História Eu, Cinderela?! - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Cinderela, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Nico di Angelo, Percy Jackson, Thalia Grace
Tags Adolescente, Amizade, Aventura, Cinderela, Contos, Disney, Drama, Percy Jackson, Romance
Visualizações 39
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora



Capítulo 10 - Vida de empregada


Fanfic / Fanfiction Eu, Cinderela?! - Capítulo 10 - Vida de empregada

Annabeth's Pov.

Era o dia do baile, e eu estava totalmente atarefada. Enquanto todo mundo estava se arruando para o baile, eu estava em casa terminando de lavar a roupa, com mais mil tarefas para fazer. Pois é, as minhas queridas irmãs e minha madrasta me deram um monte de tarefas domesticas para fazer e ainda por cima ajudar o pessoal lá na lanchonete depois.

Terminei de jogar tudo na secadora, peguei um balde a vassoura e fui limpar os banheiros, enquanto eles estavam de "molho", limpei os quartos das meninas, voltei para o banheiro e os deixei brilhando, limpei os quartos de hospede, tirei o pó dos móveis e limpei a toda a cozinha. Deixei a sala um brinco e depois fui para o quintal. Aparei a grama, limpei a piscina, as janelas da casa. Dei uma pausa. Me joguei no sofá exausta, e isso porque eu nem tinha começado.

Depois de alguns minutos descansando, fui para os fundos. Lá tinha uma espécie de armazém, um lugar onde a Michelle e as meninas jogavam tudo o que não queria, então imagina a zona que não estava.

Abri a porta do armazém e um desânimo bateu na hora, mas respirei fundo e comecei a separar as coisas. Tinha um monte de sacolas de roupas, objetos que poderia ser usados posteriormente, e comecei a separar o que podia ser doado e o que tinha que ser jogado fora. Depois do que me pareceu horas terminei de arrumar tudo por lá e finalmente voltei para dentro de casa e subi para o meu quarto.

E só pra você saber, eu estava sozinha em casa. As garotas e a mãe delas saíram cedo para se arrumarem para o baile.

Tomei um banho, vesti o uniforme da lanchonete, prendi meu cabelo num coque mau feito e vesti minhas sapatilhas rosa, que ganhei da Silena de aniversário. Peguei as coisas necessárias, tranquei tudo e fui para o a lanchonete.

Estacionei o carro na garagem dos fundos, e subi entrando pela cozinha. O movimento já estava cheio e o pessoal, já estavam agitados. Dei “oi” para os meninos e fui para o balcão.

—Oi, Katie. Desculpe o atraso, você sabe como ela é.

—Tudo bem amor, pode começar limpando as mesas vazias?

—Claro. – peguei o pano e as outras coisas e fui limpar as mesas desocupadas.

As horas passaram tão rápido quanto a respiração de um corredor em treino. Vi gente entrar, gente sair, limpei, servi, vim e fui, e já estava para lá de exausta. Era 05 p.m. e o movimento ainda era grande na lanchonete.

Até Dakota já tinha saído. Ela ia ao baile com o Henry, o garoto da equipe do Jornal da escola que ela faz parte. Ri muito nesse dia. Ele fez o pedido aqui na lanchonete na frente de todo mundo.

Flashback on.

Era quinta, a lanchonete estava cheia e eu e a Dakota estávamos muito atarefadas limpando e servindo os clientes.

E então o Henry chega. Ele faz questão se sentar na seção da Dakota só pra ela ter que atendê-lo. Bem esperto da parte dele.

Ela revirou os olhos na hora que eu mostrei a ela onde ele tinha se sentado e foi em direção a ela. Ele ficou flertando com ela, sei disso porque ela estava toda vermelha, e então do nada ele sobe em cima da mesa.

—Pessoal, eu tenho uma coisa muito importante pra dizer. Silêncio por favor.

Todo muno olhou pra ele, até o pessoal da cozinha foi para o balcão pra ver a cena.

—Dakota Felix, garota de meus sonhos, a menina que roubou meu coração, aceita ir ao baile comigo?

Acho que nunca vi a Daky tão vermelha como naquele dia. Tenho certeza que o tomate sentiu inveja dela.

—Diga sim! -- Will gritou pra ela.

—É claro que eu aceito seu bobo. – ela disse com um sorriso no rosto. Ele desceu da mesa e lhe pegou num abraço de urso e lhe girou.

Flashback of.

Pois é, e para o meu azar o meu par ficaria esperando pela dama que não vai chegar. Tirei esses pensamentos da cabeça e voltei a trabalhar.

Lá pela 06 p.m. quando a lanchonete já estava um pouco mais calma, Michelle toda metida e enjoada, chegou foi direto no caixa, pegou a metade do dinheiro e depois olhou pra mim.

—Eu vou passar aqui a meia noite, quero esse restaurante um brinco. Amanhã pessoas importantes vão vir aqui e eu não quero que nada de errado.

—Sim, senhora. – respondi de forma educada. Mas no fundo eu queria mesmo era mostrar o dedo do meio pra ela e manda-la para o Tártaro.

Fiz uma careta pra ela depois que ela saiu e me virei, estava todo mundo olhando pra mim.

—O quê? – saí e fui terminar o que estava fazendo.

Terminei de atender os clientes e eu já estava terminando de limpar as mesas quando Thalia, Silena, Hazel, Piper, Rachel e Dakota, todas de vestidos de gala, cada uma a seu estilo, entraram. Lindas e poderosas como Silena costuma dizer.

— Ai que lindas! – disse indo até elas.

— Cadê seu vestido? -- Silena perguntou insistente.

— Silena, qual a parte do eu não vou ao baile você não entendeu?

— Isso é irrelevante. Você vai para o baile sim e ponto final.

— Silena, eu estou com roupa de garçonete, não me arrumei e nem tenho um vestido.

—Isso é o de menos, a gente vai na Empório da Tia Eme, e alugamos um vestido pra você.

— Não. E, além disso, a Michelle vai vir na lanchonete e eu tenho que estar aqui senão eu estou frita.

Fui para o balcão terminar de arrumar logo minhas coisas para finalmente ir embora, mas as meninas pareceram não estar satisfeita com a minha decisão.

— Annabe... Ah oi meninas. Que lindas. – disse Katie saindo da cozinha.

— Oi – disseram juntas.

— Katie, você faria um favor para nós? -- Thalia perguntou. Olhei pra ela com um olhar repreensor, mas ela fingiu não notar e se aproximou do balcão onde Katie estava. —A Annabeth, tem um encontro hoje, no baile e tipo esse cara é “O cara”. E bem, digamos que o plano era eles se encontrarem no baile, mas ela não vai poder fazer isso se ela estiver aqui. Não dá pra liberar ela não?

—Um encontro? E você não me contou? – Ela disse como se tivesse ofendida.

— Katie, você sabe que eu não posso. A Michelle...

—Com ela deixa que eu me entendo. –  ela me cortou. —Você vai ao baile.

—Mas...
        —Sem mas. – ela disse séria. —Vá, e se divirta.

—Você é demais! – disse dando um beijo nela. —Quando faltar 10 para meia noite eu volto.

—Vamos estar te esperando.

E então saí com as meninas em direção ao Empório da Tia Eme.


Notas Finais


Espero mesmo que tenham gostado!
Até o próximo!
Bjos :*


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