História Eu e um Demônio - Capítulo 57


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigas, Comedia, Vida, Zueira
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Self Inserction, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 57 - O Sequestro. Part 2.


~Estava tudo tão escuro... As coisas passavam pela minha mente como faíscas... As memórias não duravam mais de 1 segundo e eu escutava um sussurro de longe, como se gritassem baixinho... De pouco em pouco as coisas foram clareando, e quando me dei por viva, estava amarrada em uma cadeira, mais parecida com uma poltrona elétrica branca, e eles me olhavam, de início estranhei, pois qual era o motivo de eu estar aqui?~

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Nem Pan nem Lambru possuíam algum relógio naquele horário para afirmar com certeza o horário, mas Pan, já tinha notado que já estava de madrugada. Lambru não se importava com as reclamações e murmúrios de Pan, pois estava determinada em chegar seja lá onde. Pan já havia caído no chão e continuado a rota se arrastando por uma estrada de terra.

- Não vamos chegar nunca? - Pan diz resmungando.

- Já chegamos. - Lambru mostra uma casinha caindo aos pedaços.

- Tá de brincadeira que eu andei tudo isso pra chegar aqui! - diz Pan se levantando cheia de raiva.

- Calma. Você está olhando a casca, não o real. - Lambru chuta a porta e puxa Pan pra dentro.

Ao entrarem, Lambru aperta um interruptor e todas as luzes se acendem uma por uma revelando um covil repleto de equipamentos futurísticos. Embora Pan estivesse com uma cara de surpresa por ver todos aqueles armamentos, Lambru permanecia com seu semblante determinado e nada surpreso.

- Pan, vá até a essa sala - Lambru dá um papel com um número-  E pegue sua armadura, depois explico tudo.

- Ok...? - Pan diz.

Pan observando a estrutura da casa, que era branca e os corredores possuíam grandes janelas que davam a visão de experimentos robóticos. Adentrou a sala A-7, e viu lá dentro varios manequins com a mesma anatomia sua, e olhou que ambos tinham detalhes de cor vermelha, que por sinal é sua cor favorita. Tinham várias armas, armaduras e outros, e a decisão de qual usar era afetada  barulho das máquinas. Pan escolheu uma roupa tradicional de espião equipada com tudo que achava que iria precisar. Ao se vestir saiu em busca de Lambru, e a viu dentro de uma sala que era consideravelmente maior do que as outras, na frente de um computador gigante.

- Lambru...? - Pan entra e encara a sala com os olhos brilhando.

- Ah... Oi Pan! - Lambru se vira pra ela, nota-se que a mesma tinha escolhido um traje similar ao de Pan - Boa escolha. Agora... Venha aqui, você também tem o direito de saber o que está ocorrendo. - Lambru se vira novamente e aperta alguns botões do imenso computador, liberando alguns arquivos.

- O que é isso...? - Pan se aproxima e olha admirada e assustada, pois nota que todas as suas informações pessoais estão naqueles arquivos.

- Ok, vamos começar, sente-se - Lambru puxa uma alavanca e do chão submerge 2 cadeiras, que as duas sentam - Lembra dos 3 moradores antigos? - Lambru aperta mais alguns botões e 3 arquivos surgem na grande tela.

- Oxe... Eles? - Pan responde de olhos arregalados.

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Lá estava eu, procurando seja lá o que era aquela coisa. Adentro a cozinha e sou atingida por alguma coisa na cabeça, e tudo fica escuro. Acredite, essa cena se repetiu várias e várias vezes em minha cabeça durante o que pareciam ser horas.

Do nada uma luz começa a iluminar a escuridão e eu acordo. Com a vista ainda meio embaçada, me noto presa em algo que parece ser uma poltrona tecnológica, com uma coisa ligada em minha cabeça que disparava informações sem meu controle, o que estava me matando de dor de cabeça. Ao recuperar a minha visão total, noto que na minha frente, tinha uma janela de observação vazia e as paredes eram completamente brancas. Eu estava presa e nem sabia o que fazer.

