História Eu, ele e o mar - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Namjin, Sugamin, Taegguk, Taekook, Vkook, Yoonmin
Exibições 54
Palavras 3.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada pelos favoritos, comentários, até os leitores fantasmas <3
São todos muito importantes para mim, sério mesmo, obrigada de coração.
Me perdoem pelos erros, não tive tempo de revisar!
Boa leitura!

Capítulo 8 - Especial Taegguk


Fanfic / Fanfiction Eu, ele e o mar - Capítulo 8 - Especial Taegguk

✶ TAEHYUNG POV ✶

 

Hoje estávamos todos da panelinha comemorando a primeira semana de namoro de Yoongi hyung e do Jimin hyung. Quem diria que Yoongi entraria em outro relacionamento. O mundo tem saída, meus amigos. Todo mundo já estava um tanto exausto das coisas que fizemos durante o dia e, lógico, eles queriam um momentozinho só ‘pra eles. Eu, como um bom amigo que sou, claro que zoaria meus hyungs, mas saí da casa levando algumas paneladas deles.

O plano era deixar Guk em casa, passar um tempo juntos e voltar à rotina chata. Já fazia duas semanas que eu não tinha um contato mais íntimo com meu Gukie e isso estava nos enlouquecendo aos poucos.

 

— Boa noite, senhora Jeon. – cumprimentei dando meu sorriso para minha sogra, mas esta me olhou emburrada.

 

— Voltando tarde de novo, Jeon Jeongguk?

 

Eu nunca entendi o porquê de ela sempre cismar comigo. Eu vivo tentando ser um bom genro, trato bem meu namorado, mas ela me vê como uma aberração. Nem todo mundo tem a sorte de ter uma boa sogra, né? Sem saber o que dizer, comecei a encarar o teto.

 

— Depois esteja no meu quarto, precisamos conversar. – subiu as escadas sem dizer mais uma palavra.

 

— Desculpe por isso... – Guk segurou minha mão  – E-Eu realmente não sei porque ela é assim. Você quer subir ou vamos nos deitar na rede ali na área?

 

— Tudo bem, Gukie. – acariciei seu rosto — Vamos à área. – o arrastei para o lado de fora.

 

O lugar não tinha vista para o mar, como a casa de Namjoon hyung, mas era ventilado e os modelos das casinhas eram maravilhosos. Sempre íamos ‘pra lá aprontar dando sustos nos vizinhos ou assustando os animais. Deitei numa rede branca e ele logo se juntou a mim, deitando ao meu lado, colocando suas mãos na minha cintura.

 

— Namjoon hyung logo logo vai se casar, não é? – cheirou meu pescoço.

 

— Seremos os próximos, em breve. – brinquei com sua orelha, como de costume. — Não entendo o porquê deles nos verem como crianças.

 

— Talvez porque agimos como elas. – ele distribuiu beijos em minha face.

 

— Mas eu sou normal... – fiz um beicinho triste.

 

— Crianças não fazem isso... – desceu a mão direita de minha cintura e adentrou minha calça, apertando meu membro por cima da cueca. Me arrepiei com aquele contato repentino.

 

— Não conheci meu Gukie safado assim. – segurei sua mão por cima da cueca, a acariciando e arfando.

 

— É porque eu não aguento duas semanas sem seus toques, hyung. – falou manhoso. A luz da lua clareava sua face, que estava um pouco avermelhada, adorável.

 

E por que estávamos sem ter aquele contato por duas semanas? Por falta de lugar. Era desagradável ter que fazer aquilo na minha casa ou na do Guk, pois sempre tinham pessoas. Lamentável. Um dia nos pegaram transando em um banheiro de lanchonete – última vez – e não resultou em boa coisa. A vida não ‘tá fácil ‘pra ninguém. Eu queria muito tacar o foda-se ‘pra isso, mas era impossível. Esse foi mais um motivo para não tirarmos o atraso naquele dia. Até que uma ideia genial apareceu em minha mente.

 

— Aguenta mais um dia? – dei vários selinhos — Eu tive uma ideia...

 

 

O plano A era irmos num farol antigo da cidade de noite, mas acabou que não deu certo de novo. Jeongguk acionou sem querer o alarme e tivemos que sair correndo.

O plano B era pegar o carro do meu pai e estacionarmos em uma rua vazia. Também não deu certo. Um policial nos viu e apreendeu o carro.

