História Eu não faço a minima ideia no que isso vai dar... - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Star vs. as Forças do Mal
Personagens Marco Diaz, Star Borboleta
Tags Marco, Ship De Star, Star, Star Vc As Forças Do Mal, Starco
Exibições 87
Palavras 2.864
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu até pensei em postar mais e mais capítulos, mas não faria mais sentido já que o desenho original está caminhando para outro rumo. Não que eu esteja desistindo de Starco, ou declarando que Jarco ganhou, apenas acho que, querendo ou não, estamos convivendo em uma "era" de Jarco, e, provavelmente, quando essa "era" acabar, eu prevejo uma possível declaração Starco. Caso contrario, eu prometo que postarei segunda temporada.

Capítulo 5 - Um pequeno problema, para um grande final.


LEIAM AS NOTAS INICIAIS

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Olhei-me no espelho, com pouca vontade de realmente ver-me, pois assim, teria total e completa certeza que eu teria que me arrumar invés de voltar para minha cama, que no momento, parecia mais atraente do que nunca. Porem, inevitavelmente, olhei-me.

Olhei meus cabelos bagunçados e embaraçados, que era incrivelmente semelhante a um ninho sujo e desarrumado de rato. Olhei minhas vestes amaçadas que se mostravam rebeldes a circunferência do meu corpo.

Fechei os olhos e respirei fundo, sugando o máximo de ar que pude, como se buscasse no oxigênio fraco e entediante daquele planeta, algo que me motivasse para continuar o dia. E ao abrir meus olhos, que até então estavam fechados, me deparo com um casaco vermelho encima da cômoda.

Que por mais que insignificante aos olhos de uma pessoa normal, para mim, trousse a motivação que tanto buscava, assim me roubando um pequeno sorriso de canto de boca, que, apesar de pequeno, espeçava muito mais do que parecia.

Sim, um simples casaco, velho e quente, me arrancava a alegria do dia inteiro. "Marco deve ter esquecido ele aqui..." Pensei enquanto retirava minha camisola. E ao retira-la por completo, segurando apenas suas pontas em meus braços, enquanto dirigia meu olhar ao chão, questionei-me novamente: "Mas... Quando ele esteve aqui para poder esquecer".

E em um curto período de tempo, busquei em minha mente a ultima vez que Marco visitou meu quarto. E depois de terminar a faxina na minha memoria, notei que, até onde eu sei, Marco não visitara meu quarto a pelo menos 2 dias, fato que não faz sentido, já que o vi com o casaco ainda ontem...

Apesar daquela situação trazer certa intriga a tona, por algum motivo desconhecido até mesmo pelo meu ser, resolvi ignora-la e voltar a me trocar. Quando finalmente encontrei-me quase completamente nua, coberta por apenas pela minha calcinha e minhas pantufas de coelho, questionei-me sobre oque deveria fazer a seguir.

Apesar de Parecer um questionamento bobo, é consideravelmente normal que eu tivesse essa duvida, afinal não estava acostumada a passar minhas manhãs sem magia. Mas, devido ao inconveniente acidente com a minha varinha, ela está meio instável ao que se refere a intensidade de seu poder.

 Hora está tão forte que chega a ser difícil, ou melhor, impossível de controlar, E hora está tão fraca, que chega a parecer inexistente. Mas, voltando ao meu questionamento inicial, logo lembrei-me que oque deveria fazem em seguida era vestir outra roupa, talvez tomar banho antes, mas eu não me sentia suja.

Então me dirigir a minha cômoda, onde guardava varias roupas. Varias delas, ou melhor, a maioria, estava apenas juntando poeira, pois eu quase sempre, usava minha varinha para e trocar. E por ser uma varinha magica eu apenas a sacudia e ela armazenava, lavava, passava, e cuidava da roupa até eu precisar dela no dia posterior.

Eu não sei se já deveria ter me acostumado com isso, é a terceira vez que troco de roupa manualmente, sendo que da primeira, insisti que Marco me trocasse, porem ele mandou sua mãe me encintar...

Depois de bagunçar a gaveta de tanto tentar escolher uma roupa descente ao meu gosto, me vem uma indagação a mente. Realmente, não seria normal, naquele dia, pedir a Marco que me vestisse, pois até então, éramos praticamente parentes... Mas... E agora?

 E agora que somos...Somos... Que não somos mais como quase parente, vamos assim dizer, será que ainda seria muita ousadia pedir-lhe isso? Eu não fazia a mínima ideia, as vergonhas e constrangimentos da dimensão ainda não me tomavam todo o conhecimento...

