não deixava o escritório. Agora estou aqui e pretendo aproveitar cada segundo me divertindo!

- E aquela loira lá na pista de dança?

- Ela é uma maluca que conheci faz dois dias. Desde então vem me perseguindo.

- Mas está gostando dessa perseguição, eu vi nos seus olhos.

- Não, Zelena!... - bebi um pouco do martini - Emma aparece do nada para me tirar do sério!

- Ah, Regina! Confesse! Aquela loira é linda e você está gostando que ela fique andando atrás de você ou não teria dançado com ela! - Zelena riu abertamente me fazendo corar.

- E você, ruiva? O que procura nessa viagem?

- Um romance! - respondeu rápido e com os olhos brilhantes - Não é o mesmo que você, mas podemos nos divertir, não é?! - gargalhou jogando a cabeça para trás. Eu ri, tomei meu martine e dei uma geral ao redor. Será que daria pra arriscar com aquela ruiva? Se ela fosse maluca como Emma e quisesse um romance comigo? Vamos com calma, Regina Mills, não queremos estragar essa brincadeira de cruzeiro de orgias. Continuei conversando com a ruiva os mais variados assuntos. Ela entendia de bruxaria, acreditam nisso? Eu me interessei pelo assunto, minha mãe vivia contando casos sobrenaturais. Dava tudo na mesma.

Passado um tempo, Zelena foi ao banheiro, eu pedi mais bebidas para nós duas e fiquei aguardando a ruiva retornar. As pessoas não perdiam a animação, mas eu comecei a sentir frio. Olhei lá para fora e o céu estava mais escuro, o mar do mesmo jeito. Quando Zelena retornou pedi que esperasse que eu fosse até a minha cabine para trocar de roupa.

Depois de alguns martinis e aquela conversa toda sobre bruxaria eu tive a insana ideia de atravessar o navio por fora para admirar a tempestade ao longe no horizonte do oceano. O vento deixou meus cabelos embaraçados e me empurrava com força de um lado para o outro. Cruzei os braços e parei um pouco perto dos barcos salva-vidas observando o tempo. Virei para subir as escadas e chegar até a minha cabine.

O que pensei ter sido o vento era um par de mãos ágeis brancas e finas me puxando para dentro de um dos botes. Eu cai de mau jeito por debaixo da lona e ouvi uma risada familiar mesmo na penumbra. Emma!

- O que está fazendo? - ela se colocou sobre mim, segurou meus braços e tapou minha boca com um beijo sufocante. Eu deixei, o beijo dela era muito bom!

- Pensou que ficaria com a ruiva? Vai ter que se contentar com essa loira, não a outra.

- Emma, pare com isso, alguém pode nos ver aqui!

A chuva veio de uma vez e pesada. O barulho dos pingos grossos na lona faziam um barulho grave e insistente. Ali dentro o calor deixou com que eu ficasse mais relaxada e o martini também contribui. Emma beijou-me de novo e mais uma vez.

Sentimos o balanço do transatlâtico mais forte e o barulho da chuva aumentou.

Emma desamarrou o laço da minha blusa enquanto me beijava e começou a sugar meus seios. Suas pernas estavam coladas e entrelaçadas nas minhas. Mesmo com o desconforto das tábuas do fundo do bote eu desisti de negar as carícias da loira.

Ouvimos alguns gritos, mas não conseguimos distinguir o que era. Talvez alguns passageiros bêbados dançando na chuva. Ela estava forte, mas a bebida fazia tudo ficar mais leve. As mãos de Emma me faziam esquecer o barulho lá de fora. Corriam por todo o meu corpo e tiraram toda a minha roupa. No embalo do momento eu nem me atentei para onde elas tinham ido, só queria que Emma não parasse de fazer o que estava fazendo - chupando meus seios com os dedos dentro de mim. Era uma sensação deliciosa. Agarrei seus cabelos empurrando sua cabeça mais forte contra o meu peito, ouvi um gemimdo abafado e ela mordiscou o bico do meu seio. Gemi baixinho, mas nem precisava com a chuvarada que caía, ninguém poderia ouvir.

Mais gritos. O navio balançou mais forte.

Emma colocou três dedos estocando até o fundo.

- Chupa, loira. - pedi que ela descesse e fizesse todo o serviço ali no meio das minhas pernas que queimava tamanho era o meu tesão. Emma obedeceu sem pestanejar, desceu lambendo minha barriga e deitou-se sobre minhas coxas apertando seus dedos nelas, senti sua língua habilidosa brincar comigo.