O plano C era irmos num parque aquático, pois eu conhecia um tobogã que estava quebrado. Preciso nem dizer que não deu certo, não é? Um pedaço da construção desabou; ficamos com uma cara de tacho enorme e pedir milhões de desculpas ao dono.

 

Eu estava sem saber o que fazer, já fazia três semanas que estávamos naquela enrolação e nada. Vida difícil de ter os hormônios à flor da pele.

 

— O que vamos fazer, Gukie? – procurava algum lugar no mapa do celular, mas meu pai estava com nome manchado em todos e me proibiam de ir.

 

— Eu sei que é um pouco perigoso, mas podemos acampar na montanha aqui perto. – ele desviou a atenção do celular para me encarar.

 

— Por que eu não pensei nessa ideia antes? – puxei seu rosto e dei um beijo lento — Hoje mesmo podemos ir! Tenho uma barraca que podemos montar facilmente. – massageei seu cabelo e ele me empurrou para o chão, deitando por cima de mim.

 

— Te amo muito. – falou bem próximo a meu ouvido e depositou vários selares em toda minha face. — Muito mesmo. – beijou meus lábios, voraz. Seu ritmo era lento, mas tão sensual e o ósculo se aprofundava conforme os segundos iam se passando. Conseguia sentir um pedaço do céu na terra. Sua boca possuía um leve gosto de cereja, talvez fosse pelo bolo que havíamos comido mais cedo. Passei a língua em seus lábios para pedir passagem para ir mais fundo. Chupei sua língua e a mordi. Jeongguk amava aquilo, como também sabia que eu amava mordidas no lábio; não hesitou nem um pouco em fazê-lo. E era essa ousadia um dos maiores motivos de eu amar Jeon Jeongguk.

 

— Que pouca vergonha é essa? – a senhora Jeon abriu a porta do quarto do Guk. Seus olhos possuíam a mesma cor que os do filho e mostravam o quanto estava brava. Seus cabelos escuros caíam sobre seus ombros a dando um ar jovial.

 

— Mãe... eu quero um pouco de privacidade. – o mais novo se levanta e fica de frente a ela. — Eu já sou de maior, não é possível que eu não possa passar um segundo com o meu namorado? Por que você cisma tanto com a gente?

 

— Meu filho, eu quero que você seja normal, tenha uma namorada e não ser essa vergonha que você virou... – ela tinha uma face desapontada. Não consegui ficar calado quando ela soltou aquelas palavras sujas.

— Desculpa, senhora Jeon, mas a única “vergonha” aqui é a senhora. Como uma mãe que se preze, você deveria apoiar seu filho e principalmente querer vê-lo feliz. Graças aos anjos que a mulher que me criou sempre teve esses pensamentos como princípios. Posso parecer a maior criança do mundo, mas sei respeitar as pessoas que eu amo. – me virei para Guk que estava pasmo — Venho buscar-te mais tarde, ok? Se cuida. Não se esquece do que pedi semana passada. – deixei um beijo em sua testa e me retirei da casa.

 

É triste pensar que existem pessoas com esses pensamentos. Jeongguk já havia me dito que sua mãe tinha conversado bobagens com ele, mas sempre o protegi de ofensas e estava pensando seriamente em trazê-lo para morar comigo em Seoul, quando começássemos uma faculdade.

 

 

Algumas horas se passaram e guardei alguns lanches, preservativos e outros itens na mochila. Levei comigo também a barraca, pois teria mandado uma mensagem para o mais novo pedindo para que levasse um colchão fino. Estava um frio imenso lá fora, mas dei sorte de ser lua cheia, assim não teríamos muitos problemas com escuridão.

Resolvi esperar fora da casa de Jeongguk, pois não estava o melhor clima para lidar com sua família. Sentei no meio fio da calçada e mandei algumas mensagens para meu namorado, avisando que havia chegado.

 

Estou esperando

 

Ela fora visualizada, mas não respondida. Como num filme de terror, Gukie aparece por trás de mim me assustando.

 

— Você precisava ter visto sua cara! – ele colocava a mão na barriga, não se aguentando de tanto rir. Ah esse pirralho! Comecei a fazer cocegas e ele largou o colchão em sua frente em forma de defesa.

 

— Aish!

 

— Hyung, vamos tirar uma selca? – colocou o colchão sobre a calçada, arrumou seus fios e colocou de volta sua touca preta. Guk é tão maravilhoso, estava com sua camiseta tradicional branca e sua calça jeans escura. Eu estava com um moletom da Puma preto.

