História Eu e Eles (Imagine Exo) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Exo, Imagine
Visualizações 1.819
Palavras 5.577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Isso tá enorme, me desculpem.

Capítulo 7 - Siete


Junmyeon se afastou e voltou a se deitar, olhando para o teto com cara de satisfação. Você inspirou e expirou, sorriu. A noite tinha sido ótima, tirando a parte da "inundação" e do quase assassinato. Sem falar que quase fora sequestrada... 

Foi uma sensação boa, aquela que tinha  acabado de sentir: o beijo, o toque suave e tímido dele, os lábios macios e quentes,  a respiração, o calor, tudo! Foi uma sensação...  muito boa. Pensando bem, Junmyeon é muito  bonito e legal. O fato de ter gostado do beijo dele significa alguma coisa? Não, talvez não... Sentiu algo parecido quando Minseok te beijou, e Yixing também, gostou dos outros beijos tanto quanto desse, foram especiais porque  foram com pessoas especiais.  Deus, jamais seria capaz de escolher um deles... Suspirou frustrada. 

— Obrigada por ter vindo, __________. — falou ele em voz baixa. 

— De nada. —  se permitiu olhar para ele. O garoto ficou de lado, com o rosto próximo ao seu, então acariciou a sua bochecha, sentiu toda sua pele se arrepiar, seus olhos se fecharam brevemente. Ele sorriu e colocou uma mecha de cabelo atrás da sua orelha, você estremeceu. O que estava acontecendo? 

— Se precisar de qualquer coisa, sabe que pode contar comigo, certo? — sussurrou ele — Se precisar de um namorado por exemplo... — brincou. 

Você sorriu.  Claro que precisa de um namorado! É a única das suas amigas que não tem um. "Deus, você é uma vergonha para as mulheres",  havia dito uma de suas amigas um dias desses. " Mora com os caras mais gatos da escola e nunca ficou  com nenhum, se eu tivesse sua sorte já teria dormido com a metade".  Sorriu ao lembrar disso. Mas ela tinha razão em uma coisa: você é uma mulher, é adulta (ou quase), o que sentiu durante o beijo prova isso, tem que começar a ver e agir como uma. Precisa decidir  se gosta de algum dos meninos ou não. Talvez ficar com cada um deles fosse a solução... Pensaria nisso.

 

Na manhã seguinte, quando chegou em casa, todos estavam na sala, bem, quase todos. Yixing se levantou do sofá para que você se sentasse, Junmyeon subiu para o quarto. Contou para os que estavam ali tudo o que tinha acontecido —  menos a parte que te deu dor de barriga.

Todos riram, até você.

— Menina, você é um desastre — comentou Baekhyun, à sua direita, com um sorriso divertido. 

— O pai dele ficou bem? — perguntou Tao, que estava com Jongin no outro sofá. Ele usava uma regata cinza escura. Sinceramente, gosta de ver Tao com regatas, combina muito com ele, e Yixing também fica bem com elas...,  pensou.

— Graças a Deus sim! — respondeu, se recostando no sofá e esticando as pernas. — Foi terrivelmente embaraçoso.  E o ladrão? Nossa, dei logo uma surra nele. 

Jongin riu e balançou a cabeça. Chanyeol, que estava à sua esquerda, sorria, porém permaneceu em silêncio.

— Claro, aprendeu com o melhor — brincou Tao. 

— Olha, você chegou! Melhor ir arrumar suas coisas, vamos pegar a estrada mais tarde. — preveniu Kyungsoo, entrando na sala  — Vamos para longe e não podemos deixar nada que precisamos para trás. 

Você anuiu e se levantou preguiçosa.

— E Minseok? — perguntou curiosa, olhando ao redor. 

—  Estava antes de você entrar, mas foi correndo para cozinha, disse que ligaria para alguém.  — respondeu Jongin.

— Certo... — olhou para porta da cozinha, ajeitou o sobretudo pendurado no seu braço. Ia até lá, mas hesitou, suas pernas ficaram duras e seus pés não se moveram.

Resolveu deixar ele em paz. Ele correu para cozinha quando percebeu que eu havia chegado., pensou com tristeza.  Tinha que conversar com Minseok, mas ainda não era hora, ele deveria  estar envergonhado e você... bem, ainda não sabia ao certo como estava se sentido quanto aquilo. Minseok precisa de um tempo. Mas e depois? Você deveria ir falar com ele, ou deveria esperar que ele viesse até você? Suspirou confusa.  Estava sentindo falta das conversas que tinha com ele... É que... De repente seu amigo ficou tão estranho. O que tinha acontecido com ele? Ele... Ele estaria... apaixonado por mim?, pensou, sentiu seu coração dar um pulo no peito, considerou a ideia.  Ou era isso, ou ele estava naquela fase, na fase dos hormônios descontrolados. Não soube o que pensar. 

