História Eu comigo mesmo - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Banguela, Soluço
Tags Astrid, Banguela, Como Treinar Seu Dragão, Hiccstrid, How To Train Your Dragon, Soluço, Tempestade
Exibições 151
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


AVISO ANTES DE LER O CAPITULO:
Preparem os corações que la vem bomba!!!
Devem estar se perguntando, porque ela ta postando um capitulo hoje? Em primeiro lugar, pq eu quis kkk, não to brincando, é pq me pediram, em segundo lugar pq eu tava muito ansiosa pra vcs lerem esse capitulo e em terceiro lugar eu passei em todas as provas do 3° bimestre e fiquei uma semana de folga... mas a folga acabou e hoje eu tive aula :-(, mas ta tudo bem, boa leitura!!<3
ESSA FANFIC FOI BASEADA NAS TEORIAS E IDEIAS LOUCAS MINHAS!

Capítulo 12 - The reunion in the past


Astrid respirou fundo. Estava pronta. Tinha que estar. Perna de Peixe lhe disse que levaria Banguela com ela para poder reabrir o portal. Tinha que tomar cuidado, ninguém poderia vê-la, principalmente se for parar no futuro ou passado. Se isso acontecer, ela poderia modificar as coisas.

Ela tinha pegado uma bolsa com: Uma garrafa de agua, comida, cordas, uma adaga e estava segurando seu machado. E ainda levava o escudo do Soluço caso precisasse.

- Está pronta? -  Perguntou Heather

- Mais que pronta!

Os dragões atiraram e o portal se formou, ela respirou e atravessou. Banguela ia atrás dela quando uma flecha ao atingiu, ele não morreu, só ficou desmaiado. Berserkers apareceram e seguraram todos enquanto, cerca de 10 outros entraram pelo portal, junto com Viggor. Os cavalheiros não se rederam, conseguiram nocautear todos, mas o grupo já havia passado. Tudo dependia de Astrid.

POV Astrid

 

            Passei pelo portal de olhos fechados. Sinto meu corpo flutuar. E depois sinto que cheguei ao chão. Abro os olhos devagar e me deparo com a clareira, aquela mesma que conheci Banguela, será possível que Soluço veio parar em Berk? Só tinha uma maneira de descobrir. Olho pra trás e vejo outra luz, esperava ser o Banguela, mas que passou foi o Viggor e uns berserkers. Me escondi rapidamente de trás de uns arbustos e ouvi Viggor falar:

            - Chegamos, temos que achar o garoto antes dela! Soluço deve estar perdido pela floresta então se separem em duplas e vão busca-lo. Estarei esperando aqui! -  Ele mandou e eles se espalharam pela floresta.

            Um erro crucial cometido por Viggor. Soluço viveu toda sua vida aqui, ele conhece essa floresta como a palma da mão, ele já deve estar em Berk, e é pra lá que eu vou.

 

POV Soluço

           

            Acordei bem cedo, meu pai não tá em casa. Saio um pouco pra procurar Banguela, ele ainda não apareceu. Na verdade, não ninguém em Berk, literalmente. Vou a floresta e passo um tempo lá. Quando volto, parece que todos resolveram voltar de onde se quer que estavam. Vou andando atrás das casas, até chegar na minha.

            Eu ia entrar pelas portas dos fundos, mas ouço uma comemoração, penso que era pelo meu retorno. Dou a volta na casa e vou cumprimentar a todos, mas paro e saio correndo para me esconder quando percebo que tem um garoto no meio de todos. Cabelos castanhos, olhos verdes e uma perna faltando. Ou seja, eu!!

            Fiquei olhando para a cena. Me lembro desse dia, quando derrotei o Morte Rubra, perdi minha perna esquerda e dragões e vikings fizeram as pazes. Como assim? Então eu não estou em casa? Não pera, eu estou em casa só que no passado. Mas como eu faço pra voltar? Vou ficar preso aqui? Me desespero. Preciso de ajuda urgentemente. Sou tirado dos meus pensamentos quando levo um soco no ombro.

            - Isso foi por me assustar! Nunca mais faça uma coisa dessas comigo, está ouvido mocinho? – Olho para trás e me deparo com a Astrid, a do meu tempo

            - Astrid!! – Abro um sorriso e dou um abraço apertado nela.

            - Senti sua falta – Ela fala e continuamos abraçados – Você não sabe o quanto nos deixou preocupados. Tive medo de te perder. – Me separo do abraço, mas ainda continuo com as mãos em sua cintura e ela coloca as dela em meu rosto. Ela solta algumas lagrimas, nunca tinha visto ela desse jeito.

            Naquele momento, podendo ser o mais inapropriado possível, nos beijamos. Dessa vez a iniciativa não foi só minha, mas dela também. Me senti nas nuvens, nada mais importava, apenas queria aproveitar o momento.

