História Eu ainda te amo - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Personagens Eliane Giardini, Personagens Originais
Exibições 41
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Eu preciso dar aula


Fanfic / Fanfiction Eu ainda te amo - Capítulo 7 - Eu preciso dar aula

Narrado por Laura 

Natália saiu como havia lhe pedido,agora meu passado vinha a tona em minha mente com toda força, como não vinha com esse domínio a muito tempo. Eu não conseguia pensar em mais nada, apenas naquela maldita noite.

Relembrando o passado

Dei de mamar pra a Natália, e logo a fiz dormi. Bruno estava na faculdade, eu estava de atestado pois havia acabado de ser mãe.

Mesmo sentindo falta  da universidade eu estava muito feliz em ter Natália em meus braços. ainda mais ser mãe da filha do homem que amo e amei com toda minha alma.

Minha ex sogra havia me chamado no meu quarto pois uma de minhas irmãs estava a me chamar e disse que era urgente. Prontamente deitei Natália no seu berço aos cuidados de minha sogra e foi lhe receber.

Era minha irmã caçula ela tinha na época apenas 15 anos

A abracei pois papai havia decretado que ninguém era para me visitar pois eu tinha morrido pra ele desdo dia que aceitei levar minha gravidez a diante. Meu pai tinha me proposto um aborto que claro eu não aceitei por isso ele me expulsou.

- mana papai está doente ele pediu para você levar sua bolsa com seus documentos para ele também lhe colocar no testamento.

- como assim doente? Ontem o vi passa de carro aqui n porta da minha casa e ele está dirigindo! .

- olha o recado está dado se quiser vir venha.ela disse saindo nervosa correndo sem ao menos me ouvir.

Fui correndo em casa pequei minha bolsa,   avisei minha sogra que iria ali e já voltaria e pedi a ela para ficar com minha filha que não aí  demorar muito a volta. 

Sai o mais rápido possível para  a mansão de papai.

Cheguei na portaria o segurança de papai logo abriu o portão.

- boa noite senhorita Laura.

Sorri para ele e fui entrando. Logo avistei o jardim todo iluminado e vi que tinha um jato muito grande por sinal. Achei estranho mais logo fui entrando.

Meu pai minha mãe e meus irmãos estava a sentados na sala. O clima estava péssimo, entrei e logo vi um dos seguranças de papai na porta a observar parecendo um cão de guarda.

- o que está acontecendo aqui? O senhor está doente?.  Perguntei preocupada.

- sente - se Laura. Ouvi a voz do meu pai que a muito tempo não ouvia.

Minha mãe estava a chorar em silêncio.

- olha Laura te criei com muito amor pensando no melhor para você e o que você faz ?  Me humilha se deitando com um encostado vagabundo que nem classe tem, depois engravida daquele verme só pra sujar nosso sangue com aquela gentinha, sem contar que paguei sempre o melhor colégio para te ver cursando medicina e você escolhe fazer LETRAS.  Realmente você me humilhou nessa cidade. Estamos saindo aqui de São Paulo pra nunca mais voltar, e vou te fazer um bem para você te levando comigo pois vamos passar uma borracha nisso tudo e esquecer tudo isso que vivemos esse últimos  anos.

- pai ( sorri doce para ele) eu não vou com vocês  eu tenho uma família aqui.

- que família ? Ele me interrompeu.

- sua neta por exemplo !  Falei alterada.

Ele gargalhou perverso.

- acha mesmo que considero essa criança como minha neta? Você está equivocada ! Essa menina não tem meu sangue ! Ela é filha daquele desgraçado e você vai comigo. 

- olha pai, eu não vou,Apenas vou me despedir de todos vocês com o coração na mão, mais quem sabe o senhor possa me perdoar um dia? eu amo todos vocês mais tenho uma famí....

Vi que aquele segurança de papai colocou um pano em minha boca e em meu nariz tentei relutar e tirar sua mãos com aquele pano mais foi inútil logo eu me vi adormecer nos braços daquele seguranca e nao vi mais nada.

Acordei no Alasca, meu pai escolheu lá pois na época ele tinha uma mansão lá e também outro hospital, quem era o presidente era meu irmão mais velho que morava lá com seus filhos e sua mulher ha um bom tempo.

