História Eu amo você, Alice. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Alice In Chains, Audioslave, Pearl Jam
Personagens Jerry Cantrell, Mike Starr, Personagens Originais
Visualizações 9
Palavras 1.817
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nem conto para vocês, eu quase postei os caps das minhas fics ao contrário, rsrs.
Quase postei o cap do helloween aqui, rsrs.

Capítulo 3 - A festa.


Fanfic / Fanfiction Eu amo você, Alice. - Capítulo 3 - A festa.

-Acorda Jerry, anda logo, acorda. - Abro os olhos lentamente e dou de cara com Alice com um enorme sorriso no rosto.

-O que está fazendo aqui? -Puxo o lençol para esconder meu corpo. -Eu durmo de boxer, sabia?- Alice arregala os olhos, fica vermelho e dar as costas para mim.

-Desculpa.

        Enrolo o lençol na cintura e me levanto pegando minhas roupas e indo ao banheiro se trocar. Quando volto, Alice está sentada na beirada da cama, ainda sorrindo.

-Qual o motivo de ter vindo até aqui?- Indago a castanha,

-Vim te buscar para irmos a escola. -Alice levanta-se e me chama para sair do quarto.

-Esse não é o real motivo, abre o jogo. -Sigo a castanha até a cozinha, aonde minha mãe prepara o café, dou um beijo nela e me sento à mesa.

-Sabe a festa do Will? -Alice senta a minha frente e sorrir entusiasmada.

-Sei. -Respondo.

-Vai ter uma este final de semana. Eu fui convidada e desta vez eu vou. -Diz Alice sorrindo.

-Não sei não, Alice. As festas dele são bem pesadas. Não acho sensato você ir. -Digo e em seguida pego uma torrada.

-Eu vou Jerry, independente do que diga. Eu gostaria que fosse comigo. -Alice dar um gole em seu leite sem tirar os olhos de mim.

-Sabe que as festas dele rola bebidas alcóolicas e drogas? - Sussurro para que minha mãe não escute.

-Eu sei e não me importo. A vida é curta. -Responde Alice ainda sorrindo.

-Se não sairem agora, vão se atrasar. -Minha mãe entrega nossas mochilas e Alice e eu saimos de casa com as mãos cheia de comida.

-Você já foi na festa do Will, como é? -Alice enlaça seu braço no meu e sorrir para mim.

-Muita drogas, muita cervejas, muita pegação e estas coisas de adolescentes rebeldes. -Respondo.

-Poderia ser pior. Você vai comigo, não vai? - A castanha me lança seu famoso olhar de cachorro sem dono. Eu reviro os olhos.

-Não vá a esta festa, não é sensato. Confie em mim. -Digo fazendo caricias em seu braço enlaçado ao meu.

-Eu vou. Se mudar de ideia, passe lá em casa por volta das sete horas da noite. -Diz Alice.

       Durante o restante do percuso até a escola, fomos em silêncio. Fomos para a sala e tivemos quatro aulas seguidas de matemática. Tivemos um intervalo de dez minutos. E logo voltamos para a sala e tivemos três aulas de filosofia. Quando a aula acabou, eu guardei meu material e esperei Alice fazer o mesmo. Em quanto ela ainda mostrava o exercício ao professor, fiquei conversando com Jon, meu amigo da sala. Ele também gosta de rock, mas não tem pretensão de montar uma banda.

       Depois nós três fomos para a lanchonente. Pegamos o almoço e sentamos na mesa com  Mary e Erik, amigos de Alice. Ainda estavamos almoçando quando o sinal tocou, anunciando o final da hora do almoço. Terminamos de comer o restante bem rápido e fomos correndo para sala de aula, o Sr. Cloves de artes não aceita nenhum tipo de atraso.

       Chegamos no exato momento que ele estava fechando a porta da sala, conseguimos entrar, mas ainda recebemos um olhar severo do professor. Tivemos que formar um grupo de cinco pessoas e fazer um dever para ser entregue ainda hoje. Obviamente, Alice é do meu grupo.  Tivemos que fazer.um releitura do quadro o Grito de Van Gogh. Então fizemos o personagem do quadro estar vendo um show dos The Rollings Stones. Cloves não gostou muito do nosso trabalho, porque ele acha que rock é coisa do demônio, porém ele não podia dar nota zero por isto, então teve que analisar outras coisas e disse que na próxima aula daria as notas.

       Estavamos indo embora, quando precisei ir ao banheiro, deixei minha mochila com a Alice e fui ao banheiro. Quando sair do banheiro, me deparei com Sam Whilyon conversando com a castanha. Eu poderia não me importar com o que eu vi, porém Sam tem a fama de pegador, ele troca de namorada toda semana. Fecho a cara e me junto ao dois.

-Estava falando aqui para a Alice, que podiamos ir ao shopping no domingo, pode ir também Jerry, leva alguma gata. -Diz Sam.

-Vou pensar Sam. -Pego minha mochila da mão de Alice e de despeço de Sam.

       Voltamos caminhando para casa. Já estavamos na metade do caminho quando resolvo indagar a castanha sobre Sam.

-Não me diga que vai sair com o idiota do Sam. Caramba Alice, você sabe a fama dele. -Digo firme.

-Eu sei que ele é um pegador cretino, mas não me importo. Talvez eu saia com ele, só para se divertir. -Diz Alice sem olhar para mim.

-Tudo bem, faça o que quiser. Mas depois não venha reclamar para mim. -Retruco, dou as costas para a castanha e sigo em direção para minha casa.

         A semana passou voando. Fizemos um teste surpresa de inglês e alguns exercícios de literatura. Estou sentado na sala vendo televisão, o relógio na sala bate as seis horas da tarde. Daqui à uma hora eu devia ir até a casa de Alice para acompanhá-la até a festa do Will. Mas eu ainda não me decidir se vou ou não.

