História Eu Matei Um FÚRIA DA NOITE - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Melequento, Perna-de-Peixe, Personagens Originais, Soluço, Stoico
Exibições 34
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem, minha semana de provas começa segunda e termina sexta. Então realmente vou demorar a postar o próximo.

Espero que gostem ;D

Capítulo 6 - Uma e Mais Algumas Outras


Astrid - Ah, eu o odeio! - reclamava ainda puxando Dagur - Que vontade de cravar o meu machado naquele pescoço e cortá-lo ao meio, bem devagar, para doer mais! - bufou.
Dagur - Sim, sim... Legal. E meu braço? Poderia soltá-lo agora?
Astrid - Desculpe... É só que ele me irrita! - soltou o pulso do amigo.
Cabeçaquente - Ele irrita a todos, seria anormal se ele fosse legal - comentou pensativa.
Astrid - Não seria anormal, é impossível.
Dagur - Não consigo imaginá-lo sendo legal. Não mais.
Cabeçaquente - Antes, ele era tonto e inútil, agora, é detalhista e irritante! O que muda ao se matar um fúria da noite?
Astrid - Não acho que saberemos, o que ele matou deveria ser o último - falou normalmente.
Dagur - Não íamos beber leite de iaque?
Cabeçaquente - Sim, va... - foi interrompida.
Astrid - Não! Preciso de álcool para me acalmar! - protestou.
Dagur - Mas você não é de beber álcool...
Cabeçaquente - A sua tolerância não é muito grande... Você não ficou com vergonha da última vez que bebeu?
Astrid - Sim, mas não vou beber muito... Um copo é o suficiente - pensou em voz alta.
Cabeçaquente - Também disse isso da última vez, mas tomou quase oito copos inteiros.
Astrid - Tomem o copo da minha mão se tentar beber o segundo - sugeriu.
Dagur - Acha mesmo que alguém consegue?
Astrid - Ah, eu preciso!
Cabeçaquente - Tudo bem, vamos tentar -  cedeu.
Dagur - Vamos?!
Astrid - Sim, vamos - mandou um olhar frio para Dagur.
Dagur - Por que ainda estamos aqui?

Assim, Astrid, Cabeçaquente e Dagur entraram num dos maiores estabelecimento de Berk que vendiam bebidas alcoólicas.

Baldão - Astrid, você por aqui? Que surpresa!
Astrid - Prepara meu copo - foi direto ao ponto.
Baldão - Cuidado com a quantidade, não preciso lembrar o que aconteceu, certo?
Astrid - Sim, sim, irei me controlar.
Baldão - Dagur, quando voltou? - indagou enquanto entregava um copo cheio para Astrid.
Dagur - Poucos dias... Prepara um pra mim também?
Baldão - Claro, vai querer também, Cabeça?
Cabeçaquente - Não, vou vigiar a Astrid - falou enquanto se sentava num banco perto ao balcão, no meio de Astrid e Dagur.
Baldão riu - Tudo bem... - entregou um copo Dagur.

Após um tempo jogando conversa fora e bebendo, os três amigos e Baldão notaram a chegada de Soluço e Bocão no local.

Soluço - Que coisa... A Hofferson bebendo novamente? Faz quanto tempo desde a última vez?
Astrid - Por que você se importa?
Soluço - É que você fica engraçada quando está desorientada... Meu copo, Baldão - pediu.
Astrid - Não fico desorientada. Mais uma, Baldão!
Cabeçaquente - Não precisa, Baldão, Astrid já tomou um copo, é o suficiente!
Baldão -São muitas pessoas para um só Baldão! Uma por vez!
Soluço - Eu pedi primeiro! - foi atendido e se sentou numa mesa perto do balcão, junto com Bocão, que já estava com um copo em mãos.
Baldão - E agora? Dou ou não dou?

Enquanto Cabeçaquente tentava convencer Astrid a não beber mais um copo, Soluço estava acabando o seu primeiro.