 

— Vamos? – virei meu rosto ao seu lado e beijei sua bochecha. Recolhi a barraca e ajustei a mochila. Seguimos às longas ruas quase vazias e silenciosas, cada vez se aproximando mais das montanhas. Não era muito cansativo, pois era perto.

 

Logo encontramos a cerca que proibia a passagem de pessoas por ali. Mas quem disse que uma mísera cerca iria impedir dois jovens transantes de fazer suas transísses? Avá, me poupe, né? Isso era o de menos.

Com nossas artes ninjas, passamos pelo obstáculo e chegamos na principal reta da nossa missão: procurar um lugar livre para montar a barraca.  Só tinha mato, mais mato, mais mato e enfim... areia livre de mato. Depois de dez minutos circulando pela área, decidimos que ficaríamos ali mesmo. Montamos a barraca e sentei fora dela, colocando Jeongguk entre minhas pernas.  Paramos para observar as belas estrelas que dominavam aquela imensidão escura. Era completamente da zona urbana... algo como mágico.

 

— Eu queria poder conhecê-las. – apontei para todas àquelas constelações, para mim, sem nome.

— Eu também. São lindas, não é?

 

— Você brilha muito mais, pode ter certeza. – apertei sua cintura e beijei seu pescoço.

 

— Acredito nisso. – fez uma pose convencida. — Sabe aquela estrela? – apontou para a lua.

 

— A lua não é uma estrela, Gukie. – continuei a marcar a sua pele.

 

— Eu sei, não estraga o clima. – deu um tapa leve em meu ombro — Ela é a maior, mais linda e que arrasa em meio a todas as outras. Então chamarei a lua de Taegguk, que meio a tantas coisas, nosso amor ainda é o mais lindo – se virou para mim e me roubou um selinho  – o maior – outro selinho – e o que arrasa em meio a todos os outros – me deu um beijo.

 

Me deitei no gramado e Jeongguk se aproximou de mim, tomando meus lábios em meio a sorrisos. Seus lábios ainda possuíam o doce gosto de cereja. Adentrei-o com minha língua, desbravando pela milésima vez meu lugar favorito. Eu sentia meu membro ser friccionado pelo seu, provocando uma sensação maravilhosa. Lembrei do que o mais novo estava vestindo e logo perguntei

 

— Vamos entrar?

 

 

— Veio com o que pedi, Gukie? - dava breves selares em seu membro já desperto por cima da calça e depois mordi.

 

— A-awnn, T-Tae. - segurou meus fios, mas logo capturei sua mão, a prendendo em cima de sua cabeça. — S-sim, a-agora me a-alivia… i-isso m-me agoni-aaaah - arranquei suas calças de seu corpo, me dando a bela visão de suas pernas bem torneadas e aaah… aquela calcinha preta de renda, marcando seu pênis… e imagino o quanto deva estar dolorido. Mas eu queria brincar mais um pouco, era raro ter o Jeonggukie submisso assim, já que sempre fora convencido.

 

— Bom garoto. – falei, beijando de seu joelho às coxas, variando entre mordidas e chupadas que deixariam muitas marcas de mais um sexo gostoso. Ele mordia os lábios enlouquecido. Sempre era assim, independente se eu estivesse por cima ou por baixo, seria prazeroso de qualquer forma, só com ele… só ‘pra ele. E ali poderia ser tudo como quiséssemos, foda-se vizinhos, família ou quaisquer outros motivos que nos impedissem de gemer bem alto. Levei minha língua por cima da calcinha e mordi novamente, ele tentou segurar minhas madeixas, mas fui mais rápido e segurei sua mão. — An an, garotinho. Como eu quiser, lembra? Seja obediente. - me aproximei de sua boca e provei seu gosto de hortelã, iniciando um ósculo quase pornográfico, mas que parei logo só para provocá-lo.

 

— T-Tae-ah, v-você não quer m-me c-comer logo? E-eu a coloquei com t-tanto carinho. - estava ofegante, mas isso não o impediu de levar a mão ao tecido da calcinha, esticá-lo e soltar, fazendo um barulho por conta da pele. E como se não bastasse — C-Cuide do seu b-baby. - apertara seu membro, se virara, ficando de quatro e esfregava suas nádegas em mim. Aquilo foi o ápice.

Segurei cada lado da calcinha, os estiquei, deixando a parte ‘principal’ fina fazendo movimentos de para cima e para baixo. Aquilo esfregava em seu pau e ânus, o trazendo uma sensação pouco dolorida, mas extremamente prazerosa. E como eu sei? Haha… ele não fora o único que usara esse treco na vida.