        Logo um filme de terror começa e eu me distraio assistindo ao mesmo, quando olho as horas vejo que já são nove horas da noite. Vou até o telefone fixo na cozinha e ligo para a casa de Alice, liguei três vezes e não fui atendido nenhuma vez. Vou até o meu quarto pego uma jaqueta e vou para a casa de Will.

         Da esquina já se ouvia o som alto da festa. Vários adolescentes estão na entreda da casa bebendo e rindo um do outro. Assim que entro na casa sou cumprimentado por alguns conhecidos, em quanto eu falava com alguns amigos, eu procurava algum sinal da castanha na festa. Dei duas voltas pela casa e nada de encontrar Alice. Começo a perguntar pela castanha aos convidados, mas ninguém sabia exatamente aonde se encontra a castanha.

        Vou até a cozinha pegar uma cerveja e me deparo com uma cena que não cogitei em dia que aconteceria. Alice está em cima do balcão da cozinha dançando loucamente e com duas garrafas de cerveja na mão. Me aproximo do balcão e tento chamar atenção da castanha, mas ela não me escuta. Então seguro em seus pulsos e a puxo para baixo, ela se assusta e derruba as garrafas de cervejas, que se espartifam no chão.

-Jelly, você veiooooooo. -Diz Alice totalmente embriagada.

-Desce dai, anda. -Ordeno para a castanha que me olha engraçado e em seguida me dar lingua.

-Você não manda em mim, cabeludo. -Diz Alice passando a mão pelo meu cabelo.

-Ou desce por vontade própria ou lhe tiro da força dai. -Afirmo um pouco já nervoso.

-Tenta a sorte,Jely. -Assim que Alice termina a frase, eu passo um braço por suas pernas e a outra mão eu seguro seus braços e a jogo em meis ombros.

-Upa Upa cavalinho. -Diz Alice entre as gargalhadas.

      No jardim da casa do Will, eu coloco a castanha sentada no chão, ela me encara como se ela tivesse oito anos.

-O que acha que está fazendo? Você não era assim, Alice. -Repreendo.

-A vida também não era tão difícil. -Alice levanta os braços, perde o equilibrio e cai de costas na grama.

-Alice, não age assim, manera nestes atos impessandos. Vai se arrepender depois. - Sento ao lado da  castanha, que continua deitada no chão, olhando para o céu.

-Não terá um depois. --Alice olha para mim e depois volta a ficar sentada. -Agora que tal voltarmos lá para dentro e se divertir? -Pergunta Alice sorrindo para mim.

-Que tal irmos para casa? Você vai ter uma baita dor de cabeça amanha se continuar assim. -Sugiro em quanto amarro o cardaço do meu tênis.

-Tchau Jelly, eu fico. -Diz Alice tentando se levantar, mas ela caiu no chão em todas as tentivas.

-Se é isso que quer, tudo bem. Não vou ser arrastado por você. -Fico de pé e olho para a castanha. -Não vai mesmo para casa? -Pergunto uma última vez.

         Alice nega com a cabeça e eu dou as costas a ela. Eu realmente achei que se eu fizesse isto, ela pediria para ir comigo, mas a vida realmente mudou a garota. Andei lentamente até a esquina, ainda com esperança que ela me gritaria, mas ela não me chamou de volta. E eu não voltei para a festa.

        Eu gosto de ir em festas, é normal, mas as festas do Will não são festas saudavéis. Fui apenas uma vez e me arrependi amargamente por isto. Espero que Alice fique bem. Fiquei alguns minutos deitado na  cama encarando o teto.

       Acordei com o sol batendo na janela, praticamente me rastejei até o banheiro e depois até a cozinha. Minha mãe ainda está dormindo, e como faço quase todos os sábados, peguei a foto do meu pai e coloquei em frente a mim em quanto tomava café-da-manha. Meu pai é um combatente de guerra, ele ainda está lutando pelo nosso país. Ele foi para a guerra quando eu ainda era um bebê, então não tenho lembrança dele. Mas ele sempre que possível enviar cartas para minha mãe e eu, ele não conta os detalhes sangrentos da guerra, sempre diz que estar bem e que falta pouco para voltar casa.

        Depois que tomo café, lavo toda a louça, coloco a foto do meu pai no devido lugar, vou até o meu quarto pego meu violão e vou para a varanda em frente a minha casa tocar um pouco. Em quanto toco, penso que os estilos musicais estão enjoativos um pouco, que deveriam inventar um novo tipo de rock. Mas qual?

        Logo minha mãe me acompanha, ela não sabe tocar e nem gosta de cantar, mas ela gosta de ficar ai meu lado e me ouvir cantar. Tenho total apoio dela para montar uma banda, porém preciso me formar primeiro.

        Em seguida ajudo minha mãe a fazer o almoço, e antes que a gente comece a comer e o telefone toca.

-Cantrell, Jerry. -Digo ao atender o telefone.

-Oi Jerry, é a Alice. -Ficamos em silêncio por algum tempo. -Você está bem? -Pergunta Alice.

-Estou e você?

-Estou péssima, exagerei na cerveja.

-Eu avisei, não quis ouvir a voz da sabedoria. -Retruco zangado.

-Eu não lembro de muita coisa ontem, mas eu beijei o Sam e ele disse que você saiu gritando ao quatros ventos, então eu......

      Eu desliguei a ligação, não gostei de ouvir ela dizer que beijou outra cara. Não acredito que minha doce amiga beijou o canalha do Sam. Alice é minha melhor amiga há muitos anos e normal eu querer protegê-la. Mas...... sinto algo além de proteção pela castanha........ Oh shit,  acho que eu realmente gosto da Alice e gosto mais do que amigos.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!


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