Soluço - O segundo copo, Baldão! - recebeu o pedido.
Astrid - Eu quero o meu segundo também!
Dagur - Astrid...
Astrid - O que? Eu consigo tomar - tentou se justificar enquanto pegava o copo.
Soluço - Até parece... - comentou com Bocão.
Astrid - Mais uma, Baldão! - bebeu o copo cheio com um só gole.

Desse modo, Astrid e Soluço começaram uma competição de quem bebia mais, porém Astrid não conseguiu - ou chegou perto - de acompanhar o ritmo de Soluço, então logo se encontrava bêbada.

Cabeçaquente - Eu te disse que era arriscado! Por que eu concordei com isso?
Astrid - Eu tô viva, nada aconteceu...
Soluço - Acho que viva não seria a palavra certa... - referiu-se ao estado da loira, que parecia estar tonta e quase caindo no chão.
Astrid - Olha só... - se levantou e foi em direção a mesa do rapaz, se apoiando - Não é porque você sabe matar dragões, ou é filho do chefe ou ainda porque é bonito que é melhor do que qualquer um aqui - comentou sem pensar no que falava.
Soluço - Ah, então eu sou bonito? - se aproveitou do que a loira disse.
Astrid - Eu disse bonito? - andou para mais perto do garoto - Eu quis dizer que se você não fosse irritante e ignorante eu ficava com você, - se sentou no colo dele - mas você é muito mimado pra isso.
Soluço - Até parece que eu ficaria com você! - ficou meio corado com a loira sentada em seu colo.
Astrid - Então por que ainda estou aqui mesmo?
Soluço - Porque estou com pena de te derrubar enquanto está bêbada - tentava assumir o controle da situação, mas não conseguia pensar nas respostas que queria.

Astrid jogou seu peso para cima de Soluço, fazendo com que os dois caíssem para trás, junto com a cadeira.

Astrid - Seu pior erro - tentou se levantar, mas não conseguiu, estava tonta demais para isso.
Cabeçaquente - Astrid, você não está bem, vamos embora! - ajudou a amiga a se levantar.
Astrid - Eu ainda aguento mais algumas - tentou ficar.
Dagur - Aguenta não, estamos de saída! - pagou a conta e pegou a loira no colo, saindo do local.

Enquanto isso, Bocão ajudava o filho do chefe a se levantar.

Soluço - Sem comentários, Bocão!
Bocão - Mas eu não falei nada - levantou a mão e o gancho em rendição.
Soluço - E nem vai!

Depois da conta paga, Bocão e Soluço saíram do local.

Bocão - Mesmo que eu não fale, a aldeia irá - comentou.
Soluço - Posso fazer a aldeia parar.
Bocão - E eu não? O que quer dizer?
Soluço - Você é muito tagarela, quando começa a falar, fazer você parar é quase impossível.
Bocão - Mas que calúnia! - fingiu indignação.
Soluço - Eu falei a verdade! - riu.
Bocão - Agora confessar sua atração pela Astrid você não confessa... Onde está a verdade nessas horas?
Soluço - Não me sinto atraído por ela, você quem criou isso!
Bocão - Criei várias coisas boas, para você saber... - referiu-se a objetos.
Soluço - E outras inúteis também, eu me lembro.
Bocão - Bah, se são inúteis, por que ainda lembra?
Soluço - Me lembro de quase tudo que já aconteceu na minha vida.
Bocão - Me diga algo que não faça de você incrível... Ah, já sei! Você não assume seus sentimentos!
Soluço - Por que sempre que conversamos você envolve esse assunto?
Bocão - É inevitável!
Soluço - Eu conseguiria evitá-lo muito bem, por que não fazemos isso?
Bocão - Porque eu estou tentando tirar uma confissão de você, evitar o assunto não vai adiantar.
Soluço - Não vai "tirar" confissão nenhuma, Bocão! Não tenho o que confessar.
Bocão - Então fale sobre o que a Astrid fez - lembrou do ocorrido com a cadeira.
Soluço - Tentou acompanhar o mestre aqui na bebida. Foi o pior erro que ela poderia cometer.


Notas Finais


Até o próximo ;D 😘


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