História Eu ainda te amo - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini, Personagens Originais
Exibições 51
Palavras 586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Primeira aula


Fanfic / Fanfiction Eu ainda te amo - Capítulo 3 - Primeira aula


Narrado por Laura

Olhei para os alunos que me encaravam todos assustados sorri de leve e coloquei todo meu material em cima da minha mesa.

-Bom pessoal a diretora já me apresentou mais não falou o suficiente para vocês me conhecerem direito.

Eu morei muitos anos nos estados unidos na cidade Alasca la eu dava aula em um colegio particular de ingles.depois de 10 anos voltei para o Brasil . Sou formada em letras e especializada em português matemática e inglês , trabalhei um tempo em São Paulo num colégio particular, a dois meses atrás meu pai e minha mãe se mudaram para palmas capital do Tocantins e eu vim junto pois me separei do meu ex marido tem 1 ano, e vim com eles a convite da minha mãe, larguei tudo para trás e vim. Prestei concurso público e  aqui estou eu.

- o que seus pais veio fazer no Tocantins?  Um deles me perguntou curioso.

Sorri para ele e perguntei seu nome o mesmo me disse que se chama Rafael.

-então Rafael meu pai tem um Hospital  muito famoso e requisitado em São Paulo mais ele ficou sabendo que em Palmas só havia um hospital  particular e não é lá essas coisas, ele veio para contruir um em Palmas e um em gurupi também. Meu pai é médico também ele é  neurologista mais não trabalha na área a muito tempo minha mãe também é formada em medicina na verdade dos os meus irmãos seguiram a profissão dos meus pais menos eu, prefiro as salas de aula. Disse sorrindo. atualmente meu pai  é presidente do hospital em São Paulo.

-porque não fez medicina como seu pai? Uma moça me perguntou, ela estava sentada em minha frente.

- porque tenho horror a sangue. Falei sussurrando. 

Eles gargalharam.

- então você prefere dar aula?. Ela insistiu no interrogatório.

- sim. Falei sorridente.

- vamos começar revisar o conteúdo de português?  Peguem seus cadernos.

Me levantei e fui para o quadro, peguei meu livro e comecei a copiar o conteúdo.

- vou deixar algo bem claro para vocês eu sou um doce de pessoa, sou muito calma, mais não brinque com a sorte eu sei ser má  também viu? Disse num tom de brincadeira mais estava falando sério. 

- duvido. Ouvir alguém lá no fundão dizer.

Parei de escrever e olhei para trás. 

- quem disse isso? Perguntei achando graça do seu comentário.

- foi o sem futuro do jeferson. A moça que está a sentada disse nervosa e ao mesmo tempo olhando para o quadro é copiando em seu caderno.

Sorri pelo nariz e perguntei seu nome, quase tive um treco quando ela disse "Natália".

Todas as escolas que dou aula tem que ter uma Natália na sala pra sempre não deixar eu me esquecer do meu passado, só pode ser castigo de Deus.

Engoli a seco  quando ela me disse seu nome mais logo disfarçei e sorri para o Jeferson.

- não me substime  jeferson, você pode se decepcionar. Falei virando- me para o quadro é voltei a escrever.

Desta vez seria e pensativa lembrava do meu passado que me doía muito, meu pai nunca deveria ter me afastado do meu amor e da minha pequena Natália. Haaaaaaaa como dói.

Acabei de escrever toda a atividade me a sentei na minha cadeira esperando os alunos terminarem de copiar. Fiquei olhando fixamente para a Natália.

- qual sua idade Natália?  Perguntei num tom baixo.

- 14 anos. Ela me respondeu sem me olhar estava concentrada em sua tarefa.

Pensei "poderia ser minha filha".

Comecei  a senti ansea de vômito toda vez que fico assim nervosa e ansiosa me da vontade de vomitar



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