História Eu esperaria para sempre - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Nalu
Visualizações 117
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi garera. Tudo de boa?
Bom, voltei. Eu exclui o capítulo seis, por que achei ele bem idiota. Resolvi não mexer nos anteriores para não perder a linha da história.
Então estou repostando esse capítulo de novo.
Pode não ter muito NaLu, mas no próximo vai ser bem NaLu. Tipo, MUITO. Do começo ao final.
Então espero que gostem.
Nos vemos lá em baixo.
Beijos da Nanah ~

Capítulo 6 - Capítulo Vl


Quando voltei para minha casa, minha verdadeira casa, onde havia pessoas que se importavam comigo de verdade, estava decidida a mudar a minha vida, virar a página, esquecer as coisas que me magoaram, as pessoas que me magoaram, seguir um novo rumo, com um amor completamente novo, pelo menos eu iria tentar. 

Assim que cheguei em casa, me joguei na cama. Amanhã seria um novo dia, novas experiências, seria o dia que começaríamos os jogos. Só espero que ninguém, nem nada, tente me impedir de mudar, ou me faça querer não mudar. Por que é uma decisão difícil, como qualquer outra coisa que façamos em nossas vidas (soou bem filosófico isso).
-*-

Acordei com barulhos na porta e me levantei, ainda com sono, e abri a mesma dando de cara com todo o meu time, ou quase todos na verdade. Como sempre, Natsu não estava lá. Nem me preocupei, apenas dei passagem para todos entrarem. 

-Bom dia. – disse assim que todos entraram. Erza sentou em minha cama, Wendy se sentou no chão junto a Charlie, enquanto Gray se sentou em frente a escrivaninha e Juvia ficara atrás de si. 

-Bom dia. – todos responderam juntos. – Hoje é o dia. – Gray disse enquanto me sentava ao lado de Erza, ainda com a mesma roupa de ontem. Quando Gray disse aquilo, senti uma felicidade indescritível. Aliás, uma boa oportunidade para iniciar meu plano de mudar my life. Exato. Em inglês para dar aquela ênfase.  

-Ô Dia. – disse me esticando e lavando um tapa estalado em minhas costas, um tapa dado por Erza. Quase fiquei paraplégica, mas pelo menos estou viva. 

Decidimos ir direto para a Guilda, e assim o fizemos. Levamos nossas bagagens, óbvio, eu levei umas duas, Gray e Wendy levaram duas, enquanto Erza e Juvia levaram a casa inteira. Realmente me perguntei o que havia ali. Só fiquei na curiosidade mesmo, por que Erza nunca me contaria. Na última vez que perguntei o que ela levava, a mesma só disse: “Coisas.”. Apenas. Já Juvia disse que levava vestidos. Okay, mais normal que a Erza, menos mal. 

Chegamos na Guilda cansados e descobrimos que iríamos de trem. Por que? Boa pergunta. Makarov disse que assim todos nós poderíamos ficar mais juntos, ou seja, perto uns dos outros. Bom, contanto que cheguemos lá rápido e vivos, tá valendo. 

Quando entramos na Guilda, não tive notícias do paradeiro de Natsu, nem de Lisanna, o que era bom. Quando entramos no trem, a mesma coisa. Quando chegamos na ilha, também.  Quando minha alegria já havia contaminado todo o meu ser, me deparo com um Natsu sorridente vindo em minha direção e acenando desesperadamente. 

Era só o que me faltava. 

Sabe aquela alegria que havia dominado todo o meu ser? Pois é, ela se esvaiu. O dia tinha começado bom demais para ser verdade. E ainda tem mais, não bastou toda a minha felicidade ter se esvaído, não bastou todo os dentes de Natsu estarem ofuscando meu dia, não bastou seu aceno de mão torturante, ele ainda teve a audácia de me abraçar. Exatamente isso que você leu! Ele me abraçou.  

Ele agiu como se tudo aquilo que passamos – no dia anterior, antes do dia anterior, antes de antes do dia anterior e assim sucessivamente – não tivesse acontecido. Tipo: é tudo passado. Sim, passado, mas um passado que atormenta o meu presente e possivelmente o meu futuro. 

Assim que ele me abraçou, lhe afastei, óbvio. O que mais faria? Retribuísse?  Ou dissesse “Que saudades”? Óbvio que não, também. Ele me olhou confuso e eu apenas dei de ombros voltando minha atenção para Gray que assistia tudo bem confuso, mais que eu e Natsu juntos. 