 

Para seu desgosto, ou nem tanto assim, tirei a peça delicadamente e seu membro saltou de imediato. Ele suspirou de alívio, se virou para mim e me jogou no colchão. — T-Tae-ah, eu quero o seu p-pirulito. - falou manhoso.

 

— Você pode chupar e lamber, Guk. Ele é seu. - me sentei, retirei a calça e cueca, segurando meu pênis desperto e o encarando. Jeongguk veio prontamente até mim, deixando nossos paus frente a frente e os masturbando rapidamente. Puta sensação gostosa que só ele podia me proporcionar.

 

— Melhor doce do mundo! - sorriu para mim, se abaixou e começou a lamber meu membro eroticamente. Desceu para os meus testículos, os beijou e voltou a dar atenção ao meu pênis, sempre mantendo o contato visual. Pendi a cabeça para trás e comecei a estocar sua boca, levantando minha bunda e voltando ao colchão. Jeongguk mordiscava levemente, lambia, chupava e brincava com meus pênis de uma maneira delirante. Ele deu uma chupada violenta na glande e repetiu o ato várias vezes, me fazendo agarrar-me à seus fios e decidir como seria melhor para mim. Quando senti que estava bem próximo de gozar, fiquei de joelhos na cama, bati levemente o meu pau na sua face e ele não parava de o encarar, como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. Ele segurou seu pênis, se masturbando e eu fiz o mesmo na sua frente. Gukie abriu a boca para não deixar escapar nem uma gotinha do meu sêmen e logo gozou também. Era tão lindo o ver com a bundinha empinada, suado e sujo de porra daquela forma.

 

— Tão bom garoto. - mexi em seus fios — Eu quero te mimar, o que você quer agora, hum? - sentei novamente e o coloquei sobre meu colo, retirando sua camisa e apertando suas coxas com força.

 

— Tae-ah, eu q-quero que v-você me foda… - me olhou de forma ‘inocente’, rebolando com força em meu colo e deixando meu membro desperto novamente. Beijei seus lábios inchados, mas, ainda assim, os mordi e chupei sem dó. Hoje queria marcar mesmo. Convidei sua língua para uma luta, que já estávamos frenéticos naquele campo de batalha. Deixei um gemido escapar.

 

— O bê à bá, você já conhece, mas hoje te ensinarei de fô à da. - corri em busca da mochila e retirei de lá a camisinha; jamais cogitaria pegar alguma doença ou transmitir a Gukie. Antes que pudesse abrir o lacre, Gukie a abriu sensualmente e fez questão de pôr em meu pênis, me olhando com malícia o tempo inteiro. Pegou o lubrificante, me entregou e se jogou no colchão, me chamando com um dedo, enquanto passava a outra mão pelo pênis. Segurei suas pernas e as abri, me dando uma ótima visão daquela parte específica de seu corpo definido. Lambuzei meus dedos do gel e pincelei a entrada de Jeongguk, como um verdadeiro pintor da ‘arte sexualista’. Para tentar desviar sua atenção do que vinha a seguir, lambi seu mamilo direito e o mordisquei lentamente; adentrei o primeiro dedo. Ele não gemeu de dor, apenas estava prazeroso à sensação de ter seus bicos em minha boca. Quando fui para o mamilo esquerdo, inseri o segundo dedo e ele já parecia sentir a dor o incomodar um pouco.

 

— A-alargue i-isso logo, Tae-aah. Pode ir c-com tudo. – mordeu o lábio inferior.

 

— Eu serei cuidadoso com meu Gukie. – mordisquei seu mamilo.

 

— VAI LOGO!

 

— Calma! – eu ri e fiz o que pediu. Em alguns minutos, o moreno já estava rebolando sobre meu dedo. — Que dongsaeng mal... eu não o eduquei assim. – cessei os movimentos com os dedos e ele resmungou baixo. Encaixei meu pênis próximo à sua entrada, mas fiquei apenas o roçando ali, fazendo que ele me implorasse com os olhinhos — Peça desculpas... – acariciei seu pau semidesperto.

 

— Awnnn. – se contorcia no colchão — D-desculpa... – estava tão ofegante que fora difícil compreender. Não enrolei nem mais um segundo e o penetrei. — I-isso! – eu sabia que estava doendo, mas ele falava aquilo para se pagar de forte. Levei minha mão a seu rosto, alisando sua pele macia e impecável.