Resolveu subir, tirar aquela roupa, colocar uma mais confotavel e arrumar suas coisas. Ficariam lá três dias, ou mais, ninguém havia decidido ainda. Levaria uma  mochila bem grande e espaçosa e uma bolsa. Tinha muito o que levar, a lista era enorme, mas tentaria levar só o necessário.  Depois de estar tudo preparado,  deixou as bolsas em cima da cama e saiu do quarto. 

— Olha quem está ai — falou Kris vindo do fim do corredor, com uma mochila pendurada em apenas um ombro. 

— Olá — fechou a porta às suas costas, ele se aproximou —  Só vai levar isso?

Kris tirou a mochila de couro do ombro e deu uma olhada nela. 

—  Sim, aqui tem tudo o que eu preciso.

—  Mas...  Não pode ser... Eu vou levar três bolsas.

Ele arregalou os olhos.

—  Três? —  perguntou perplexo.

—  Sim, era para ser duas, mas acabou sendo três. — admitiu.

Ele sorriu e balançou a cabeça.

—  Mulheres... 

Você fez uma careta. Então foram rumo à escada.

— Como foi lá ? —  Kris perguntou, com certa curiosidade, segurando a alça da mochila em seu ombro.

— Um verdadeiro terror! Um desestre! —  começou a contar o número de coisas ruins  com os dedos —  Tive dor de barriga, destruí a tampa da descarga e espalhei água por todo lado, me molhei toda, e quase matei o pai... — seu rosto esquentou quando se deu conta que falou da dor de barriga, não tinha dito isso para ninguém. Parou no meio da escada. Kris seguiu descendo, rindo, então desceu o último degrau da escada e olhou para trás.

— O que foi? 

—  Você não pode...

Desceu rapidamente até dele, tropeçou nos próprios pés e foi com tudo para cima dele, Kris cambaleou para trás e te segurou, envolvendo seu corpo com um braço rapidamente. 

— Você... — ele murmurou. Olhou para ele completamente, sem jeito. Ele é alto, pensou, o olhando de baixo  — ... gosta de se jogar  nos meus braços, né?

— N-não — se apressou a dizer. Então apoiou as mãos no peito dele — Eu apenas... Bem, com tanto que você sempre me segure... —  comentou completamente paralisada, olhando para o rosto dele e engoliu em seco. Kris tinha um cheiro bom, te deu vontade de  se aproximar do pescoço dele para sentir melhor.  Mas não se atreveria.  — Você tem um cheiro bom... — o comentário saiu por vontade própria. 

— Você vai... me morder?  — perguntou ele, sorrindo e erguendo uma sobrancelha. 

— N-não. — saiu do seu transe, completamente embaraçada, imaginando a cara de boba que estava fazendo. 

— Não sei... — Kris fez uma carinha de desconfiança, sentiu o braço dele fazer mais  pressão em volta da sua cintura  —  Você  disse: " Você tem um cheiro bom", como se fosse me devorar...  — Ficou sem saber o que dizer. O garoto começou a rir e mudou de assunto: — Bem... Prometo que tentarei estar sempre por perto quando você for se jogar. 

Sorriu timidamente e se afastou dele, com o rosto ardendo. 

— Eu... eu só queria pedir que não falasse para ninguém da... Da dor de barriga...

Ele riu, mas quando percebeu que você parecia constrangida pigarreou e se pôs sério.

— Tudo bem. Eu prometo. Não vou falar sobre isso. — Kris garantiu. 

Vocês ficaram parados lá, olhando um para o outro. Então com cautela, ele quebrou o silêncio:

— Posso... Posso te fazer uma pergunta?

Você assentiu. Ele pensou, pensou, pensou mais ainda, olhando por cima da sua cabeça. Kris colocou a mão livre no bolso da calça e revirou os olhos.

— Não quero ser indelicado mais... — Ele mordeu o inferior — Você dormiu com ele?

A pergunta te pegou de surpresa. No momento, sem saber o motivo, sentiu um friozinho no estômago. Não soube como deveria interpretar a pergunta, isso te pôs um pouco nervosa. Ia abrir a boca, mesmo sem ter decidido o que dizer.

—  É melhor descer as coisas, vamos daqui a pouco —  falou Kyungsoo saindo da cozinha e passando ao seu lado. Kris girou os calcanhares e foi para lá, você ficou observando ele se afastar.  Kyungsoo colocou a mão no seu ombro, fazendo você virar a cabeça para olhá-lo. 

—  Você já arrumou suas coisas? 

—  Ah, sim. — sorriu. 

—  Vamos  descê-las e levar para fora. 

