História Eu Me Apaixonei Pelo Teu Caos - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Victorious
Personagens André Harris, Beck Oliver, Cat Valentine, Jade West, Personagens Originais, Rex Powers, Robbie Shappiro, Tori Vega
Tags Brilhante Victória, Drama, Jade West, Jori, Novela, Romance, Tori Vega, Victorious, Yuri
Exibições 133
Palavras 1.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá de novoooo! Quero agradecer por todos os comentários positivos, vocês são uns lindos! Obrigada por ainda continuarem acompanhando. Esse aqui vai ser bem curto, mas preciso. O próximo será maior e trará mais clareza a tudo.
Enfim, espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 9 - Erro


Tori’s POV

Eu estava atônita quando Trina já vinha de longe buzinando. Beck me olhava como se eu estivesse passando mal (o que era verdade). Meu rosto provavelmente passou por todas as cores possíveis. Eu sentia que iria desmaiar a qualquer momento.

Como posso me sentir dessa forma? Ah, claro, é só o seu amigo pedindo ajuda para reatar com a garota na qual você sente alguma coisa, mas ainda não sabe o quê.

— Tori, você está bem? — Ele perguntou preocupado enquanto se aproximava. — Você está pálida! Está passando mal?

— TORI! SE NÃO QUISER IR ANDANDO PARA CASA, ENTRA NO CARRO AGORA! — Trina abaixou o vidro do carro e gritou assim que estacionou do meu lado, me fazendo reagir.

— Só dois segundos, Trina! A Tori só precisa me responder uma coisa e logo ela vai. — Ele disse sem tirar os olhos de mim.

— Beck, meu querido... — Trina respondeu com a voz mansa. — Você já perdeu seus dois segundos só me falando isso! A Tori vai comigo ou ela vai andando! — Terminou a frase gritando. Obrigada!
Não precisei nem me virar para ver a cara que Trina estava fazendo, pois a expressão de Beck com raiva já dava para imaginar. Me segurei para não rir.

Trina, eu te amo! Essa é a primeira vez que tenho vontade de pular em cima de você e te abraçar apertado por tamanha felicidade!

— Tori...

— E-eu preciso ir, Beck. Depois conversamos!

Não o deixei nem responder. Me apressei a correr para o lado do passageiro e entrei no carro o mais rápido que pude. Coloquei o cinto de segurança e sem nenhuma cerimônia, gritei para Trina que atendeu prontamente.

— ANDA, TRINA! PÉ NA TÁBUA!

Ela acelerou o mais rápido que pôde, tagarelando coisas sobre a escola que eu nem prestei atenção.

 Quando entrei em casa, senti meu celular vibrar.

[Beck]: Você está melhor? Você ficou tão pálida que eu achei que você fosse desmaiar! Por isso que correu?

[Tori]: Eu estou bem, obrigada por se preocupar. E foi sim, antes de você chegar eu já não estava muito bem. 

Beck tinha que ser um bom amigo justo agora?

 [Beck]: Poxa, poderia ter ficado pra conversarmos. Eu teria te levado em casa se esse fosse o problema. Não precisava ter fugido. Eu não mordo... Só se você pedir! ;)

Já deveria esperar. Quando fui responder, em seguida veio outra.

[Beck]: Brincadeira! Hehehe

Revirei os olhos.

[Tori]: Eu não fugi. Eu estava passando mal e eu realmente precisava voltar pra casa com a Trina ou acabaria indo caminhando. Além disso, não queria incomodar com a carona.

[Beck]: Não incomodaria Tori. Sabe disso! E então, pensou no que eu disse? Pode me ajudar? Por favoooor. :D

Céus!

[Tori]: Pessoalmente conversamos. É melhor do que aqui por mensagem.

[Beck]: Ótimo!! Obrigado!

 Como é que você vai se livrar dessa agora, em?!

Suspirei enquanto subia as escadas. Resolvi ir tomar um bom banho quente e me arrumar para me encontrar com Jade. Eu poderia conversar com Beck amanhã, dependendo do que pode acontecer.

Quando termino de me arrumar, ouço a campainha tocar.

Será que é a Jade? Estou atrasada?

Olhei no relógio para constatar e vi que ainda era cedo. Caminhei até a porta me preparando para recebê-la já com um enorme e indisfarçável sorriso. Ela provavelmente resolvera conversar comigo aqui em casa mesmo.

— Oi. — Meu sorriso instantaneamente sumiu. — Nossa, não ficou feliz em me ver?

Não.

— C-claro que fiquei, Beck. Só que eu não esperava que você fosse vir aqui. Esperava que nos víssemos amanhã. — Forcei um sorriso amarelo.

— Desculpa, Tori. Você me disse que pessoalmente poderíamos conversar, então pensei que eu pudesse vir aqui hoje. — Ele sorriu enquanto passava a mão em seus cabelos.

Pensou errado. Parabéns também Tori, você merece um chute por não ter sido mais específica nas mensagens. Grrr!

