História Eu, ele e o mar - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Namjin, Sugamin, Taegguk, Taekook, Vkook, Yoonmin
Exibições 58
Palavras 4.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Quase que esse capítulo não saía e-e
Boa leitura <3

Capítulo 7 - Pride


Fanfic / Fanfiction Eu, ele e o mar - Capítulo 7 - Pride

 

    Quatro dias passaram-se depois daquele fuzuê na minha vida. Os únicos momentos que eu evitava chorar eram quando eu estava com Yoongi hyung. Ele passava horas de seu dia na casa do Namjoon me fazendo companhia, mesmo sendo tão ocupado criando novas músicas. Seja fazendo carinho, jogando alguma coisa, assistindo filmes ou até mesmo conversando. E disso eu seria grato eternamente. Esses momentos só me faziam criar um carinho maior por ele e pelos meninos que cuidavam de mim. Não encostei um dedo no meu celular esses dias para não acabar piorando minha situação. Sinto que poderei melhorar aos poucos.

 Só que eu tinha medo de me tornar um estorvo na vida do moreno, então pensei em tirar aquele dia para tomarmos umas cervejas. E não, não sou acostumado a bebidas alcoólicas, mas eu queria alegrar meu hyung um pouco - já que ele me dissera que adora uma boa bebida; quem sabe a mim também.

    Estava sem vontade alguma de sair do banho, mas Yoongi disse que logo estaria ali e eu não faria desfeita com a pessoa que tanto me ajudou. Eu não estava me reconhecendo daquela forma, porém, aquelas humilhações me afligiam mesmo que pouco e se tornava impossível não me abalar. Eu admirava o hyung por não se importar com essas coisas e encarar tudo com o dedo do meio. Coloquei uma touca azul, uma camiseta branca, uma calça jeans clara e desci as escadas procurando pelos fardos de bebida alcoólica no refrigerador. Estranhamente ninguém estava em casa.

 

 

✶ NAMJOON POV ✶

 

Tinha acabado de chegar em um dos eventos que eu realmente não esperava que tivesse por aqui e justamente nesse momento. Taehyung havia me chamado para participar de uma Parada Gay. Ele me contara que o acontecimento com Jimin e Yoongi hyung havia mexido com muitas pessoas e as fizeram sair de casa. Eu achei aquilo extremamente sensacional. Naquele dia eu planejava uma surpresa para Jin, e por falar neste ele logo veio na minha direção.

 

— Nam! Você não chamou o Jimin para participar? – rodeou meu pescoço com seus braços. — Eu acho que ele vai se animar um pouco se vier ‘pra cá – me deu um selinho. Nunca conseguiria negar um pedido dele se agisse daquela forma e talvez ele estivesse certo quanto animar o Jimin.

 

Mesmo relutante, saí dos braços de Jin hyung e tentava sair daquela multidão alegre envolta dos trios elétricos. Tinha muita gente bêbada, com os rostos pintados da cor da bandeira LGBT e pulando ao som das canções como se não houvesse amanhã.

Saí a caminho de casa e ensaiando o que eu tinha planejava dizer hoje. Depois de dez minutos de caminhada, cheguei à minha residência e encontrei um Yoongi cantando com uma lata na mão, um Jimin sentado no sofá rindo e batendo palmas. Me aproximei deles.

 

— Se divertindo muito? – eles notaram a minha presença, mas não paravam de rir — Ah não me diga que vocês estão bêbados...

 

— Foram só duas latas, hyung! O Yoongi hyung que bebeu seis. – agora entendi o porquê deles estarem tão felizes — Quer uma latinha? Ainda tem duas na geladeira. – ele apontou para a mencionada.

 

— Vou levar essas duas. Preciso que vocês venham comigo.

 

✶ JIMIN POV ✶

 

Comparado a Yoongi hyung, eu não estava no mesmo estado que ele. Fizemos uma competição de quem bebia mais e, obviamente, perdi feio. Era engraçado ver o moreno assim, pois realmente parecia que não tinha nenhum controle sobre si. E ainda tinha mais essa de que Namjoon hyung pediu para irmos em algum lugar com ele.

