História Eu gosto de rosa - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Kaisoo Sookai
Visualizações 33
Palavras 3.166
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aqui estou eu, numa madrugada de dia dos pais, postando o último capítulo dessa fic que eu tenho tanto carinho.
o cap é bem clichêzinho sim, espero que gostem.
escutem every breath you take ehnos

Capítulo 6 - Sixième - Amour.


Um mês havia se passado e os dois rapazes pareciam cada vez mais apaixonados. 

Jongin via seu mundo em Kyungsoo; e este, via seu mundo em Jongin.  

Ambos foram totalmente pegos de surpresa. Jongin nunca iria imaginar que encontraria um amor após um bilhete deixado entre notas de dinheiro. E Kyungsoo nunca achou, que sua poesia contribuiu para tudo o que havia acontecido entre os dois.  

Parecia um sonho ver e sentir tudo aquilo que tanto almejou por anos, se concretizar por causa de uma simples folha de papel. Mas ali estavam os dois. Corações em batidas ritmadas e olhares, com um brilho tão belo, tão sublime.  

– Amanhã, quero que vá à minha casa. – sentenciou Jongin, com a cabeça apoiada nas pernas de seu amado.  

– Tudo bem, eu irei. – lhe sorriu, enquanto sentia os fios róseos do mais novo entre seus dedos. – Mas posso saber o por quê? 

Com isso, Jongin riu sapeca. Levando uma de suas mãos ao rosto bonito do rapaz, acariciando-o.  

– Terá de ir para saber. – sentou-se de frente para o outro, olhando para o relógio, percebendo que já passava da hora de ir. – Vou indo, até amanhã. Mando o horário certo por mensagem de texto. – finalizou, selando os lábios rapidamente, levantando-se logo em seguida.  

– Baekhyun, eu preciso de sua ajuda. – pediu, mais como uma suplica, ao amigo de longa data.  

O mais baixo lhe lançou um olhar desconfiado, meneando a cabeça, como um sinal para que o outro continuasse.  

– Kyungsoo nunca foi à minha casa. Quer dizer, ele foi, mas não foi. Consegue entender o que quero dizer?  

– Hmmm... Não. – respondeu, fazendo o mais novo abaixar os ombros. Baekhyun sabia que Jongin nunca fora uma pessoa que sabia explicar tudo direitinho, mas havia certas coisas que o mais baixo, mesmo que se esforçando para compreender, não conseguia.  

– Ok... – pensou um pouco – Bom... eu quero ter uma noite especial com Kyungsoo, entende? – o olhar que Baekhyun lhe lançara fora um cheio de malicia, sem nem um pontinho de boas intenções. – Baekhyun! – desferiu um tapa no ombro do mais velho. Este que apenas riu da reação alheia.  

– 'Tá, tá, eu ajudo. – disse, tentando parecer indiferente à situação ao ver o olhar animado do que estava à sua frente – Mas o que exatamente eu tenho que fazer?  

– Pegue um bloquinho de notas e anote tudo o que eu vou dizer.  

.  

Baekhyun batia à sua porta às oito da noite, em suas mãos, dois buquês com lindas e perfumadas rosas vermelhas e uma sacola com velas aromatizantes.  

– Trouxe tudo? – perguntou, um tanto preocupado já que a memória do mais velho falhava em alguns momentos.  

– Sim, sim, eu trouxe. – sacudiu os braços, mostrando que não havia esquecido de nada.  

– Tudo bem, entre, temos que nos apressar, Kyungsoo chegará às nove e meia. – Baekhyun o olhou, incrédulo.  

Jongin tinha essa mania chata de sempre fazer tudo em cima da hora, isso não mudou nem um pouco. 

– Tem certeza de que vai dar tempo? – perguntou ao amigo. Sabia a resposta, já que era sempre a mesma.  

– Mas é claro que vai! Sempre dá, por que hoje seria diferente? – Jongin falou, vendo o amigo lhe imitar de um jeito debochado.  

– Então vamos logo.  

Subiram as escadas até que chegassem ao andar onde o quarto de Jongin se encontrava. Os braços de Baekhyun já estavam ficando dormente por segurar tudo aquilo, mas antes que pudesse reclamar de algo, o mais novo já estava abrindo a porta e lhe dando passagem para entrar. Colocou as coisas em cima da cama de Jongin, observando tudo à sua volta. 

– Nunca vou me acostumar com o fato de você ser tão apaixonado por rosa. – comentou, enquanto sentava na cama de modelo antigo. 