— T-tudo bem. — Abri mais a porta e ele entrou sentando-se no sofá. Assim que fechei a porta, caminhei até ele e fiquei parada à sua frente esperando que iniciasse o meu pesadelo.

— Senta Tori, você não vai crescer mais. — Ele sorriu.

Suspirei e sentei ao seu lado me dando por vencida. Logo seu sorriso se desmanchou e eu podia ver que seus olhos estavam lacrimejando. Então logo notei que aquela seria uma longa e longa conversa...

 ____________________________________________________

Eu estava de frente à porta da casa de Jade, criando coragem para tocar a campainha. Eu sentia as minhas pernas tremendo. Eu estava nervosa e ansiosa depois da conversa com Beck.

Quando finalmente toquei a campainha, senti que meu coração ia sair do meu peito a qualquer momento.

Ouvi passos vindos em direção a porta e imediatamente meu corpo se programou para sair correndo dali.

Não seja covarde, Tori!

Então a porta foi aberta por uma garota com um sorriso no rosto que por um segundo me fez suspirar. Toda a vontade de correr simplesmente sumiu.

— Oi! Você veio. — Ela disse com a voz meio rouca.

— E-eu di-disse que viria. — Isso é hora para gaguejar?

E então ela deu dois passos, fechando a porta atrás de si. Ficando bem próxima a mim. 

— Mudança de planos, Vega. — Ela disse quando estava com o rosto a centímetros do meu. Eu podia sentir o seu hálito. — Vamos para longe daqui.

— E não vamos conversar? — Perguntei confusa.

— Claro que vamos, mas não aqui em casa. Quero distância do meu pai. — Ela sorriu enquanto me segurava pela mão me levando em direção ao seu carro.

Quando ela ia entrando, eu a segurei.

Não seja covarde! Repeti a mim mesma.

— Precisamos conversar agora, Jade...

— Mas aqui? — Ela franziu o cenho.

— Sim.

— Entra no carro, vamos sair daqui pelo menos.

Ela não me deixou responder e entrou. Eu dei a volta e me sentei no banco do passageiro.

— E então, para onde vamos? — Ela perguntou já ligando o carro. — Eu pensei que pudéssemos ir a um lugar mais cal— 

— Não vamos. — A cortei.

— Como? — Ela desligou o carro e virou-se de lado para me encarar. — O que está havendo, Tori?

Eu não posso ter você, Jade. Nunca.

— O que aconteceu entre a gente foi errado. — Eu disse tudo muito rápido, sem olhá-la.

— O quê?!  

— Olha, Jade... Foi errado! Aquilo não deveria ter acon—

— Você vem me falar isso depois que já aconteceu? Eu disse para você que era melhor você se afastar e você insistiu! — Eu não conseguia encará-la, mas com o canto do olho, percebi ela passando a mão pelos cabelos. — Droga, Tori! Isso não se faz!

— Jade... Eu sinto muito!

Eu queria sair correndo dali, queria fugir, mas as minhas pernas não me obedeciam.

— Quer dizer que você só estava experimentado? — Ela perguntou num tom de deboche. — Eu já deveria esperar, não é Vega?! Não sei por que eu esperei tanto de você. — Ela disse friamente. A encarei dessa vez. Suas feições transmitiam nitidamente uma mistura de raiva e mágoa. Eu sentia que meu coração iria morrer a qualquer momento.

— Claro que não! Simplesmente aconteceu, Jade. Eu disse que não me afastaria de você e não vou! Eu quero ser sua amiga. Mas o beijo... Foi errado.

— Sim, foi errado. Foi errado por eu ter permitido você se aproximar. Beck tem razão!

— No que o Beck tem razão, Jade?

— Por favor, vai embora. Eu quero ficar sozinha.  — Ela virou o rosto evitando me encarar.

Não insisti. Suspirei enquanto abria a porta do carro e saia. Eu sentia meu peito doer como se eu estivesse levado um soco. O nó na garganta insistia em permanecer ali. Quando dei por mim, eu já estava subindo as escadas e me trancando no quarto.

Me joguei na cama, só esperando tudo vir. E lá estavam as lágrimas que desciam desesperadamente enquanto meu corpo todo tremia.

****** Flashblack******

— Eu a amo, Tori! Eu a amo tanto... — Beck dizia entre soluços. — Não posso perdê-la para sempre! Eu não aguento mais! — Então ele me abraçou apertado. Eu podia sentir seu corpo todo tremer. — Ela é o amor da minha vida.

E foi o suficiente.

****** Flashblack******

Você fez o certo, Tori. É o certo, é o certo, é o certo...

Eu tentava repetir isso várias e várias vezes. E por mais que fosse o certo, eu não conseguia me convencer disso.


Notas Finais


Hahah lembrando que antes de melhorar, tudo piora, né?!
Eu estou escrevendo um mais longo e mais claro, postarei em breve.
Até o próximo capítulo, meus amores! <3


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