—  Vamos —  então subiu outra vez. Estava louca para chegar lá logo  e ver como é. 

...

Três carros, um atrás do outro, rumo à praia. De um lado árvores, do outro, também. Ainda era de tarde, o sol estava mais fraco, mas mesmo assim iluminava as folhas das árvores num tom alaranjado. Tinha sol, mais não estava muito calor.  Junmyeon estava dirigindo, ele disse que ainda  demoraria umas horas para chegar lá, que provavelmente, pegando um atalho, chegariam lá de noite,  o que aumentou ainda mais sua ansiedade.  Pararam para abastecer em um pequeno posto de gasolina. Você foi ao banheiro — nojento —  e depois entrou no mini mercado para comprar  algumas coisas e encontrar os meninos. Junmyeon disse que aquele mercado era o único que tinha por ali, era o mais próximo da praia para qual estavam indo, e então, se não quisessem fazer uma viagem cansativa de volta ao mercado depois,  deveriam  comprar tudo o que necessitavam logo. Entrou no corredor de salgadinhos e doces, viu Bastian nas pontas dos pés, tentando alcançar um ovinho com surpresa.  Você se aproximou, deixou a cesta que segurava no chão, pegou o bebê no colo e pegou dois ovinhos daqueles, um colocou na sua cesta o outro deu para ele segurar. 

— Mais alguma coisa, senhor? —  perguntou a ele. 

O pequeno sorriu e apontou pra o salgadinho. É realmente incrível, é incrível o quanto gosta dele, é incrível o quanto sente vontade de abraçá-lo fortemente sempre que está perto dele. Bastian é a criança mais linda do mundo, o adora. E ainda te impressiona o fato de parecer tanto com o pai. Pensar no fato de Olímpia ter ido para Alemanha e ter deixado Bastian ainda te cortava o coração, nem queria estar por perto quando o menino fosse para casa da vô  e não visse a mãe por lá... Suspirou. Se fosse seu filho... jamais o deixaria... 

— Claro... — Você disse finalmente e o pegou o salgadinho  também. — Onde está seu papai? 

— Bastian não sabe... —  o menino nem  prestava atenção em você,  estava analisando a caixinha do ovinho que você tinha pegado. De cabeça baixa, aquelas bochechas pareciam ainda maiores. 

Sehun havia perdido Bastian de vista?

—  Vamos procurar o papai... 

Você se ia se agachar para pegar a cesta, quando ouviu: 

 — Bastian! — Sehun, ele estava próximo. Logo ele apareceu no fim do corredor. Ele pareceu aliviado quando viu vocês — Ah, está ai... Eu viro as costas um minuto que você some. Vem...

Bastian sorriu de um jeito sapeca  e fez que não com a cabeça.

—  Você é muito folgado, cara, você já sabe andar... —  repreendeu Sehun, brincando. 

— Eu seguro ele, Sehun,  você  pega minha cesta. Já que você não tem uma,  pode usar a minha.  — Ele assentiu, pegou a cesta do chão e colocou o refrigerante que segurava lá, os sucos de morango — que deviam ser para Bastian —  e pegou mais salgadinhos. 

  Um  casal de idosos japoneses passou por vocês. 

— Olha que família jovem — comentou a mulher, baixinha. 

Você sorriu para  Sehun quando eles  se afastaram. Você? Mãe? Não, não se imaginava mãe, não tão cedo, não agora. Mas, por que no fundo gostou tanto de ouvir aquilo? 

— Querido, acho que precisamos de mais chocolates — brincou, Sehun sorriu e entrou na brincadeira:

— Certamente, querida... 

Então riram e foram encontrar os outros no caixa. 

...

O sol estava quase sumindo. Ao seu lado Yixing mexia no celular, ao lado dele, na outra janela, Luhan observava as árvores que passam do lado de fora. Jongin não parava de falar no banco à  sua frente e Junmyeon continuava  dirigindo. Olhou para ele e se lembrou da noite passada, viu ele te observar pelo retrovisor interno, surpreso com o fato de você estar o olhando, Junmyeon desviou o olhar para estrada à frente. 

— ... e eu só não trago meus cachorros para morar com a gente por que temos quatro chineses em casa... E... — Ele parou de falar e colocou o braço para fora quando o vento veio forte. O garoto  colocou a cabeça para fora da janela e gritou animado. O boné dele saiu voando. Ele esticou o braço para pegá-lo, por um momento pensou que ele se jogaria para fora da janela também — Disgrama! 

Você colocou a mão em frente a boca para rir.  Ele voltou a se sentar corretamente e olhou para você. Então ficou de joelhos no banco e esticou o braço para bagunçar seu cabelo.

— Tá rindo, né? 