-Você fica daquele lado. – apontei para o lado esquerdo do quarto que ficaríamos. Eu vi ele negar e cruzei os braços.

-Mas é onde o sol bate. – ele faz cara de triste, como uma criança birrenta, pensando que iria me convencer. 

-E é exatamente onde você vai ficar, por que assim você acorda cedo. Espero.- dei de ombros e joguei minhas bagagens na cama da direita, do outro lado do quarto, vendo Erza entrar e jogar algumas coisas na cama que fica do lado da minha. Dei graças, por que se não Natsu iria querer ficar ali. Tá que é só uma cama. Mas não estou com paciência para ficar olhando para a cara dele. Wendy ficou na cama ao lado da de Gray, depois Juvia e então Natsu. 

Arrumamos nossas coisas e fomos dormir, já que havia demorado para chegarmos na ilha. Erza disse que ia caminhar um pouco e saiu do quarto, e o resto de nós fomos dormir. Me deitei nada cama, fechei os olhos e esperei o sono chegar. Mas comecei a pensar em Natsu, por que Deus? Não havia dado um Boa noite, nem olhado na cara dele.

Foi aí que senti o lado da cama afundar, fiquei meio receosa de abrir os olhos e dar de cara com Natsu. Mas mesmo assim abri, e encontrei dos pares de olhos castanhos. Era Loki. Suspirei de alívio, e logo sorri sentando na cama, ao seu lado. Assim que sentei, levei um leve soco em meu braço direito, fazendo-me encarar o mesmo confusa. 

-Desculpa, não sabia como agir. – ele sorriu e coçou a nuca. Eu apenas neguei e lhe devolvi o soco, na mesma intensidade. 

-A resposta para sua não pergunta seria “Oi”.- sorri e ele acenou.

-Oi. – revirei os olhos e ele começou a olhar ao redor. Mas logo voltou a me olhar. – Vem. – ele pegou em minha mão e me puxou, fazendo-me levantar e seguir ele, ainda de mãos dadas. Quando estávamos abrindo a porta, sinto alguém segurar minha mão livre, me empatando de seguir. Eu conhecia aquele toque, e quando olhei para trás tive a certeza de que era ele. Natsu. Sua expressão era de tristeza e raiva.

-Aonde vai com... – ele olhou Loki de cima a baixo e fez cara de desgosto. – ele? – apontou para Loki que apenas se limitou a revirar os olhos e segurar minha mãos com mais força, mas nada que me machucasse. Eu estava surpresa, ainda mais com sua calmaria que exalava de seu corpo, e seus olhos tristes. Eles nunca foram assim. 

-Por que quer saber? – Loki perguntou, tentando soltar a mão de Natsu da minha. Mas ele continuou a segurar, tentando me puxar, mas Loki também me segurava, forte e seguro. Estava ficando com raiva da situação, mas antes que eu pudesse falar algo, Natsu se pronunciou.  

-Por que Lucy é minha... – olhei rapidamente para Natsu, esperando ele continuar. Mas ele não continuou, apenas soltou minha mão e pousou as duas em seu rosto. Fiquei preocupada, óbvio. Mas no fim, não sabia o que fazer. Mas Loki me puxou e quando estava atravessando a porta, ouvi sua voz novamente. – Lucy. – travei na hora e olhei para trás. Loki também parou, respeitando minhas ações. – Só diga que não é ele. – suspirei e olhei em seus olhos. 

-Eu jurei para mim mesma que nunca seria outro, mas parece que você não fez a mesma escolha que a minha. – olhei para Loki e sorri, sendo retribuída. Mas logo voltei meu olhar para Natsu. – Você mesmo disse, é ela. Não é? – disse me referindo a Lisanna. Ele ficou surpreso e eu vi seus olhos manejarem.  – Não chore. Aliás foi uma escolha sua. – disse me virando e puxando Loki, indo diretamente para fora da pousada.

Fomos em direção às rochas que ali haviam, mas na metade do caminho Loki me parou e me puxou para um abraço. Retribui e me enfiei em seus braços, colando meu rosto em seu peito, sentindo seu cheiro e sentindo seu calor. 

Talvez seja ali que eu deva ficar.
 


Notas Finais


Então foi isso. Espero que tenham gostado.
Juro que na próxima vai ser bem melhor. Esse foi só para dar uma degustação, para vocês terem uma noção do que vai acontecer no próximo.
Já sabem?
Beijos, até ~
Nanah ♡


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