Meu hyung ria ‘pra tudo e eu andava segurando sua cintura.

 

— Jiminnie, ‘pra onde ‘tamos indo?

 

— Não sei hyung... Nam hyung? ‘Pra onde você vai levar a gente? – cutuquei o ombro de Nam que parecia avoado.

 

— Não ‘tá ouvindo esse som alto? Já já vocês descobrem. – colocou a mão na orelha. Talvez fosse efeito do álcool, mas só prestei atenção naquele barulho quando ele mencionou.

 

E mais alguns minutinhos de caminhada, logo podia-se ver um carro enorme com algumas pessoas seminuas balançando bandeiras coloridas em cima. Forcei a visão e reconheci de imediato Hoseok e Ken com cuecas e tiaras de coelhinho – combinando. Não aguentei e caí no riso ali mesmo. Eu realmente não esperava que algum dia conhecesse uma parada gay.

 

— Vamos subir? – Namjoon olhou ‘pra mim, pegou minha mão e entramos naquela multidão tentando entrar no primeiro carro. Yoongi hyung balançava seu corpo ao som da música que tocava ali e eu fiquei triste por não estar com meu celular para gravar.

Quando estávamos lá em cima, Hoseok e Ken dançavam sensualmente ao som de Miniskirt. Taehyung estava fantasiado de Kumamon sem a cabeça e dessa vez quem era o Pikachu era Jeongguk. Eles estavam fazendo handshakes que logo Yoongi atrapalhou pulando em Tae.

 

Epa epa epa.

 

— KUMAMOOOOOOOOON! – ele apertava Tae. Jeongguk os encarava com cara de paisagem e seu namorado ria com a situação. O mais novo veio até mim.

 

— Hyung, eu não achei que você aparecesse por aqui, por isso não te chamei. Mas ainda bem que veio, isso me deixa feliz. ‘Tá bem? – ele me abraçou e eu retribuí.

 

— Sem problemas, Guk! – sorri minimamente.

 

Yoongi parecia ter percebido que era Taehyung e o empurrou emburrado. Nesse meio tempo, Hoseok se aproximou de mim e abraçou minha cintura dançando uma valsa. Ele tinha o abdômen ainda mais definido que o meu e me deixou com inveja. Namjoon parecia estar no próprio mundo com uma caixa em mãos.

 

— Ainda bem que você veio, Jimin. – beijou minha testa.

 

Me afastei do hyung e me segurei na barra de segurança do trio. Olhei para todas aquelas pessoas e pensei que eu não era o único por passar por esta situação tão complicada. Talvez, até mesmo estivesse sendo egoísta por pensar só em mim. Imagino o quanto essa galera luta para ser aceita na sociedade onde vivemos. E muitas vezes humilhados também? Eu senti uma alegria preencher meu espirito novamente e aquele Park Jimin 100% amor e paz voltar. Não iria desistir tão facilmente.

 

 

Ouvi a voz de Namjoon nas caixas de som e logo voltei minha atenção para este.

 

— Eu não sei se é o melhor momento ‘pra dizer isso e nem sou político ‘pra dizer que vamos conquistar nossa liberdade sexual nesse país. Jin, vem aqui por favor. – ele virou-se e estendeu sua mão. Parecia estar nervoso. O motorista parou de dirigir e aquela plateia toda tinha a atenção voltada para o hyung. Jin se aproximou confuso e olhou diretamente para seus olhos. — Desde quando te vi não pensei iríamos nos dar tão bem como estamos hoje. E sério, eu nunca me vi tão feliz como sou hoje graças a você. E eu quero viver essa felicidade ‘pra sempre ao seu lado e todos aqueles clichês que sempre vemos nos doramas. – todo mundo fazia “own” — E ‘pra isso eu decidi subir aqui para te pedir... – ele se abaixou e retirou a caixinha, mostrando as duas alianças de prata — Em casamento. Eu te amo muito Jin. Você me daria a honra de te fazer feliz pelo resto da sua vida? – o mais velho chorava e Yoongi se aproximou deles, pegando o microfone de Namjoon.

