História Eu E Você. - Capítulo 5


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Categorias Chris Evans
Personagens Chris Evans, Emily Deschanel, Ian Somerhalder, Jared Padalecki, Jeffrey Dean Morgan, Jensen Ackles, Misha Collins, Nikki Reed, Nina Dobrev, Paul Wesley, Personagens Originais, Scarlet Johanson, Tom Cruise, Zooey Deschanel
Tags Chris Evans, Jensen Ackles, Quarteto Fantastico, Supernatural, Zooey Deschanel
Exibições 13
Palavras 1.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite
E
Boa leitura

Capítulo 5 - Vôo Com a Equipe


Fanfic / Fanfiction Eu E Você. - Capítulo 5 - Vôo Com a Equipe

5° Capítulo - Vôo com a equipe.


Fiquei na casa do Tom por três meses, paguei todas as enormes contas e os juros maiores ainda, mas fiz questão de cancelar os cartões e cheques, e qualquer outra conta que Harry Dobson pudesse acessar, segundo o gerente gracinha, Ethan Potter, o melhor que eu poderia fazer.

Acabamos nos tornando amigos no fim das contas. Ele estava namorando uma garçonete muito legal chamada Lauren, e me confessou que quer se casar com ela. Fiquei feliz por ele, mas fiquei me perguntando porque raios eu não podia achar o meu Ethan?

- Liz! Terra para nanica exilada... - Jared me agarra e me tira do chão com um verdadeiro abraço de urso. Em pleno aeroporto.

Hoje estávamos de partida para o local das filmagens do episódio piloto, em Los Angeles. E depois iríamos para Vancouver, na Columbia Britânica para a gravação dos outros episódios.

- Também estou feliz em ver você Big Jay, mas que tal me devolver o chão? - digo sorrindo.

Ele roda mais uma vez e enfim me coloca no chão.

- Hey Baixinha aonde você andou ? - diz ajeitando as mangas de sua blusa. - Sumiu do prédio e nunca me responde! - cruza os braços me olhando.

Não contei a ninguém sobre o episódios Dobson na minha vida, quero dizer, só aos meus irmãos mais velhos e extremamente superprotetores, mas depois das enormes broncas e ameças ao indivíduo, tudo foi voltando ao normal na minha vida. Tudo. Menos, aparentemente, minha vida social, estava tentando lidar com o fato de ter sido trocada outra vez.

- Elizabeth? - chamou uma voz forte e calma me tira do transe.

Me virei para o encontrar ali, parado com uma mochila em um dos ombros, um sorriso lindo, um óculos escuro moldando sua linda face e um perfume delicioso por todo lugar.

- Esquece Jensen, essa daí ta no mundo da lua hoje! - diz Jared o cumprimentando. - Como vai cara?

Jensen tira os olhos e ambos trocam um aperto de mão e um abraço estranho, típico de homens.

- Oi - diz me olhando.

Os olhos um misto de verde e cinza brilhando nos raios de sol. Hipnotizando.

- Vou tentar de novo. - sorri docemente. - Olá Elizabeth

- O-oi. Desculpem. Eu to meio avoada esses dias rapazes. - digo olhando de um pro outro.

Eles se olham sorrindo.

- Rapazes? - dizem em união.

- Gostei disso. - diz Jared.

- Eu também. - Robert Singer chega parando atrás dos dois que se abrem como o mar vermelho.

Ele e o resto da equipe de filmagem. Todos com suas devidas bagagens.

- Bom Dia Pessoal. - Digo pra pra eles.

- Bom dia.

- Vamos lá? - diz Bob quando nosso vôo é anunciado.

Nós três e a equipe o seguimos conversando sobre férias e o roteiro.

- Acho que estamos juntos... - diz Jensen sorrindo ao me ver parada ao lado de sua poltrona.

- Parece que sim. - digo sorrindo.

Ele se levanta para que eu me sente na poltrona ao lado da janela.

- Grata.

- Imagina linda. - se senta ao meu lado.

A aeromoça vem, nos dá todas as instruções sobre as saída de emergência e apetrechos que caíram do teto, e eu fico nervosa só de imaginar ter que usar esses trecos.

- Você tá branca feito papel. - observa o loiro assim que a mulher cala a boca.

Sorrindo em silêncio eu me seguro em minha poltrona de olhos bem fechados. Recitando um dos meu poema favorito em latim.

Olim discere ... Post aliquod tempus scire interest inter acutas manus plausum duplam tenens anima. Et scias quod non sit amor non semper felicem esse cautione adnixi comitatu proxime accederet. Incipietis dicere non sint pacta et promissa aeterna. Incipis accipio clades radiantibus oculis vestris et in summo capite cum adultus gratiam - neque luctus puer. Et scire vias vestras hodie cras aedificare humo nimis incerta consilia dum futures prostratus est in medio itinere fugam. Postmodum sol ardeat si scias quod non diu exponuntur.