Pensei sobre cogitar a possibilidade de chama-lo para pedir sua ajuda enquanto enrolava e desenrolava meus dedos em uma manga de blusa velha. Cheguei até a desviar meu olhar para a porta de meu quarto, que apesar de não ser na direção exata do dela, indicava o caminho.

Porem, logo retomei em minha mente que os serviçais es favores íntimos não eram tão comuns aqui, nem para casais, até mesmo os mais íntimos. A mãe de Marco havia me explicado anteriormente, se não me engano, explicou enquanto me ensinava a me trocar.

Logo voltei meu olhar para minhas mãos, que ainda brincavam com a roupa brega que eu fiz questão de rejeitar. Porem logo meu olhar foi desviado para minha varinha, que se encontrava encima da cômoda.

"Não custa tentar" pensei "Vai que a estabilidade dela já melhorou" completei, me iludindo de certa forma, pois lá no fundo sabia que não ia funcionar. Logo estendi minhas mão ásperas  para pegar a varinha.

Toquei-a com receio, deslizando meus dedos trêmitos por todo seu comprimento, apreciando-a, como se no fundo, fosse apenas uma forma de pedir a ela que funcione. E Então eu a peguei finalmente, e com certo 'medo' e a balancei, da forma correta, claro, mais isso não foi o suficiente para que ela resolvesse funcionar.

Balancei novamente minha varinha, na fraca, ingênua e resquícia esperança de que ela possa funcionar. Mas, novamente, nada... Eu não cheguei a me desesperar, talvez fiquei apavorada, mas não sei ao certo, acho que o mais expressivo a se falar é chateada ou desapontada.

Dei mais um suspiro, com uma outra motivação, dessa vez apenas desabafar, sem cerimonias de iniciação do dia ou qualquer coisa do tipo. Encarei o teto, sem saber então oque fazer, novamente, voltamos ao ponto de partida...

E então, quando a luz invadiu o quarto por completo, eu me dirigi para a janela, para fechar a curtinha. Bem... Fechar não, mas deixar boquiaberta, assim deixando a luz que ainda entrava no quarto guiar meu olhar para um lugar um tanto... Peculiar...

Alias, um lugar não, uma coisa, uma peça de roupa, que já me intrigara mais cedo. O casaco vermelho de Marco, que assim que encontrou meus olhos, deu-me uma incrível ideia, e uma ótima solução.

 

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Desço as escadas vagarosamente, segurando firme o corrimão. Obviamente eu estava desarrumada, minhas vestes eram completamente inadequadas para uma princesa, ou melhor para qualquer garota.

Eu usava apenas um casaco, sem nada por baixo se não um mero sutiã bege, que encontrei pendurado na porta de meu armário. E uma saia azul marinho, simples, nem tão longa, nem tão curta, feita de um tecido macio, que eu não sei bem qual é.

Eu preferi prender todo o cabelo em um rabo de cavalo, deixando apenas as partes mais curtas da franja de fora. E sinceramente, eu estava mais preocupada com oque ia ter para o café da manha do que para como eu estava, mas isso não me impedi de preocupar-me com a reação de Marco ao me ver.

Assim que meus pés frios e ásperos tocara o chão do primeiro andar, pude sentir a ilustre presença de mais pessoas naquele andar, Marco e sua família talvez... Mas oque realmente me indagou no momento em que pisei no chão, não foi a presença de outras pessoas no andar, nem do fato que, possivelmente, eu fui a ultima a acordar.

Mas sim o fato de eu sentir a fineza do chão, oque indicava que eu estava descalça, oque seria um problema, já que eu não fazia ideia de como por qualquer um dos sapatos em meu guarda-roupa.

Considerei fortemente a possibilidade de voltar e tentar por um sapato, mas... Em algum lugar da minha mente, eu decidi que aquilo não era tão importante, e resolvi prosseguir o caminho abtual, colocando meu outro pé descalço no chão duro e frio.

Caminhei até a cozinha, coçando os olhos, que por algum motivo ainda não tinham se acostumado com a forte luz da manhã. Ao chegar próximo a entrada do cômodo, pude ver a Sr.Dias e seu marido comendo pães e bebendo suco, ambos em uma mesa arrumada, com outros ingredientes, e um vaso de flores, ou melhor de uma única flor, que se encontrava no centro da mesa.

Eu os observei por aproximadamente 7 segundos, até a Sr,Dias desviar seu olhar para mim, soltar seu "sanduiche" e comentar:

-Oh, já acordou? - Ela fala com um sorriso receptivo em seus lábios

-Acho que sim - Comentei sem muita atenção para oque dizia, pois minha tenção dirigia-se a cadeira ao lado da Sr.Dias, a que marco sentava todo dia, que se encontrava vazia - Marco... - "Será que é possível que eu tenha acordado antes que ele?" pensei - ainda não acordou? - completei.