– É claro que nunca irá entender. Até porque você gosta de cores mortas como: cinza escuro, cinza médio, cinza normal e todos os tipos de cinza e cores sem vida existentes no mundo. – retrucou.  

– Cada um com seus gostos. – deu de ombros.  

Jongin suspirou, imaginando o tanto de coisas que ainda teria de fazer. 

– Baek, eu acho melhor começarmos.  

– Também acho. Temos pouco tempo, afinal.  

– Então ok. Você cuida de espalhar as pétalas de rosas pelo quarto e eu vou terminar de preparar alguma coisa para eu e Kyungsoo comermos. – ao terminar a sentença, Jongin sentiu um olhar mortífero em direção à si.  

– Como é que é?! Eu vim aqui para ajudar. A-ju-dar. Não fazer tudo sozinho. – bufou, passando as mãos nos fios negros. 

– Mas você vai ajudar. Quem disse que irá fazer tudo sozinho? Você não preparará a comida. – Baekhyun se calou, e isso apenas deixou Jongin ainda mais satisfeito por ter saído vitorioso. – Estou indo. Acho bom você caprichar.  

Após terminar o chá de lavanda e de colocar os pães de mel em um prato de porcelana, Jongin voltou ao seu quarto, para conferir se tudo estava bem.  

– Baekhyun está tudo b- uau! – sua boca se abriu em surpresa e teve certeza de que seus olhos brilharam no momento em que viu todo o seu quarto cercado por pétalas de rosas e algumas velas perfumadas.  

– De nada.  

Antes de Jongin sequer agradecer, a campainha tocou e os dois entraram em pânico. A expressão na face de Baekhyun era de aflição; não sabia para onde ir. Já o outro, tentou ser o mais calmo possível, depositando a bandeja em cima do criado-mudo.  

Andou em direção ao amigo, este que estava paralisado no lugar. Pegou em uma de suas mãos e o guiou até a porta dos fundos, no andar de baixo.  

– Olha, você sai por aqui, mas vai pelo caminho contrário, ok? – sussurrou e Baekhyun apenas assentiu. 

O moreno trancou a porta com cuidado, indo a passos rápidos na direção da porta da frente.  

Abriu a porta de madeira, olhando aquele que tanto gostava, à sal frente.  

– Você está tão lindo. – pensou alto, aproximando-se do mais baixo, segurando em seu maxilar e depositando um beijo nos lábios alheios. 

– Não tanto quanto você. – retrucou.  

Passaram algum tempo somente olhando um para o outro, até que Jongin lembrara do chá e dos pães de mel que havia preparado; assim como toda a noite que programou.  

Aquele pensamento o deixou nervoso, tão nervoso que desviou o olhar para o céu, olhando fixamente para este.  

– Jongin? O que está acontecendo? – ao observar o semblante nervoso, Kyungsoo perguntara.  

– N-nada. Eu só... eu só estou preocupado com uma coisa. – tentou sorrir. – Mas, enfim, venha, vamos ao meu quarto.  

Após trancar a porta, ambos seguiram juntos até o quarto do moreno. Ao ver o cômodo, tão bonito, tão arrumado e tão perfumado, Kyungsoo ficou estupefato. Jongin, agora parado ao seu lado, permanecia calado, olhando para o chão. 

– Você fez tudo isso? – o Do perguntara. – É lindo. – sorriu, beijando a bochecha do moreno. 

– Digamos que, eu planejei tudo, mas não fiz exatamente tudo. Consegue entender?  

– Acho que sim... 

– Depois lhe explico melhor, agora venha. – tocou os ombros de Kyungsoo, o guiando até o tapete cor de creme que havia perto de sua cama. 

Ao sentar-se, o menor se dispôs a analisar o local enquanto o outro pegava algo.  

O quarto de Jongin era extremamente... bonito.  

E rosa.  

Quer dizer, nem tudo era rosa. Apenas paredes e alguns móveis e objetos decorativos. Sua cama e armário, eram brancos e não pareciam ser tão atuais. O piso, era de madeira e muito bem limpo. Nas paredes, haviam alguns quadros. Um deles era uma pintura de Frida Kahlo, chamada: O que a água me deu; Kyungsoo soube reconhecer. Já em outros, recordações de família ou amigos.  

Ao sentir Jongin se aproximar, Kyungsoo desviou sua atenção para o mesmo, pegando em mãos a xícara de porcelana com detalhes azuis.  