— Kai, você pode fazer o favor de sentar essa bunda no banco e colocar o cinto? — perguntou Junmyeon. Jongin fez o que ele disse — O que é aquilo lá na frente?

Curiosa,  você deu uma olhada pela sua janela. Yixing se aproximou de você para ver também, sentia a respiração dele contra o seu cabelo, você olhou para trás e deu de cara com ele, o garoto se afastou rapidamente. 

— Parece um homem  pedindo carona. — Você comentou. 

— Não vamos dar... — Jongin deixou claro — Aqui não cabe ninguém.

— Mas  no carro de Kyungsoo cabe... Pode ser que eles deem... — comentou Yixing.

— Não podem dar... — falou Jongin desesperado. 

— Por que não? — Você perguntou, se aproximando do banco dele para poder vê-lo. 

— Estão de brincadeira, né? Nunca assistiram aquele filme, a carona pede a morte? — perguntou Jongin,  viu Junmyeon revirar os olhos. Yixing levantou o inticador e abriu a boca, ia  dizer alguma coisa, mas o garoto no banco à sua frente  se apressou a dizer:  — Cale-se, Lay, não insista!  Pode ser um assassino. —  Assim que passaram pelo cara ele suspirou aliviado. — Ah, não é um cara, é um boneco.

Era realmente um boneco vestido, algum engraçadinho o deixou ali. De longe parecia uma pessoa.

— Sabe — Você começou, Jongin olhou para trás —  Você  é muito desconfiado sabia? — bagunçou o cabelo dele. Ele sorriu e passou a mão no cabelo para ajeitá-lo. 

— Sobrevivência, gata.

Sorriu com o rosto corado. Você  se recostou no banco, inclinou a cabeça para o lado para ver o que Lay estava jogando, ele tirou os olhos da tela por um minuto e olhou para você, então perdeu a partida. 

— Desculpa, Lay — disse segurando o riso. — Eu te desconcentrei. 

Ele sorriu timidamente. 

— Eu não conseguia passar da fase 5 mesmo. — o menino desligou o celular. Você  deitou a cabeça no ombro dele, estava meio cansada de ontem. — Tudo bem?

— Uhum... — distraída, pegou a mão dele que estava sobre a perna e começou a brincar com os dedos maiores que os seus. —  Estou um pouco preguiçosa. 

— Somos dois — Yixing tirou a mão de baixo da sua e agora ele brincava com seus dedos suavemente. Levantou o olhar para ele.  

— Está cansado?

— Um pouco... Não dormi muito bem ontem...

— Por quê?  — quis saber, curiosa.

— Bem... — Ele  seguia entretido  com seus dedos — Porque você não... — Então Yixing parou rapidamente, olhando para você meio tenso, mas logo  acrescentou: — Por que você não deita ai e descansa um pouco? 

Sorriu e concordou.  Se acomodou o ombro dele, fechou o olhos por alguns minutos. Sabe aquela sensação gostosa de paz? Aquela sensação que conforto? É isso que sempre sente quando está com ele.

...

Estava com vontade de fazer xixi de novo, mas precisava aguentar. Já era de noite quando Junmyeon e Yixing trocaram de lugar, agora você sentava no meio, com  Junmyeon na sua esquerda e Luhan na diteira. Junmyeon estava com a cabeça deitada para trás  e os braços cruzados, absorto, olhando para o teto, parecia que estava pensando em algo. 

— Como é a escola? — perguntou Luhan que havia estado quieto a viagem toda, olhou para ele. — Quer dizer, as pessoas, os professores, essas coisas...

— Ah, a escola é legal, claro, dentro do possível. Legal mesmo é o intervalo, juntamos duas mesas e ficamos todos juntos. Você vai gostar... — sorriu animada o ante a ideia de voltar para a escola com  amigos novos — Tem sorte, Luhan, vai chegar na escola com vários amigos.

Ele sorriu e assentiu, mas não parecia muito animado.

—  Parece legal.

— Espero que fique na nossa sala. — a ideia te agrada, assim poderia fazer ele se enturmar —  Jongin, Baekhyun e Sehun estudam comigo, tomara que você também.

— Eu gostaria. — Ele sorriu calorosamente. Continuou falando sobre a escola.

 Luhan ainda era novo ali no meio, você não tinha tanta intimidade com ele como tinha com os outros meninos, na verdade não se lembra de terem conversado tanto. Esta é uma coisa para sua lista de coisas de deve começara a fazer: conversar e conhecer melhor os novatos, se aproximar mais deles. O caso é que conversava bastante com Tao e Kris, mas tinha algo em Luhan que te deixava um pouco receosa para se aproximar muito, e você não sabia o que era. Adorava a carinha de bebê dele, ele tinha um sorriso espontâneo, fofo e convidativo, mas mesmo assim, tinha algo que fazia você se manter longe, até evita de tocá-lo enquanto fala com ele. Ele era um pouco diferente dos outros. Bem, todos eram diferentes uns dos outros. 

