História Eu era Rebecca - Capítulo 5


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Palavras 1.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Sigilo


Fanfic / Fanfiction Eu era Rebecca - Capítulo 5 - Sigilo

Saindo do cinema, nós três fomos em direção ao carro. Ainda era tarde, então resolvemos tomar um sorvete e dar uma volta pelo centro. O Luan não cessava a conversa nem por dois segundos, ele estava sem freios e eu e o Caio também. Tudo que era dito a nós estava sendo ignorado, porque em todos aqueles instantes, era só pra minha boca que ele conseguia olhar e eu retribuia sem nenhuma vergonha.

Eu não gosto de mentir e sou péssima nisso, seria complicado esconder do Luan o que estava acontecendo entre eu e seu primo bem mais velho que eu. Eu queria ficar frente a frente com ele e dizer exatamente tudo. Em todos os detalhes. Mas eu também sabia que não podia fazer aquilo. Não podia, como também 50% do meu coração não queria. Eu por incrível que pareça estava gostando muito daquele friozinho na barriga de não poder o beijar na frente de todos. Era excitante e ao mesmo tempo frustrante. Mas como eu mesma disse ao Caio: "vamos com calma".

Na sorveteria pedimos sabores completamente diferentes um do outro. O Luan optou por tradicional, sorvete de creme com chocolate, o Caio se manteve nos mais cítricos como limão e laranja. Eu fui de cremoso e bem doce, leite condensado e beijinho. Eu sou facinada por doces e pra mim quando mais doce melhor. 

Acho que depois de beijar o Caio meus sentidos estavam mais aflorados. Tudo nele começou a me despertar desejo pela sua boca, a forma como ele passava a língua delicadamente sobre as gotas que escorriam em seus dedos, a forma como ele olhava pra mim enquanto Luan não estava nos observando... Eu estava tentando mas era mais forte do que eu.

Mas é claro que eu sempre tenho que estragar tudo das piores maneiras. Enquanto observava aquela boca incrivelmente sexy pensando em tudo que ela seria capaz de fazer, eu quebrando minha casquinha e derrubando quase que por completo o sorvete em minha roupa. Eu fiquei completamente suja, desde o colarinho da blusa, até o fios desfiados de meu short:

- Você é tão geitosa - gargalhou Luan enquanto continuava comer seu sorvete e olhar minha cara de bunda.

- Vou pegar um papel pra você tentar limpar Beca. - Caio pareceu não gostar da brincadeira do Luan, ele nem se quer forçou um sorriso e foi prontamente me prestar ajuda. 

- Obrigada Caio.

O Luan continuava a rir e eu só conseguia pensar nas gotas geladas que escorriam pelos meus peitos, eu não podia se quer me limpar, pois em uma das mãos eu equilibrava o restante que me sobrou de sorvete e na outra meu celular. Ambas as mãos estavam meladas de sorvete, e seria inútil tentar me limpar na situação deplorável em que eu estava. 

- Ta aqui, quer que eu limpe pra você? 

- Por favor, minhas mãos estão pior que o resto. - forcei um sorriso e ele retribuiu, porém o dele conseguiu ser sincero, como se gostasse do que fosse fazer. 

Ele veio com os papéis e começou pela minha boca, sendo gentil com as mãos, logo após ele desceu até meu pescoço e ele pareceu gostar daquela parte porque passou o papel diversas vezes pelo mesmo lugar. Quando ele notou que mais perto dos meus seios também continha sorvete ele esitou. Como se não soubesse se deveria ou não limpar, e pra ajudar a piorar acabamos sem querer, trocando olhares e enquanto me olhava nos olhos ele criou coragem de ir até ele lentamente. Chegando mais pela parte de dentro ele me apertou levemente e eu sussurrei em forma de gemido. Ele me deu um sorriso maroto e foi tentar limpar minhas mãos, antes de terminar ele abaixou discretamente até meu ouvido:

- Não vou mentir, seus seios são lindos. - sussurrou tão baixo que eu quase não pude ouvir. Mas eu entendi, e isso fez com que cada músculo do meu corpo relaxasse, algo quente me invadiu. Como alguém que eu acabei de conhecer causa esse efeito devastador em mim?