            - Pode ser o momento mais inapropriado para isso, mas... – Falo – Eu te amo Astrid! – Ela fica sem reação, arregala os olhos. Ela me olhou com uma cara de espanto, será que deveria ter falado isso? Mas logo abre aquele sorriso de novo.

            - Uau... você não sabe por quanto tempo esperei por isso...  Eu também te amo Soluço, desde esse dia. O dia que me toquei o quanto você é especial pra mim – Ela aponta para nos dois com 14 anos ali em baixo. “Isso foi por me assustar”, a pequena Astrid falou e em seguida me deu um beijo rápido, mas foi o meu primeiro. Volto a olha-la.

            - Você realmente não mudou nada – Rimos – Mas, enfim, como voltamos?

            - Aí que está o problema. Banguela iria vir comigo para voltarmos, mas Viggor atravessou em seu lugar. Não sei ao certo o que aconteceu. A nossa única esperança é que aquele Banguela nos ajude a voltar.... e ainda temos que pegar Viggor. – Eu balancei a cabeça concordando.

            - Parece que vou ter que falar comigo mesmo.

            - Não Soluço, não podemos. Se você falar com ele pode alterar o futuro. Precisamos chegar até Banguela sem sermos vistos. E ainda temos que descongelar os Skrill, e precisamos da Tempestade e Dente de Anzol.

            - É, a situação tá bem complicada pro nosso lado

 

****

 

POV Astrid

 

            Fiquei muito feliz quando vi o Soluço ao lado da casa dele. Olhei para os lados pra me certificar que não havia ninguém desse tempo por perto. Corri até ele e dei um soco, um pouco forte, em seu braço. Fazendo ele se virar pra mim e dar aquele sorriso que pensei que nunca mais veria.

 

****

 

Expliquei tudo o que aconteceu enquanto ele tinha sumido, falei sobre as buscas, o jeito que Stoico reagiu ao receber a notícia e os comentários das pessoas. Contei a ele também sobre como fomos parar aqui e o que tínhamos que fazer para voltar.

 

            - Bom... foi isso.

            - Eu não fazia ideia... – ele fala – Acho melhor arrumarmos um lugar para passar a noite, amanhã vamos a procura de Viggor antes que ele ache seja lá o que for

            - Já sei! A minha casinha!

            - Que casinha?

            - Você não era o único que tinha seus segredos quando menor. Eu tinha, quer dizer, eu tenho uma casinha na floresta. Quando pequena eu ia para lá brincar. Então ela é minha, bom ela já estava construída quando cheguei, mas serve.

            - Vamos lá!

           

            Puxei ele pelo braço, guiando-o pela floresta. Até que chegamos a uma pequena casinha de madeira encima de uma arvore, ela já estava bem velha, mas era resistente. Subimos as escadas de madeira. Tudo estava no mesmo lugar que tinha deixado. Havia uma cadeira, uma mesa, pratos, copos e uma cama que encima da mesma tinha cobertores. Exatamente no mesmo lugar.

            - Pera aí... esta é a casinha?! – Soluço perguntou olhando para cada detalhe

            - Bom... sim! Ela não é perfeita, mas serve.

            - Essa é a casa que meu pai construiu pra mim. Ele não ficava em casa por muito tempo, então no meu aniversario ele construiu essa casa pra mim poder brincar. Um certo dia eu estava aqui brincando como normalmente fazia, e ele chegou para me chamar para ir almoçar só que teve um ataque de dragão e eu quase morri e ele me proibiu de voltar.

            - Serio?!

            - Sim! Olha até marquei um “S” na porta! – Ele pegou em minha mão e me mostrou a porta. Realmente tinha “S” na porta e eu nunca tinha percebido.

-Foi por isso que quando a encontrei estava abandonada, então eu cuidei dela para você - falo e nos encaramos sorrindo.

 

            Começamos a arrumar nossas coisas. Eu fui buscar agua pra encher minha garrafa e o Soluço ficou arrumando a casinha, mesmo ainda estando inteira tinha alguns buracos e tabuas soltas.


Notas Finais


Então o que acharam? Espero que tenham gostado<3
Agora o depoimento da minha irmã quando ela leu o capitulo:
"Eu não acredito que tu escreveu isso! Gabi eu vou te matar! NÃÃÃÃOOOO, tu deveria ter me consultado antes, como é que tu vai posta um negocio desses? A não Gabiii, eu tinha imaginado uma situação perfeita, ai tu vai e escreve isso! Eu não se fico com raiva ou feliz, eu vou te matar!!!!!"
Gente ela gostou, viu?! E pra quem não sabe ela sempre avalia meus capitulos quando eu termino de escrever e me ajuda quando não tenho inspiração kkkk Tchauzinho


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...