As palavras não saíam de minha boca, era como se estivessem travadas de tanta informação. Em um impulso, arranco as agulhas que prendiam meus braços e retiro a coisa em minha cabeça. Ao fazer isso caio no chão bruscamente. Afinal, não sentia minhas pernas. Com o barulho da queda, acho que alertei meus sequestradores que acordei, e eles vieram a janela e eu os vi. Naquele momento, senti que nenhuma palavra sairá de minha boca.

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- Mas você sabe por que eles fizeram isso? - diz Pan intrigada enquanto gira na cadeira giratória.

- Dessa informação eu desconheço. Não está anotado em nenhum canto de nenhum arquivo, é como se eles andassem na lama sem se sujar... - diz Lambru vidrada no grande computador, tentando filtrar alguma pista ou informação. - E você, vá treinar, não posso te deixar lutar sem saber se virar sem os poderes, a sala de treinamento é a 4T78.

- Ok... - Pan sai da sala e vai em busca do local que foi ordenado.

Novamente ela anda por toda a extensão do local e acha a sala. Pan entra nela e ve vários bonecos de treinamento.

- NOSSA, QUE LEGAL, HEIN? - Pan grita andando pelos bonecos - VAI SER MUITO ÚTIL USAR ESSES TROÇOS IMÓVEIS PRO MEU TREINAMENT... - Pan esbarra em um cara.

- Ei mocinha, cuidado pra onde você anda, pode acabar esbarrando em um estranho. - Um cara mascarado diz enquanto ajuda ela a se levantar.

- O...Oi... - Pan diz envergonhada.

- A Lambru te mandou aqui para treinar, não? - O homem vai andando até o fundo da sala, onde se encontra um verdadeiro ginásio.

- S...Sim - Pan diz o seguindo.

- Tá gaguejando por que? - o homem diz e pega uma sacola.

- Nada. - Pan diz.

- Hm. - Ele joga pra ela uma arma - Atira em mim.

- O QUE? - Pan se assusta e pega a arma com medo.

- Isso mesmo que você ouviu. - O homem se posiciona a mais ou menos 5 à 8 metros de distância dela - Pode confiar em mim, atira.

- Ok... - Ela saca a arma e puxa o gatilho, a bala é disparada, e no mesmo segundo que ele seria atingido no peito, foi o suficiente para ele correr para atrás dela e tirar a arma de sua mão e aponta-lá contra sua cabeça - NÃO ME MATA

- Calma coisinha. - Ele joga a arma para trás e volta na frente dela - Primeira lição: nunca use armas de bala contra seres místicos. Eles sempre estarão um passo a frente contando a isso. - Ele senta no tatame e sinaliza para a mesma ir ao seu lado.

- Então como devo atacar? - Pan senta do seu lado e o questiona.

- Você deve usar essa belezinha aqui - Ele se levanta e pega de dentro de um armário uma arma vermelha, toda tecnológica e a usa para disparar em um boneco, e dela sai um raio de choque que o acerta em cheio. - Agora testa ela - ele joga na Pan.

- Como eu faço isso?? - Ela segura a arma com dificuldade por ser pesada e se levanta, indo em direção a ele.

- Está vendo aquele boneco? - O homem aponta a um certo boneco - Atira nele. Ou em qualquer outro, vai dar na mesma.

- Ok... - Pan posiciona a arma e olha fixamente a um certo boneco, aperta o gatilho e um raio de choque acerta em cheio o mesmo.

- Parabéns! AGORA VAI COMEÇAR O TREINO  DE VERDADE! 

Depois de árduas horas de treino, o homem libera a Pan e ela volta a sala onde se encontra Lambruska. Depois de notar que ela já está longe, ele tira a máscara e se revela ser o Smithy.

CONTINUA...



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