 

— E AGORA EU VOU CANTAR ‘PROS MEUS FÃS. – ele tentava cantar algo em inglês, mas, de alguma forma, acabou saindo em árabe e irritando muitas pessoas ali.

 

— SAI DAÍ, TIO! – alguém gritava.

 

— NÃO ATRAPALHA O MOMENTO. – outra pessoa falava. Todo mundo começara a vaiar e eu o tirei de lá.

 

 

Me segurei na barra de segurança e ele rodeou minha cintura com seus braços, apoiando sua cabeça em meu ombro. — Você cheira bem, Jiminnie. – falou perto da minha orelha e eu estremeci. Eu estava tão feliz por meus hyungs que iriam se casar e que eu tinha o Yoongi hyung. Jeongguk nos chamou para dançar Fantastic Baby, nós realmente precisamos de um repertório novo.

No nosso grupo tínhamos um coelhinho da Playboy, um Kumamon, um Pikachu, um bêbado, dois novos noivos e eu. Em cima de um trio elétrico e numa Parada Gay. Vocês têm certeza que essa combinação daria certo? Se você pensou que não, então você está completamente certo. Aconteceu que Yoongi hyung caiu do trio elétrico, mas a galera segurou ele – estilo mosh –  e o hyung foi levado para algum lugar que não consegui acompanhar. O desespero bateu em mim e corri para baixo à sua procura.

Depois de alguns minutos andando de um lado para outro sem saber o que fazer, o encontrei tirando fotos com desconhecidos. Quando eu ia me aproximar dele, uma pessoa cutucou meu ombro

 

— Você é o Jimin? – uma mulher chamou minha atenção. Olhando melhor seu rosto, a reconheci como a moça do quiosque da semana passada — Eu sou Taeyeon. Acredito que Hoseok tenha falado de mim. – ela falava alto por conta do som.

 

— Sim. Você é a intérprete?

 

— Quase isso. – riu — Preciso que você me visite o quanto antes.

 

Yoongi estava com outro copo em mãos quando se aproximou de mim e eu me preocupei. — Vamos embora, Jiminnie. Eu ‘tô com sono. – bocejou e me puxou para si.

 

— Vamos, hyung. E sim, Taeyeon, pode deixar. – apertei sua mão, mas Yoongi a puxou de volta e seguimos para fora daquela multidão.

 

 

Quando a noite caiu, Yoongi estava dormindo na minha cama, com certeza estava ressacado – foi bem difícil fazer com que ele dormisse, já que não parava de fazer raps sem sentido e dançando melodias estranhas. Tomei um banho e vesti o casaco do hyung e uma calça moletom. Jin pediu comida japonesa para comemorar o noivado, Hoseok havia saído com Ken – aquela carinha -, Jeongguk e Taehyung estavam dormindo na rede da área. Basicamente, só estava eu, Jin e Namjoon apreciando o jantar. Conversamos sobre o dia e eles já estavam fazendo planos; iriam se casar assim que Jin hyung terminasse o curso de gastronomia.

 

 

— Vocês vão se casar na igreja católica mesmo? – levei o hashi com o último sushi à boca.

 

— Sim, mas provavelmente em outro país. – Namjoon falou.

 

—  Me chamem para ser o padrinho. – fiz um beicinho e eles riram. Mesmo em pouco tempo, eu sentia como se eles fossem meus pais e eu tinha muito orgulho deles. — Tenham uma boa noite, hyungs. – me levantei da mesa e coloquei o prato na pia, subindo as escadas para ir ao meu quarto.

 

Abri a porta lentamente. Yoongi hyung dormia feito um anjo e talvez, bem talvez mesmo, fosse um. O enrolei com meu edredom e deitei ao seu lado, abraçando seu corpo. Olhando para sua face tranquila, decidi que iria amar mesmo e se alguém achar ruim eu irei amar em dobro, vou fazer igual como um certo moreno me ensinara: “Que se foda todo mundo”. Talvez a Coréia do Sul não repensasse seus conceitos, mas eu lutaria para mostrar que não nasci para ser igual a ninguém. foi com esses pensamentos que acabei me entregando ao sono.