Meu pai me ameaçou desse que se eu voltasse ele iria matar Bruno e toda sua família.  Com muita dor no coração resolvi ficar.

Voltei a estudar em Alasca, me formei lá mesmo.

Nunca esqueci Bruno e minha filha, não me arrependo do que fiz pois graças a esse sacrifício ele permaneceu vivo, era bem melhor assim, eu perto só lhe trazia desgraça.

Era melhor morrer de saudades e saber que ele está  vivo do que morrer de saudades de um homem que morreu por minha causa, não suportaria conviver com essa culpa.

Jamais pensei que pudesse ver ele novamente. Aquilo tudo pra mim foi uma grande surpresa. Estava abalada. E o ódio que vi nos olhos do Bruno isso foi o pior.

A última lembrança que tinha dele era aquele olhar doce e meigo que ele me olhava, hoje o olhar dele foi diferente era de ódio e isso me destruiu ainda mais.

(.............................................)

Preciso voltar a trabalhar

- céus estou atrasada para dar aula. Falei me olhando no espelho. Meu rosto estava vermelho e meus olhos também. 

Peguei em minha bolsa meu pó e um baton para retocar minha descreta maquiagem que a essa altura foi retirada com minhas lágrimas. 

Me olhei no espelho após me retocar e falei para mim mesma.

- hoje é seu segundo dia, você precisa trabalhar. Falei convicta  e fui para a sala dos professores pegar meus matérias e ver meu horário de aulas eu ainda não havia visto.

Narrado por Natália

Voltei para minha sala ainda pensando em tudo que aconteceu, buscava compreender o nervosismo de papai e o choro da Laura. Uma certeza eu tinha ele se conheciam  e muito bem. Jessica falava enquanto entrei na sala e me a sentei ela parou de falar e me olhou.

- naty minha querida, quero que se levante e volte a porta e peça licença para entrar, ande !. Sua expressão era de confronto.

A olhei com raiva e sai como ela me ordenou.

- com licença professora adorável que eu tanto amo. Disse alto e bem irônica.

- toda minha querida. Ela retribuiu a ironia.

A maldita aula da Jessica passou,45 minutos foi uma eternidade para mim.

Logo a diretora entrou na nossa sala.

- gente silêncio!  Por favor!  Já me informaram que a apresentação de vocês era dança, muito bom, eu sei que aqui tem uma turma que dança profissionalmente.

Certo Rafael, Natália, karlla, Vinicius, camila, Sandra, Pedro,samuel ? Mais sinto muito informa todos vocês que não seram apenas eles que iram dançar pois isso eles já fazem e não é novidade pra ninguém. Eu quero ver a sala toda no dia da apresentação. A professora Laura vai esta encarregada a representar essa turma. Após o recreio não haverá aula. Todas as turmas estão suspensas de aulas e os professores estaram em cada sala e vocês vão ensaiar. Boa sorte turma. A diretora saiu.

A sala parecia mais uma feira do que uma sala de aula, estávamos todos empolgados!  Essa seria a primeira vez que nossa turma participa do festival de talentos da escola, pois é só para o ensino médio e eu sempre quis participar.

Laura entrou na sala e colocou seu material sobre a mesa, percebemos mais que ela estava mais nem nos importamos continuamos a conversar.

Narrado por Laura 

Os alunos estavam conversando muito alto e pior,era a sala em peso na maior algazarra. Abri meu livro de matemática é nesse momento olhava para a turma.

- pessoal vamos começar a aula. Falei num tom razoável mais ninguém me ouviu pois estavam praticamente gritando e algumas aulas gargalhando.

- por favor ! Eu falei um pouco mais alto...

Céus ! Odeio gritar estava desesperada sem saber como acalmar a turma que estava muito empolgada. Mais eu realmente precisava dar aula.

Peguei o apagador de quadro e bati bruscamente sobre minha mesa fazendo um barulho infernal.

Todos eles me olharam assustados.

- escutam. Quero que todos vocês se a sentem no seus devidos lugares.Eu realmente preciso dar aula. Falei alterada.

Todos se acentaram.

- mais professora agora é a aula do Marcos. Natália.

- eu sei meu amor, mais ele não veio, viu subir aula.Depois da revisão de matemática  deixo vocês ensaiarem.




 




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