História Eu, esquizofrênica - Capítulo 31


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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 31 - Alucinações olfativas e outras


Teve uma vez que fui rezar na igreja para ver se as alucinações passavam, aí veio uma voz de criança, me lembrei da morta que geme de harry potter, era uma voz irritantezinha.. E falava: krícia, você tem medo de mim? ( krícia é meu nome). Falava meio soluçando, como se estivesse chorando...por alguns dias eu pensei até que a historia de harry potter pudesse ser real e que eu tinha sangue de bruxa...nem queiram saber como é estranho você viver pensando que vai ir para o mundo dos bruxos.

Mas este capítulo é para tratar das alucinações olfativas. Parece que não é tão ruim a ideia de sentir cheiros que só você sente. Mas não se iluda, todas as alucinações são horríveis e assustadoras. As vezes sentia um cheiro forte de flor, já era o sificiente para me deixar apavorada, pois eu sabiavque depois disso viriam as alucinações táteis. Então eu começava a querer fogir...geralmente eu saía andando pela rua sem rumo, ou as vezes pegava o carro e dirigia sem rumo, as vezes ia até para outras cidades. No final minha mãe começou a esconder a chave do carro de mim.

Mas teve um dia que tive uma alucinação olfativa muito ruim. Era um misto de olfativa com tátil. Eu senti que eles enfiatam uma espécie de sonda no meu nariz, com um chumaço de algodão na ponta,que soltava muita, muita, muita fumaça. Durou várias horas. E eu ficava sufocada com aquela fumaça toda. Fui ficando sonza, eu achava que morreria sufocada.

Fui para igreja, mas não aguentava nem ficar em pé mais, estava tonta, completamente tonta. Acabei deitando no chão da igreja. Minha mãe edtava comigo. Pedi para minha mãe me levar para o hospital. 

Quando cheguei no hospital, a médica que me atendeu viu que eu estava completamente tonta, e me deitou numa cama em um quarto. Eu ouvi a médica brigando com minha mãe, ela achava que minha mãe tinha me dado muito remédio, mas coitada da minha mãe, não tinha me dado nada mesmo. Eu acabei desmaiando lá. Quando acordei, graças a Deus não tinha mais fumaça. 



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