 

Estava em um local com paredes brancas e pessoas se movendo para lá e cá. Não demorei muito para perceber que era um hospital. Minha cabeça doía um pouco e mal me mantinha em pé. Como nos outros sonhos, ninguém parecia notar minha presença. Sentei num sofá da mesma cor das paredes e vi várias borboletas azuis transitarem pelo extenso corredor. Tinha medo de segui-las, mas fui com medo mesmo em busca delas. Mas nada. Parecia que mesmo correndo tanto, não dava em nada. Até que pensei em fazer o caminho contrário... e foi uma decisão terrível. Yoongi estava numa cama e o outro eu estava ao seu lado chorando.

Aquele colapso de novo. Minha cabeça doía, nunca pensei em ser possível dentro de um mísero sonho. Tentei me segurar nas paredes, mas foi em vão. Acabei caindo e como na história da Alice, havia um buraco enorme e eu estava indo a baixo com ele. Havia muitas linhas e relógios. Caí numa rede de segurança e encontrei meu outro eu estendendo a mão.

 

— O dia está chegando, Jiminnie. Você precisa estar com ele.

 

 

Nunca acordei tão atordoado em toda minha vida. Coloquei a mão em meu coração, percebendo como estava tão acelerado. Olhei para o lado e não vi Yoongi, mas ouvi a porta principal da casa ser aberta e corri na direção desta. Aquele sonho me assustou em uma proporção grande e desesperadora. Quase tropecei nos degraus, mas quando eu o vi abrindo a porta do carro, me senti aliviado de alguma forma. Ele me notou saindo da casa e veio na minha direção. O céu estava muito escuro.

 

— Jiminnie, o que ‘tá fazendo aqui? ‘Tá tarde, vá dormir. – ele me abraçou.

 

— Não, hyung. Desculpa atrapalhar você, mas eu não quero sair do seu lado. Eu tive um pesadelo horrível... – o apertei com força — Você ‘tá indo ‘pra casa?

 

Ele concordou. — ‘Tô ressacado, mas não quero dar trabalho ‘pra vocês. Você quer ir lá ‘pra casa? Eu mando uma mensagem para Namjoon avisando.

 

— Tudo bem, hyung. Eu vou. – adentramos ao carro e ele logo dera partida, nos levando a seu apartamento que não ficava muito distante dali. Faltavam apenas quinze minutos para uma hora da manhã. Ele realmente planejava sair sozinho àquela hora? — Você se lembra de alguma coisa de mais cedo?

 

— Algumas coisas. Por isso que costumo beber sozinho, ‘pra evitar confusões. Me desculpe se te dei algum trabalho, Jiminnie. – olhava atentamente para a estrada que não tinha presença de muitos carros.

 

— Você só cantou uma música ‘pra toda cidade ouvir, quase morria e tirou fotos com desconhecidos... nada demais. – levei minha mão à boca para segurar um riso.

 

— Aish, se soubesse tinha te deixado lá mesmo. – ele fingiu raiva em seu tom de voz.

 

— Desculpa, hyung. – sorri — E realmente preciso me desculpar por estes dias que te dei trabalho com meus problemas.

 

— Nossos. – tirou uma mão do volante e pôs sobre a minha rapidamente. Ele entrou na garagem do prédio e estacionou o carro em alguma vaga ali. Yoongi segurou minha mão e seguimos para o apartamento. O edifício era moderno, tinha sua tintura da cor creme e parecia simples, porém, elegante. Depois de alguns minutos no elevador, chegamos ao seu andar e também em sua casa. — Bem-vindo. Fique à vontade.