– Obrigado. – agradeceu, enquanto bebericava o liquido contido na xícara e queimando-se um pouco ao tentar um gole maior.  

– Vá devagar. – Jongin alertou.  

Alguns minutos em silêncio se passaram, apenas com os dois saboreando o chá de lavanda junto com os pães de mel.  

O silêncio fora quebrado por Kyungsoo.  

– Jongin... posso lhe fazer uma pergunta? – o moreno meneou a cabeça, fazendo que sim – O que seus pais acham sobre esse seu fascínio com a cor rosa? D-digo, alguns pais achariam meio estranho pois a cor rosa é mais associada a meninas.  

– Cores não têm gênero, Kyungsoo. – respondeu simplista – É isso o que eles acham.  

Terminaram as suas refeições. O silêncio agora era cortante. Ambos não sabiam para onde olhar; o nervosismo estava ali, lembrando a Jongin de que tudo poderia dar errado e aquilo o deixava aterrorizado. 

– Que tal nos deitarmos? – Kyungsoo perguntou, um pouco receoso.  

– C-claro.  

Deitaram de frente um para o outro, analisando cada mínimo detalhe.  

Após alguns minutos, Kyungsoo soltou uma risada anasalada, acariciando o rosto macio do outro.  

– O que foi? – o moreno o questionou.  

– É só que, você é tão lindo. Parece surreal te tocar e saber que você realmente existe. – Jongin abria um sorriso enorme enquanto ouvia tais palavras vindo daquele que tanto gostava – Seu sorriso! O-o seu sorriso é lindo demais. Quando você sorri, parece que tudo ao redor se ilumina. Seu rosto parece ter sido esculpido pelo próprio Deus de tão lindo que é. E-  

Não conseguiu terminar a frase pois Jongin calou os lábios do mais baixo, juntando ao seus semelhantes.  

Era um beijo lento. Com sabor de pão de mel e chá de lavanda, misturado ao gosto da paixão dos dois. As línguas se entrelaçavam, sentindo o gosto uma da outra. A mão de Kyungsoo, arrastou-se pelas belas pernas do moreno, que estavam cobertas por um jeans azul claro.  

Adentrou o suéter tão conhecido por si, sentido a pele quente do moreno entre seus dedos; querendo sentir mais e mais, apertando-a e sentindo o arfar do maior contra seus lábios. Fora aí que os lábios se separaram.  

Kyungsoo já estava por cima, com o peito colado ao do outro sentindo a respiração descontrolada do mais novo e o coração acelerado.  

– Seu coração está batendo muito rápido. – fora Jongin quem falara. 

Kyungsoo deu uma risada. Não tão alta, e nem tão baixa. Fora um risada gostosa de ouvir, e Jongin queria poder ter outras oportunidades de ouvi-la mais uma vez.  

– Digo o mesmo do seu. 

Contemplaram-se por algum tempo. Olhando-se profundamente nos olhos e confessando sentimentos que não poderiam ser falados em voz alta. Fazendo juras de amor, imaginando coisas para um pequeno futuro.  

– Kyungsoo, eu quero. – o mais velho o olhara confuso, querendo que o moreno se explicasse melhor. 

– O quê?  

– Quero que façamos amor.  

Kyungsoo se espantou. Jongin fora tão... direto.  

– Ah, m-mas você tem certeza?  

– Sim.  

– De verdade?  

– Sim.  

Kyungsoo sentou-se. Jongin apoiou-se em seus cotovelos, tombando um pouco a cabeça de lado.  

– O que foi?  

Suspirou. 

– Jongin, eu ainda sou virgem. Tenho medo de estragar tudo, de você não gostar de- 

– Ei, ei, ei. – aproximou-se do outro – Eu também tenho medo. Eu estou tão nervoso que você nem imagina. Mas eu quero isso, e quero com você, Kyungsoo. – beijou os lábios alheios.  

O mais velho dos dois resolveu deixar-se levar pelo moreno. Este que, subiu no colo alheio, retirando a própria blusa, jogando-a para o lado.  

Kyungsoo não perdeu tempo ao beijar o torso nu do moreno; às vezes, lambendo e deixando alguns rastros de saliva.  

Sentia Jongin arrepiar-se a cada toque que recebia e isso estava o deixando mais nervoso, com as mãos trêmulas e os batimentos descompassados.  

Ao perceber que o nervosismo ainda persistia em Kyungsoo, Jongin lhe lançou um sorriso confortante, distribuindo beijos por toda a face do outro, parando em seus lábios. Dessa vez, o beijo fora mais intenso; mais voraz, fazendo ambos perderem o fôlego.  