 

— Pode i-ir, Tae Hyung. – voltei a pôr as mãos em suas coxas para me dar melhor apoio e iniciei a me mover em seu interior apertadinho e, com certeza, não deve existir melhor de se foder. — Huummm, m-mais forte, hyung! – me impulsionei, tirando todo membro e o colocando inteiro, proporcionando mais prazer para ambos. Depois de muitos gemidos, suor tomando conta de nossas peles, mas, ainda assim, tudo muito prazeroso, saí de seu interior e deitei no colchão. Ele já sabia muito bem o que eu queria, mas fiz questão de pedir.

 

— Senta aqui, Gukie!

 

— Com prazer. – rapidamente se encaixou, descendo lentamente em meu pênis até que ele estivesse totalmente dentro de si, me fazendo delirar. Encaixou seus dedos aos meus e começou a cavalgar, pendendo a cabeça para trás. Era a cena mais linda de se ver, definitivamente. Ele descia e subia de uma maneira tão gostosa... e seus gemidos... nem tenho palavras para descrever.

 

Não me arrependerei nunca de estar namorando ele.

Nunca me senti tão feliz.

 

Ele estava se cansando aos poucos, mas sei que não me iria me dizer.

— Eu te amo. – confessei, o tirei de dentro de mim e o deitei de lado, levantado um pouco sua perna para poder penetrá-lo melhor.

 

— Eu também t-te ISSO TAEEEE. – acertei sua próstata. — C-continua aí! – apertava o colchão com força. Deixei vários beijos em suas costas, procurando sempre penetrar mais forte e rápido. Tirei minhas mãos de suas pernas para começar uma masturbação rápida em Gukie. O cheiro do nosso amor já se fazia presente em todo ambiente — HMMMM. E-Eu sei que você c-consegue mais f-forte, T-Tae aah. – se contorcia de prazer — TAEHYUNG EU V- - antes de completar sua frase, gozou minha mão. Algumas – lê-se várias – estocadas a mais e me desmanchei também. Ambos ofegantes, suados, mas totalmente satisfeitos. Era um pouco nojento pensar que teríamos que dormir sujos, mas consegui ignorar esse fato.

 

Jeongguk aproximou-se de mim, sem forças assim como eu e me abraçou. — Obrigado pela noite. – sorriu.

 

— Obrigado pela vida.

 

 

Acordei por volta de sete horas da manhã e vesti a outra roupa que havia trazido também. Gukie ainda repousava como um bebê, então não quis incomodá-lo. Saí da barraca e demorei um pouco para me acostumar.

 

Foi aí que percebi que o lugar estava cercado por vacas e bois se alimentando das graminhas ali.

 

Oh man holy shit.

Fiz o mínimo movimento para eles não me perceberem e voltei à barraca.

 

— Gukie-ah! Acorda... – mexi em seus ombros.

 

— Me deixa, hyung. – tirou a mão de si.

 

Sim, Jeongguk fica difícil de aturar depois de uma boa noite de sexo. — Estamos com problemas, precisamos ir embora...

 

— Sai. – me olhava emburrado.

 

— Por favor! Você quer ser comido por vacas? – mantive o tom baixo.

 

— Oi?

 

— Esqueci que aqui perto fica uma pequena fazenda. Precisamos ir embora logo para não arrumarmos confusão com os animais e muito menos com os d- - uma vaca mugiu bem próximo aonde nos encontrávamos.

 

— CORRE!

 

— HYUNG! EU NÃO ESTOU EM CONDIÇÕES DE CORRER! EU PRECISO ME TROCAR. – se levantou apressado e pegou uma bermuda e uma camisa na sua mochila. — Mil vezes droga! Eu esqueci a cueca. Você tem uma aí? – estava desesperado e parecia que muitos animais se aproximavam.

 

— Não, anda Gukie! – coloquei sua camisa e ele pôs a bermuda. — Pega as mochilas!!!

 

— Mas e a barraca?

 

— Já era! – saímos de lá e os animais nos olhavam assustados. — Sobe! – pedi e ele subiu prontamente em minhas costas.

 

Saímos em disparada e aqueles animais foram em nossa direção. O pior foi o touro que estava bem perto de nos chifrar. Sorte que conseguimos passar pela bendita cerca a tempo. Minha camisa rasgou no arame e precisaria de explicações para a minha mãe mais tarde.

 

É, amiguinhos.

Não recomendo transar em florestas que você não conhece.


Notas Finais


Como faz para desistir dessa vida de estudante? Meu estoque de capítulos está acabando, socorro!
Estou com vergonha
vou sair pq se não mãe me mata T^T


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