-Sim - Ela fala com um tom de animação - Por incrível que pareça... - Ela levanta-se da mesa e recolhe seu prato com migalhas de pão - Acho que você acordou primeiro - Ela completa levando seu prato até a pia.

-Hum... - Resmunguei silenciosamente - Ok... - Não sei se estava "triste", ou algo do tipo, mas de qualquer forma, me dirigi a mesa de café da manhã.

Assim que dei a primeira mordida em meu sanduiche de pão presunto e queijo, ouvi paços sucintos descendo as escadas. No momento, nem me dei o trabalho de olhar, pois me concentrava especialmente em degustar o sabor do sanduiche que a Sr.Dias fizera pra mim. Os passos persistiram, locomovendo-se até a cozinha normalmente, até que, de repente, um êxito notável, bem na porta. Eu até considerei a possibilidade de virar a cabeça para ve-lo, mas foi completamente desnecessário após a Sr.Dias falar :

-Marco! - O som que deslizou pelos lábios da Sr.Dias com conforto e receptividade, chegaram aos meus ouvidos rapidamente, e logo me alegraram, tanto quanto a noticia da volta do marido voluntariado a batalha alegra uma esposa caridosa - Quem diria! Você acordou tarde hoje! - 7:10.

-Tanto que eu acordei antes que você! - Completei.

-É... - Ele comentou, com um tom sonolento.

-Sente-se logo - Falou o Sr.Dias - Logo vou tirar a mesa.

-Ok... - Marco se sentou, e logo sua mãe o de um prato com ovos e bacon. Ele apenas pegou o garfo e começou a comer

-Não vai dizer obrigado? - Eu falei olhando-o com um sorriso maroto.

-... - Ele me encarou, se muita expressão, oque me faz especular que ele não gostou muito do meu comentário. Porem, ao mesmo tempo, a Sr.Dias o observava com uma expressão em seu rosto, que claramente expressava algo como "ela tem razão". Logo, assim que Marco retomou o curso do olhar para a Sr.Dias, ele se sentiu obrigado a completar - Obrigado, mamãe.

-Não foi muito difícil notar que Marco não falara aquilo com a maior alegria do mundo, fato estranho, já que Marco sempre fora tão animado e educado, isso me despertou uma duvida - Marco...  - Eu o olho com destreza, enquanto torço as sobrancelhas - Está tudo bem?

-Ele engole a porção de comida que estava em sua boca, e olha para mim sem expressão, novamente - Eu... - Ele suspira ou olhar para sua mãe que lavava a louça - Agora não Star... - Ele fala normalmente, pondo uma garfada na boca.Confesso que aquela resposta não me agradou muito, mas nada que me descabelasse, eu poderia perguntar oque ouve para ele a caminha da escola.

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-A Sr.Dias arrumava o cabelo de Marco na porta de casa. Enquanto eu o esperava ansiosamente, na calçada - Já deu mãe - Resmungou Marco.

-Espere - Ela responde ao lamber o dedo e limpar um pequena sujeira no rosto de Marco - Pronto- Marco se afasta rapidamente, e vem para a calçada, não em minha direção, mas tentando dar a entender que sim, vinha especialmente para mim, talvez para não parecer tão rude ao sair de perto da sua mãe tão rapidamente. Porém a Sr.Dias o olhava com certo desprezo por sua ação, ela abre a boca com determinação, imagino que ela fosse reclama de Marco, mas ela aparenta ter desistido, assim que o Sr.Dias colocou a mão sobre seu ombro, porem mesmos assim ela falou - Tchau.. - Ela deve apenas ter amenizado oque ela pretendia falar, imagino eu.

-Tchau... - Marco falou baixo e secamente para sua mãe. Fiquei sentida ao ver a Sr.Dias na porta de sua casa, nos observando.

-Até logo senhora Dias! - Eu falei animada, pouco antes de me juntar a marco na caminhada até a escola.

Marco olhava para o chão e andava cada vez mais lentamente, enquanto repetia em voz baixa coisas que eu não entendia muito bem. Já eu, caminha em pulos, assim como caminho todo dia. Tentei ignorar Marco inicialmente, não para "não estragar meu dia" mas sim porque notei que ele não estava muito afim de falar comigo sore seja lá oque ele tinha de errado. E eu realmente estava conseguindo, até que do nada Marco parou d andar, e gritou.

-NÃO! Não adianta! - Ele bate em sua testa com a mão, me chamando atenção. Eu me viro, mordendo os lábios, me locomovendo em sua direção.

-Marco... - Eu falo colocando uma de minhas mãos em seu ombro - Oque foi? - Eu o encaro com destreza.