Jongin o empurrou até que encostasse na cabeceira da cama, aproveitando que Kyungsoo lhe admirava mais uma vez, para retirar a blusa do rapaz. Juntou os peitorais, agora ambos nus, sentindo o calor que emanava da pele alva.  

Mais um ósculo fora iniciado. Dessa vez, mais desesperado, mais necessitado.  

Jongin rebolava levemente contra o membro de Kyungsoo, sentindo o pênis alheio entre suas nádegas, aumentando a velocidade.  

O moreno queria sentir mais. Queria sentir o mais velho indo e vindo dentro dele. Queria sentir as almas se conectarem.  

Os beijos de Kyungsoo passaram para o pescoço do mais alto, deixando leves mordidas, sentindo-o arrepiar-se mais e mais. Seus cabelos foram puxados com certa força e seu membro, já pingava o pré-gozo enquanto sentia as investidas de Jongin. 

– Kyung- Ah – tentara falar, mas não conseguira conter um gemido ao sentir as mãos de Kyungsoo adentrarem a sua calça e apertar, com certa timidez, as suas nádegas.  

Jongin respirou fundo, tentando concentrar-se.  

– Kyungsoo, deite-se. – ditou firme, deixando o colo alheio e sentando na cama para que o de fios negros fizesse o que lhe havia dito.  

E o mais velho o fez, observando cada movimento de Jongin. Vendo quando este começou a retirar a própria calça, em seguida, sua peça íntima, fazendo Kyungsoo arregalar os olhos. Não teve tempo de falar nada, pois sentiu as mãos do moreno no cós de sua calça, fazendo o mesmo que fez com si próprio.  

Engoliram em seco. 

Era a primeira vez de ambos.  

Estavam excitados e nervosos.  

Apaixonados e amedrontados.  

Parecia um misto de sensações que faria os dois explodirem a qualquer segundo.  

– Kyungsoo.  

– Hm?  

– Eu quero que me toque.  

E Kyungsoo o fez; aproximando-se calmamente, deixando que suas mãos explorassem o paraíso que era o corpo de Jongin.  

Sentido cada detalhe. Sentindo a textura abaixo de seus dedos. Fechou os olhos com força e os abriu logo em seguida, tentando imaginar se aquilo era um sonho. 

Beijou cada pedacinho de pele que conseguiu. Apreciando Jongin da forma mais bela que podia.  

Empurrou o mais novo até que suas costas encostassem no colchão macio, ficando de joelhos entre as pernas do outro. Abaixou-se até que seu rosto estivesse rente ao membro teso de Jongin, colocando a língua para fora, lambendo-o levemente, vendo Jongin revirar os olhos.  

– F-faz de novo.  

Dessa vez, lambeu com um pouco mais de vontade. Subindo até a glande do pênis alheio e sugando-a lentamente. Resolveu ir mais além depois de ouvir um gemido arrastado de Jongin. Colocou metade do membro do outro em sua boca, gemendo junto de Jongin ao sentir o gosto salgado do pré-gozo.  

As mãos do mais novo foram de encontro ao cabelo de Kyungsoo. Puxando os fios e ditando o ritmo que queria. Logo depois, estava a foder a boca do outro. 

E Kyungsoo? Este gemia. Gemia ao sentir o membro do outro indo fundo em sua cavidade.  

Com uma sugada forte, Kyungsoo sessou os movimentos e retirou o pênis de Jongin de sua boca; limpando a saliva que escorregava no canto de seus lábios.  

– J-Jongin... 

– Sim?  

– Quem vai ficar por cima? Quer dizer, eu não ligo se você quiser mas eu também não me importo se você quiser que eu fique por cima e-  

– P-pode ser v-você. – respondeu, encolhendo-se minimamente.  

– T-tudo bem.  

Mas nenhum dos dois se mexera. Ambos ficaram parados, aflitos, até que Jongin resolveu tomar as rédeas da situação. Pôs a mão debaixo do travesseiro e retirou de lá um pacote de camisinhas e um lubrificante, entregando-o para Kyungsoo. 

– E-espera aí. – o mais velho dos dois comentou, seu olhar era desconfiado – Você sabia que isso iria acontecer? – riu, vendo o mais novo ficar constrangido.  

– Não interessa! – tentou se manter sério, mas falhou, rindo junto de Kyungsoo. Este que apenas abaixou-se e depositou um selo nos lábios carnudos do moreno.  

