História Eu escolho você - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte
Personagens Lucas "LubaTV", Personagens Originais
Tags Gabbiefadel, Kabbie, Karenbachini, Youtube
Visualizações 68
Palavras 1.160
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Capítulo 16


CAP 16

POV Gabbie

Já faz uns 30 minutos que estou aqui no bar sem pedir nada, o dono do estabelecimento já está me olhando torto, querendo me levar para fora provavelmente. Mas não me importo, não seria a primeira vez que me expulsam de um lugar hoje. Cogito pedir algo para comer, tomada pela fome, mas não o faço, pois tenho a consciência de que não posso pagar. Pela quarta ou quinta vez, não sei direito, vem um garçom até mim, perguntar o que eu gostaria de beber e qual vai ser o meu pedido. Tudo que tenho vontade de dizer é: "Querido, quanta vezes você vai ter que vim perguntar para entender que eu não vou fazer o pedido?" Mas pela milésima vez eu apenas digo: "Não, obrigada"

- Alguma hora você vai fazer o pedido moça? - Chega um homem bonito, atraente e bem vestido por trás de mim, sentando ao meu lado no bar.

- Não entendi por que o meu pedido é da sua conta. - Sou curta e grossa, mas não vou me desculpar por isso, depois dos dias horríveis que estou passando.

- Na verdade nada. - O moço insiste em ter um diálogo comigo. - É que nos anos que frequento esse bar, nunca vi ninguém ficar quase uma hora sentada, sem beber, sem comer, sem ficar no celular, sem falar absolutamente nada. Resumindo, fiquei curioso.

- Tudo bem. Agora se me der licença, fazer nada não incluí conversa com estranhos.

- Alguém realmente teve um dia ruim. Vai, me deixe pagar uma bebida. Está com fome? - Ele faz um sinal para o garçom, que começa a preparar dois drinks.

- Não quero nada de você. - Continuo curta e grossa. Mesmo sendo um cara bem vestido, de terno, eu não posso dar mole nessa hora aqui no bar, principalmente um bar desconhecido.

- Você parece estar com fome. É vegetariana? Acho que não. Que tal um hambúrguer.

- Acompanhado de batatas, pelo amor de Deus. - Deixo escapar, e ele solta uma gargalhada. - Desculpe, não como nada a horas.

- Tudo bem. - Ele diz ainda rindo. - Qual sua história? Está sozinha em um bar no meio da madrugada, mas não pude deixar de reparar o anel em seu dedo.

- Meu noivo me colocou para fora de casa, isso faz tipo, cinco, seis dias? - Não sei por que estou me abrindo com esse cara, mas parece ser um cara bacana.

- SEIS DIAS?

- Não, na verdade eu exagerei. Está mais pra horas.

- Por que não ligou para alguém?

- Liguei... Mas acabou a bateria.

- Você quer o meu emprestado?

- Eu agradeceria muito.

Ele me empresta o seu celular, e eu ligo para o único número que sei de cabeça. O da Karen.

- Meu Deus Gabriela, que bom que você me ligou, estou morrendo de preocupação. Onde você está? Foi para casa de um conhecido como lhe falei? - Como era de se esperar ela não parava de tagarelar, e eu parei de ouvir no "que bom que você ligou"

- Aí aí amiga, eu estou ótima.

- Como assim Gabriela? Me explica esse troço direito. Você foi pra casa de alguém? De quem é esse celular?

- haha, acredita que eu nem perguntei o nome do cara.- Riu, descontraída, ignorando o fato dela estar super preocupada.

- Que cara Gabriela? Você está bêbada? - Ignoro a pergunta e pergunto para o cara seu nome.

- Eu peguei o celular do Jake, relaxa. É um casa legal, aqui do Joe's Bar.

- Meu Deus Gabbie. - Ela está com voz que quem está prestes a chorar, como se algo horrível pudesse acontecer comigo. - Você está bêbada.

- Não fala besteira Karen!

- Me escuta por favor! Se livra desse cara.

- Me livrar? Nem comi o Hamburguer aínda. Hahaha.

- Puta que pariu Gabriela. - Ela começa a chorar. - Por favor me escuta, não quero que nada aconteça com você, então por favor, sai dai agora. - Aí meu Deus ela está com ciúmes.

- Aí Karen, para de bancar a ridícula, eu sei me cuidar. - E desligo na cara dela. Quem ela pensa que é para falar desse jeito comigo?

Não acredito que estava preocupada em passar a noite na rua. Está tudo tão tranquilo. Não acredito que a Kah está preocupada. Ela está chorando, sério? Que bizarro. O que pode dar errado afinal? Eu sou a Gabriela, a adulta Gabriela e sei me cuidar. (É por ser a Gabbie que a gnt vê que vai dar tudo errado né amores akajsksjs)

- Conseguiu falar com alguém? - Jake diz, assim que me aproximo novamente, entregando seu celular.

- Não. - Não sei porquê menti, mas apenas dor de ombros, afinal, isso não importa agora. - Quer saber, deixa isso pra lá. Eu estou bem aqui.

Ele sorri pra mim, e num movimento suave, coloca a mão sobre minha coxa. Eu estava pronta manda-lo tirar a mão dali, mas bem na hora o garçom chega com meu Hamburguer, e eu não me importo com aquele "assédio", prestando atenção apenas no meu hamburger e nas minhas batatas. Tomo uma dose, e ele tira a mão de lá para de juntas a mim. Vodka pura pode ter um gosto horrível, mas eu estava precisando muito dela agora, e depois da primeira dose eu tomo mais sete, ficando levemente tonta.

Jake pede a conta, afirmando que quer ir pra fora, já que estava se sentindo sufocado ali. Agradeço pelo que fez por mim, e ele diz que não tem problema, que foi um prazer a minha companhia.

- Você mora muito longe daqui?

- Na verdade eu não tenho para onde ir.

- É verdade, você falou, mas porquê?

- É uma longa história.

- Eu gosto de histórias.

- Mas você já tem que ir.

- Por que você não me conta no caminho, eu te deixo em casa...

Eu começo a contar minha história, enquanto caminhamos para o seu carro. Estamos cara a cara com um beco escuro, e já que ele afirma que seu carro está la, não discuto com Jake, ele tem sido tão legal, confio nele.

- Estou com medo, eu espero você aqui da parte de fora do beco.

- Mas estou curioso, o que aconteceu depois que você contou para seu noivo que ele é corno? - Ele diz, segurando minha mão, me fazendo ir adiante, contando o resto da história.

Quando chegamos ao fim do beco percebo que não tem carro nenhum, então em um movimento brusco, tento tirar meu braço de sua mão, mas seu reflexo é rápido, e ele aperta bem forte o meu pulso, me colocando contra a parede, e abaixando minhas calças. Na esperança de que alguma alma boa esteja por perto para me ajudar, tudo que eu consigo fazer é gritar "Socorro". Mas o grito é logo abafado por suas mãos, que fortemente precionam meus lábios. 


Notas Finais


Gente, desculpa a demora para trazer capítulos, mas com a escola fica bem difícil arranjar tempo para escrever por aqui. Mas espero que tenham gostado do caps e até a próxima. Bjs, menor que três.


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