História Eu comigo mesmo - Os tempos mudaram - Capítulo 11


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Tags Astrid, Como Treinar Seu Dragão, Hiccstrid, Soluço
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Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai caritos e caritas, beleza!
Gente, eu falei que ia sair ontem, mas eu fiquei ocupada e não achei que que o capítulo estava bom para ser postado, mas aqui estou.
Peço desculpas pela demora.
Eu to falando pouca coisa porque eu vou para o aniversario da minha madrinha
Fiquem com o capitulo!
ESSA FANFIC FOI BASEADA NAS TEORIAS E IDEIAS LOUCAS MINHAS!

Capítulo 11 - The judgement


Soluço apenas ficou sentado, observando o céu pela janela, esperando a hora chegar. Tentou encontrar argumentos que o defendesse e que o livraria da morte certa, porem tudo que conseguiu foi concluir que devia dizer a verdade: seu nome, como chegara ali e... só. Isso era tudo. Tudo que ele tinha para dizer e que certamente não iria ajudar em nada.

Ao se passar o tempo, Soluço ouviu vozes no andar de baixo e passos subindo as escadas. Quando a porta se abriu, por ela não entrou Astrid e muito menos a outra garota morena, que ele supunha ter o nome de Heather, mas um garoto e uma garota, ambos com longos cabelos loiros e olhos azuis. Partilhavam o mesmo sorriso malvado de quem se divertia com a situação dele.

- Olá prisioneiro! – Saudou o garoto – Que encrenca essa, não?

E antes que pudesse responder, a garota se aproximou e o vendou.

- Opa, opa, opa. Que isso? – Protestou.

- Uma venda, oras – Respondeu a garota – É pra você não ver para aonde vai.

- É, deixa mais emocionante – Concordou o garoto – Galinha! Você apareceu, finalmente!

O animal cacarejou. Soluço tentou espiar, mas a garota amarrou suas mãos.

- E isso agora?

- É ‘pra você não inventar de fugir! – Respondeu ela dando mais alguns nós – Acha que devemos amarrar as pernas?

- Sim! – Concordou o outro.

- E como eu vou andar? – Perguntou revirando os olhos por debaixo do pano.

- Vamos logo! – Mandou a garota

Soluço foi guiado (muito mal) pelos gêmeos, que tagarelavam. Ao chegar a porta da casa, eles tiveram a ideia de ir de dragão, segundo eles, porque o local era bastante longe. Os dois deixaram Soluço e foram buscar o dragão. Ele só não esperava que fosse puxado para cima de repente. Soltou um grito enquanto os gêmeos riam.

- Chegamos. – Informou a garota assim que pousaram – Boa sorte.

- Só por curiosidade, qual o seu nome? – Perguntou o garoto retirando a venda.

- Soluço.

Os dois ficara em um súbito silencio. Se entreolharam e o levaram para a entrada do salão sem o encarar. Quando as grandes portas se abriram, o burburinho cessou. Todos os presentes voltaram sua cabeça para os recém-chegados. Os gêmeos o deixaram em uma cadeira bem à frente a grande mesa em horizontal e foram para o meio do público.

Na ponta havia uma mulher velha e baixinha, seguida por um homem que Soluço reconheceu como Eret, um ex-caçador, e outros três: um loiro com um gancho no lugar de umas das mãos, outro ruivo, que o encarava com um olhar severo (e que lhe parecia familiar), e um moreno que não parecia se importar com o que estava preste a acontecer. E por último, Astrid, que o lançava um olhar quase tão severo quanto o homem ruivo.

O ruivo se levantou e pareceu a Soluço que ele tinha ficado maior.

Soluço preferiu que não tivesse feito isso. Ele engoliu a seco.

- Eu – Começou o homem com sua voz grave – Sou Stoico, o Imenso. Chefe da tribo de Berk.

Stoico!?

- Normalmente, nós o mataríamos na hora em que sua canoa chegou aqui, porém – Ele levantou os olhos para a plateia e Soluço o imitou. Poucos vikings desviaram o olhar – conseguiram me convencer a fazer este conselho, onde você vai me convencer, nos convencer – apontou para todos na mesa - a não te matar.

