História Eu escolho você - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte
Personagens Lucas "LubaTV", Personagens Originais
Tags Gabbiefadel, Kabbie, Karenbachini, Youtube
Visualizações 65
Palavras 1.133
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Capítulo 17


Cap 17

POV. Faru

O que Gabbie tinha para dizer parecia sério, mas nada me vem a cabeça de algo que ela possa ter feito a dois anos atrás. Além do mais, faz dois anos, porque importaria agora? O único grave a dois anos foi quando a gente brigou, perto da festa de um milhão do Luba, e naquela brincadeira idiota, ela e a Kah se pegaram, nada mais, naquela época eu nem sabia que iríamos continuar tão firme.

É exatamente isso que ela me conta, e afirmo que não me importo, mas ela começa a entrar em detalhes, até que eu não aguento mais, e explodo, expulsabdo-a de casa. Acho que foi a coisa mais boazinha que já fiz com ela, porque eu precisava de um tempo para processar tudo isso, é só que muitas coisas seriam destruídas naquela casa, e mesmo morrendo de raiva agora, não queria que além do meu coração outra coisa quebrada fosse ela. Ainda é minha noiva, e eu ainda a amo, mas você já descobriu que foi chifrado? Naquela longa semana, enquanto eu fazia de tudo para proporcionar a ela a melhor viagem possivel, para provar meu amor, e poder enfim ser feliz com ela. Naquela semana onde tudo que passava na minha cabeça de dia era chegar em casa para satisfaze-la, enquanto ela passava a tarde inteira satisfeita, mas, com outra pessoa.

Sinto como se pudesse socar a cara dela a qualquer momento se ela continuar ali, parada em minha frente, então a coloco para fora a força, para evitar qualquer coisa que eu seja capaz de fazer.

Depois de um tempo seus gritos de lamentação e arrependimento param de ecoar em meus ouvidos, ela enfim resistiu, deve estar dormindo do outro lado da porta. (mau sabe) Deito na cama, morrendo de pena dela lá fora sozinha, morro de vontade de abrir a porta e pedir desculpas, mas não o faço, pois sei que se vir seu rosto de novo, as imagens que se formaram em minha cabeça dela com a Karen voltaram a aparecer na minha cabeça. O fato dela não ter me contado por anos só faz tudo ficar pior, é como se na verdade ela estivesse me traindo durante esses dois anos, e ter me contado foi a sua decisão de abrir mão dessa memória, que deve fazer um bem enorme para ela. E esse pensamento da minha noiva vivendo facilmente feliz sem mim, faz tudo piorar.

Vou dormir e amanhã de manhã fazemos as pazes, todos já estarão mais calmos e vai ficar tudo bem. Bom, assim espero. (mau sabe)

Acordo com meu telefone tocando. Quando vou atender a ligação cai. 23 chamadas perdidas. Isso deve ser sério, mas o número é desconhecido. Talvez seja trote. Antes que eu tenha tempo para decidir o que fazer o número toca de novo.

- FINALMENTE VOCÊ ATENDEU! - Era a Karen. Talvez eu tenha apagado seu contado ontem, talvez. Mas não importa agora, não quero ouvir o que ela tinha a dizer.

23 chamadas perdidas? Não ligo, essa piranha já estragou muita coisa por aqui.

- Tchau Karen. - E desligo.

Não dá nem tempo, o telefone toca de novo, mas dessa vez com o número do Janosh, a Karen deve ter pedido o celular a ele.

- Karen, eu sei que você e a Gabbie tiveram um caso, mas pelo amor de Deus para de me perturbar! Você não precisa se justificar!

- Elas o quê? - Droga, era o Janosh. Foda-se, eu não ia desmentir, ele merecia saber a verdade também. - Quando isso?

- Faz tempo cara, vocês ainda não namoravam.

- A, então tudo bem. Mas preciso falar sério com você cara. A Gabbie está com problemas!

- Você caiu nessa das duas? Te garanto que ela está bem.

- Eu posso te garanto que não. - Ela ligou a um tempo atrás. Desde de então estamos loucos tentando falar com você.

- Foi mal... Estava dormindo. - Aí, eu odeio quando a Karen e a Gabbie ficam de palhaçada. Espero que isso seja sério, pelo menos parece sério.

- Cara, leva a sério, por favor. - É, vindo do Janosh fica difícil achar que é palhaçada. - A Gabbie foi para um tal de Joe's bar, e ela ficou bêbada, dizendo estar bem acompanhada de um cara que conheceu lá. Mas mais cedo, ela disse que só estava com o celular sem bateria, ou seja, o cara a embebedou? - Começo a ficar preocupado, sei exatamente qual é o esquema, não me preocupo com o que estou vestindo, tudo que eu faço é pagar a chave do carro para sair.

Desligo o telefone, não quero mais ouvir aquilo da voz do Janosh. Não é possível, como fui capaz de fazer isso com ela? Como ela pode ter sido tão burra de cair numa dessas? A Gabriela é uma louca, o que ela foi fazer de madrugada na rua a essa hora? Ai meu Deus, preciso chegar a tempo.

Joe's Bar é pertinho de casa, mas não é nada seguro. Eu já andei por aqui, sei do que se trata, e que os clientes são muito perigosos. Gabbie já é meio lerda, bêbada então. Mesmo sem ser cristão, começo a pedir para todo tipo de Deus que a mantenha em segurança.

Adentro aquele bar horroroso, com o chão todo umido e imundo. Quando estiver em casa só una 5 banhos para me desinfetar desse lugar.

- Moço, você viu uma mulher com as pontas do cabelo azul? - pergunto pro primeiro garçom que encontro ao adentrar o bar.

- Na verdade sim.

- Você viu para onde ela foi? Ou com quem saiu? Tem qualquer informação que possa me ajudar a encontrá-la?

- Ela saiu com o Jake. Já cliente aqui do lugar, mas todo dia sai com uma garota diferente, ele é perigoso, não gostaria de estar na pele dessa mulher.

Sei exatamente quem esse cara é. Quando chegamos aqui, eu e Gabbie, íamos a um bar com os amigos para passar o tempo e se for o Jake que estou pensando sempre estava lá. Até que um dia não estava mais, havia sido banido por assédio dentro do bar. E há boatos de que ele já foi muito mais além do que assédio.

Começo a andar nas redondezas do bar desesperado, até que escuto um grito abafado de uma mulher.

Começo a correr para dentro do beco que estava vindo o grito, e sim, reconheço, o mesmo Jake, a mesma Gabbie.

Gabbie já estava completamente nua cintura a baixo, e Jake, enquanto forçava sua boca, ia se despindo. Que bom que cheguei a tempo. Sem nem pensar duas vezes, dou um soco na cara do idiota, e mais um, e mais outro, até que ele esteja completamente inconsciente. Tô


Notas Finais


O que acharam do P.O.V Faru? O que eu poderia melhorar? Espero que tenham gostado kajsks, beijos, até o próximo capítulo, menor que três.


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