– Fique de quatro. – ordenou, e meio hesitante, Jongin obedecera.  

Lambuzou os dedos de lubrificante, sentindo uma fisgada forte em seu membro ao ver Jongin tão exposto, somente para si.  

Separou uma das nádegas com a mão, observando o orifício alheio contrair-se logo quando o fizera. Sem aguentar mais esperar, inseriu, com certa dificuldade, o dedo indicador. Inseriu devagar, sentindo Jongin contrair-se a cada vez que o dedo o adentrava mais um pouco. Jongin gemeu de dor e Kyungsoo parou de se mover.  

– Quando a dor diminuir um pouco, avise-me. 

Jongin concordou.  

Depois de um tempo, que Kyungsoo e muito menos Jongin saberia dizer quanto, o moreno lhe deu o incentivo para continuar. Sendo assim, Kyungsoo inseriu o segundo dedo. Fazendo movimentos de vai-e-vem lentamente, na tentativa de fazer o parceiro se acostumar. Fez alguns movimentos de tesoura, alargando mais ainda.  

Quando achou que já estava bom e os gemidos de Jongin que, continuavam gemidos de dor mas havia melhorado bastante, retirou os dedos, pegando o pacote com a camisinha e o rasgando com os dentes. Masturbou-se algumas vezes até que colocasse a camisinha em seu membro, sentindo o mesmo ser um pouco apertado. 

– Posso? – segurou nos quadris de Jongin, pedindo permissão.  

– Sim. 

– Quero que vire de frente para mim, quero olhar em seus olhos enquanto faço isso. – segredou, arrancando suspiros do rapaz abaixo de si. 

Já virado, Kyungsoo se posicionou entre as pernas do moreno, abrindo-as minimamente.  

Pegou seu membro pela base, guiando-o até a entrada de Jongin e o inserindo pouco a pouco.  

Jongin tentava descontar sua dor ao morder os lençóis. Aquilo doía, e não era pouco.  

Sentir o membro de Kyungsoo dentro de si era um pouco estranho, e doloroso também. Não saberia explicar. Mas até que era bom.  

O mais velho esperou até que Jongin mandasse algum sinal de que poderia continuar e quando foi feito, Kyungsoo tentou ser o mais carinhoso possível. Suas mãos estavam tremendo, com medo de machucá-lo demais. Percebendo isso, o outro procurou a sua mão e entrelaçou os dedos, dizendo-lhe um "Está tudo bem, não se preocupe.".

Começou a estocá-lo de forma lenta, parecia uma tortura até para si mesmo. Com a mão livre, resolveu masturbar o moreno. 

Após algumas estocadas, a expressão de dor ainda estava lá, mas Jongin já conseguia sentir prazer, mesmo que pouco. 

– Mais forte. – ordenou. 

Ao estocá-lo de maneira mais forte, ambos gemeram em uníssono, aumentando o aperto das mãos que estavam juntas. 

Os movimentos de vai-e-vem, ficaram mais fortes após alguns minutos. Fortes e precisas. 

Quando Jongin gemeu de forma um tanto quanto alta, Kyungsoo soube que havia acertado a sua próstata e fez questão de o fazer de novo, de novo e de novo. 

Os gemidos eram altos, sem pudores e sem preocupações. 

O barulho dos corpos juntos, o suor se misturando. 

Parecia tudo surreal demais. 

Kyungsoo abaixou-se um pouco, dando uma última e intensa estocada em Jongin. Esta que fez os dois se desmancharem um no outro. Um ósculo calmo foi iniciado, cheio de paixão. 

Quando o beijo foi quebrado, Kyungsoo se retirou de Jongin, tirando a camisinha usada e jogando-a no lixo. Ao voltar para a cama, segurou Jongin pela cintura, entrelaçando as pernas deste nas suas semelhantes, lhe dando um sorriso radiante.

– Obrigado. – disse. 

– Pelo quê? – questionou.

– Por tudo. Por ler aquela poesia, por me procurar, por me fazer viver momentos lindos e inesquecíveis. Obrigado. 

Jongin sorriu em resposta, acariciando o rosto de Kyungsoo e olhando fundo em seus olhos negros.

– Sabe, Kyungsoo... eu gosto muito de você. – o moreno suspirou – Até mais do que eu gosto de rosa.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


É ISSO GENTE LINDA E XEROSA
nao sei terminar fanfics e nem sei se o lemon tá lá essas coisas mas eu espero que tenham gostado e obrigada pra quem leu até aqui <3333333333


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...