História Eu não faço amor, eu fodo... com força - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Spottedxfire

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 15
Palavras 1.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Magia, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Ai q dlça


Fanfic / Fanfiction Eu não faço amor, eu fodo... com força - Capítulo 1 - Ai q dlça

Amandinha e sua trupe encaravam nossa heroina friamente. Marquarida havia se metido em uma briga com as patricinhas, e agora, estava na frente dos armários coloridos onde diversos flashmobs haviam ocorrido.

-Quando tu vai perder esse cabaço aí?- disse Lary


-Pode deixar que eu tiro.- zombou Karlos.


-Deus me livre e guarde!- disse Anna Rebecks 


-SUJOU, SUJOU! A DIRETORA TÁ VINDO! GUARDA O CEROL!- Gritou Cathy


Todos os alunos se dispersaram correndo... menos os que usavam maconha... aqueles esqueceram o que era uma diretora.


E Marquarida, que ainda estava zonza no chão, ao avistar a diretora, correu mais que o relâmpago Marquinhos.


-Depois do câncer que as pessoas normais chamam de aula-


Nossa heroina estava frustrada e voltava pra casa até avistar uma cafeteria, nossa amiguinha viciada se deu conta que havia tomado apenas 100000000 cafés esta manhã, e que precisava de mais para afundar as magoas (toma vodka que melhora). Quando estava na quinta xícara, o bestie/salvador da pátria brotou e perguntou:


-Por que tanta depressão?


- Sou a única virgem/bv da escola....- Mar falou tomando mais um gole do líquido quente.


Os dois, muito espertos, ao invez de simplismente chegarem e se comerem lá mesmo decidiram ir para uma igreja para invocar um incubbus.


-BORA INVOCAR UM INCCUBUS PRA COMER O TEU CU!- Phelps falou, já completamente doidão pelo exesso de chá "verde".


-ISSO! AI ELE COME O TEU TAMBÉM!- Disse Mar, que também já se sentia um pouco alterada pela bebida.


Os dois saem correndo do café sem pagar a conta e se dirigem para a igreja mais próxima e lá começam seu ritual bizarro para perderem o cabaço. Nossa dupla dinâmica desenhava um pentágono no altar enquanto colocavam o cd da xuxa pra tocar ao contrário.


-Agora é só escrever teu nome de traveco nesse papel e ler saporra em voz alta!- Phelps disse, ainda exaltado.


-Ata.- Mar falou e completou o ritual.


-Ok, fih de uma quenga, agora vai lá e com esse incenso e dorme de uma vez pq eu quero ficar de Voyeur...- disse Phelps com um sorriso pervertido e algo crescendo entre as pernas.


-É................. tá.- Mar fala e se dirige pra saida com o incenso.


-Naquele lixão que ela chama de casa-


-VAI DORMIR FILHA DE UMA PUTA COM UM CAPIROTO!- Phelps disse do banheiro.


-Ok, ok... MAS SAI DESSE BANHEIRO POR QUE EU NÃO QUERO GOZO NAS MINHAS PAREDES!- Mar disse e foi pro quarto segurando o incenso- Tomara que dê certo... e tomara que seja um gostoso...


Phelps deitou no colchão de visita, aquele que fica no chão, pois Mar não tava afim de dormir com cheiro de gozo.


-De Madrugada-


-Puta que me pariu... tinha outra não? Caralho... se fosse a Britney, a Lady Gaga... até a Xuxa tava melhor que esse filhote de cruz credo...- Uma voz desconhecida reclamos- Eu to na merda mesmo...


-Te fuder, Phelps! Quero dormir!- Mar falou sem abrir os olhos.


-Phelps é o caralho! Tu me invocou, seu filhote de quenga!- Uma voz feminina gritou irritada.


- ............- Mar se calou por alguns segundos tentando raciocinar na merda onde ela tinha se enterrado- V-você? Eu não te invoquei! Eu invoque um gostosão pirocudo! 


- Olha aqui, ô filha da puta, tu ainda é virgem! Eu tô te fazendo um favor! Eu tava é querendo comer uma Beyonce! Agora amostra as teta antes que eu rasgue essa tua roupa!


-Wtf?- Mar falou, confusa.


-Seguinte, os Inccubus tavam em falta, então me mandaram aqui.- A loira explicou- Agora tira as roupa que eu quero acabar com essa tortura logo.