Já não aguentava mais, sua bexiga iria explodir, tinha que...

—  Falta muito? — perguntou a Junmyeon, balançando as pernas e logo mordendo o inferior. 

— Só mais uns 50 minutos... Por quê? — Suho parecia um pouco sonolento.

Balançou a cabeça e voltou a olhar para frente. Para sua frustração os meninos decidiriam tirar os carros na estrada, saíram para fazer xixi no mato ao lado. Teve inveja deles, se fosse um menino teria ido também.  Eles voltaram e seguiram em frente.

...

 Agora Jongin estava dirigindo, os outros estavam dormindo. 

50  minutos...,  pensou com raiva. Já passou de 50 minutos e ainda não chegaram!

— Jongin...

— Hum? —  Ele te olhou pelo retrovisor. 

— Eu... Preciso... Preciso fazer xixi...  — disse baixinho. 

O menino olhou para você brevemente. 

— Quer uma garrafinha? 

— Jongin!

O que estava atrás do volante riu e tirou o carro da estrada. 

— Vai lá.

Olhou para fora, estava tudo escuro, engoliu em seco. Não entraria no meio do mato sozinha. 

— Vem comigo? — se atreveu a pedir. 

— Vamos. — Ele desceu, você desceu logo em seguida. Sehun parou o carro ao lado do de vocês, o outro carro parou atrás do dele. 

— Que foi? — Sehun perguntou preocupado, olhando para você — Por que pararam?

Jongin deu a volta no carro e parou ao seu lado, com as mãos nos bolsos da calça, bocejou antes de dizer: 

— Alguém precisa fazer xixi.... 

Sentiu seu rosto começar a corar. 

— E você vai com ela? — perguntou Sehun, visivelmente incomodado.

Jongin encolheu os ombros. 

— Eu pedi para ele vir comigo, Sehun,  não vou entrar lá sozinha. 

Sehun assentiu à contragosto, e disse que esperaria vocês. Você Jongin foram. Odiava não ter um vazo sanitário no meio do bosque. É um boa ideia, como ninguém pensou nisso antes? Muitos viajantes iriam agradecer, principalmente as mulheres...

— Queria ser homem — murmurou, enquanto ia em direção de uma pedra bem alta. Jongin ficou encostado  na pedra. Você deu a volta e foi atrás dela. 

— Cuidado hein, vê  se não há uma cobra por perto que possa morder o bumbum  — preveniu ele.  Você estremeceu e olhou ao redor, então revirou os olhos, depois sorriu. Saiu de trás da pedra aliviada, deu a volta nela com um sorriso divertido.

— Você é um bobo, Kai... 

Não tinha ninguém. Olhou para o carro entre as folhas ali perto e olhou para trás, haviam mais árvores  no fundo e só isso.  

— Jongin... — murmurou. — Jongin, para,  é sério... — pensou em voltar para o carro e deixar o imbecil para trás.

Mas...  e se tivesse acontecido algo com ele? Não, não, era só mais uma brincadeira, ou talvez ele tenha voltado para o carro para te dar um susto. Ia dar um passo para seguir andando e sair dali, mas um barulho fez seu corpo estremecer... Então, por algum motivo, lembrou daquele boneco que viram no meio do caminho. Olhou para trás bruscamente.  Foi como se algo estivesse rastejado no chão, sobre as folhas. A lua era cheia lá em cima, haviam muitas estrelas, seria uma coisa bonita de ver se você não estivesse tão assutada. Não podia voltar sem ele, e se voltasse e ele não tivesse lá? Mordeu o inferior, Jongin costumava fazer brincadeira idiotas, mas essa, por algum motivo não parecia brincadeira. Ficou preocupada. Abraçou a si mesma, estava frio. Se perguntou se o dia seguinte teria um bom tempo, para que pudessem aproveitar a praia. Mas logo voltou a realidade. Jongin tinha sumido. 

— Jongin! — gritou. 

Resolveu correr para o carro para pedir ajuda e dizer para os meninos. Então ouviu outro barulho, seu celular tocou, era Jongin, atendeu depressa, não disseram nada. 

— Jongin... — parou de correr e olhou para os lados —  Para! Eu vou te deixar sozinho... Jongin? Fala... 

— _______ — a voz saiu tremula e a ligação caiu. Meu Deus, aconteceu algo com ele., pensou.