-Ele me olha - Eu... - Ele suspira, e segura meu ombro - Tem a prova hoje e...

-Não foi difícil notar a sua angustia, insinuando que não está preparado - Mas você estudou a noite toda, eu ouvi você! - Eu completo, torcendo para estar errada quanto ao achar que ele estava despreparado para a prova que parecia ter se esforçado tanto.

-Eu... - Ele olha pra mim franzindo as sobrancelhas, expressando angustia.

-Você...? - Pergunto angustiada, tentando apreça-lo

-Eu não consegui... - Apesar de ele estar desabafando, e confessando algo, que, para ele pode ser realmente muito difícil, a única coisa que passara pela minha cabeça era :

-Não conseguiu? Você não conseguiu estuar? - Eu me contradizia ao tentar levar aquilo como resmungarão, mas no fundo, para mim era praticamente uma piada - Marco Dias não conseguiu estudar?! - E apesar dessa pequena reflexão, esforçava-me para manter um tom não tão rude, e meio surpreso. Porém isso foi ao fracasso ao eu completar a frase em meio a pequenas risadas- Oque nessa, e em qualquer outra, se não todas as dimensões, poderia impedir Marco dias de estudar? - Meu tom estava tão irônico quanto o de um palhaço em uma festa de criança.

-Ele olha para mim com uma expressão de desgosto - Eu fiquei.. Distraído - Ele completa coçando a cabeça - Pensando em ... - Eu o olho com duvida. Parte de mim dizia que ele perdera suas possibilidades de estudar por ter se distraído pensando em mim, já a outra, me dizia que estava louca, que isso era impossível, ainda mais se tratando de Marco, tão estudioso - ... - Marco completa apenas me olhando de forma agonizante, me fazendo sentir entranha, mas dando razão a parte de mim que insinuara que eu era sua distração. 

-Marco... - Eu falo, com certo peso nas costas, por ser parcialmente "culpada" por ele não ter estudado. Eu o encaro, mas ele retoma sua vista para baixo, não com a intenção de fugir do meu olhar, eu imagino, as apenas se lamentando.

-Eu... - Ele fala descendo uma de suas mão até meu cotovelo, enquanto colocava a outra novamente em sua testa - Eu sou um incompetente - E foi com essa frase que eu notei que dessa vez, eu precisava demonstrar que estava entendendo oque acontecera, apesar de minha posição física, e minha expressão facial, não expressarem isso mio bem.

-Hey... - Eu toco o seu maxilar com minha mão esquerda, que se encontrava livre, já com a se encontrava em seu obro, eu apenas subo para o lado direito de seu maxilar - É só uma prova, vão haver muitas outras - Apesar da minha tentativa de animação, ele não demonstra nenhuma melhora - Bem... Pelo menos você se demonstrou incrivelmente fofo! - Eu volto a encara-lo

-Mas não foi proposital, eu não pedi para... - Ele volta a olhar para o chão - Eu não quero ser chato Star, mas... Eu acho que não vale a pena...

-Eu levanto sua cabeça novamente, empurrando o maxilar delicadamente, o fazendo encarar-me - Bem... - Falo de sobrancelhas torcidas - Posso tentar fazer valer...

-O-Oque você quer dizer? - Antes que ele possa se quer terminar o raciocínio, eu o roubo um beijo, oque normalmente seria um simples selinho, mas começou a se prolongar até demais.

Logo retomamos a postura, marco entrelaçou seus braços em minha cintura, e eu os meus em seu pescoço. Pude sentir o cheiro forte do mesmo casaco de sempre, só que dessa vez, era diferente, tinha um ar de carinho. Não deixei de sentir o calor de seus braços, o acolhimento, a receptividade, o desejo de mim. Nunca me senti assim, não sei descrever ao certo, mas suponho que a palavra certa seja "amada". 

Nossas linguas dançavam animadas em sincronia, como se esperassem por isso a um bom tempo. E mesmo assim, seus labios não deixaram de ser incrivelmente macies, assim como seu beijo não deixou de ser extremamente delicado. Mas tudo ficava cada vez melhor conforme Marco me pressionava mais e mais contra ele. Não demorou muito para que ambos pudéssemos sentir cada curva, cada extremidade, cada parte de nós. Nossos corações estavam, sem duvida, batendo em sincronia.   

PS: sugiro lerem as notas iniciais

 


Notas Finais


Desculpa o final bosta, é que, como eu já falei, devido aos utemos episódios do desenho original, eu decidi acabar por aqui a fic, oque me obrigou a almenos tentar dar e entender de que tem alguma mensagem, mas na verdade foi apenas uma madrugada de desespero e pura cafeina. Aproposito, sugiro lerem as notas iniciais.


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