-Eu não! Sai daqui sua louca!- Disse Marquarida que saiu correndo até a porta, que fou fechada por magia obscura- Ah, vai te fuder...


A succubus sorriu maliciosa e deu um passo lento em direção à nossa heroína. 


-Então você gosta que te segurem...- Com esta frase a loira correu pra perto da Mar e segurou seus pulsos sob a cabeça.


-H-hey! Me larga!- A morena falava enquanto tentava se soltar com todas suas forças. 


-Shhh... não proteste... vai doer menos.- a succubus amarrou os pulsos da menor e a pendurou no teto por meio de alguma macumba sinistra ai.

-PHELPS! AJUDA AE, FILHA DA PUTA!- Mar disse tentando se soltar


-Não dá! Ela me paralizou...- Phelps disse parado no colchão cheirando à gozo.


-Shh... não fique assim... talvez, mais tarde, eu possa te dar uma "ajudinha" aí embaixo...


Assim que essa frase chegou aos ouvidos de nossa amiguinha, Mar começou a se debater como um peixe fora d'água.


A succubus deu uma risadinha um tanto filha da puta e chegou mais perto de Phelps.


-Quer dizer que você é ciumenta? Owwwwn... que fofo...- a desconhecida falou e se afastou dele- Bem... eu não estou aqui para foder com ele, estou?- ela falou e sorriu- Por onde eu começo... talvez por aqui?- a garota falou e passou a mão pelo tórax da menor.


-Me solta!- Marquarida disse olhando pra outra com uma expressão de puro ódio e raiva.


-É.... não. Você pode negar o quanto quiser... mas eu sei que você gosta.- as mãos da succubus viajavam para o busto pequeno de nossa dollynha. (nossa amiguinha)


A menor estava corada e ainda se movimentava com violência proferindo palavrões sempre que possível.


-Ahh... não faça isso... assim você está me magoando... seja legal comigo...- a loira falou e apertou as nádegas da garota- ... e eu serei legal com você.


-P-pare! Eu não sinto atração por garotas, eu prometo reverter isso!- ela choramingou, logo após um tecido a proibiu de falar.


-Assim é melhor.- a loira comentou- Sabe... eu me sinto um tanto incomodada pelo fato de ter tantas camadas de roupas entre nós... - logo após esta frase, as roupas da outra foram parar na puta que o pariu.- Você pode não ser a pessoa MAIS bonita... mas ainda é divertido brincar contigo.


A maior começou a apertar os seios da menor enquanto a mesma se debatia, segurando seus gemidos.


-Não seja tímida... não quer me dizer nada?- a desconhecida apertou mais uma vez os seios da outra- Vamos... é só um gemidinho...


A menor cedeu a tentaçao e liberou um pequeno gemido, ouvindo depois uma baixa risada da succubus


-Você pode fazer melhor que isso...- a garota falou descendo sua mão direita para a área íntima da garota- Acho que disso você vai gostar...


A succubus começou a estimular o clítoris da outra, que continuava contendo os gemidos. Periódicamente colocando mais pressão ou mais velocidade, deixando a humana cada vez mais fora de si.


-Vamos lá... um gemido não faz mal a ninguém...- a loira sorriu maliciosa- Aposto que seu amigo também espera ansiosamente por um pouco de ação...


-E-eu nao esperava por isso... - Phelps comentou, se sentindo envergonhado


A succubus riu e inseriu um dedo na entrada já umidecida da menor. 


-Vamos... geme... alto... quero que os vizinhos ouçam.- a succubus falou fazendo movimentos de vai e vem com seu dedo.


A menor, já não conseguindo raciocinar direito, começou a gemer, e gemer alto. 


-Então você está realmente gostando...- a loira inseriu um segundo dedo dentro da cavidade da menor e começou movimentos em formato de tesoura.


Marquarida já havia perdido todo o seu fio de raciocínio, já não falava coisa com coisa e gemia à cada duas palavras. Ela sentia algum tipo de nó se formando em seu estômago, sabia que estava prestes a gozar. Quando Mar sentia que estava quase lá, a succubus parou e a soltou.


-São quase oito da manhã, e eu estou satisfeita... até mais tarde.- com isso, a loira deu um pequeno sorriso e desapareceu.


Phelps e Mar se encaravam calados, não sabiam o que falar após terem presenciado aquela cena.





Notas Finais


... fumei mto.


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