Desesperada, apavorada, tremula, voltou a correr,  com o batimentos  a mil por hora. Não podia ser sério. Como isso foi acontecer?   Deu uma freada quando alguém se jogou na sua frente, saindo de trás de uma árvore. Gritando,  a pessoa  agarrou você. Seu coração parou por um segundo, em pânico, gritou e tentou se soltar. Rindo, ele se afastou. Era Jongin, rindo até não poder mais. Mas, assim que ele viu as lágrimas caindo sobre sua bochecha,  ficou sério. Não podia acreditar que ele tinha feito aquela brincadeira.  Chorando pelo pânico, começou a socar o peito dele. 

— Não deve graça! Seu idiota! Jongin, porra, meu, sempre tento dar uma chance para você e você sempre faz isso! Sempre mostra que não vale a pena!  Não deve graça! — gritou  enfurecida — Por isso que eu te odeio! Você é um imbecil... Idiota... Idiota! 

— _________... — Ele ia dizer.

Sehun e Luhan apareceram correndo. Luhan te puxou para um abraço, na tentativa de te acalmar. 

— O que você fez? — peguntou Sehun  à Jongin que parecia um pouco tenso. 

— Foi só uma brincadeira. — murmurou O grande idiota

Sehun fuzilou Jongin com o olhar.

— Tá tudo bem? — perguntou Luhan, te tirando  dali. Ficou grudada nele, o menino te envolvia com os dois braços enquanto caminhavam. 

— Vou ficar...

Ainda estava tremendo. Parou de andar e Luhan também, então se virou para trás, onde os dois seguiam vocês, mas se concentrou em Jongin. 

— Você é um grande idiota!  Brincadeiras desse tipo não se fazem, ainda mais se uma pessoa já estava com medo, eu te chamei pra vir comigo para não ficar sozinha aqui... Você só me decepciona. — o que mais te irritava era o fato de ter ficado preocupada com ele antes, pensou que algo havia passado com ele...

Jongin baixou a cabeça. Sehun se aproximou, Luhan soltou você.

— Vem... — Sehun envolveu seu corpo com o braço e te levou para os carros. 

Não foi exagero seu, nunca tinha ficado com tanto medo. Estava ali sozinha, no meio do mato,  a pessoa que estava com você havia sumido. A pessoa que estava comigo é um idiota, como pude confiar nele?., pensou.  Naquele  momento jurou nunca mais falar com Jongin na vida, nunca mais tentar defendê-lo, nunca mais sentir pena dele, nunca mais nada.  Trocou de lugar  com Tao,  ele  ficou no carro onde você estava, com Junmyeon e companhia, e você ficou no carro de Sehun e dos outros.  Sehun ainda estava dirigindo, sempre olhando você pelo retrovisor.  Baekhyun estava sentado na frente também, você estava entre Minseok e Kris no banco de trás. Bastian dormia confortavelmente no colo de Kris, não pode evitar de achar a cena fofa.  Minseok pegou uma sacola que estava aos pés dele e tirou uma garrafa de água, abriu e deu para você. Olhou para ele e depois para garrafa. 

— Obrigada. 

— Tá... tá  tudo bem ? — perguntou Minseok. Você assentiu, enquanto bebia toda água. Foi a primeira vez que ele falou com você hoje. Mas então parou por ai, ele não disse mais nada, apenas ficava de olhando de vez em quando...

...

A casa era enorme, ficou encantada  assim que entrou, mas a fachada também era incrível. Era toda branca e com uma decoração bem alegre. Junmyeon   disse para você subir e escolher um quarto, disse que você devia descansar um pouco, já que era tarde. Você subiu a grande escada com Jongdae, que trazia consigo Bastian no colo, já que Sehun e os outros estavam tirando as coisas dos carros — que estavam estacionados fora da estrada lá em cima  —  para trazer para dentro. O pequeno ainda estava dormindo.

— Imagine quando você tiver o seu filho. — Você comentou.  Jongdae sorriu. — Ai então teremos um mini Jongdae com um sorrisão e tudo. Imagino um menininho que coma tudo o que vê pela frente e não engorda.

Ele riu abafado. 

— Espero que assim seja... 

— Quer ter filhos? — perguntou surpresa. Imaginou que ele seria um bom pai e um marido excelente, sem duvidas. 

Ele deu de ombros. Jongdae é muito bom com crianças, para falar a verdade. Bastian gosta muito dele. 

— Uns três, mais ou menos. — respondeu o garoto. 

— Wow...  — Ele riu da sua cara  — Não diga isso para sua futura mulher, se não ela vai sair correndo. 

Chegaram no topo da escada, e você ligou a luz do corredor. Não haviam tantos quartos como na casa de vocês. Teria que dividir o quarto com alguém...

— Então eu retiro o que eu disse, finja que não ouviu isso. — Ele sorriu e entrou no primeiro quarto à esquerda. Você foi para o da direita. Haviam apenas quatro quartos ali. Resolveu tomar um banho e se trocar rapidamente antes dos seus companheiros chegarem.  

