História Eu escolhi te amar Olívia Grace!. - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
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Palavras 842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente e!!! Espero que gostem!


( essa ai da capa e a Olívia Grace)

Capítulo 1 - Olívia Grace


Hoje seria mais um daqueles plantões, em que eu fico para cobrir algum outro medico. Dessa vez seria o doutor Felipe( clinico geral). Eu não me importava de virar a madrugada no hospital, eu ate gostava! Estar ali e poder ajudar a todos. 

Eu me chamo Olívia Grace e tenho 39 anos. E ser medica, e um sonho de vida realizado. Todos nos nascemos com um propósito de vida ou uma vocação, e a minha e ajudar o próximo.

Eu trabalho ah 12 anos aqui no "Hospital people help the people". Aqui somos todos uma grande família. e o direto do "people help the people" e um pé no saco( risos) mas eu ate q gosto dele. Minha casa não E tao distante daqui, na verdade chega ser uns 20 minutos daqui ate minha casa. Sou divorciada e moro com meus três filhos, Sarah que tem 21 anos, e estar no segundo semestre de medicina( especialização, pediatria). A Joyce que tem 17 anos e estar no terceiro ano do encino médio( ela e adotada). E o Matthew que tem 14 anos e esta no auge de sua adolescência, ou aborrecencia. Meus filhos são minha razão de viver! 

Hoje o hospital estava bastante movimentado. Muitas pessoas feridas..mães chorando desesperada com filhos no colo, cenas tristes de se ver. Eu trabalhava na alá privada, mas por estar cobrindo o dr.Felipe, estava na alá pública. (Apesar de o "Hospital people help the people" ser particular, tínhamos uma área dedicada a pessoas mais carentes) Felipe era um home bom e generoso. Por ser herdeiro de uma grande fortuna, não se importava de dedicar _se as pessoas mais pobres, ele alegava que ajudar as pessoas mais nessesitadas era um hobby que ele amava. Ele com sertesa amava o que fazia, ate mais do que eu.

_ dr. Grace, um acidente de moto. Apenas um ferido em estado crítico. Na sala de preparo[…]_ Margaret uma enfermeira, dizia pra mim. Eu no mesmo instante me dirigir ao local em que mais uma vitima da imprudência no trânsito me aguardava 

Mau cheguei no corredor e pude ouvir os gritos de dor e agonia do rapaz.

_ deixa me ver..._ disse enquanto analisava o paciente.

_ porra! Isso DOI muito!! Ai ai ai.._ berrava o rapaz.

_ calma meu jovem essa dor vai passar_ digo engetando uma ejeção de morfina na bolça de soro dele._ o centro cirúrgico esta preparado?_ pergunto a um enfermeiro ao meu lado.

_ sim doutora.

_OK. Leve-o para la.

A cirurgia durou apenas duas horas, e o paciente não teve danos sérios e nem carregara alguma sequela. Logo após a cirurgia, vou ate a sala de espera..

_ familiares do.._ olho na ficha do paciente_ Ivo Mozart?

_  eu!  Sou a mãe! Doutora meu filho estar vivo não estar?_ diz a senhora se desmanchando em lágrimas.

_ sim senhora, nao se preocupe. Seu filho estar fora de perigo, e ate para o quarto já foi!_ digo tentando animar a senhora.

_só vou ficar tranquila, quando eu ver meu filho com os olhos abertos._ diz chorando. Um senhor q ate então estava alheio a nos , levantou- se e abraçou a senhor. Aproveitandoe a deixa, me retirei e fui atender outros pacientes. De tempo em tempo, eu ia ate o quarto do paciente Mozart, para ver como ele estava. Juro que esse rapaz despertava uma ternura em mim. Ele era um belo rapaz, cabelos na altura do ombro e com feições bonitas. Pele clara, agora arroxeadas por conta do acidente. 

Logo meu plantão terminou. Enquanto me trocava, fiquei pensando em como minha madrugada tinha agitada! 

Passando pelo quarto do Mozart resolvi entrar para dar uma última olhada nele antes de ir para casa. Ao entrar no quarto reparo com o mesmo deitado no leito, com os olhos fechados com um braços na altura dos olhos, e o outro braço em cima da barriga. Batucava os dedos na barriga enquanto cantarolava uma musica.


_" […] quer um beijo meu, toma.  Eeu..! Adoro ver você partir. Você passa e todo mundo olhar. Querem roubar você de mim....

_ canta muito bem._ digo encostada no batente da porta.

_ ah!_ ele me olha surpreso por um momento_ eu também "encanto" muito bem, doutora Grace._ diz dando um sorriso de lado, e fecha os olhos, retornando a sua canção.

_ sente alguma dor?_ digo examinando ele.

_ quase nenhuma_ diz suspirando— você e muito eficiente no que faz senhorita Grace._ diz alizando a minha mão, enquanto eu media sua temperatura.

_ sim. Mas conto com a ajuda de ótimos profissionais _ digo afastando sua mão da minha._ você esta muito quente senhor Mozart....

_você nem imagina o quanto doutora_ diz dando uma risada.

_ pare de tentar flerta comigo rapaz.

Ele da uma risada..

_ tem compromisso pra sexta?_ ele me pergunta.

_não esta tentando me chamar para sair não, ne?_ digo dando uma risada_ porque provavelmente você estará enternado ainda. E alem do mais..._ digo já saido do quarto. Paro na porta._ eu não saio com crianças. Digo saindo do quarto sem ao menos ver a reação dele.

Despeço_ me do pessoal e vou para a minha casa descançar. Amanha sera um longo dia...






Notas Finais


Por favor! Nao deixem de comentar a respeito do capítulo.

PS: desculpa qualquer erro na escrita.


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