Não percebi que estava falando em voz alta até que meu acompanhante me cutuca.

- Tá evocando alguma coisa Liz? - pergunta Jensen me olhando meio assustado meio sorrindo.

- Nada, ela ta entrando no espírito de Supernatural. - diz Jay ao lado McG, ambos rindo fileira ao lado.

Fico vermelha, enquanto o loiro me olha atentamente.

- Que língua é essa? - pergunta curioso.

Mas, antes que responda Eric , que está sentado atrás de Jared responde.

- Latim. Mas, me responda Elizabeth, como é você estava recitando latim, sendo que eu, que pesquisei por dez anos tudo que se pode saber o mundo sobrenatural e seus rituais não pronúncio mais do que alguns trechos fluente. - me olha curioso.

Bem como o resto da turma.

- Bem, é que eu ia cursar teologia na faculdade, achei a língua interessante e fiz um curso antes de sair do colegial. Quatro anos que meu pai considerou inúteis. - dou de ombros sorrindo.

- Curioso. Pode ser inútil para o Tom, mas para esse papel é extremamente útil. - diz Bob ao seu lado.

- Parece que você estava destinada a esse papel Liz. - Eric sorri pra mim, me deixando sem graça.

Um minuto de silêncio constrangedor, que logo passa com as palhaçadas Jay.

- Então, o que é você estava evocando? - pergunta Jensen sorrindo para mim.

- Um dia você aprende... - digo olhando pra fora.

Ainda com vergonha de olhar pra qualquer um.

- Wou. Desculpa. - diz com ironia. - Não precisa ser grossa.

E eu o olho sem entender. Vejo que ele está chateado com que eu disse.

- Ah. Desculpe me. - digo entendendo enfim. - O que eu estava recitando em latim era " Um dia você aprende..." de William Shakespeare.

Ele me olha confuso, depois aliviado.

- Oh, sim. Não sei se conheço...

- Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. - recito olhando para o céu,as sinto seu olhar em mim.

- É muito bonito Liz, tenho certeza que já o ouvi em algum lugar. - diz o loiro.

Aceno com a cabeça. Me sinto cançada e dolorida. Fecho os olhos por um instante, que viram horas já que Jensen me cutuca para que eu coloque o sinto de segurança.

- Logo iremos pousar. - diz com a voz rouca.

Acho que também esteve dormindo, pois tenho o rosto levemente amassado e o cabelo meio bagunçado. Mas, o sorriso e os olhos ainda são lindos demais.

- Você sempre se distraí assim Elizabeth? - diz em tom de brincadeira.

Eu fico vermelha e me concentro no sinto de segurança. Escuto sua risada gostosa e sei que ele sabe o porque de eu estar distraída.

É claro que sabe. Ele é um homem lindo e experiente. Sabe o efeito que tem sobre as mulheres.

Pousamos enfim. Encontramos táxis e fomos para o hotel que ficaríamos nos próximos quinze dias.

Sorte ou azar meus vizinhos são o loiro mais irresistível e o moreno mais brincalhão do Texas, é ambos são do Texas.

Eu mereço?!

- Hello Nanica, como está ? - Diz entrando assim que eu abro a porta.

O legal é que eu ainda estou de roupão depois de sair de um longo banho.

- Bem cançada. - digo fechando a porta.

Ele para no meio do meu quarto e se vira pra mim.

- Isso foi uma indireta?

Me jogo na minha cama toda dolorida e enjoada.

- Não, foi direta mesmo.

Ele se joga ao meu lado.

- Cruzes! O que deu em você?! Cadê a garota cheia de vida que se despediu de mim à três meses?!

Então eu conto sobre o golpe, o término, as dívidas, a temporada com meu pai, e sobre uma nova empregada da casa.

Quando termino de contar eu já chorei, ri, xinguei e voltei a sorrir. E no fim falar alivia mesmo dores emocionais, não sabia que tudo era tão pesado até dizer ao meu amigo.

- Jay?

- Fala. - responde deitado na minha cama.

- Eu realmente estou cançada... - conto deitada ao seu lado.

- Está me expulsando? - se senta me olhando

- Não, estou te convidando a se retirar... - levando a cabeça rindo da sua cara de indignação.

- Você sabe que vai chorar por mim um dia não sabe, sua nanica?! - diz se levantando com drama.

Sorrindo eu também me levanto.

- Provavelmente. Mas, não essa noite Big Jay. - dou de ombros. - Desculpa, mas estou realmente morta. Parece que ficar com o meu pai acabou com meu corpo...

Ele faz careta. Fingindo ponderar se acredita ou não em mim.

- Certo, eu vou, mas só porque manhã começamos a gravar... - beija minha testa. - boa noite nanica.

- Boa noite Gigante.




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