 

O apartamento dele era lindo. Não era grande, mas era perfeito para alguém que vivia sozinho. Estava um pouco bagunçado, com algumas caixas espalhadas, mas deduzi que seria por conta de sua mudança recente. Ele trancou a porta e se jogou no sofá. Aquele cômodo me transmitia boas sensações e me apaixonei por cada coisinha dali. Depois de um tempinho admirando tudo ali, ouvi ele dizer

 

— Quer assistir alguma coisa? – apontou o controle para mim.

 

— Tenho coisa melhor em mente. – cheguei mais perto dele, sentando na ponta do sofá e me engatinhando até ele. Levantei minhas costas, ficando de joelhos perto dele e acariciando seu rosto. Ele me puxou, colando nossos corpos e nossas bocas também. Não importa quantas vezes eu provasse daquela boca e a comparasse aos outros gostos do mundo, ela ficaria em primeiro lugar sempre. Acho que para se vingar da última vez, ele mordeu com força meu lábio inferior e o puxou entre seus dentes. Não reclamei daquele ato, muito pelo contrário, soltei um som estranho como resposta. Ele sugou meu lábio e voltou a saborear minha boca. Me atrevi a pegar suas mãos e arrastá-las para minha bunda. Yoongi pôs sua língua no meio do ósculo, travando a famosa batalha de prazer. Fiz questão de chupá-la quando ele apertou minha bunda. Quando separamos nossas bocas, um fio de saliva se fez existente. Dessa vez, ele atenção ao meu pescoço, deixando marcas por ali.

 

— Dessa vez ninguém vai atrapalhar. – passou seu nariz em minha pele — ‘Tá pronto?

 

— Só se for com força e direito. Quero que me domine. – respondi bem próximo a sua orelha, arrepiando sua pele. Ele me segurou em seus braços, me levando para o andar de cima enquanto sorria. Eu estava louco para ser dominado, como uma pantera no cio. Precisava de seus toques sobre mim e gemer o nome dele. Gemer só ‘pra ele.

 

Yoongi sentou-se na cama e eu tive uma ideia. Um strip-tease. Pedi seu celular e rapidamente coloquei uma música no spotify. Wonderwall. Perfeita.

 

Em sua frente, tirei o casaco sensualmente, deixando meu abdômen à mostra. Joguei em algum lugar do quarto e em seguida fiz o mesmo com a calça. O moreno pareceu não se controlar com tal atitude e veio na minha direção, feroz, segurando meus braços acima da minha cabeça e me prensando na parede com força, estava tão movido pelo prazer que não senti a dor em minhas costas. Yoongi friccionou seus joelhos no meu pênis semidesperto, me fazendo gemer gostoso. Atacou meu pescoço novamente, variando entre mordiscar e chupar, enquanto movia sua perna propositalmente.

Me desvencilhei de seus braços, o joguei sobre a cama macia e retirei sua camisa fina, iniciando outro ósculo. Ele trocou as posições, ficando por cima, mas saindo logo depois. O que me deixou confuso e resmungando baixo. Yoongi foi até um pequeno refrigerador ali e retirou uma garrafa de uísque. Agora entendi o que ele planejava. Esse meu hyung...

 

Se aproximou de mim novamente e colocou cada joelho ao lado de meu corpo, abrindo a rolha do frasco e derramando em meu abdômen lentamente. O líquido estava gelado e o cheiro logo se instalou pelo ambiente. Sua língua foi em direção a meu mamilo direito, sugando e mordendo, fazendo o mesmo logo em seguida com o outro.

 

— Y-Yoongi... – mordi meu lábio com força e ele notou.

 

— Não se contenha, Jiminnie. Nem um pouco. – sorriu maliciosamente e voltou a lamber minha pele. Voltou para minha boca, lambendo meus lábios e me puxando para si. Não pedi permissão e logo adentrei minha língua, enquanto tateava sua pele, apertando seu pênis ainda coberto, o que deixava chateado e ansioso. Ele gemeu rouco em resposta e desceu sua boca a minha cueca. O pré gozo estava branco na única peça que cobria minha pele. Como se estivesse me testando para ver se aguentaria tudo aquilo, mordeu meu pênis no tecido, que latejava por uma atenção ainda maior.