Ele se afastou e jogou o papel no lixo, eu agradeci e pouco depois fomos todos embora. Durante o caminho falamos desde futebol até teoria da conspiração, e finalmente Caio começou a interagir melhor. Eu fui a primeira a ser deixada em casa e os dois foram embora. 

Subi para o meu quarto e assim q eu fechei a porta meu celular tocou:

- Alô? 

...

Sem resposta. Tentei novamente:

- Alô? 

- Estou te observando... 

E caiu a ligação. Eu fiquei um pouco confusa e assustada. Mas com certeza deve ser um trote de algum idiota que não tem o que fazer. Eu finalmente ignorei. 

Eu tirei a roupa e fui tomar mais um banho pois estava grudando por causa do sorvete. Eu tenho costume de tomar banho com o celular em mãos, ele molha um pouco mas eu gosto de estar sempre com ele. Quando eu olho o visor, chegou uma mensagem de um número desconhecido. Eu abri e dizia assim

"Oi Rebecca é o Caio, eu queria saber se eu posso ir na sua casa daqui a pouco. Ficar um pouco com você... A sós..".

Meu Deus! O Caio quer vir aqui e ficar a sós comigo? Isso não parece nada descente, mas confesso que é extremamente tentador. Minha mãe com certeza não volta pra casa  hoje,  então eu acho que tudo bem, respondo:

"Tudo bem estou te esperando".

Enviada. Melhor eu terminar logo meu banho. 

Saio do chuveiro e ja seco meus cabelos, já esta escurecendo então eu resolvi colocar um pijama não muito curto, precisava ficar confortável. 

Após exatos 20 minutos de espera a campainha tocou. Eu já estava na sala então fui calmamente até a porta para que ele entrasse. Ele me olhou e seu sorriso foi de orelha a orelha:

- Você está querendo me provocar?

- Depende, está funcionando? 

Ele apenas sorriu e me beijou brevemente. Fomos até o sofá e eu decidi colocar um filme para assistirmos, mas parecia que filme era um ponto fraco pra nós porque todo aquele clima de escurinho e estar perto nos deixa vulneráveis. Ele começou a me beijar e eu simplesmente correspondi. Ele passou sua mão pelo meu cabelo e segurou no meu pescoço fazendo carinhos com seu polegar, era um carinho tão gostoso que me dava uma paz e ao mesmo tempo tesão. Suas mãos foram decendo até encontrar minha cintura e minhas pernas, eu comecei a ficar um pouco mais alegre e passei meus braços ao redor de seu pescoço para deixar que ele ficasse mais perto. 

Quando menos esperava ele me puxou rapidamente para seu colo, de repente eu estava em cima dele com a perna ao redor da sua e ele com as mãos na minha bunda. Eu arrepiei totalmente e tudo ficava melhor a cada momento, ofegante ele indagou:

- Tem mais alguém aqui além de mim e você? 

- Não, a minha empregada deve estar no mercado agora - sem parar de beija- lo eu continuei - acho que não seria legal ela nos achar aqui. 

- Concordo, onde fica seu quarto? 

- Vem comigo.

Levantei de seu colo e segurei em sua mão guiando ele até meu quarto, eu tinha uma cama de casal bem grande e um quarto bem espaçoso, mas naquele momento aquilo não importava muito.

Ele me puxou pra perto dele com força e eu o beijei desesperadamente, ele me pegou pelas coxas e fez minhas pernas ficarem ao redor de seu corpo, e então deitou por cima de mim na cama. Aquilo foi ficando cada vez mais intenso e por mais que eu tivesse pedido calma, eu deixei rolar, pois não estava preocupada com aquilo naquele momento:

- Deixe-me ver seu corpo Rebecca... Deixa eu tocar você...

- Caio...




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