Dividiu o quarto com Baek, Kyungsoo, Kris e Luhan. Você dormiu na cama de casal e eles em colchões infláveis ao seu redor... Amanhã vai ser divertido, pensou antes de dormir.

....

Acordou às seis, todos ainda dormiam. Se levantou com cuidado, pegou sua mochila e saiu do quarto. Poderia usar o banheiro do quarto, mas optou pelo banheiro no fim do corredor. Colocou um biquíni, iria aproveitar água enquanto todos dormiam. Desceu e foi para fora. Inspirou fundo. Parecia que estava sozinha naquela praia enorme. Haviam quatro troncos de árvore sobre a areia em frente a casa, formando um quadrado um tanto torto. Haviam uns ganhos aglomerados no centro, enegrecidos pelo fogo de muito tempo, ali devia ter sido uma fogueira, gostou da ideia de fazerem isso de noite. 

O sol ainda estava fraco. Você entrou na água fresca, não iria muito longe. Apenas relaxou por longos minutos, ali, estava tudo tão calmo e tranquilo... E... 

— Aeeeee! — os meninos saíram correndo da casa.

Jongin, Baekhyun  e Yixing correram até a margem, tiraram os chinelos e as bermudas, então se jogaram na água.  Kyungsoo e Sehun estavam descendo a mesa de madeira que tinha na varanda e colocando na areia ali embaixo. Luhan e Kris traziam a churrasqueira para fora e colocavam perto da mesa.  Bastian e  Tao estavam na areia fazendo um castelo. Ficou meio atordoada. Aconteceu tudo tão rápido... Todos estavam dormindo minutos atrás e....  Tomou um susto quando um jato de água atingiu sua cara. Baek. Rindo você devolveu. 

— Desde quando está aqui? — Ele perguntou, passando a língua nos lábios, seus olhos foram para lá. Ele fazia isso frequentemente...  Os cabelos estavam grudados na testa, o garoto nadou para trás de você. Você se virou rapidamente. Uma gota de água caiu de um fio de cabelo, escorreu pela testa dele, chegou  até a ponta do nariz  e caiu sobre a boca úmida, você ficou olhando para lá, até que a gota caiu na água outra vez.  — Quer me beijar? — Baekhyun  perguntou, sorrindo, com os olhos semicerrados. 

— N-não... Que besta... — jogou mais água nele, ele voltou a nadar para trás de você, e você se virou de novo, mais ele sumiu. O procurou ao redor, então sentiu um cutucão nas suas costas e se virou rapidamente. 

— Bem, se quisesse, eu não ligaria — falou ele antes de nadar  para longe. 

Você coçou a cabeça. Aiai... Esses meninos ainda me matam... 

— Que isso! — ouviu alguém gritar e olhou para os meninos ali perto. Yixing saiu da água disparado como o foguete. — Alguma coisa tocou  meu pé. 

Você já ia sair da água, mas deixou a ideia de lado quando viu jongin surgir de baixo da água, rindo, com uma folha na mão. Olhou para ele e riu junto. Com certeza tinha feito cocegas em Yixing. Mas logo se lembrou que estava com raiva dele, fechou a cara e foi se afastando, voltando para margem. Ouviu ele suspirar, mas não olhou para trás. Saiu da água, pegou sua toalha e envolveu no seu corpo. Olhou para longe e viu Baekhyun acenando, ele estava afastado de todos, sorrindo com os olhos semicerrados devido a luz forte do sol, então acenou também. Tinha que entrar e pegar o protetor solar... Poxa, o tempo estava agradável... 

— Por que você se esconde? — alguém perguntou. Olhou para o lado e viu Luhan, com o nariz franzido e os olhos pequenos, o vento soprava os cabelos secos, estava apenas de bermuda. Com as duas mãos  juntas em forma de coxa, como se tivesse escondendo algo.

— Hã?

Ele olhou para toalha em volta do seu corpo. Passou tanto tampo se preocupando com isso que nem tinha percebido, parecia alguém que tinha acabado de sair do banho e não do mar.

— Você é bonita, não devia ficar se escondendo assim.

— Ah — baixou a cabeça, tímida. Ele tinha razão. Colocaria apenas um shorts e ficaria com a parte  de cima do biquíni o resto do dia. Estava calor demais para frescuras. E, além do mais, eles já tinham visto mais do que aquilo. Tirou a toalha de volta do corpo e a pendurou no braço. 

— O que é isso na sua mão? — perguntou curiosa.

Ele abriu as mãos, deixando você ver o passarinho  lá dentro, era bem pequeno. Um sorrindo encantado se formou nos seus lábios, quando olhou para Luhan viu que ele também estava sorrindo. 