 

— N-não brinca, h-hyung. A-anda logo. – falei ofegante, me agarrando as cobertas ali. Ele retirou minha cueca rapidamente – fazendo meu membro saltar – e beijou ambas minhas coxas, as apalpando logo em seguida. Sua boca foi de encontro ao meu pênis, devorando todo meu pau e me fazendo estremecer. Seus dentes se arrastavam por meu falo lentamente e em seguida, Yoongi sugava a cabeça do meu pênis e o circulava com a língua. Sua boca era tão gostosa de ser fodida. Tão quente. Olhando diretamente para mim, que gemia. Em busca de melhorar a situação, prendi meus dedos a suas mechas e controlei a velocidade que me fazia chegar ao ápice do prazer. Sua boca fazia uns estalos deliciosos para meus ouvidos. Seus olhos tinham lágrimas, provavelmente por conta de eu ter atingido sua boca. Ele saiu de perto do meu pênis, me fazendo desgostar. Se aproximou de meus lábios e colocou suas mãos no meu pênis, fazendo o restante do trabalho que sua boca tinha deixado. Em poucos segundos, devido a velocidade dos movimentos que ele fazia no meu membro, me desmanchei em sua mão. — Aah Yoongi..

 

— Aish, Jiminnie. Que sujeira! – ele encarava sua mão suja com meu gozo. Levou um de seus dedos até sua boca e o chupou, sentindo o gosto. Em seguida, levou seus dedos para a minha, me fazendo sentir meu gosto também. — Ótimo pirralho. – me engatinhei até si e retirei suas calças, a jogando para algum lugar novamente. Encarei seu pescoço e decidi fazer uma obra ali. Mostrar para todos que meu hyung me pertencia. Mordi com força, deixando sua pele em vários tons de arroxeado. Deixei uma mordida tão forte que sangrou, mas tentei deixar o prazer ser mais forte, quando apertei seu membro desperto pela segunda vez. Puxei sua cueca entre os dentes e encarei seu pênis grande e grosso – adoro – esperando para ser abocanhado. Levei minha mão para seu pau, fazendo uma massagem em seus testículos e Yoongi arqueou as costas e deitou-se na cama. Deitei sobre si e deixei um breve selar em seus lábios, nossos paus se friccionavam e uma sensação deliciosa me fez gemer.

 

— Y-Yoongi h-hyung, n-nem senti seu pau ainda, m-mas é t-tão gostoso. – quando o hyung ouviu aquelas palavras, desferiu um tapa forte em minhas nádegas.

 

— V-você que é fodidamente gostoso. E-engole meu pau todo... – mordeu minha orelha e eu desci a minha boca novamente ao seu pênis. Não me lembro da última vez que transei, mas sabia exatamente o que fazer. Chupei sua glande e desci a língua para o restante do pênis. Ele logo tomou posse de meus cabelos e ditou seus movimentos, me fazendo chorar quando seu membro tocava a minha garganta, mas seus gemidos me satisfaziam. — Jiminnie-aaah. - saí de perto do seu pênis e ele começou a se masturbar, gozando em jatos na minha face. Passei os dedos no meu rosto e engoli seu gozo.

Yoongi levantou-se da cama, procurando algo em seu guarda-roupa. Retirou de uma gaveta um lubrificante e uma camisinha. Fiquei feliz por ele ser tão cuidadoso comigo. Colocou a camisinha em seu pênis, abriu o pote e melou seus dedos, massageando a minha entrada antes de a penetrar. Deitou sobre mim e eu mordi seus lábios.

 

— V-vai logo, hyung. Eu odeio esp- - ele inseriu um dígito que me incomodou um pouco, mas era suportável — Humm... não vejo a hora de ser fodido da melhor forma.