Stoico voltou a sentar em sua cadeira e observou Soluço atentamente, assim como todos os outros. O garoto suspirou e tentou não gaguejar.

- E-eu... primeiramente gostaria de agradecer por não terem me matado e por me darem a chance de me explicar... – O homem com o gancho soltou uma risada – E... é... bom, vou ser o mais sincero possível: eu não sabia que ia parar aqui, na verdade, eu fui nocauteado, amarrado e deixado naquela canoa para morrer.

- E por que fizeram isso com você? – Perguntou o moreno.

- É uma boa pergunta... digamos que eu estava deixando a desejar no quesito ser um caçador.

- Por que? Estava se tornando bonzinho? – Debochou Astrid

- Basicamente. Eu meio que, em uma das expedições dos caçadores, posso ter acidentalmente capturado um dragão. Ele machucou um lado da cauda eu cuidei dele desde então. Eu tive compaixão. Drago não o aceitou de primeira, mas ficou bem interessado na primeira vez que o levei para a base.

- Qual era o dragão? – Perguntou alguém na plateia.

- Era um Fúria da noite.

Os vikings arquejaram.

- Que mentira! – Contrapôs uma mulher. Soluço, por um momento achou que fosse Astrid, então ele se lembrou que ela mesma vira o dragão antes de ser capturado – Eles foram extintos a anos. Não se tem relato algum da aparição deles!

- É verdade! – Exclamou – O encontrei aos quinze anos, o nomeei de Banguela. Ele é meu melhor amigo e precisa ser resgatado. Alguns dias antes, Drago Sangue Bravo, Viggor e Ryker Grimborn me chamaram para conversar, era uma armadilha. Eles queriam me separar dele. Me enrolaram enquanto outros caçadores o capturavam e levavam para outra base. Percebi tarde demais, quando cheguei em minha sala, Banguela havia sumido e eu fui jogado no mar.

 - E como podemos confiar que sua história, que esse Fúria da noite, é realmente verdade? – Perguntou Astrid –Como podemos saber se você não vai nos trair? Que você não é um espião?

 Houve murmúrios de concordância.

 - Astrid, você o viu – Argumentou o rapaz – Você me salvou de me afogar e depois tentou me matar, mas você saberia descreve-lo – Ele olhou fixamente para ela.

 - É verdade Astrid? – Perguntou Eret – Você viu um Fúria da noite?

 - Não posso afirmar que vi – Respondeu Astrid – Foi rápido demais.

 - Claro que pode! – Soluço elevou o tom – Tenho certeza que você nunca viu um dragão daquele jeito!

 - Conheço várias espécies de dragões. Sei diferenciar um-

 - Pare de mentir, Astrid, por favor.

 - Não estou mentindo – Mas no fundo, ela sabia que sim – Stoico, ele está tentando nos enganar!

 - Pai! Eu juro, juro pelos deuses que não sou um espião! Eu quero ajudar, eu quero voltar! Ouvir as baboseiras que Drago me disse na infância e acreditar foi a decisão mais tola que já tomei.

 Muitos vikings se entre olhavam. Ele disse...?

 - Eu me arrependo de ter deixado minha vida, aqui em Berk, para trás. Mas agora, tenho a oportunidade de consertar tudo. Eu quero ajudar vocês a acabar com os caçadores. E... pai, me perdoa.

 Muito vikings olharam de Soluço para Stoico esperando uma reação do mais velho. Com certeza, aquilo fora um choque: depois de quinze anos ali estava seu filho. Stoico queria começar a berrar, manda-lo matar pela ousadia de tentar se passar por seu filho, que ele se convencera de ter morrido, mas a voz ficou presa na garganta.

Ele tinha os cabelos castanhos-avermelhados iguais os dele, tinha os verdes que o fazia lembrar de Valka, e, mesmo já grande, continuava tendo um porte pequeno em comparação aos outros.

- Você é Soluço? – Perguntou o homem com o gancho olhando boquiaberto para o chefe.

- Sim – Respondeu Soluço – Eu sou Soluço Haddock, filho de Stoico e Valka.           


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Ate a proxima!
Tchauzinho <3


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