De repente senti uma dor lancinante na virilha. Minha respiração quase para naquela hora. Agarrei os cabelos da loira mais uma vez e gritei:

- Puta merda, Emma!

- Fala baixo! Que foi?

- Precisa morder?

- Você é gostosa. Eu não tenho culpa.

- Chega!

- O que?

- Chega! Sai de cima de mim, Swan!

Empurrei Emma de cima de mim e saí catando minhas roupas esparramadas por todo lado. Ela ficou deitada olhando pra minha cara sem saber o que estava acontecendo.

Lembram do que disse no início da história? Agora a partir daqui eu começo a contar a vocês como eu fui parar numa ilha no meio do nada junto com Emma Swan.

Uma sirene começou a tocar. Eu fiquei apavorada e mal conseguia terminar de vestir minhas roupas. Emma colocou a cabeça para fora do bote salva-vidas e logo veio uma lufada de ar frio com gotas de chuva numa ventania absurda.

- Regina precisamos sair daqui agora! - ela voltou-se parar mim com seus olhos verdes esbugalhados de pavor. A tempestade estava nos jogando para todos os lados no meio do oceano, o navio não tinha mais um ritmo certo nem em seus solavancos mais fortes. Pela fresta da lona vi pessoas correndo, caindo e gritando.

Quando resolvemos que sairíamos daquele bote a lona se foi pelos ares. Percebemos que dois marinheiros estavam retirando as lonas e as amarras dos botes. Eu não me importei em ser descoberta, eu estava com medo e mal conseguia sair do lugar.

- Regina, venha! - Emma já estava de pé do lado de fora e estendia a mão para mim. Com muita dificuldade ela conseguiu me arrastar para fora do bote e em meio ao tumulto conseguimos alcançar as escadas que levavam para as cabines. O fluxo de pessoas desorientadas não nos deixava sair do lugar, mas Emma não soltava a minha mão.

Mais oficiais alastravam-se por entre as pessoas orientando para que ficassem calmas. Calma? Quem teria calma com o navio balançando daquela forma? Logo pensei em Kristin e Zelena, onde estariam? Swan agarrou minha cintura e foi empurrando as pessoas até que conseguimos chegar ao convés novamente. Não sabíamos para onde ir, mas o pavor tomou conta de nós duas quando ouvimos um ranger pavoroso de metal grave ecoando por todos os lados. O navio balançou mais forte do que todas as outras vezes. Emma olhou para mim em pânico.

Senti que estava escorregando. Uma pessoa que estava ao meu lado foi lançada ao mar e mal pude ver tão forte o vento e a chuva. O barulho que ouvimos tornou a abafar os gritos. Emma me abraçou e seguimos o fluxo de pessoas guiadas pelos marinheiros em direção ao outro lado do convés. Mas os barcos estavam desse lado, o que eles estavam fazendo?

- Emma, não vamos para lá!

- Para onde vamos?

- Os botes, Emma.

Com toda aquela confusão eu comecei a sentir que meus pés estavam escorregando. O barulho grave de metal veio com tudo. Estouros e faíscas por todos os lados. Gritos e mais gritos. As pessoas não sabiam o que fazer e nós menos ainda, mas Emma olhou para baixo. Ela também sentiu escorregar.

- Essa merda vai virar! - ela foi arrastando nós duas por entre as pessoas até que chegamos no barco onde estávamos. Alguns passageiros e marinheiros estavam ocupando os espaços, mas as cordas embaraçavam nas roldanas ou eles mesmos não conseguiam manipular por conta do vento e dos solavancos. Um dos barcos soltou-se de uma vez com o excesso de peso e vimos algumas dezenas de pessoas serem jogadas ao mar furioso.

Trovões e escuridão. Eu fechei meus olhos e só ouvia a voz de Emma.

- Calma, Gina. Nós vamos conseguir.

Não levou nem meio segundo para que ela terminasse sua frase e o pânico foi geral. Se não bastassem pessoas caindo, equipamentos voando e o fogo espalhando-se dentro das instalações do navio, sentimos o casco se partindo como se fosse uma casquinha de sorvete bem sequinha estalando no meio dos dentes. Comparação estúpida para o momento, mas não sei descrever de outra forma. O baque daquilo nos fez ir para baixo junto com o assoalho do convés daquele lado do transatlântico e, pela primeira vez, senti o frio da água salgada do oceano.

Afundei agarrada na mão de Emma Swam.


Notas Finais


Eu não demoro com o próximo


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