 

— É isso que você quer, Jiminnie? – falou próximo a minha orelha, inserindo mais um dígito e senti uma sensação desconfortável. Invadiu minha boca com sua língua e eu correspondi, inserindo a minha também. Ele fazia movimentos de tesoura no meu ânus para alargá-lo e não me machucar tanto na hora que penetrasse com seu membro. Depois de um minuto acostumado com a presença de seus dedos, me afastei de si só para fazê-lo sentar na cama e eu poder fazer o mesmo, só que em seu pênis. Coloquei um joelho ao seu lado e outro noutro lado. Ele percebeu o que eu ia fazer e tentou me intervir. — Jiminnie, você vai se machucar. – beijou meu pescoço.

 

— Eu só começo com a minha posição favorita. – desci em seu pau até a metade, sentindo a comum sensação de ser rasgado ao meio. Me agarrei ao seu ombro e ele sorriu para mim, transmitindo confiança. Depois de alguns minutos, desci em toda extensão de seu pênis e comecei a me movimentar devagar, substituindo a dor pelo prazer lentamente. Rebolei em seu falo e ele gemia gostoso.

 

— Hmm, Jiminnie. – apertou minha bunda e a bateu com força. Acho que ela já estava vermelha com seus atos. — Desce mais. – meus movimentos ficavam mais velozes, até minhas nádegas emitirem o som do atrito entre minha bunda e suas coxas, toda vez que descia e subia. Colocou dois dedos junto com seu pênis e gritei de prazer. Rebolava cada vez mais e aquilo estava me levando a loucura.

 

— Y-Yoongi-aah! – gritava, me segurando em seu ombro para impulsionar meus movimentos. Nossos corpos estavam suados, mas nada que atrapalhasse aquele momento delicioso.

 

— De quatro. Agora.  – mandou, me olhando sério. Cedi a sua vontade e me virei, agarrando seu travesseiro. Pegou o vidro de uísque esquecido e jogou nas minhas nádegas. Ele segurou minha bunda com suas mãos e senti algo frio adentrar meu ânus. Acertei em pensar que era sua língua gostosa. Saía e entrava, simulando estocadas.

 

— ANDA LOGO! METE FUNDO E COM VONTADE. – me agarrei a cabeceira de sua cama. Ele estocou seu pênis sem aviso prévio, indo bem fundo. — Que p-pênis gostosooo, aaah. – saiu novamente, só para adentrar minha entrada cada vez mais fundo. E repetiu o movimento várias vezes, até acertar minha próstata e me fazer gritar de vez. — Mais, eu q-quero aaaah m-mais f-fundo! – apertava a cabeceira. O cheiro de sexo estava impregnado no local, assim como o de uísque. A cama rangia e eu tacava o foda-se para os vizinhos, assim como eu tinha certeza de que ele estava fazendo o mesmo. — I-isso. – ele acertava meu ponto mais vezes. Mordeu minhas costas e senti o sangue escorrer, mas isso pouco me importava.

 

— A-assim Jiminnie? – ele fodia forte e gemia tanto quanto eu.

 

— Aí, bem a-aí aah. – segurou meu pênis com a mão dominante e me masturbava ainda mais rápido que suas estocadas. Meus olhos estavam revirados de tanto prazer e nunca me senti tão bem dominado na minha vida. Gozei pela segunda vez naquele dia. — V-você fode m-melhor que q-qualquer pessoa, h-hyung. S-será que t-tem p-prêmio de melhor “fodidor” de t-todos? – e com essa frase, meu hyung gozou na camisinha, se jogando ao meu lado.

 

— Pronto ‘pra outra rodada no banheiro? – sorriu malicioso. — Mas dessa vez só irei te foder se você aceitar namorar comigo. – entrelaçou seus dedos aos meus.


Notas Finais


~me escondi~
Eu nunca li uma fic que tivesse Parada Gay, resolvi trazer pra cá sim u-u
CASAMENTO NAMJIN PODE VIR HEEEEEEIN
BONDE DO BANGTAN SUSJKDOE
Meu primeiro limão kkk, eu passei semanas infernizando a minha prima com isso... me desculpem mesmo se tiver ficado ruim ~espírito de taurina com ascendente em escorpião.
Me contem o que acharam... por favor ;-;
Próximo capítulo é especial Taekook ~com limão~ sz

Um beijo!!!


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