História Eu, minha casa, e o garoto invisível - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Lida Tenya, Midoriya Izuku, Mineta Minoru, Todoroki Shouto, Uraraka Ochako
Tags Bakudeku, Bakugo Katsuki, Boku No Hero Academia, Katsudeku, Midoriya Izuku, Yaoi
Visualizações 113
Palavras 688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, caraio

Rsrs, só digo para n esperarem mt dessa fic, okay? Eu tenho umas idéias para ela, mas, talvez vcs n gostem. Mas se n gostarem, paciência.

Boa leitura

Capítulo 1 - Onde tudo começou



Fazia um estranho frio aqui fora. Mesmo com um casaco deveras grosso, eu sentia o vento gelado entrar, pelos buraquinhos da lã.

Claro, Uraraka, a roubadora de casacos. Aquela Cara de panela pegou emprestado o meu melhor casaco, e não devolveu mais! Humpf. Fui idiota em acreditar que ela ao menos se daria o trabalho. 

Um fato sobre mim, que pode ser óbvio: Não. Eu não namoro ou tenho quaisquers relações amorosas com a Ochako. Somos apenas bons amigos, e mais nada.

Mais informações inúteis: Sou Katsuki Bakugou, e tenho quase dezoito anos. Moro sozinho, mas sou sustentado pelo meu pai e mãe, que me mandam dinheiro diariamente. Eu sei, sou um vagabundo sem causa. 

Enfim, voltando ao que interessa. Estava frio, claro. No entanto, e difícil quando você acaba de sair do táxi, um lugar onde estava quentinho, com o aquecedor, para do nada, e sem nenhum motivo aparente, parar em um beco. Na pior das hipóteses, vão aparecer dois caras em uma moto, me sequestrar, e pedir dinheiro para o meu pai. 

Comecei a brincar com a fumaça que saía por entre meus lábios. Me assustei quando um gato estranho, passou correndo e assustado por mim, parando em cima de uma lata de lixo. 

O animal começou a me fitar intensamente, virando a cabecinha. Huh, isso é estranho.

- O que foi, gato feio? - sorri para ele. Eu e minha mania de brincar com tudo. 

Aquelas orbes gigantes e estranhamente dilatadas, moveram-se para o chão, quase que ao meu lado. Franzi o cenho, fitando o mesmo lugar, cujo um pote estava.

O objeto era verde, com algumas flores na mesma tonalidade, porém mais escuras. Um frio me subiu pela espinha, eu tive uma enorme vontade de ir pegar o pote. Eu sou louco, e é a única explicação para tamanha vontade. 

Me agachei na altura daquilo, vendo em letras douradas e bem feitas o nome "Midoriya Izuku." Era estranho, pois ainda sim, averiguei de cima abaixo o pote, e não consegui abri-lo. Parecia ser preso por algum tipo de cola, ou sei lá o quê. Pena que tinha uma fechadura, e como me considero uma pessoa obstinada, conseguiria abrir aquela pequena caixinha. 

XxX

- Ah, eu desisto! - larguei a caixa em cima da mesa. 

Passei em torno de uma hora tentando abrir aquela coisa, e os resultados não me foram lá muito satisfatórios. Mas se tem coisas que aprendi com meu pai, eram:

Primeira coisa: Nunca pegue nada de um estranho, ou que esteja jogado por qualquer que seja o lugar.

Segundo: Se por, um acaso, algum objeto não identificado for parar em suas mãos, por alguma não-ventura, nunca, mas nunca mesmo, tente abrir. Por mais que a curiosidade lhe mate antes. 

Três: Se burlar um dos dois conselhos, se considere um homem morto. 

O problema não é nem se quebrar uma dessas regras. Você vê que se fodeu, quando burla os DOIS, e únicos conselhos. 

Bem, estou tentando acreditar veemente que isso é só loucura da cabeça do papai. Potanto, a melhor coisa que faço por agora, é dormir, já que o dia na faculdade foi mais cansativo do que eu esperava. 

Escovei os dentes, para logo depois ir para a cama. Me enrolei nas cobertas fofas, adormecendo logo em seguida. 

XxX

Blaft. 

O som ressoou alto, ultrapassando meus tímpanos. Joguei para o caralho, e virei-me para o outro lado, tentando voltar a dormir. 

Blaft.

Levantei a cabeça, realmente assustado com a persistência do som.  Antes de sair correndo da cama, fitei o relógio na cabeceira, esse, marcava 6:00 da manhã. 

Quem acorda em plenas 6:00 na manhã de um sábado? 

O barulho persistiu na cozinha, e eu parei no final da escada. Se for um ladrão, posso enfrentá-lo, não? Mas agora, se for outra coisa...

Lentamente, em pé ante pé, fui indo de encontro ao cômodo. Segurei no batente, colocando um pouco da cabeça para tentar avistar o que era.

Meu. Deus. Do. Céu. 

Não creio no que vejo. 

Meus olhos já estavam arregalados ao extremo, e meu peito subia e descia com rapidez:

 Um garoto de cabelos verdes, havia invadido o meu apartamento, e eu não sei como ele conseguiu tamanha façanha. 




Notas Finais


Cabei men.

N gostei de narrar em primeira pessoa, pq acho q minha escrita fica um cocô assim.

É só o prólogo, paciência q o próximo faço maior.

Gostou? Obrigada.
N gostou? N gostou.

Quer me deixar feliz? COMENTE! Me ajuda mt :D

Bejo' na boc ♥


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