— Ele estava caído na areia. Parece que machucou a pata, vou dar algumas migalhas  para ele...  Quer vir? 

 Você assentiu como uma criança, então subiram a escada da varanda e entraram na casa. 

— Eu vi uma caixa de sapatos embaixo da cama onde eu estava, podemos deixar ele lá. — Você deu a ideia.

— Pode ser! 

— Eu vou pegar.

Subiu a escada correndo.

— Onde vai? — perguntou Junmyeon  que estava descendo.

— Pegar uma caixa.

— Bem, ok, desce rápido para tomar café. 

— Tá — gritou do topo. Colocou um shorts, pegou seu protetor e não esqueceu da toalha e da caixa, claro. 

Entrou na cozinha animada e deu a caixa para Luhan, deixando as coisas que segurava de lado.  Ele a colocou sobre a mesa de mármore e pôs o bichinho dentro. Kyungsoo, Yixing e Sehun estavam por ali preparando o café. Sehun sorriu para você, você sorriu de volta. Então voltou a olhar o passarinho. Luhan fez algumas migalhas com o pão e estendeu a  palma da mão, e passarinho começou a bicar.

— Não dói? — perguntou curiosa.

Ele negou. O garoto pegou sua mão e despejou migalhas sobre ela. Meio receosa estendeu a mão, mas logo afastou.

— Assim — Luhan , segurou sua mão e a guiou até lá, o passarinho começou a bicar. 

— O que vamos fazer com a patinha? — perguntou sorrindo. 

— Acho que um curativo... 

Concordou com ele.

 Minutos mais tarde todos estavam sentados do lado de fora, alguns à mesa, e outros nos trocos de árvores que estavam sobre a areia fina. Você estava sozinha, sentada em um dos  trocos, o que estava mais próximo ao mar,  ficou olhando para lá. Luhan apareceu seu seu lado e se sentou com você.  Ouvia os meninos rindo alto e animados às suas costas. 

— É lindo, verdade?  —  perguntou ele, se referindo ao mar.

Você voltou a olhar para frente e assentiu. 

— Eu poderia ficar olhando o dia todo.

Ele sorriu. Comeram, ficaram em silêncio por alguns segundos. Então resolveu que queria conhecê-lo melhor.

— Então... — Ele voltou a atenção para você, com uma das bochechas cheias. — Fala algo sobre você...

Luhan sorriu e engoliu a comida.

—  O que quer saber?

— O que você gosta? 

— Hum... — pensativo ele olhou para o mar — Gosto de música... Gosto de animes...

— Ah, você também! Sabia que Chanyeol — olhou sobre os ombros, procurando Chanyeol, e o encontrando sentado à  mesa, de costas para vocês. — também gosta? 

Ele assentiu.

— Vai... Que mais? — quis saber — Tinha namorada na China?

— Não... Eu... — Luhan largou o garfo no prato e passou a mão na nuca — Eu nunca tive muito jeito com as mulheres, quando se trata desse assunto. Sou péssimo em uma paquera  ou algo assim.

Você riu. 

— Mas você é tão bonito... Nem precisa se esforçar muito...

Luhan corou e sorriu. 

— Obrigado. Você também é bonita... — foi a segunda vez que ele tinha dito isso. Você gosta! 

— Eu posso te dar umas aulas de paquera... Vamos, diga algo... Me diga algo que chegue ao coração... 

— Sangue...

Vocês riram. 

— Ok, precisamos dar um jeito nisso...

...

As horas foram passando, de tarde você  deu um pulo no quarto para colocar o celular para carregar, então viu uma coisa, um pedaço de papel saindo de baixo do seu travesseiro. O puxou e leu:

 " Me encontre esta noite, quando todos estiverem dormindo. Te esperarei perto da fogueira.

- ass: O. G. I."

Franziu o cenho. Não reconhecia a letra...  Quem era O. G. I ? E o que ele queria? 


Notas Finais


Hoje é quarta *---------------* Desculpa gente, eu não parei em casa ontem T.T
E outra coisa... Gente '.' Que absurdo. Só hoje eu fui perceber que tinha dado um informação errada sobre Sehun lá no começo, aposto que muitas ficaram confusas, mas já arrumei. Queria pedir que, se você notarem, se algum dia eu disser uma coisa e lá na frente dizer o oposto à isso, que vocês me avisem. Eu ficaria agradecida.

Quando vou postar o próximo? Eu não tenho ideia para ser sincera :( Ainda vou postar outras duas fics, antes de seguir com essa, mas não se preocupem, juro que tentarei não demorar aqui.

Quem é esse O. G. I? :'v Se você prestou atenção no capitulo, vai saber quem é...
Desculpa qualquer erro... Li umas três vezes, já não aguento mais.

~ bjim.


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